Cerveja e cientistas: aplicando a ciência para refletir se a cerveja em garrafa é melhor do que em lata

Cerveja: garrafa ou lata?
Cerveja: garrafa ou lata?

Reconheço que os cientistas podem ser muito chatos. Talvez seja devido à maneira “científica” de pensar, além de muitos outros fatores e defeitos pessoais. Geralmente um cientista é visto socialmente como aquele gênio louco que inventa coisas fantásticas. Ou uma pessoa excêntrica que vive distraidamente em seus próprios pensamentos sobre fórmulas incompreensíveis ao comum dos mortais. Ou ainda aquele que “fala com autoridade, que sabe o que está falando, a quem os outros devem ouvir e … obedecer” (ALVES, 1981, p. 7). Entretanto, pelo que sei, nunca foi feita nenhuma pesquisa sobre uma possível relação entre o gostar de cerveja e chatices ou se os cientistas gostam de cerveja. E não será esta nossa pesquisa!

Analisaremos o modo de pensar tido como “rigoroso”, que muitas vezes não é compreendida por aqueles não são tão envolvidos com a ciência. Dentro de minha própria chatice, quero acreditar que nem sempre a ciência precisa ser chata. Ou seja, os cientistas, mesmo com suas formas peculiares de pensar, não são necessariamente tão chatos assim! Afinal, também podem existir questões interessantes na ciência. Como, por exemplo, abordar cientificamente coisas mais mundanas como beber cerveja.

Seria a cerveja um tema adequado à ciência?Cerveja e abridor

Talvez um tema como cerveja (ooooooh!) afaste os cientistas mais rigorosos da leitura deste texto, por não considerá-lo minimamente científico. Afinal, é um post num blog, não um artigo científico. Talvez os detratores da ciência considerem que seja uma indução ao consumo de cerveja ou bebidas alcoólicas (ooooooooooooh!). Mas, por mais estranhos que os cientistas possam parecer, eles também precisam se alimentar e vão ao banheiro depois de ingerir muito líquido.

Criticar é fácil, mas, deve-se considerar que, em nível industrial, a ciência anda muito próxima à produção de cerveja. São investidos bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento, do começo ao fim do processo, desde criar espécies de malte que não sejam tão sensíveis ao ambiente até estudar qual o melhor tipo de embalagem (epa!) em questão de custo e percepção sensorial. Aqui e agora, o objetivo é refletir sobre a utilização do método científico no cotidiano de não cientistas. Enfim, tentarei expor o que é a ciência e seu método científico numa questão que aparece bastante nas discussões de cervejeiros: qual embalagem é melhor para conservar cerveja? Garrafa de vidro ou lata de alumínio? Ou seja, aplicarei, tentando explicar o mais detalhadamente possível, o método científico para responder a essa questão.

Cerveja: lata ou garrafa?Como transformar cerveja em ciência

Considerando o bem da ciência, apoiado no prazer sensorial de uma boa cerveja, foi planejado uma pesquisa científica para avaliar a melhor embalagem para cervejas: garrafa ou lata. Qualquer outro alimento e seus diferentes recipientes poderia ser usado como objeto de pesquisa, mas a escolha foi uma opção pessoal. E qualquer cientista, e mesmo o mais comum dos mortais em seu cotidiano, precisa fazer escolhas. Assim, por prazer em beber moderadamente uma bebida de qualidade, cervejas artesanais importadas tornaram-se o objeto de pesquisa do experimento.

Todo o processo de análise das embalagens da cerveja será apresentado: desde a definição teórica do que é ciência até o resultado, que pode ser considerado surpreendente. Como a reprodutibilidade é uma característica importante do método científico, também discutiremos este conceito em detalhes posteriormente. Contudo, enquanto um “contínuo processo de crítica”, apontamos que não devemos generalizar o resultado, por mais surpreendente que possa ter sido. Que cada um chegue às suas próprias conclusões a partir dos dados apresentados.

Os dados do experimento para se chegar ao conhecimentoCerveja: garrafa ou lata?

Ei, não pense que, além de beber cerveja, estaremos jogando dados! Somos cientistas e lembramos a famosa frase de Einstein: “Deus não joga dados com o universo”! Os dados a que me refiro são os resultados do experimento! Isto é, os cientistas chamam de dados os fatos observados, que não são relevantes ou irrelevantes por si mesmos, mas “devem ser selecionados segundo pressupostos que indiquem [quais são] relevantes para a solução de um dado problema” (NAGEL, 1975, p. 20).

Atualmente, com a produção e disseminação de tanta informação, é preciso diferenciar o que são dados, o que é informação e o que é conhecimento. São chamados de dados todo o material a ser observado e coletado durante um experimento. Pode-se dizer que os dados se tornam informação quando são analisados e estabelecidas algum tipo de relação entre eles. Em um nível superior de complexidade, quando a informação passa a fazer sentido ao ser integrada com o que já é conhecido pelo cientista, torna-se conhecimento. Portanto, o resultado de um experimento pode ser considerado como dado, se não estiver relacionado com nenhuma outra observação. Mas pode ser considerado informação, se não for integrado ao que já era conhecido pelo pesquisador. No melhor dos casos, pode se tornar conhecimento e surpreender o cientista por se adequar, ou não, às suas expectativas iniciais, formuladas em uma hipótese.

Servindo cervejaCientistas precisam mais de teoria do que de cerveja!

Tenham um pouco de calma, logo mais estes e outros conceitos serão devidamente explicados com calma. Afinal, por se tratar de papo de cientista, é preciso um pouco de teoria e o resultado surpreendente sobre a melhor embalagem para cerveja será apresentado no momento adequado. Mas antes teremos de relacionar a ciência ao método científico. Pois é método que “obriga” deixar tudo o que foi feito devidamente registrado de modo que os interessados possam reproduzir o experimento e tirar suas próprias conclusões. Assim, de acordo com as reflexões de cada um, o experimento pode se transformar em dados, em informação ou em conhecimento.

Além disso, não se esquecendo das conversas de boteco sobre a cerveja preferida e do progresso social da ciência, talvez até seja possível compartilhar dados, exclamações e surpresas. Dessa forma, poderemos, além de contribuir para o bem da ciência, promover uma abordagem mais aberta para o conhecimento científico. Sem deixar latas ou garrafas abertas para não estragar o precioso conteúdo.

Enfim, nossa intenção, sem jamais esquecer a postura de educador que reconhece que “apenas o ser humano trabalha e educa” (SAVIANI, 2007, p. 152), é mostrar e comentar o modo “rigoroso” de pensar do cientista. Uma vez compreendido o que é a ciência, consideraremos também suas limitações e como aplicá-la em nosso cotidiano. Portanto, preparem-se para uma imersão no método científico, lavem seus copos, abram a embalagem de sua cerveja preferida e façamos um brinde à ciência!

Ciência? Mas para que cerveja com ciência?Garrafas de cerveja

Tomar ciência é ficar sabendo, é conhecer, é aprender algo sobre o mundo que nos rodeia, “é reduzir o desconhecido ao conhecido” (ALVES, 1981, p. 36). Consideremos sua origem: é uma palavra que vem do latim (scientia) e pode ser traduzida por conhecimento! De forma bastante sintética, Silva (2010, p. 49) define a ciência como “uma forma de conhecimento que busca a verdade”. Segundo Nagel (1975, p. 19), “a Ciência é uma instituição social e […] o cientista é membro de uma comunidade intelectual dedicada à perseguição da verdade, […] ao longo de um contínuo processo de crítica”. Entre estas duas abordagens, aparentemente diferentes, é possível perceber como o termo “verdade” é ressaltado. E a referência não se reduz ao que seja verdade, mas vai além e assume que, por trás da verdade, possa existir algo a ser considerado real.

Em nossa sociedade atual, a possibilidade de existência do real e a busca pela verdade podem ser consideradas tão importantes que, para Bourdieu (2004, p. 19), “todas as produções culturais, a filosofia, a história, a ciência, a arte, a literatura, etc., são objetos de análise com pretensões científicas”. Mas por que pretensões científicas?

Cerveja em lataA pretensão científica

Saviani (2007a, p. 15) aponta que, em certo momento histórico, houve a tentativa de eleger “a ciência como a grande aspiração de uma concepção pedagógica que pudesse orientar a reconstrução social do país pela reconstrução educacional”, apesar de passar posteriormente “de objeto do desejo dos educadores a motivo de suspeita” (SAVIANI, 2007a, p. 20). Atenção, o objeto do desejo dos educadores era a ciência, não a cerveja!

Considerando que “a ciência funciona apoiada no pressuposto da explicabilidade do real” (ECO, 1996; SOUSA SANTOS, 2001 apud SILVA, 2010, p. 50), a pretensão científica, chamada também por Silva (2010, p. 40) de “pretensão de verdade”, é justamente dominar a natureza. Entretanto, por mais que se esforce, consegue apenas “uma representação seletiva da realidade, que segue suas próprias leis, se estendendo até converter-se na forma de verdade dominante, no modelo de verdade que ninguém discute, acompanhado por uma aureola de prestígio e de respeito quase reverencial” (SILVA, 2010, p. 51). E é justamente este prestígio que torna a ciência socialmente desejável.

O prestígio social da ciênciaCopos de cerveja

Contudo, de onde vem tal prestígio? Segundo Mueller (2003), a confiabilidade é uma das características mais importantes da ciência, pois a distingue do senso comum, do conhecimento popular e não científico. Considere que, “quando um cientista se refere ao senso comum, ele está, obviamente, pensando nas pessoas que não passaram por um treinamento científico” (ALVES, 1981, p. 10). Mas de onde vem tal confiabilidade? Para Silva (2010), a razão da ciência se manifesta no poder de argumentação e de demonstração, mediante o emprego de três estratagemas básicos:

1)a pretensão de universalidade, baseada numa suposta verdade considerada universal;
2)uma sólida base conceitual, com teorias socialmente compartilhadas;
3)a defesa da objetividade, a partir de evidências empíricas.

wikipediaA definição de ciência na wikipedia

Tomemos então a primeira definição de ciência na wikipedia, onde os conceitos são apresentados por usuários da internet: é um “sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de pesquisas” (WIKIPEDIA, Ciência, s/d). Parece que, em vez de facilitar a compreensão, complicou ainda mais.

Talvez sim, mas expôs duas características importantes relacionadas à ciência: o método científico e a pesquisa. “Quando o conhecimento sobre determinado fenômeno é obtido segundo uma metodologia científica, ou seja, é o resultado de pesquisas realizadas por cientistas, de acordo com regras definidas e controladas, então aumentam muito as probabilidades de que nossa compreensão desse fenômeno seja correta” (MUELLER, 2003, p. 21).

Convêm ressaltar que, para se obter confiabilidade, “é importante que os resultados obtidos pelas pesquisas de um cientista sejam divulgados e submetidos ao julgamento de outros cientistas”(MUELLER, 2003, p. 21). É o julgamento dos outros cientistas que dá o caráter social à ciência. E, para ser devidamente julgada, a pesquisa e seus testes devem ser reprodutíveis. Ou seja, os outros cientistas devem ser capazes de reproduzir os experimentos e testes aplicados na pesquisa. Complementando, Silva (2010, p. 36) descreve a ciência como uma “atividade que gera conhecimento e se pretende verdadeira e válida enquanto o demonstrem os testes a que seja submetida”. Neste ponto, não vendo a hora de iniciar os testes comparativos com as embalagens, é possível ressaltar como a pesquisa e os testes são importantes para a ciência.

O método científicoO pensar

Mas continuemos mais um pouco na mesma página da wikipedia: é possível encontrar que “a ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca fatos, os mais gerais e abrangentes possíveis, bem como a aplicação das leis científicas; ambas especificamente obtidas e testadas através do método científico” (WIKIPEDIA, Ciência, s/d). Talvez agora a definição de ciência até pareça um pouco mais fácil, talvez pelo método científico já ter sido citado. Contudo, a página da wikipedia não para aí: ressalta ainda que “graças aos pré-requisitos do método científico, exclui por completo, dela e de suas teorias científicas, as convicções não testáveis e comprováveis frente ou mesmo transcendentes ao factualmente real” (WIKIPEDIA, Ciência, s/d). Isto é, se enquadra nos estratagemas anteriormente indicados por Silva. Dessa forma, nosso planejamento científico do teste da embalagem ganha cada vez mais sentido. Mas vamos com calma, muita calma, que a cerveja ainda está gelando.

PensadorAs principais características da ciência

Já com a boca seca e imaginando o sabor da cerveja, sigamos em frente para esclarecer o conceito de ciência. Nagel (1975) apresenta como as principais características da ciência:

O controle prático da natureza

O controle é decorrência da pesquisa fundamental. Serve também para a maioria das pessoas como a principal justificativa para a utilidade da ciência. É o suposto controle da natureza que leva a acreditar que “a ciência e seus princípios são aplicados ao processo produtivo” (SAVIANI, 2007b, p. 161), onde “o grande propulsor do progresso materializado na indústria era a ciência” (SAVIANI, 2007a, p. 25). Isto é, em “como a ciência, potência espiritual, se converte em potência material no processo de produção” (SAVIANI, 2007b, p. 160), ainda que o controle e domínio da natureza não seja consequência de sua explicação, “mas que tende a confundir-se com ela” (SILVA, 2010, p. 50).

A obtenção de um conhecimento sistemático e seguro

Busca-se tornar o mundo inteligível. Assume-se a possibilidade de se obter um conhecimento sistemático e seguro, não necessariamente utilitarista. Para tanto, deve-se eliminar as crenças e as práticas supersticiosas. Ou seja, buscar as evidências diante de um universo supostamente racional. Assim, se alcançaria “resultados total ou parcialmente livres das limitações do senso comum” (NAGEL, 1975, p.16). Ou seja, “a ciência nada mais é que o senso comum refinado e disciplinado” (MYRDAL apud ALVES, 1981, p. 7), “uma especialização, um refinamento de potenciais comuns a todos” (ALVES, 1981, p. 9).

Em tal contexto, a ciência pode ser vista com um “significado clássico de instrumento construído pelo homem para lhe possibilitar a apreensão cognitiva do mundo objetivo” (SAVIANI, 2007a, p. 32). Além disso, o conhecimento sistemático cria a possibilidade da reprodutibilidade do experimento. “Os resultados alcançados por determinado pesquisador são frequentemente retomados por outros cientistas, teóricos ou aplicados, que dão continuidade ao estudo, fazendo avançar a ciência ou produzindo tecnologias ou produtos neles baseados” (MUELLER, 2003, p. 25). Seja como for, é preciso considerar que “o senso comum e a ciência são expressões da mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo, a fim de viver melhor e sobreviver” (ALVES, 1981, p. 16);

Quebra-cabeçaO método de investigação

Também chamado de “método científico”, o método de investigação é o “traço mais permanente e garantia última do crédito que merecem as investigações científicas” (NAGEL, 1975, p.18). Retornando à wikipedia: o método é definido como “um aglomerado de regras básicas dos procedimentos que produzem o conhecimento científico, quer um novo conhecimento, quer uma correção (evolução) ou um aumento na área de incidência de conhecimentos anteriormente existentes” (WIKIPEDIA, Método científico, s/d).

De acordo com o método científico, deve-se “fazer uma hipótese e testar suas hipóteses procurando não apenas evidências de que ela está certa, mas sobretudo evidências de que ela está errada” (WIKIPEDIA, Método científico, s/d). Seja como for, é importante que o método seja “construído de forma que a ciência e suas teorias evoluam com o tempo” (WIKIPEDIA, Método científico, s/d). E são os princípios fundamentais da ciência, ao considerar a universalidade num contexto espaço-temporal, que possibilitam e exigem a reprodutibilidade dos experimentos.

Ou seja, “a força básica, geradora da ciência, é o desejo de obter explanações simultaneamente sistemáticas e controláveis pela evidência fatual” (NAGEL, 1975, p. 23). Dessa forma, “a ciência, como conhecimento que é, reduz o objeto a suas dimensões cognoscíveis” (SILVA, 2010, p. 49), comprováveis pela repetição dos experimentos e pela comprovável similaridades nos resultados, possibilitando a previsão do futuro, uma vez mantidas semelhantes as condições iniciais.

Uma quase conclusão!Cerveja gelada

Já nos alongamos demais para um único post! Contudo já enfrentamos a parte principal da teoria: conceituamos ciência e método científico. (In)felizmente teremos de deixar a parte prática de nosso experimento com as embalagens de cerveja para uma próxima ocasião. Deixemos nosso objeto de estudo devidamente acondicionado na geladeira!

O tempo para refletir sobre o que já vimos ajudará a sedimentar o novo conhecimento. Se devidamente embalado, conseguirá transformar dados em conhecimento. Trataremos post-eriormente a visão social da ciência e a produção do conhecimento na atualidade; a formulação de nossa hipótese sobre a melhor embalagem para cerveja; o conhecimento atual sobre as embalagens (levantamento bibliográfico); a seleção dos dados e a descrição do experimento (metodologia); a análise dos dados (resultados) e as surpreendentes conclusões que o experimento nos conduziram. Enfim, comemoremos um pouco antes de beber o primeiro gole e comer o bolo.

Brewdog e LibertyApenas como amostra do que está por vir, informo que serão analisadas duas cervejas artesanais importadas. A pesquisa não foi “subsidiada” por nenhuma companhia nacional ou multinacional. E não são marcas que precisem ou queiram investir em propaganda “regional”. Uma das amostras a serem testadas é a “Anchor Liberty Ale”, americana, estilo “American IPA”, produzida pela Anchor Brewing Company, em embalagens com 355 ml, tanto a garrafa como a lata. Por causa do estilo IPA – Indian Pale Ale, não muito comum ou apreciado como unanimidade no Brasil, o amargor pode ser considerado alto e o teor alcoólico é de 5,9%. A outra é a “Brewdog Punk IPA”, escocesa mas também do estilo “American IPA”, produzida pela cervejaria Brewdog em embalagens de 330 ml, tanto a garrafa como a lata. O amargor, por ser do mesmo estilo, também é relativamente alto e o teor alcoólico é de 5,6%.

Um brinde e até breve!

Referências bibliográficas

ALVES, R. Filosofia da ciência – Introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1981. 176 p.

BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, 2004. 88 p.

MUELLER, S. P. M. A ciência, o sistema de comunicação científica e a literatura científica. In: CAMPELLO, B. S. et al. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, p. 21-34, 2003.

NAGEL, E. Ciência: Natureza e objetivo. In: MORGEBESSEN, S. Filosofia da ciência. 2ª ed. São Paulo: Cultrix, p. 13-24, 1975.

PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre: Penso, 1999, 184 p.

SAVIANI, D. O pensamento pedagógico brasileiro: da aspiração à ciência à ciência sob suspeição. Educação e Filosofia, 21(42), p. 13-35, 2007a. Consultado em 03/03/2019

SAVIANI, D. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, 12(34), p. 152-180, 2007b. Consultado em 03/03/2019

SILVA, M. A. Ciência, verdade e poder. Revista de Ciências Humanas, 11(17), p. 35-56, 2012. Consultado em 03/03/2019

WIKIPÉDIA. Ciência. Consultado em 03/03/2019

WIKIPÉDIA. Método Científico. Consultado em 03/03/2019

Doutorando em Educação (FE), psicólogo, químico, programador e analista de sistema. Envolvido com software livre desde os 16 anos qdo começou a programar. Acredita que, com a atual mudança no sistema de produção em direção a digitalização das informações, o movimento de abertura em várias áreas (open source, open science, open data, recursos educacionais abertos, etc.) possa propiciar uma sociedade mais justa e solidária, com uma melhor distribuição dos conhecimentos e mesmo de renda.

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Sobre Cássio Ricardo Fares Riedo 12 Artigos
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