A fêmea no poder II

 

Ontem falamos de símbolos fálicos e do poder mencionando o caso da hiena malhada, nossa sociedade matriarcal de hoje é a das Elefantas. Tenho a esperança de que o poder de gerir o país nas mãos de uma mulher seja exercido de maneira muito diferente da masculina. Tenho também a esperança de que a experiência de vida da mulher, que indubitavelmente é diferente da do homem, leve a presidenta que recém tomou posse a guiar o Brasil por outras trilhas.

ARKive image GES004047 - African elephantEm vez de força, sabedoria. Matriarca dos elefantes é definida pela capacidade de resolver os problemas do grupo

Fonte: www.arkive.org

As sociedades de machos e fêmeas de elefantes africanos, Loxodonta africana, são muito diferentes. Enquanto machos formam grupos cuja hierarquia é definida em violentos combates, as fêmeas determinam quem manda através da experiência e conhecimento. As manadas de fêmeas têm cerca de 12 membros de uma mesma família e seus filhotes, os machos vivem isolados ou em bandos unicamente masculinos. A matriarca é geralmente a fêmea mais velha da manada. É ela que identifica se outra manada é amiga ou agressiva, ela define a rota de migração evitando predadores para os filhotes e seguindo sempre por onde haverá fontes de água e alimento. A sobrevivência de todos depende da sabedoria desta fêmea.

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