Arquitetura urbana como palco de dança

Há 3 edições a bianual de dança contemporânea de Maputo desafia os artistas a instalarem materiais coreográficos em processo e obras acabadas, na arquitetura urbana. O prédio escolhido fica em frente ao Ministério do Interior e teve a construção abandonada na época da saída dos portugueses de Moçambique, em 1975.

A mostra ocupa 4 andares do prédio e se chama Quarto andar. Foi aprimorada desde sua primeira edição em 2013 e se estabeleceu na cena do Kinani.

Aqui o ensaio de instalação do material coreográfico de “Comum”, de Horácio Macuácua. O material é de 8 anos atras, foi levantado em estúdio e reinventado para novo elenco, que está aqui hoje definindo as marcações de espaço.