Hipótese épsilon: Cartada


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Cartada performance CI hipótese V

 

1) Padrões de chão:

-preto: nível baixo

– vermelho: nível alto

2) Começa Constanza no solo, depois passa o protagonismo para Emily. Juntamos-Nos. Começaremos pela bacia e entrega de peso e a parti dai deixa rolar. È importante ter consciência da lateralidade do corpo. Bacia, mas como ela leva as extremidades.

 

3) Quando descolarmos uma da outra, não tivermos contato físico, para não perder a conexão, podemos usara ideia da escrita azul. Constanza dança com a linguagem de Emyli e Emily com a linguagem de Constanza. Surge uma relação de fala.

 

4) Utilizar o que trabalhamos: oferecer o corpo, bacia, equilíbrio, pausas e respiraçoes

 

5) Caso Constanza entre na bolinha: Quando eu entre na bolinha, eu vou manter….só quando eu explodir, vou a parar o movimento e vou a respirar. Eu acho bom ter como premissa isso…quando sinta que a energia fica fora de me….parar e respirar.

 

6) Caso Emily se angustie na dança:  pararei o q estiver fazendo, respirarei, entrarei em contato comigo mesmo e começarei uma dança pequena.

 

7) Não perder o jogo que a gente tem, deixar-se surpreender e entender que nosso encontro é e será o mais importante. Não somos pontos e linhas…

Hipótese epsilon – Criação de Constanza Paz Espinoza Varas

 


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