{"id":1757,"date":"2013-08-26T20:01:11","date_gmt":"2013-08-26T23:01:11","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/?p=1757"},"modified":"2013-08-26T20:01:11","modified_gmt":"2013-08-26T23:01:11","slug":"e-um-passaro-e-um-aviao-e-um-ovni-nao-e-um-sprite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2013\/08\/26\/e-um-passaro-e-um-aviao-e-um-ovni-nao-e-um-sprite\/","title":{"rendered":"\u00c9 um p\u00e1ssaro? \u00c9 um avi\u00e3o? \u00c9 um OVNI? N\u00e3o&#8230; \u00e9 um sprite!"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/i73.photobucket.com\/albums\/i222\/joaocarlos_photos\/headNSF.gif\" width=\"320\" height=\"62\" border=\"0\" \/><\/a><br \/>\nTraduzido de: <a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_summ.jsp?cntn_id=128912&amp;WT.mc_id=USNSF_51&amp;WT.mc_ev=click\">Is it a bird, a plane, a UFO? It&#8217;s a&#8230;red sprite<\/a><br \/>\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/images\/greenlineshort.jpg\" width=\"373\" height=\"4\" border=\"0\" vspace=\"2\" \/><\/p>\n<p><strong style=\"line-height: 1.6em\">Cientistas atmosf\u00e9ricos estudam as estranhas luzes nos c\u00e9us<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>&#8212;<\/td>\n<td><em><strong>Original em ingl\u00eas por Cheryl Dybas, NSF<\/strong><\/em>,\u00a0<a href=\"mailto:cdybas@nsf.gov\">cdybas@nsf.gov<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"372\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"A sky with red sprites\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites1_f.jpg\" width=\"350\" height=\"220\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Essas estranhas luzes nos c\u00e9us s\u00e3o chamadas sprites vermelhos; elas se formam acima das nuvens de tempestade.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p><strong>26 de agosto de 2013<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 um p\u00e1ssaro? \u00c9 um avi\u00e3o? \u00c9 um OVNI? As estranhas luzes no c\u00e9u est\u00e3o sendo vigiadas de perto pelos cientistas atmosf\u00e9ricos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Chamadas de <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sprites\">sprites<\/a>\u00a0pelos pesquisadores, essas fadas dan\u00e7arinas das nuvens s\u00e3o \u00e0s vezes vislumbradas como clar\u00f5es vermelhos de luz com a forma de \u00e1guas-vivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outras vezes, elas se parecem com clar\u00f5es azuis em forma de corneta (e s\u00e3o chamadas de jatos azuis). No entanto, tal como as ninfas mais elusivas, os sprites vermelhos e os jatos azuis s\u00f3 aparecem em uma ocasi\u00e3o: durante fortes <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Trovoada\">trovoadas<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Muito embora tenham esporadicamente relatados por muitos anos por pilotos de aeronaves, somente na \u00faltima d\u00e9cada se coletou ind\u00edcios suficientes para convencer os cientistas atmosf\u00e9ricos a investigar o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>O que \u00e9 isso no c\u00e9u?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Agora os pesquisadores at\u00f4nitos que se perguntavam &#8220;Que diabos \u00e9 isso?&#8221;, podem ter encontrado respostas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acima das nuvens negras de uma trovoada, aparecem os sprites, na forma de clar\u00f5es de luz vermelha lan\u00e7ados muito para cima, na atmosfera da Terra, explica o cientista Hans Nielsen da Universidade do Alaska em Fairbanks.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os breves clar\u00f5es se parecem com brilhantes \u00e1guas-vivas, com &#8220;umbrelas&#8221; vermelhas e tent\u00e1culos arroxeados. Em uma \u00fanica noite, uma trovoada de bom tamanho pode emitir at\u00e9 cem sprites.<\/p>\n<p><strong>Na imensid\u00e3o azul \u2013 ou vermelha \u2013 acima<\/strong><\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"134\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"sky with red sprites\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites2_r.jpg\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Um mil\u00e9simo de segundo: o quanto dura um sprite, mais r\u00e1pido do que um piscar de olhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nielsen, Jason Ahrns, tamb\u00e9m da Universidade do Alaska em Fairbanks, Matthew McHarg da Academia da For\u00e7a A\u00e9rea dos EUA e pesquisadores do Fort Lewis College formaram uma equipe neste ver\u00e3o [NT: ver\u00e3o l\u00e1 no Hemisf\u00e9rio Norte] para estudar os sprites.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Eles empregaram a aeronave Gulfstream-V da Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Ci\u00eancias (NSF)\/Centro Nacional de Pesquisas Atmosf\u00e9ricas (NCAR), uma aeronave que \u00e9 capaz de voar a grandes altitudes, alcan\u00e7ando os 50.000 p\u00e9s (pouco mais de 15 km), para realizar sua pesquisa. Seu projeto \u00e9 financiado pela NSF.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"134\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Sky with red sprites resembling glowing jellyfish\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites3_r.jpg\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Sprites vermelhos podem parecer \u00e1guas-vivas luminosas, com estruturas parecidas com &#8220;umbrelas&#8221; e tent\u00e1culos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify\"><!--- fim da imagem --><br \/>\nOs sprites s\u00e3o semelhantes aos rel\u00e2mpagos, dizem Nielsen e McHarg, em tanto quanto s\u00e3o ambos resultantes de descargas de eletricidade que partem da atmosfera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Embora os sprites imitem os rel\u00e2mpagos &#8220;de algumas maneiras&#8221;, explica McHarg, &#8220;eles s\u00e3o diferentes em outras. Os rel\u00e2mpagos acontecem abaixo e dentro das nuvens, em altitudes entre 3,5 a 8 km. Os sprites ocorrem muito acima das nuvens, a cerca de 80 km de altitude \u2013 10 vezes mais alto do que os rel\u00e2mpagos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Eles s\u00e3o enormes, prossegue McHarg, atingindo 50 km acima de seu ponto de origem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Os sprites vermelhos n\u00e3o duram por muito tempo, entretanto; cerca de um mil\u00e9simo de segundo. Isso \u00e9 300 vezes mais r\u00e1pido do que um piscar de olhos!&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os jatos azuis, que n\u00e3o faziam parte diretamente do estudo dos cientistas, duram mais do que os sprites vermelhos, t\u00eam origem no topo das nuvens de tempestade e se lan\u00e7am para cima a uma altitude de menos da metade daquela dos sprites vermelhos. Os jatos azuis s\u00e3o mais estreitos do que os sprites vermelhos e se propagam no formato de cornetas em tons de azul e roxo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Este campo de pesquisas est\u00e1 evoluindo rapidamente e \u00e9 importante para a compreens\u00e3o do circuito el\u00e9trico global&#8221;, diz Anne-Marie Schmoltner, diretora de programa na Divis\u00e3o de Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas e Geoespaciais da NSF, que patrocina da pesquisa. &#8220;A campanha aerotransportada [para detec\u00e7\u00e3o] dos sprites, durante o presente ver\u00e3o, nos forneceu observa\u00e7\u00f5es com resolu\u00e7\u00f5es temporais sem precedentes&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O que cria as luzes celestiais das trovoadas<\/strong><\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"134\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Above a thunderstorm's black clouds, red sprites mimic lightning.\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites4_r.jpg\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Acima das nuvens negras da tempestade, os sprites vermelhos (canto superior direito) imitam os rel\u00e2mpagos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores da atmosfera desenvolveram teorias para explicar essas luzes celestiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os sprites vermelhos podem acontecer quando um raio de carga positiva nuvem-solo cai, o que perfaz cerca de 10% de todos os raios e que s\u00e3o muito mais poderosos do que os raios comuns de carga negativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os clar\u00f5es podem ser parentes das centelhas el\u00e9tricas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Depois que um possante raio cai, o campo el\u00e9trico acima de uma trovoada pode ficar refor\u00e7ado a ponto de causar uma &#8220;ruptura el\u00e9trica&#8221;, uma sobrecarga que enfraquece a resist\u00eancia da atmosfera ao fluxo da corrente el\u00e9trica. O resultado \u00e9 uma imensa centelha, um sprite, na atmosfera.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"134\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Scientists next to the NSF\/NCAR Gulfstream-V aircraft.\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites5_r.jpg\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Os cientistas realizaram suas pesquisas a bordo da aeronave Gulfstream-V da NSF\/NCAR.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify\"><!--- fim da imagem --><br \/>\nEmbora ainda sejam ainda algo misteriosos, os sprites vermelhos ajudaram a responder algumas quest\u00f5es que vinham se perpetuando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os cientistas descobriram que os sprites vermelhos criam algumas das emiss\u00f5es de r\u00e1dio em baixa frequ\u00eancia que v\u00eam sendo captados ao longo dos anos pelos instrumentos, mas cuja fonte era desconhecida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Grandes emiss\u00f5es de raios gama, provenientes da Terra, em lugar do espa\u00e7o, tamb\u00e9m aparecem durante trovoadas, muito embora seu exato relacionamento com os sprites vermelhos permane\u00e7a obscuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores agora avaliam se os sprites vermelhos (e os jatos azuis) podem afetar a atmosfera de modo importante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por exemplo, os sprites e jatos podem alterar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da atmosfera superior. Embora sejam breves, eles podem deixar cargas de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A cor vermelha profunda dos sprites \u00e9 causada pela luz emitida pelas mol\u00e9culas de nitrog\u00eanio na atmosfera, explica McHarg. Os sprites vermelhos podem se revelar importantes para a qu\u00edmica da atmosfera e para o clima global, ao mudar as concentra\u00e7\u00f5es de \u00f3xido n\u00edtrico nas camadas superiores da atmosfera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores empregam uma t\u00e9cnica chamada espectroscopia de alta velocidade para estudar as diferentes cores dos sprites para determinar a quantidade de energia que os sprites carregam e descobrir mais sobre sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica.<\/p>\n<p><strong>Como ver um sprite<\/strong><br \/>\n<!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table width=\"134\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Blue jets ona  dark sky\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/red_sprites6_r.jpg\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Outra pesquisa financiada pela NSF estudou os jatos azuis, parentes pr\u00f3ximos dos sprites vermelhos.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/discoveries\/disc_images.jsp?cntn_id=128912&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Podem as pessoas que observam trovoadas em terra, vislumbrar os sprites vermelhos e os jatos azuis a olho n\u00fa? Sim, se eles souberem para onde olhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os observadores t\u00eam que estarem em condi\u00e7\u00f5es de visualizar uma trovoada distante, sem nuvens no meio, em uma \u00e1rea sem as luzes de uma cidade. E a\u00ed eles precisam olhar para cima da tempestade, n\u00e3o para os rel\u00e2mpagos dentro das nuvens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 prov\u00e1vel, segundo os cientistas, que, se os observadores esperarem o suficiente, eles vejam um sprite vermelho. Os jatos azuis s\u00e3o mais dif\u00edceis de flagrar. O melhor ponto de observa\u00e7\u00e3o provavelmente seria de dentro de uma aeronave que sobrevoasse a trovoada a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com seus pneus de borracha, um carro pode ser o ve\u00edculo mais seguro de onde se pode ca\u00e7ar os ef\u00eameros sprites das nuvens de trovoadas.<\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Traduzido de: Is it a bird, a plane, a UFO? It&#8217;s a&#8230;red sprite Cientistas atmosf\u00e9ricos estudam as estranhas luzes nos c\u00e9us &#8212; Original em ingl\u00eas por Cheryl Dybas, NSF,\u00a0cdybas@nsf.gov Essas estranhas luzes nos c\u00e9us s\u00e3o chamadas sprites vermelhos; elas se formam acima das nuvens de tempestade. 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