{"id":1770,"date":"2013-08-28T14:55:38","date_gmt":"2013-08-28T17:55:38","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/?p=1770"},"modified":"2013-08-28T14:55:38","modified_gmt":"2013-08-28T17:55:38","slug":"a-irma-gemea-mais-velha-do-sol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2013\/08\/28\/a-irma-gemea-mais-velha-do-sol\/","title":{"rendered":"A irm\u00e3 (g\u00eamea) mais velha do Sol"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/i73.photobucket.com\/albums\/i222\/joaocarlos_photos\/EAHeaderTop.gif\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/\">ESO<\/a><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2013-08\/e-ost082813.php\">Identificada uma &#8220;irm\u00e3 g\u00eamea&#8221; (mais velha) do Sol<\/a><\/h1>\n<h2>O telesc\u00f3pio VLT do Observat\u00f3rio Europeu do Sul (ESO) obtem novas dicas para a solu\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio do l\u00edtio<\/h2>\n<table width=\"218\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"5\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"1\" height=\"10\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td align=\"left\" valign=\"top\" bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"4\" height=\"4\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/corner_tl.jpg\" width=\"4\" height=\"4\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"210\" height=\"4\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"1\" height=\"10\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td align=\"right\" valign=\"top\" bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"4\" height=\"4\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/corner_tr.jpg\" width=\"4\" height=\"4\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td bgcolor=\"#f2f2f2\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"4\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td bgcolor=\"#f2f2f2\">\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/multimedia\/pub\/61066.php?from=247689\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/media.eurekalert.org\/multimedia_prod\/pub\/rel\/61066_rel.jpg\" border=\"0\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/multimedia\/pub\/61066.php?from=247689\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/eutube\/icon_image_tiny.gif\" border=\"0\" \/>\u00a0<b>IMAGEM:<\/b><\/a>\u00a0Esta imagem mostra o desenvolvimento da vida de uma estrela semelhante ao Sol, de seu nascimento at\u00e9 a fase de gigante vermelha.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/multimedia\/pub\/61066.php?from=247689\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\">Clique aqui para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td bgcolor=\"#f2f2f2\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"4\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td align=\"left\" valign=\"bottom\" bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"4\" height=\"4\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/corner_bl.jpg\" width=\"4\" height=\"4\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"202\" height=\"4\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"1\" height=\"10\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td align=\"right\" valign=\"bottom\" bgcolor=\"#f2f2f2\" width=\"4\" height=\"4\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/corner_br.jpg\" width=\"4\" height=\"4\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"8\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"5\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.eurekalert.org\/images\/clear.gif\" width=\"1\" height=\"10\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify\">Os astr\u00f4nomos v\u00eam observando o Sol com telesc\u00f3pios somente h\u00e1 400 anos \u2014 uma por\u00e7\u00e3o quase insignificante da idade do Sol, 4,6 bilh\u00f5es de anos. Isso tornaria tremendamente dif\u00edcil estudar a hist\u00f3ria e a futura evolu\u00e7\u00e3o de nossa estrela, por\u00e9m podemos faz\u00ea-lo, procurando pelas raras estrelas que sejam quase que exatamente iguais \u00e0 nossa, mas em est\u00e1gios diferentes de suas vidas. Agora, os astr\u00f4nomos identificaram uma estrela que \u00e9 essencialmente uma irm\u00e3 g\u00eamea de nosso Sol, s\u00f3 que 4 bilh\u00f5es de anos mais velha \u2014 algo quase como um exemplo pr\u00e1tico do paradoxo dos g\u00eameos [1].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Jorge Melendez (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil), o l\u00edder da equipe e co-autor do novo artigo, explica: &#8220;Durante d\u00e9cadas os astr\u00f4nomos v\u00eam procurando por g\u00eameos do Sol, a fim de compreender melhor a estrela que nos d\u00e1 vida. Entretanto, muito poucas foram encontradas, desde a primeira em 1997. Agora conseguimos obter espectros com qualidade excepcional atrav\u00e9s do VLT e podemos escrutinar as g\u00eameas do Sol com extrema precis\u00e3o, para responder \u00e0 pergunta se o nosso Sol \u00e9, de alguma forma, especial&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A equipe estudou duas g\u00eameas do Sol [2] \u2014 uma que se pensava ser mais nova que o Sol (18 Scorpii) e uma que se esperava que fosse mais velha (HIP 102152). Eles empregaram o espectr\u00f3grafo UVES do VLT (acr\u00f4nimo de Very Large Telescope = Telesc\u00f3pio Muito Grande) no Observat\u00f3rio Paranal do ESO, para dividir a luz em suas cores componentes, de forma a poder estudar as composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e outras propriedades dessas estrelas em maior detalhe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Eles descobriram que a HIP 102152 na constela\u00e7\u00e3o de Capric\u00f3rnio \u00e9 a irm\u00e3 g\u00eamea mais velha do Sol at\u00e9 hoje encontrada. Sua idade \u00e9 estimada em 8,2 bilh\u00f5es de anos, enquanto nosso Sol deve ter uns 4,6 bilh\u00f5es. Por outro lado, foi confirmado que 18 \u00e9 mais jovem que o Sol \u2014 cerca de 2,9 bilh\u00f5es de anos de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Estudar a irm\u00e3 g\u00eamea mais velha do Sol, HIP 102152, permite aos cientistas predizer o que pode vir a acontecer com nosso pr\u00f3prio Sol quando chegar a esta idade, e eles j\u00e1 realizaram uma decoberta significativa. &#8220;Uma das quest\u00f5es que pretend\u00edamos bordar era se a composi\u00e7\u00e3o do Sol \u00e9 ou n\u00e3o t\u00edpica&#8221;, esclarece Melendez. &#8220;E o que \u00e9 mais importante: por que ele tem um conte\u00fado de l\u00edtio t\u00e3o estranhmente pequeno?&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O l\u00edtio, o terceiro elemento da tabela peri\u00f3dica, foi criado no Big Bang junto com o hidrog\u00eanio e o h\u00e9lio. Os astr\u00f4nomos ponderam h\u00e1 anos sobre o motivo de algumas estrelas parecerem ter menos l\u00edtio do que as outras. Com as novas observa\u00e7\u00f5es da HIP 102152, os astr\u00f4nomos deram um grande passo para a solu\u00e7\u00e3o desse mist\u00e9rio, estabelecendo uma forte correla\u00e7\u00e3o entre a idade de uma estrela do tipo do Sol e seu conte\u00fado de l\u00edtio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nosso Sol cont\u00e9m agora apenas 1% do conte\u00fado de l\u00edtio que estava presente no material do qual ele se formou. Os exames das g\u00eameas do Sol mais novas indicaram que essas irm\u00e3s mais jovens cont\u00e9m uma quantidade significativamente maior de l\u00edtio, mas, at\u00e9 agora, os cientistas n\u00e3o tinham meios de provar uma correla\u00e7\u00e3o entre a idade e o conte\u00fado de l\u00edtio [3].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">TalaWanda Monroe (Universidade de S\u00e3o Paulo), o principal autor do novo artigo, conclui: &#8220;Descobrimos que a HIP 102152 tem n\u00edveis muito baixos de l\u00edtio. Isto demonstra claramente pela primeira vez que as irm\u00e3s g\u00eameas mais velhas do Sol realmente t\u00eam um conte\u00fado de l\u00edtio inferior ao das mais jovens. Agora podemos ter certeza de que as estrelas de alguma forma destroem seu l\u00edtio na medida em que envelhecem e que o conte\u00fado de l\u00edtio do Sol parece ser normal para sua idade&#8221;. [4]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um toque final nesta hist\u00f3ria \u00e9 que a HIP 102152 tem um padr\u00e3o peculiar de composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que \u00e9 sutilmente diferente das outras g\u00eameas do Sol, por\u00e9m semelhante ao do Sol. Ambas as estrelas exibem uma defici\u00eancia de elementos que s\u00e3o abundantes em meteoritos e na Terra. Isso \u00e9 um forte ind\u00edcio de que a HIP 102152 pode ser &#8220;m\u00e3e&#8221; de planetas rochosos do tipo da Terra [5].<\/p>\n<div style=\"text-align: center\" align=\"center\">###<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Notas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Muitas pessoas conhecem o <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Paradoxo_dos_g%C3%AAmeos\">paradoxo dos g\u00eameos<\/a>: um dos g\u00eameos id\u00eanticos faz uma viagem espacial e retorna \u00e0 Terra, mais mo\u00e7o do que seu irm\u00e3o que ficou em casa. Muito embora n\u00e3o haja qualquer viagem no tempo envolvida com as semelhan\u00e7as entre essas estrelas, podemos observar estrelas muito semelhantes (tal como irm\u00e3s g\u00eameas), com idades bem distintas \u2014 &#8220;retratos&#8221; da vida do Sol em idades diferentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Estrelas &#8220;g\u00eameas do Sol&#8221;, &#8220;an\u00e1logas ao Sol&#8221; e &#8220;tipo solar&#8221; s\u00e3o categorias de estrelas, de acordo com sua similaridade com o nosso Sol. As &#8220;g\u00eameas do Sol&#8221; s\u00e3o as mais similares a nosso Sol, em massas, temperaturas e composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. As g\u00eameas do Sol s\u00e3o raras, por\u00e9m as outras classes, onde a similaridade \u00e9 menos exata, s\u00e3o muito mais comuns.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Estudos anteriores indicavam que o conte\u00fado de l\u00edtio de uma estrela tamb\u00e9m podia ser afetado pela presen\u00e7a de planetas gigantes em \u00f3rbita delas (<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso0942\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">eso0942<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso0118\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">eso0118<\/a>, aritgo na\u00a0<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v462\/n7270\/abs\/nature08483.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i>Nature<\/i><\/a>), embora esses resultados ainda sejam assunto de debates (<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/announcements\/ann1046\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ann1046<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[4] Ainda n\u00e3o est\u00e1 claro como o l\u00edtio \u00e9 destru\u00eddo dentro das estrelas, muito embora tenham sido propostos v\u00e1rios processos onde o l\u00edtio \u00e9 levado da superf\u00edcie da estrela para suas camadas interiores, onde ent\u00e3o \u00e9 destru\u00eddo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[5] Se uma estrela cont\u00e9m menos dos elementos que s\u00e3o comumente achados em corpos rochosos, isso indica que, provavelmente existam planetas rochosos do tipo da Terra, j\u00e1 que esses planetas absorvem tais elementos quando se forma o grande disco de mat\u00e9ria em torno da estrela. A sugest\u00e3o de que a HIP 102152 pode ter tais planetas \u00e9 ainda mais refor\u00e7ada pelo monitoramento da velocidade radial da estrela com o espectr\u00f3grafo HARPS \u00a0do ESO, que indica que, dentro da zona habit\u00e1vel dessa estrela, n\u00e3o existem planetas gigantes. Isso permitiria a exist\u00eancia de planetas semelhantes \u00e0 Terra em \u00f3rbita da HIP 102152; em sistemas ondem existem planetas gigantes pr\u00f3ximos de sua estrela-m\u00e3e, as chances de encontrar planetas do tipo terrestre s\u00e3o muito menores, porque esses pequenos corpos rochosos s\u00e3o perturbados e feitos em peda\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta pesquisa foi apresentada em um artigo a ser publicado como <em>&#8220;High precision abundances of the old solar twin HIP 102152: insights on Li depletion from the oldest Sun&#8221;,<\/em>\u00a0por TalaWanda Monroe et al. em\u00a0<i>Astrophysical Journal Letters<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A equipe era com posta por TalaWanda R. Monroe, Jorge Mel\u00e9ndez (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil [USP]), Iv\u00e1n Ram\u00edrez (Universidade do Texas em Austin, EUA), David Yong (Universidade Nacional Australiana, Austr\u00e1lia [ANU]), Maria Bergemann (Instituto Max Planck para Astrof\u00edsica, Alemanha), Martin Asplund (ANU), Jacob Bean, Megan Bedell (Universidade de Chicago, EUA), Marcelo Tucci Maia (USP), Karin Lind (Universidade de Cambridge, RU), Alan Alves-Brito, Luca Casagrande (ANU), Matthieu Castro, Jos\u00e9-Dias do Nascimento (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil), Michael Bazot (Centro de Astrof\u00edsica da Universidade de Porto, Portugal) e Fabr\u00edcio C. Freitas (USP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O ESO \u00e9 a mais importante organiza\u00e7\u00e3o astron\u00f4mica inter-governamental da Europa e o observat\u00f3rio astron\u00f4mico mais produtivo do mundo. Ele \u00e9 apoiado por 15 pa\u00edses: Alemanha,\u00a0\u00c1ustria, B\u00e9lgica, Brasil, Rep\u00fablica Tcheca, Dinamarca,\u00a0Espanha,\u00a0Fran\u00e7a, Finl\u00e2ndia,\u00a0Holanda, It\u00e1lia, Portugal, Reino Unido, Su\u00e9cia e Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Links<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Artigo da pesquisa &#8211;\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/releases\/sciencepapers\/eso1337\/eso1337a.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/releases\/sciencepapers\/eso1337\/eso1337a.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FAQ acerca do ESO e Brasil &#8211;\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/about-eso\/faq\/faq-eso-brazil.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.eso.org\/public\/about-eso\/faq\/faq-eso-brazil.html<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fotos do VLT &#8211;\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/images\/archive\/category\/paranal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.eso.org\/public\/images\/archive\/category\/paranal\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ESO Identificada uma &#8220;irm\u00e3 g\u00eamea&#8221; (mais velha) do Sol O telesc\u00f3pio VLT do Observat\u00f3rio Europeu do Sul (ESO) obtem novas dicas para a solu\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio do l\u00edtio \u00a0IMAGEM:\u00a0Esta imagem mostra o desenvolvimento da vida de uma estrela semelhante ao Sol, de seu nascimento at\u00e9 a fase de gigante vermelha. 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