{"id":621,"date":"2009-05-19T15:28:00","date_gmt":"2009-05-19T18:28:00","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2009\/05\/esta_querendo_alguma_coisa_dif\/"},"modified":"2009-05-19T15:28:00","modified_gmt":"2009-05-19T18:28:00","slug":"esta_querendo_alguma_coisa_dif","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2009\/05\/19\/esta_querendo_alguma_coisa_dif\/","title":{"rendered":"Est\u00e1 querendo alguma coisa \u201cdiferente\u201d?&#8230; Seus problemas acabaram!"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-family: verdana;text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.carlsonschool.umn.edu\/Page9801.aspx\"><strong>CANSADO DE &#8220;SEMPRE AS MESMAS COISAS&#8221;? A UNIVERSIDADE DO MINNESOTA ENCONTROU A SOLU\u00c7\u00c3O PARA A SACIEDADE<\/strong><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">MINNEAPOLIS<br \/>\n\/<br \/>\nST. PAUL (19\/05\/2009) &#8211; Voc\u00ea anda farto de pizza, de jogar sempre o<br \/>\nmesmo joguinho no computador, ou aquela musiquinha n\u00e3o sai de sua<br \/>\ncabe\u00e7a e voc\u00ea n\u00e3o aguenta mais? Se \u00e9 esse seu caso, voc\u00ea pode estar<br \/>\nsofrendo de amn\u00e9sia da variedade. Em uma nova pesquisa, <a href=\"http:\/\/www.carlsonschool.umn.edu\/marketinginstitute\/jredden\">Joseph Redden<\/a>,<br \/>\nprofessor de <i>marketing<\/i><br \/>\nna Escola Carlson de Administra\u00e7\u00e3o da Universidade de Minnesota, pode<br \/>\nter encontrado uma cura para sua &#8220;depre&#8221; por saciedade. Segundo ele:<br \/>\n&#8220;As pessoas se esquecem da abund\u00e2ncia das diferentes experi\u00eancias que<br \/>\ntiveram, e se concentram na repeti\u00e7\u00e3o. Simplesmente pensar sobre a<br \/>\nvariedade de m\u00fasicas que a pessoa escutou, ou sobre as coisas gostosas<br \/>\nque j\u00e1 comeu, far\u00e1 com que as pessoas voltem a apreciar essas<br \/>\natividades&#8221;. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">A<br \/>\nsaciedade, o processo de consumir produtos ou repetir experi\u00eancias at\u00e9<br \/>\no ponto em que eles fiquem menos do que agrad\u00e1veis,&nbsp; \u00e9 um grande<br \/>\nproblema para consumidores e varejistas. Antigamente, o tempo e a<br \/>\nvariedade eram vistos como as \u00fanicas maneiras de curar a saciedade. Em<br \/>\nseu novo artigo, a ser publicado no <i>Journal of Consumer Research<\/i>, Redden e os co-autores relatam que apenas <i>se lembrar<\/i><br \/>\nda variedade pode curar a saciedade mais rapidamente. &#8220;A intui\u00e7\u00e3o nos<br \/>\ndiz que, se o tempo passar, n\u00f3s voltaremos a gostar de algo; n\u00f3s<br \/>\nchamamos isso de &#8216;recupera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea&#8217; &#8221;, explica Redden. &#8220;S\u00f3 que<br \/>\nisso n\u00e3o \u00e9 tudo. As pessoas <i>n\u00e3o<\/i> se recuperam totalmente por si<br \/>\npr\u00f3prias apenas com a passagem do tempo. Se eu estiver farto de<br \/>\nchocolate, o simples ato de pensar em todas as outras sobremesas que<br \/>\ncomi, desde a \u00faltima vez que comi chocolate, ajuda a curar minha<br \/>\nsaciedade. O tempo n\u00e3o parece fazer isso muito bem&#8221;.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">Em um<br \/>\ndos tr\u00eas estudos realizados para essa pesquisa, Redden e seus colegas<br \/>\npediram aos participantes para ouvir o refr\u00e2o de uma m\u00fasica favorita<br \/>\npor 20 vezes seguidas. Ent\u00e3o, eles deviam classificar o clipe. Sem<br \/>\nsurpresa alguma, depois de 20 repeti\u00e7\u00f5es, sua aprecia\u00e7\u00e3o pela m\u00fasica<br \/>\ndiminuiu um bocado. Tr\u00eas semanas depois, os participantes voltavam e,<br \/>\n\u00e0 metade deles, se pedia que se lembrassem de qualquer programa de<br \/>\ntelevis\u00e3o que eles tivessem assistido desde a \u00faltima sess\u00e3o, enquanto \u00e0<br \/>\noutra metade se pedia que listassem todos os cantores e m\u00fasicos que<br \/>\neles tivessem escutado desde a sess\u00e3o anterior. O grupo que fazia a<br \/>\nlista dos programas de TV ainda estava no mesmo grau de saciedade &#8211;<br \/>\neles n\u00e3o gostavam da m\u00fasica. Por\u00e9m, os que se lembravam da variedade na<br \/>\ncategoria de m\u00fasica, estavam quase totalmente recuperados. &#8220;Os<br \/>\ncoment\u00e1rios dos participantes foi o mais revelador&#8221;, lembra Redden.<br \/>\n&#8220;Aqueles que se lembravam de programas de TV, ficavam <i>zangados<\/i><br \/>\nde verdade por ter uma m\u00fasica da qual gostavam &#8216;estragada&#8217;, mas os que<br \/>\nlembravam dos m\u00fasicos, gostavam de participar de um estudo com m\u00fasica,<br \/>\netc. Se alguma coisa parece ser &#8216;mais da mesma coisa&#8217; as pessoas ficam<br \/>\nmenos interessadas&#8221;.&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">A<br \/>\nsaciedade \u00e9 um atrito. Ela impede que as pessoas apreciem suas<br \/>\natividades favoritas e impedem que os varejistas lucrem com neg\u00f3cios<br \/>\nrepetitivos. Segundo Redden,&nbsp; &#8220;a solu\u00e7\u00e3o para a saciedade \u00e9 tirar um<br \/>\ntempo para apreciar toda a variedade que voc\u00ea disp\u00f5e. A receita \u00e9<br \/>\nsimples: se os consumidores querem continuar aproveitando suas<br \/>\nexperi\u00eancias favoritas, eles devem simplesmente pensar em todas as<br \/>\noutras experi\u00eancias relacionadas que tiveram recentemente. Ent\u00e3o, da<br \/>\npr\u00f3xima vez que voc\u00ea estiver farto de um saud\u00e1vel <i>milk-shake<\/i> e<br \/>\nestiver pensando em devorar um hamburger para variar, tente se lembrar<br \/>\nde todas as outras coisas que voc\u00ea bebeu depois do \u00faltimo <i>milk-shake<\/i>. Nossas descobertas nos dizem que o <i>milk-shake<\/i> vai ter um gosto um pouquinho melhor&#8221;.<br \/><\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">O<br \/>\ntrabalho de ensino e pesquisa de Joseph<br \/>\nRedden \u00e9 focalizado na experi\u00eancia de consumidores com saciedade,<br \/>\nvariedade e quantidade. Seus trabalhos foram publicados em peri\u00f3dicos<br \/>\ntais como <i>Psychology Today<\/i>, <i>Star Tribune<\/i> e <i>Vancouver Sun<\/i>. O artigo &#8220;Variety Amnesia: Recalling Past Variety Can Accelerate Recovery from Satiation&#8221;, a ser publicado no <i>Journal of Consumer Research<\/i> tem como co-autores Jeff Galak (Carnegie Mellon) e Justin Kruger<br \/>\n(NYU). O artigo e mais informa\u00e7\u00f5es sobre o Professor Redden podem ser encontrados em:<br \/><a href=\"http:\/\/www.carlsonschool.umn.edu\/marketinginstitute\/jredden\">www.carlsonschool.umn.edu\/marketinginstitute\/jredden<\/a>.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<\/div>\n<div style=\"margin: 0in 0in 0pt;font-family: verdana;text-align: justify\"><span style=\"font-size: 8.5pt\">O<br \/>\nInstituto para Pesquisa em Marketing faz parte da Carlson School of<br \/>\nManagement na Universidade de Minnesota. Fundado em 2005, o instituto<br \/>\nabriga pesquisas inovativas e rigorosas que ampliem a ci\u00eancia e a<br \/>\npr\u00e1tica do <i>marketing<\/i>. Mais informa\u00e7\u00f5es em:<br \/><a href=\"http:\/\/www.carlsonschool.umn.edu\/marketinginstitute\">www.carlsonschool.umn.edu\/marketinginstitute<\/a>.<\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CANSADO DE &#8220;SEMPRE AS MESMAS COISAS&#8221;? A UNIVERSIDADE DO MINNESOTA ENCONTROU A SOLU\u00c7\u00c3O PARA A SACIEDADE &nbsp; MINNEAPOLIS \/ ST. PAUL (19\/05\/2009) &#8211; Voc\u00ea anda farto de pizza, de jogar sempre o mesmo joguinho no computador, ou aquela musiquinha n\u00e3o sai de sua cabe\u00e7a e voc\u00ea n\u00e3o aguenta mais? 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