{"id":633,"date":"2009-05-27T22:01:53","date_gmt":"2009-05-28T01:01:53","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2009\/05\/ratatouille\/"},"modified":"2009-05-27T22:01:53","modified_gmt":"2009-05-28T01:01:53","slug":"ratatouille","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2009\/05\/27\/ratatouille\/","title":{"rendered":"Ratatouille&#8230;"},"content":{"rendered":"<div style=\"font-family: verdana;text-align: justify\">[ <a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/news_summ.jsp?cntn_id=114882&amp;govDel=USNSF_51\"><span class=\"pageheadline\">City Rats Loyal to Their &#8216;Hoods, Scientists Discover<\/span><\/a> ]<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/images\/greenlineshort.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" vspace=\"2\" width=\"368\" height=\"4\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Descoberta significativa para o rastreamento de doen\u00e7as transmitidas por roedores<\/strong><\/p>\n<p><!-- featured image table --><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"372\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 11px\" class=\"cellfiftyfive\" bgcolor=\"#f2f2f2\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/rats1_f.jpg\" alt=\"Row houses separated by an alley.\" class=\"rightimage\" width=\"172\" height=\"220\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">Os ratos em Baltimore, e provavelmente em outras \u00e1reas urbanas, s\u00e3o bairristas.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/news_images.jsp?cntn_id=114882&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n<p><strong> 27 de maio de 2009<\/strong>\n<\/p>\n<p>Nessa vida de ratos, uma coisa \u00e9 certa: n\u00e3o h\u00e1 lugar como nossa casa.<\/p>\n<p>Agora, um estudo publicado nesta semana em&nbsp; <em>Molecular Ecology<\/em> descobre que isso \u00e9 verdade tanto para pessoas, como para ratos. <\/p>\n<p>Embora os ratos urbanos pare\u00e7am circular livremente, a maioria forma bairros dis\u00adtin\u00adtos onde passam a maior parte de suas vidas.<\/p>\n<p>Tal com qualquer outra cidade grande, Baltimore, Matyland., tem v\u00e1rios bairros movimentados &#8211; cada um com personalidade pr\u00f3pria. Por\u00e9m, os cientistas da Escola de Sa\u00fade P\u00fablica Bloomberg da Universidade Johns Hopkins afirmam que os humanos n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos habitantes de Baltimore bairristas.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"left\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"134\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/rats2_r.jpg\" alt=\"Foto de um rato marrom.\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Em Baltimore, os cientistas descobriram que ratos &#8212; e as doen\u00e7as que eles carregam &#8212; permanecem perto de casa.<br \/><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/news_images.jsp?cntn_id=114882&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p>Os ratos tipicamente permanecem perto de suas moradias, raramente se aventurando a mais de um quarteir\u00e3o de dist\u00e2ncia. Entretanto, em face do perigo, alguns roedores podem viajar quase quinze quil\u00f4metros para repovoar \u00e1reas abandonadas.<\/p>\n<p>Uma compreens\u00e3o sobre como os ratos nas \u00e1reas urbanas se interconectam fornece informa\u00e7\u00f5es sobre quais popu\u00adla\u00e7\u00f5es podem espalhar doen\u00e7as, segundo Sam Scheiner, diretor de programa na Divis\u00e3o de Biologia Ambiental da Fun\u00adda\u00e7\u00e3o Nacional de Ci\u00eancias (NSF), que financiou a pes\u00adquisa atrav\u00e9s do programa de Ecologia de Doen\u00e7as Infec\u00adciosas (em conjunto com os Institutos Nacionais de Sa\u00fade).<\/p>\n<p>O porto de Baltimore j\u00e1 foi um grande terminal de gr\u00e3os, o que pode explicar por onde os <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rato-marrom\">ratos marrons<\/a> <i>(Rattus norvegicus<\/i>) foram introduzidos na cidade. Os ratos mar\u00adrons, tamb\u00e9m conhecidos como rato castanho e ratazana, podem chegar a pesar um quilo e transmitem v\u00e1rias doen\u00ad\u00e7as para as pessoas.<\/p>\n<p>A despeito dos custosos esfor\u00e7os para erradica\u00e7\u00e3o deles, o n\u00famero de ratos em Baltimore n\u00e3o mudou nos \u00faltimos 50 anos, afirma o cientista Greg Glass da Johns Hopkins, co-autor do artigo na <em>Molecular Ecology<\/em> junto com outros pes\u00adqui\u00ad\u00adsadores da Johns Hopkins e da Escola de Medicina da Universidade Yale.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"right\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"134\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/mmg\/media\/images\/rats3_r.jpg\" alt=\"Pegadas de rato.\" width=\"124\" height=\"107\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">Ratos marrons e outros deixam rastros de sua passagem.<br \/><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/news_images.jsp?cntn_id=114882&amp;org=NSF\">Cr\u00e9dito e imagem ampliada<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p>Para entender por que, os pesquisadores capturaram perto de 300 ratos de 11 \u00e1reas residenciais de Baltimore e realizaram estudos gen\u00e9ticos para saberem se os ratos eram aparentados. Os cientistas descobriram que os ratos de Baltimore Leste eram separados de suas contrapartes, n\u00e3o aparentadas, do lado Oeste por um largo curso de \u00e1gua, conhecido como <i>Jones Falls<\/i>.<\/p>\n<p>Dentro desses hemisf\u00e9rios, as fam\u00edlias de ratos formam comunidades menores que ocupam \u00e1reas de cerca de 11 quarteir\u00f5es. Cada comunidade se subdivide em bairros que abrangem pouco mais do que um beco m\u00e9dio. Para um rato da cidade, esse beco \u00e9 o lar doce lar.<\/p>\n<p>As descobertas indicam que, embora os ratos raramente emigrem, os esfor\u00e7os de erradica\u00e7\u00e3o restritos a certos bairros podem sair pela culatra, encorajando os roedores a repovoar outras \u00e1reas e espalhar ainda mais as doen\u00e7as. A melhor solu\u00e7\u00e3o pode ser um esfor\u00e7o em uma escala muito maior, direcionado a fam\u00edlias inteiras.<\/p>\n<p><\/p>\n<\/p>\n<hr>\n<p><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ City Rats Loyal to Their &#8216;Hoods, Scientists Discover ] Descoberta significativa para o rastreamento de doen\u00e7as transmitidas por roedores Os ratos em Baltimore, e provavelmente em outras \u00e1reas urbanas, s\u00e3o bairristas. Cr\u00e9dito e imagem ampliada 27 de maio de 2009 Nessa vida de ratos, uma coisa \u00e9 certa: n\u00e3o h\u00e1 lugar como nossa casa. 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