{"id":790,"date":"2010-01-25T15:33:39","date_gmt":"2010-01-25T18:33:39","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2010\/01\/isns_a_caminho_dos_exawatts\/"},"modified":"2010-01-25T15:33:39","modified_gmt":"2010-01-25T18:33:39","slug":"isns_a_caminho_dos_exawatts","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2010\/01\/25\/isns_a_caminho_dos_exawatts\/","title":{"rendered":"ISNS: A caminho dos exawatts"},"content":{"rendered":"<div align=\"center\"><a href=\"http:\/\/www.insidescience.org\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-content\/uploads\/sites\/224\/2011\/08\/masthead15.jpg\" alt=\"Photobucket\" align=\"center\" border=\"0\" height=\"70\" width=\"532\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"ii gt\">\n<br \/>[ Traduzido de: <a href=\"http:\/\/www.insidescience.org\/research\/going_for_exawatts\">Going For Exawatts<\/a> ]<\/p>\n<h2>Uma universidade no Texas est\u00e1 tentando construir o laser mais poderoso do mundo.<\/h2>\n<p>25 de janeiro de 2010<\/p>\n<p><i><b>Por Phillip F. Schewe<\/b><\/i><br \/>\nInside Science News Service\n<\/p>\n<p>\n<!-- tabela para inserir imagem -->\n<\/p>\n<table align=\"right\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"180\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"Site.openWin('\/polopoly_fs\/1.1189!image\/2469219325.jpg_gen\/derivatives\/landscape_490\/2469219325.jpg',%20510,%20757)\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.insidescience.org\/polopoly_fs\/1.1189%21image\/2469219325.jpg_gen\/derivatives\/landscape_174\/2469219325.jpg\" alt=\"Todd Ditmire \" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"Site.openWin('\/polopoly_fs\/1.1189!image\/2469219325.jpg_gen\/derivatives\/landscape_490\/2469219325.jpg',%20510,%20757)\">Imagem ampliada<\/a><br \/>\n\n<\/p>\n<p align=\"center\">O Dr. Todd Ditmire dirige o projeto do Texas Petawatt na Universidade do Texas em Austin<\/p>\n<div align=\"center\">\nCr\u00e9dito: UT Austin<\/div>\n<p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<div class=\"related\" style=\"margin-bottom: 10px\">\n<\/div>\n<p><!--END INSIDER DIV--><\/p>\n<div>\n<div class=\"element teaser\">\n<a href=\"http:\/\/www.utexas.edu\/news\/2008\/04\/08\/texas_petawatt\/\"><br \/><\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>WASHINGTON (ISNS) &#8212; Produzir um laser com um terawatt de energia &#8211; ou seja, um trilh\u00e3o de watts &#8211; costumava ser algo impressionante, no entanto a vanguarda da pesquisa da energia \u00f3ptica anda na casa de 1 quatrilh\u00e3o de watts, ou seja, 1 petawatt. Por\u00e9m mesmo uma tal energia n\u00e3o \u00e9 o bastante para o professor de f\u00edsica Todd Ditmire da Universidade do Texas em Austin.<\/p>\n<p>Ditmire planeja construir um laser de exawatt, uma pot\u00eancia equivalente a 1.000<br \/>\npetawatts. Mas esse super-laser ainda est\u00e1 a anos do atual estado-da-arte. Enquanto isso, Ditmire j\u00e1 tem o laser mais poderoso do mundo.<\/p>\n<p>Para fazer uma ideia do que significa um exawatt, compare com uma t\u00edpica l\u00e2mapda incandescente de 100 W. A capacidade de toda a rede de energia el\u00e9trica dos EUA \u00e9 de cerca de 10 bilh\u00f5es de vezes isso, ou seja, cerca de 1 terawatt. Assim, toda a rede de energia el\u00e9trica dos EUA poderia acender continuamente 10 bilh\u00f5es de l\u00e2mpadas de 100 W. Um<br \/>\npetawatt \u00e9 1.000 vezes isso tudo e um exawatt s\u00e3o 1.000 petawatts.<\/p>\n<p>O laser de Ditmire n\u00e3o produz mais energia do que a rede de energia dos EUA toda: o laser atinge seu pico m\u00e1ximo por um breve instante de cada vez e o faz a partir de uma quantidade pequena de energia por um per\u00edodo menor do que um trilion\u00e9simo de segundo. Apenas durante esse instante o laser da UT Austin se torna mais poderoso do que toda a rede de energia el\u00e9trica. Ditmire usa uma t\u00e9cnica conhecida como &#8220;chirping&#8221; (uma t\u00e9cnica de compress\u00e3o de pulso por modula\u00e7\u00e3o linear de frequ\u00eancia) para estender o tempo de dura\u00e7\u00e3o do breve pulso de luz. Esse pulso alongado \u00e9 amplificado a uma energia mais alta e ent\u00e3o re-comprimido para uma dura\u00e7\u00e3o mais curta, comprimindo a energia em um pacote muito poderoso.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>O principal emprego do Texas Petawatt Laser, como ele \u00e9 chamado, \u00e9 produzir fus\u00e3o termonuclear, um processo que muitos engenheiros gostariam de dominar para a produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica comercial. Outras configura\u00e7\u00f5es usam a energia do laser para bombardear alvos que liberam n\u00eautrons que podem ser usados em pesquisas biom\u00e9dicas ou de nanotecnologia.<\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar sua pr\u00f3xima meta, lasers com exawatts de pot\u00eancia, Ditmire espera combinar tecnologias j\u00e1 conhecidas de laser e sua t\u00e9cnica j\u00e1 comprovada de pulsos curtos, com novos materiais de vidro para lasers que permitir\u00e3o a amplifica\u00e7\u00e3o a energias ainda mais altas, por\u00e9m estima que a constru\u00e7\u00e3o de um laser na casa do exawatt possa demorar ainda uns 10 anos.<\/p>\n<p>O ano de 2010 marca o 50\u00ba anivers\u00e1rio da inven\u00e7\u00e3o do laser, o que vem sendo sublinhado pelo <a href=\"http:\/\/www.laserfest.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">LaserFest&nbsp;<\/a> que enfatiza a import\u00e2ncia dos lasers em v\u00e1rios congressos cient\u00edficos por todo o ano. Os dipositivos laser apresentam a qualidade \u00fanica de concentrar uma grande quantidade de energia luminosa em um pequeno ponto e enviar feixes de luz em linhas quase retas, tornando poss\u00edveis coisas como cirurgias a laser, mapeamentos a laser e apontadores a laser.<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ Traduzido de: Going For Exawatts ] Uma universidade no Texas est\u00e1 tentando construir o laser mais poderoso do mundo. 25 de janeiro de 2010 Por Phillip F. 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