{"id":820,"date":"2010-05-13T18:21:38","date_gmt":"2010-05-13T21:21:38","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2010\/05\/nada_como_ouvir_a_voz_da_mamae\/"},"modified":"2010-05-13T18:21:38","modified_gmt":"2010-05-13T21:21:38","slug":"nada_como_ouvir_a_voz_da_mamae","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2010\/05\/13\/nada_como_ouvir_a_voz_da_mamae\/","title":{"rendered":"Nada como ouvir a voz da mam\u00e3e&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.insidescience.org\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-content\/uploads\/sites\/224\/2011\/08\/masthead15.jpg\" alt=\"Photobucket\" align=\"center\" border=\"0\" height=\"70\" width=\"532\" \/><\/a><\/p>\n<div class=\"ii gt\">\n<h1><\/h1>\n<p>[ Traduzido de: <a href=\"http:\/\/www.insidescience.org\/research\/phone_call_with_mom_soothes_brain_like_a_hug\">Phone Call With Mom Soothes Brain Like A Hug<\/a> ]<\/p>\n<p><i>Fazer contato com a mam\u00e3e, mesmo que seja pelo telefone, libera o &#8220;horm\u00f4nio do carinho&#8221; no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p><\/i><\/p>\n<p>13 de maio de 2010<\/p>\n<p>Por Devin Powell<br \/>\nInside Science News Service\n<\/p>\n<p>\n<!-- tabela para inserir imagem -->\n<\/p>\n<table align=\"right\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"270\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"Site.openWin('\/polopoly_fs\/1.1376!image\/834335183.jpg_gen\/derivatives\/landscape_490\/834335183.jpg',%20510,%20710)\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.insidescience.org\/polopoly_fs\/1.1376%21image\/834335183.jpg_gen\/derivatives\/landscape_174\/834335183.jpg\" alt=\"Mom On Phone\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"Site.openWin('\/polopoly_fs\/1.1376!image\/834335183.jpg_gen\/derivatives\/landscape_490\/834335183.jpg',%20510,%20710)\">Imagem ampliada<\/a><br \/>\n\n<\/p>\n<div align=\"center\">Uma nova pesquisa indica que uma conversa com a mam\u00e3e pode produzir o mesmo horm\u00f4nio calmante no c\u00e9rebro que um abra\u00e7o. <br \/>\nCr\u00e9dito: foh.gov<\/div>\n<div align=\"center\"><a href=\"http:\/\/bit.ly\/96d2rG\">Informa\u00e7\u00f5es sobre direitos<\/a><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<div class=\"related\" style=\"margin-bottom: 10px\">\n<\/div>\n<p><!--END INSIDER DIV--><\/p>\n<div>\n<div class=\"element teaser\">\n\n<\/div>\n<\/div>\n<p>WASHINGTON (ISNS) &#8212; O psic\u00f3logo Seth<br \/>\nPollak espera que voc\u00ea tenha ligado para sua m\u00e3e no Dia das M\u00e3es &#8212; n\u00e3o por causa dela, mas por voc\u00ea mesma. A nova pesquisa dele indica que, para as filhas, uma conversa por telefone com a m\u00e3e pode produzir o mesmo horm\u00f4nio calmante no c\u00e9rebro que um abra\u00e7o.<\/p>\n<p>O horm\u00f4nio em quest\u00e3o \u00e9 a <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ocitocina\">oxitocina<\/a> &#8212; o horm\u00f4nio dito &#8220;do carinho&#8221; ou &#8220;do amor&#8221;, que \u00e9 liberado durante o contato f\u00edsico entre entes queridos. Acredita-se que ele tenha um papel de refor\u00e7o nos la\u00e7os sociais que nos unem. O estudo de Pollak \u00e9 o primeiro a mostrar que este horm\u00f4nio pode ser liberado em resposta n\u00e3o s\u00f3 a um carinho, mas tamb\u00e9m a uma palavra gentil. <\/p>\n<p>A oxitocina vem sendo usada como medicamento para induzir as contra\u00e7\u00f5es uterinas e o parto de crian\u00e7as h\u00e1 d\u00e9cadas, mas s\u00f3 recentemente os cientistas descobriram seu papel em nossa vida social di\u00e1ria. Nossos c\u00e9rebros a produzem quando brincamos com um c\u00e3o e ela parece tamb\u00e9m nos ajudar a lembrar das fei\u00e7\u00f5es das pessoas pr\u00f3ximas as n\u00f3s. Uma pequena dose de oxitocina torna as pessoas que partiicipam de jogos em laborat\u00f3rios de psicologia, mais confiantes nas outras e mulheres gr\u00e1vidas com maiores n\u00edveis em seus organismos tendem a ser mais afetuosas com o rec\u00e9m-nascidos. <\/p>\n<p>Em 2005, Pollak descobriu que crian\u00e7as criadas nos orfanatos romenos &#8211; abandonadas em ber\u00e7os sem contato f\u00edsico &#8211; n\u00e3o produziam a mesma quantidade de oxitocina quando tocados por suas m\u00e3es adotivas nos Estados Unidos, quanto a produzida por crian\u00e7as bem cuidadas. Ele suspeita que essa defici\u00eancia pode explicar porque essas crian\u00e7as apresentam mais tarde problemas de relacionamentos em suas vidas. <\/p>\n<p>Estudos feitos com animais mostam que o contato f\u00edsico \u00edntimo entre os bichos, seus parceiros e parentes pr\u00f3ximos pode liberar o horm\u00f4nio. A f\u00eamea dedicada e mon\u00f3gama do rato-da-pradaria &#8211; que forma um casal para toda a vida &#8211; tende mais a trair seu parceiro com estranhos quando lhe \u00e9 injetada uma subst\u00e2ncia bloqueadora da oxitocina. <\/p>\n<p>O \u00faltimo estudo de Pollak na Universidade de Wisconsin em Madison explorou o papel das palavras no estabelecimento de la\u00e7os saud\u00e1veis entre m\u00e3es e filhas. <\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s estamos fazendo uma pergunta sobre evolu\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Pollak, cuja pesquisa foi publicada em <i>Proceedings of the Royal Society<br \/>\nB<\/i>. &#8220;\u00c9 poss\u00edvel que a evolu\u00e7\u00e3o de nossa linguagem tenha rela\u00e7\u00e3o com a oxitocina?&#8221;<\/p>\n<p>Ele causou estresse em 61 garotas com idades de 7 a 12 anos, fazendo-as falar perante uma audi\u00eancia e resolver problemas de matem\u00e1tica diante de uma banca examinadora. Depois desse supl\u00edcio, algumas garotas recebiam um abra\u00e7o de suas m\u00e3es, enquanto outras recebiam uma chamada telef\u00f4nica. As amostras de urina de ambos os grupos de meninas mostrou uma queda generaizada nos n\u00edveis e horm\u00f4nios do estresse e um aumento de oxitocina.&nbsp; <\/p>\n<p>Um outro grupo de meninas que passou a tarde vendo um filme infantil, por outro lado, n\u00e3o mostrou qualquer mudan\u00e7a nos n\u00edveis hormonais quando contatadas pelas m\u00e3es. <\/p>\n<p>Acredita-se que a oxitocina aja sobre o sistema nervoso parassimp\u00e1tico, enviando uma sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a que acalma o estresse &#8211; embora ainda n\u00e3o se compreenda inteiramente quais partes do c\u00e9rebro e do corpo sejam os alvos da oxitocina. <\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 cerca de 10 anos atr\u00e1s, o slogan da AT&amp;T era &#8216;procure e toque algu\u00e9m'&#8221;, lembra Pollak. &#8220;Acontece que, quando algu\u00e9m que nos \u00e9 pr\u00f3ximo nos chama, em termos neuro-biol\u00f3gicos isso tem o mesmo efeito de um abra\u00e7o&#8221;. <\/p>\n<p>Se a voz da mam\u00e3e tem o mesmo efeito sobre seu filhos machos, ou se a voz do papai faz o mesmo por suas crias, ainda n\u00e3o se sabe porque machos e f\u00eameas respondem de modo diferente ao horm\u00f4nio. <\/p>\n<p>Scott Young, que estuda a oxitocina no Instituto Nacional de Sa\u00fade Mental em Bethesda, Maryland, diz que os resultados s\u00e3o coerentes com os obtidos em estudos anteriores, mas alerta que este \u00e9 apenas o primeiro estudo a relacionar a libera\u00e7\u00e3o de oxitocina pela voz.&nbsp; <\/p>\n<p>&#8220;Todo este campo \u00e9 muito recente, toda essa coisa relacionada com o comportamento social&#8221;, diz Young. &#8220;Seria bom ter alguns outros estudos que confirmem as experi\u00eancias realizadas&#8221;.<\/p>\n<\/p>\n<hr>\n<p>Nota do Tradutor: entendeu agora, amigo, por que sua mulher adora tanto aquela insuport\u00e1vel da sua sogra?&#8230;<\/p>\n<p><\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ Traduzido de: Phone Call With Mom Soothes Brain Like A Hug ] Fazer contato com a mam\u00e3e, mesmo que seja pelo telefone, libera o &#8220;horm\u00f4nio do carinho&#8221; no c\u00e9rebro. 13 de maio de 2010 Por Devin Powell Inside Science News Service Imagem ampliada Uma nova pesquisa indica que uma conversa com a mam\u00e3e pode [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":480,"featured_media":821,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-820","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-content\/uploads\/sites\/224\/2011\/08\/masthead8.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/820","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/480"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=820"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/820\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/821"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=820"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=820"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=820"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}