{"id":869,"date":"2011-04-25T14:34:44","date_gmt":"2011-04-25T17:34:44","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2011\/04\/super_estrelas\/"},"modified":"2011-04-25T14:34:44","modified_gmt":"2011-04-25T17:34:44","slug":"super_estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/2011\/04\/25\/super_estrelas\/","title":{"rendered":"Super Estrelas"},"content":{"rendered":"<div align=\"center\"><\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/chivononpo\/wp-content\/uploads\/sites\/224\/2011\/08\/headNSF29.gif\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"62\" width=\"320\" \/><\/a><\/p>\n<div>\n<div>\n<p>25 de abril de 2011<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/producers\/obrien.jsp\">Miles O&#8217;Brien<\/a>,&nbsp; Correspondente da Science Nation <br \/><a href=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/producers\/walton.jsp\" title=\"Meet the Producer Marsha Walton\">Marsha Walton<\/a>, Produtora da Science Nation<\/p>\n<p><\/div>\n<p><b><big><font>Empregando supercomputadores para compreender as super estrelas do cosmo<\/font><br \/><\/big><\/b><\/p>\n<div class=\"subtitle\"> <\/div>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"right\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"200\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\" class=\"a-img\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/images\/superstars\/supernova190.jpg\" alt=\"an artist's impression of a star system that may explode as a Type .Ia supernova\" height=\"240\" width=\"190\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\">Imagem ampliada<\/a>\n<\/p>\n<div class=\"caption\">\n<div align=\"center\">Cientistas na California descobriram uma nova forma de explos\u00e3o de estrelas. A descoberta foi feita a partir de uma explos\u00e3o incomum na gal\u00e1xia NGC 1821, que fica aproximadamente a 160 milh\u00f5es de anos luz de dist\u00e2ncia. A luz da explos\u00e3o chegou \u00e0 Terra em 2002 e foi registrada pelo telesc\u00f3pio rob\u00f3tico do Observat\u00f3rio Lick.<br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: Tony Piro (2005)<\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem -->         <\/p>\n<p> A anima\u00e7\u00e3o acima \u00e9 uma das v\u00e1rias imagens conjuradas pelo astrof\u00edsico Adam Burrows da Universidade Princeton, empregando super-computadores para simular uma explos\u00e3o de supernova. N\u00e3o \u00e9 a explos\u00e3o termonuclear comum que alimenta uma estrela saud\u00e1vel. \u00c9 o tipo de explos\u00e3o que sela o destino de uma estrela.<\/p>\n<p>&#8220;O resto da estrela, sua superf\u00edcie e a maior parte de sua massa ignoram totalmente seu destino iminente, por\u00e9m a explos\u00e3o, que vai durar apenas alguns segundos, vai se propagar pela estrela em um per\u00edodo que vai de horas a todo um dia&#8221;, explica Burrows.<\/p>\n<p>Com a ajuda da Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Ci\u00eancias (NSF), Burrows usa super-computadores para criar espetaculares imagens em 3-D de supernovas que lhe permitem bisbilhotar no interior dessas super-estrelas logo antes delas explodirem.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"left\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"200\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\" class=\"a-img\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/images\/superstars\/nova2008ha190.jpg\" alt=\"image of Supernova 2008ha\" height=\"141\" width=\"190\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\">Imagem ampliada<\/a>\n<\/p>\n<div class=\"caption\">\n<div align=\"center\">Caroline Moore, uma menina de 14 anos de Warwick,<br \/>\nN.Y., deixou sua marca na astronomia ao descobrir a Supernova<br \/>\n2008ha. Ela n\u00e3o somente \u00e9 a pessoa mais jovem a descobrir uma supernova, como essa supernova em particular foi identificada como um tipo diferente de explos\u00e3o estelar.<br \/>\n<br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: Robert E. Moore <\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem -->           <\/p>\n<p>&#8220;Uma das coisas que descobrimos \u00e9 que elas n\u00e3o explodem como um anel em expans\u00e3o. Ela explode formando tent\u00e1culos e dedos, de maneira muito turbulenta&#8221;, prossegue Burrows. &#8220;O material ejetado pelas supernovas come\u00e7a ent\u00e3o a colapsar. Parte dos gases vai formar as estrelas da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, que repetir\u00e3o o mesmo ciclo&#8221;.<\/p>\n<p>iAs supernovas s\u00e3o tamb\u00e9m a fonte dos v\u00e1rios elementos pesados existentes na natureza. Na verdade, sem elas n\u00e3o haveria &#8220;n\u00f3s&#8221;!<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"right\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"200\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\" class=\"a-img\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/images\/superstars\/quarkstar190.jpg\" alt=\"illustration of a supernova explosion\" height=\"162\" width=\"190\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\">Imagem ampliada<\/a>\n<\/p>\n<div class=\"caption\">\n<div align=\"center\">Os astr\u00f4nomos anunciaram em 2008 ter encontrado uma nova explica\u00e7\u00e3o para um tipo raro de explos\u00e3o estelar super-luminosa que pode ter produzido um novo tipo de objeto conhecido como estrela de quarks. Uma estrela de quarks \u00e9 um tipo hipot\u00e9tico de estrela composta de mat\u00e9ria de quarks ultra-densa<br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: NASA\/CXC\/M.Weiss<\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem --><\/p>\n<p>&#8220;Alguns dos elementos pesados fabricados nas supernovas incluem o c\u00e1lcio de seus ossos, o fluor de sua pasta de dentes e o ferro em seu sangue&#8221;, diz Burrows.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso um bocado de energia estelar para fazer esses elementos.&#8221;Quando uma supernova explode, libera o equivalente a 10<sup>28<\/sup> (dez octilh\u00f5es) de megatons de TNT. Um megaton \u00e9 o equivalente \u00e0 explos\u00e3o de uma das maiores bombas de hidrog\u00eanio&#8221;, enfatiza Burrows.<\/p>\n<p><!-- tabela para inserir imagem --><\/p>\n<table align=\"left\" border=\"1\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" width=\"200\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 10px\">\n<p><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\" class=\"a-img\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nsf.gov\/news\/special_reports\/science_nation\/images\/superstars\/blackhole190.jpg\" alt=\"image of a black hole\" height=\"142\" width=\"190\" \/><\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\"><a href=\"editor-content.html?cs=utf-8\">Imagem ampliada<\/a>\n<\/p>\n<div class=\"caption\">\n<div align=\"center\">Um novo imageamento em infravermelho capturou o centro de nossa gal\u00e1xia em um detalhamento nunca antes visto &#8212; mostrando gases e estrelas rodopiando para dentro do enorme buraco negro que se esconde no centro da Via L\u00e1ctea. <br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: Science Nation, National Science Foundation <\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--- fim da imagem -->        <\/p>\n<p> As simula\u00e7\u00f5es em computador de supernovas s\u00e3o criadas com o emprego de complexos modelos matem\u00e1ticos e levam meses para serem processados. &#8220;Podermos compreender as explos\u00f5es a partir desses modelos \u00e9 um marco na astrof\u00edsica te\u00f3rica&#8221;, observa Burrows. <\/p>\n<p>Somente as estrelas com uma massa cerca de oito vezes a massa de nosso Sol morrem desta maneira violenta. Burrows diz que nosso Sol \u00e9 uma estrelinha bem mixuruca, comparada ao que existe por a\u00ed.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>25 de abril de 2011 Miles O&#8217;Brien,&nbsp; Correspondente da Science Nation Marsha Walton, Produtora da Science Nation Empregando supercomputadores para compreender as super estrelas do cosmo Imagem ampliada Cientistas na California descobriram uma nova forma de explos\u00e3o de estrelas. 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