Doutores

deolinda (Large).jpgAcordei e entretive o café com mais um bom texto do Rui Tavares(1).
As palavras sarnavam a minha geração, transferindo-as para uma letra dos Deolinda(2).
Depois dei com os vídeos abaixo(3), feitos por gente que estuda, e roubados ao blog do parceiro Átila Iamarino, meu parceiro blogueiro no Science Blogs Brasil.
Não sei que fazer com estes dois blocos de informação.
Triste, pela cada vez maior estufa profissional que gerações de gente qualificada são obrigadas a suportar?
Alegre, pelo manancial de jovens ultra-preparados?
Ou que quando for hora, terão ferramentas e não só boas vontades para mudar o mundo?
Não sei.
Digam-me vocês…

Referências:
1 – artigo de Rui Tavares no Público de 2 de Fevereiro de 2011.
2 – vídeo dos Deolinda, “Parva Que Sou” (na página a letra da música).
3 – blog Rainha Vermelha de Atila Imarino

Discussão - 2 comentários

  1. Ana Arantes disse:

    Acheia letra em outro blog, colo aqui pra que a brasileirada possamos entender o nó na garganta que dá. E quem disse que não se fazia mais hinos?
    Sou da geração sem remuneração
    e não me incomoda esta condição.
    Que parva que eu sou!
    Porque isto está mal e vai continuar,
    já é uma sorte eu poder estagiar.
    Que parva que eu sou!
    E fico a pensar,
    que mundo tão parvo
    onde para ser escravo é preciso estudar.
    Sou da geração ‘casinha dos pais’,
    se já tenho tudo, pra quê querer mais?
    Que parva que eu sou!
    Filhos, marido, estou sempre a adiar
    e ainda me falta o carro pagar,
    Que parva que eu sou!
    E fico a pensar
    que mundo tão parvo
    onde para ser escravo é preciso estudar.
    Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
    Há alguém bem pior do que eu na TV.
    Que parva que eu sou!
    Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
    que esta situação dura há tempo demais
    E parva não sou!
    E fico a pensar,
    que mundo tão parvo
    onde para ser escravo é preciso estudar.

  2. Olá Ana,
    Obrigado pelo comentário e pela letra, apesar de estar linkada no texto.
    🙂
    Mas é isso mesmo, ouvir esta música dá mesmo um nó na garganta.
    Abraço
    Luís Azevedo Rodrigues

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