Co-Memorandum

Buscando, algo se encontra,
na descoberta, viva a viagem!

con-templo,
mente abrranca,
desfumo o foco,
sangro,
logo estanca,
mal lhe toco.
longe logo se faz cperto,
fujo de lili-putz.
psico dela fico,
nela fico psico.
cperto me persegue,
para longe descerto,
cperto é ir de jegue,
vir-ar monge,
degredo ascético, cético, ético, poético.
estancada ferida,
sangue não flui,
no gelgo,
mosteiro desnudo,
abrranca a mente,
carne d’alva,
vou-me de lili-putz.
no cume,
foco na mente branca,
com-templo o tem-po,
corre flruído,
ascético, cético, ético, poético,

de uma viragem aem lili-putz.

In co-memoriam-do em discurso embutido

Bússolas vivas

Bactérias são seres unicelulares que freqüentam até os recantos mais inóspitos do mundo. Li em algum lugar que há mais bactérias do que células humanas dentro do corpo de cada pessoa. Você é então mais bactéria do que gente.

Tudo isso me parece fantástico que chegue. Mas uma bactéria composta por várias células, que usa uma bússola interna para se orientar e tem um repertório de movimentos conquistados pelo batimento sincronizado dos flagelos de cada célula… Parece ficção científica, mas existe e foi descoberta por Ulysses Lins, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), numa lagoa carioca.

Leia matéria na Pesquisa Fapesp de julho, que além de aqui está nas bancas.

Feras devoradoras de gente

O livro Monstro de Deus – Feras pradadoras: história, ciência e mito, de David Quammen, acaba de ser lançado pela Companhia das Letras.

Recomendo vivamente – não porque traduzi o livro, mas porque cada momento do laborioso processo de tradução foi um imenso prazer.

Monstro de Deus conta sobre pessoas que vivem em proximidade com feras que as podem devorar – e por vezes é exatamente o que fazem. Quammen nos leva ao noroeste da Índia, onde vivem os últimos leões asiáticos e o povo maldhari, pastores de vacas e búfalos que há séculos convivem com as feras – e as respeitam. Nos Cárpatos romenos, ursos-pardos e pastores competem pelas cabras que estes últimos levam para passar o verão nas montanhas, pagos pelos proprietários. Na Austrália os Yolngu às vezes vão parar no estômago do crocodilo-marinho, que é parte central de sua mitologia. Por fim, no extremo oriente da Rússia, tigres siberianos e udeges sobrevivem ao frio.

A narrativa, sempre deliciosa, mergulha na história, na mitologia e na realidade dessas populações humanas e animais, todas ameaçadas de extinção. Pesquisadores dão sua perspectiva sobre como preservar a todos e atingir certa estabilidade.

O autor argumenta que as feras são centrais em nossa psicologia. Por isso estão na Bíblia, na literatura, nas lendas e nos filmes. Seu desaparecimento do planeta deixaria um buraco dolorido em nossas psiques.

David Quammen é autor de vários livros de divulgação de ciência que tiveram imenso sucesso de vendas no exterior.

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