Borboletas entre dinossauros

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 É tão deslumbrante que eu tinha que pôr assim grandão. Até parece de mentira, mas não é não: é uma borboleta da coleção de André Freitas, da Unicamp, que ele escaneou por cima e por baixo.

É uma das várias imagens que o zoólogo me cedeu para a matéria que saiu na edição de abril de Pesquisa, em que escrevi sobre a pesquisa dele com as borboletas ninfalídeas. Só um aperitivo: essa família de coloridos insetos já existia há 90 milhões de anos, quando os dinossauros ainda eram a lei. Também foram afetadas pela grande extinção que acabou com os grandalhões, mas sobrou o suficiente para dar origem à imensa diversidade que hoje voa mundo afora – amarelas, vermelhas, de asas transparentes, às vezes completamente diferentes quando se olha por cima ou por baixo. Não conto mais, leia aqui.

E recomendo as galerias de fotos, ainda insuficientes mas um deleite. Aqui em frente e verso e aqui na natureza. Todas as imagens são de autoria do André Freitas, que também foi gentilíssimo em me mandar as legendas que permitem entrar um pouquinho mais no mundo de cada uma delas.

E para quem quiser, tem mais: uma entrevista com o pesquisador no programa “Pesquisa Brasil”, que a revista faz em parceria com a rádio Eldorado.

 

Discussão - 3 comentários

  1. Biosfera MS disse:

    Muito linda mesmo…
    As borboletas são encantadoras e antigas… permanecem com sua beleza e variedade.

  2. V disse:

    Muito legal. O visionário Ray Bradbury já havia escrito isso em seu conto “O Som do Trovão”, ponto pra ele.

  3. Simone disse:

    Que lindas! Eu amo borboletas. Vou ler a matéria. Beijo.

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