{"id":2938,"date":"2016-09-16T15:48:24","date_gmt":"2016-09-16T18:48:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/?p=2938"},"modified":"2016-09-16T16:05:24","modified_gmt":"2016-09-16T19:05:24","slug":"revista-centenaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/2016\/09\/16\/revista-centenaria\/","title":{"rendered":"Revista cient\u00edfica centen\u00e1ria investe em comunica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O hist\u00f3rico ciclo do agente transmissor da doen\u00e7a de Chagas, o protozo\u00e1rio <em>Trypanosoma cruzi,<\/em> se tornou um cl\u00e1ssico do ensino de biologia, estampando os livros did\u00e1ticos e com presen\u00e7a marcante em in\u00fameros vestibulares. Pois este foi o primeiro e mais completo ciclo incluindo hospedeiro e vetor descrito no mundo e <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S0074-02761909000200008\">publicado<\/a> em 1909 na centen\u00e1ria revista cient\u00edfica\u00a0<em>Mem\u00f3rias do Instituto Oswaldo Cruz<\/em>, de autoria do pr\u00f3prio Carlos Chagas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O artigo, apenas no ano passado, contou com mais de 2.500 acessos no <a href=\"http:\/\/www.scielo.org\">SciELO<\/a> (base de dados que indexa a revista). A import\u00e2ncia da descoberta que resultou na indica\u00e7\u00e3o de Chagas para o pr\u00eamio Nobel, foi tamb\u00e9m descrita em alem\u00e3o, \u00e0 \u00e9poca l\u00edngua de grande impacto na comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2955\" aria-describedby=\"caption-attachment-2955\" style=\"width: 520px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-15.22.18.png\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2955 \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-15.22.18.png\" width=\"520\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-15.22.18.png 840w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-15.22.18-300x126.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-15.22.18-768x322.png 768w\" sizes=\"(max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2955\" class=\"wp-caption-text\">Acervo da Mem\u00f3rias do IOC e estampa 12 com parte do ciclo de desenvolvimento de T. cruzi descrito em 1909<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">Com 107 anos de publica\u00e7\u00f5es ininterruptas a revista do Instituto Oswaldo Cruz est\u00e1 longe de parar no tempo e ficar apenas na mem\u00f3ria. Os editores tem trabalhado duro para dar mais visibilidade e melhorar a qualidade da publica\u00e7\u00e3o que hoje \u00e9 a quarta com maior <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Fator_de_impacto\">fator de impacto<\/a> do pa\u00eds (1,789), segundo dados do Journal of Citation Reports.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1997, quando a revista foi indexada no SciELO era a segunda com maior impacto internacional do pa\u00eds (FI=0,440), em 2006 passou a barreira de uma unidade (1,208), sendo a primeira do pa\u00eds e chegou a 2,097 em\u00a02009. A expectativa \u00e9 que esse fator cres\u00e7a nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A equipe de tr\u00eas editores \u2013 Claude Pirmez (editora-chefe), Hooman Momen e Adeilton Alves Brand\u00e3o \u2013 se reveza para mergulhar nos 12 novos artigos submetidos semanalmente e na administra\u00e7\u00e3o desta revista publicada em 8 fasc\u00edculos por ano. A m\u00e9dia de tempo para um artigo submetido ser avaliado gira em torno de 3 meses, informam os editores desta revista inteiramente em ingl\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <em>Mem\u00f3rias<\/em>\u00a0tinha fasc\u00edculos semestrais a anuais at\u00e9 1927, tornou-se\u00a0trimestral, e a partir de 1994 variou de\u00a0quadrimestral, semestral ou anual, instabilidade que reflete as dificuldades enfrentadas por publica\u00e7\u00f5es brasileiras. O <a href=\"http:\/\/memorias.ioc.fiocruz.br\/\">site<\/a> que at\u00e9 2012 era similar a publica\u00e7\u00e3o\u00a0impressa, ganhou vers\u00e3o mais din\u00e2mica e atraente, com informa\u00e7\u00f5es relevantes para os leitores como os artigos mais acessados, ferramenta de busca e submiss\u00e3o online. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, esse formato ainda \u00e9 exce\u00e7\u00e3o entre as publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas brasileiras, que tendem a usufruir de um <em>layout<\/em> quadrado, como se os artigos tivessem parado no tempo e estivessem a espera de leitores fi\u00e9is \u00e0 revista.<\/p>\n<h3><strong>Novos tempos<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">A convite dos editores entusiasmado levei, no \u00faltimo dia 9 de setembro, um pouco da experi\u00eancia do trabalho desenvolvido no <strong>Ci\u00eancia em Revista<\/strong> em aproximar a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica tradicional. Felizmente as revistas brasileiras, aos poucos, se atentam para os benef\u00edcios que as redes sociais, blogs e outros ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o agregam a seu favor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Superando as 91 milh\u00f5es de contas no Facebook o Brasil s\u00f3 \u00e9 superado pela \u00cdndia e Estados Unidos, e segue como rede social preferida entre os mais de 53 milh\u00f5es de internautas (<a href=\"http:\/\/www.cgi.br\/publicacoes\/indice\/pesquisas\/\">CGI<\/a>, 2014).<\/p>\n<figure id=\"attachment_2941\" aria-describedby=\"caption-attachment-2941\" style=\"width: 522px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-11.50.00.png\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-2941 \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-11.50.00.png\" alt=\"Reprodu\u00e7\u00e3o das homepages da revista Mem\u00f3rias do Instituo Oswaldo Cruz at\u00e9 2012 (\u00e0 esq.) e atual\" width=\"522\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-11.50.00.png 755w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-16-11.50.00-300x132.png 300w\" sizes=\"(max-width: 522px) 100vw, 522px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2941\" class=\"wp-caption-text\">Reprodu\u00e7\u00e3o das <a href=\"http:\/\/memorias.ioc.fiocruz.br\/search\">homepages<\/a> da revista Mem\u00f3rias do Instituo Oswaldo Cruz at\u00e9 2012 (\u00e0 esq.) e atual<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma an\u00e1lise feita (05\/09\/2016) entre as 20 revistas cient\u00edficas brasileiras da \u00e1rea m\u00e9dica com mais acessos no SciELO no \u00faltimo ano revela que 13 j\u00e1 possuem perfil no Facebook. No Entanto, 4 delas com menos de 40 curtidas (incluindo a Mem\u00f3rias com apenas 8), portanto, n\u00e3o ativas, 6 com mais de 1000 curtidas, das quais metade n\u00e3o s\u00e3o atualizadas a 3 ou 15 meses, al\u00e9m de outras 3 fanpages, uma desatualizada h\u00e1 mais de 15 meses. Esses dados nos mostram que apesar de serem publica\u00e7\u00f5es da \u00e1rea que mais gera interesse p\u00fablico e com maior volume de publica\u00e7\u00f5es, ainda lhes falta investir nesta que \u00e9 a rede social mais popular do pa\u00eds. Mas a <em>Mem\u00f3rias<\/em> conta agora com a expertise de Claudia Jurberg, tecnologista da Fiocruz com experi\u00eancia em divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e que atual\u00a0editora assistente de m\u00eddias sociais da revista.<\/p>\n<h3><strong>M\u00eddias sociais<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">O trabalho que a <strong>Ci\u00eancia em Revista<\/strong> realizou com editores cient\u00edficos (2013-2015 Projeto Fapesp 2013\/10075-8) indica que investir em redes sociais como o Facebook exige um planejamento estrat\u00e9gico (leia o\u00a0<a href=\"http:\/\/tinyurl.com\/hfbvf5f\">tutorial<\/a>), com ao menos uma pessoa respons\u00e1vel para fazer postagens frequentes, interagir com o p\u00fablico e publicar conte\u00fados exclusivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A rede social potencialmente amplia o n\u00famero de leitores e submiss\u00f5es da revista, inicia um di\u00e1logo com os leitores e muitas vezes traz uma mudan\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o no papel da publica\u00e7\u00e3o, que passa n\u00e3o apenas a ser uma fonte de informa\u00e7\u00e3o sobre o tema de sua especialidade \u2013 j\u00e1 que compartilha informa\u00e7\u00f5es relevantes da \u00e1rea, n\u00e3o necessariamente apenas publicadas em suas p\u00e1ginas \u2013 mas a se posicionar de maneira mais ativa em rela\u00e7\u00e3o a temas da atualidade, por exemplo como no caso do zika v\u00edrus, ou seja, refor\u00e7a um impacto social, sempre desej\u00e1vel.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2942\" aria-describedby=\"caption-attachment-2942\" style=\"width: 293px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-15-17.27.05.png\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-2942\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-15-17.27.05.png\" alt=\"Da esq-dir: Hooman, Claude, Germana e Adeilton no Castelo de Manguinhos trocando experi\u00eancias em prol da comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\" width=\"293\" height=\"269\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-15-17.27.05.png 536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-15-17.27.05-300x276.png 300w\" sizes=\"(max-width: 293px) 100vw, 293px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2942\" class=\"wp-caption-text\">Da esq-dir: Hooman, Claude, Germana e Adeilton no Castelo de Manguinhos trocando experi\u00eancias em prol da comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\">Tor\u00e7o para que a exemplo das escolhas de <em>Mem\u00f3rias<\/em> outras revistas cient\u00edficas se conven\u00e7am da import\u00e2ncia e dos benef\u00edcios que a comunica\u00e7\u00e3o nas redes sociais poder\u00e3o lhes trazer. N\u00e3o a toa, as grandes revistas internacionais, h\u00e1 d\u00e9cadas se dedicam em realizar comunica\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de seus conte\u00fados, contando com profissionais de comunica\u00e7\u00e3o em suas equipes e com di\u00e1logo frequente com a m\u00eddia. Neste processo, os autores de artigos cient\u00edficos devem ser atores chave que estejam dispon\u00edveis a divulgar seus trabalhos, a fornecer materiais interessantes e com linguagem simplificada e, claro, a compartilhar seu artigo nas redes sociais pessoais ou acad\u00eamicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na pr\u00f3xima postagem vou trazer um interessante exemplo sobre o uso social de um belo artigo cient\u00edfico publicado na <em>Mem\u00f3rias do Instituto Oswaldo Cruz<\/em>. Em tempo, no \u00faltimo dia 12 de setembro a revista <em>Mem\u00f3rias<\/em> inaugurou seu perfil no <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MemoriasIOC\">Facebook<\/a>, atualmente com 137 curtidas. \u00a0Bravo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O hist\u00f3rico ciclo do agente transmissor da doen\u00e7a de Chagas, o protozo\u00e1rio Trypanosoma cruzi, se tornou um cl\u00e1ssico do ensino de biologia, estampando os livros did\u00e1ticos e com presen\u00e7a marcante em in\u00fameros vestibulares. Pois este foi o primeiro e mais completo ciclo incluindo hospedeiro e vetor descrito no mundo e publicado em 1909 na centen\u00e1ria&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":2939,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[295,1016,1015,819],"class_list":["post-2938","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulga-ciencia","tag-divulgacao-cientifica","tag-midias-sociais","tag-revista-de-medicina","tag-revistas-cientificas"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2016\/09\/Captura-de-tela-2016-09-15-17.26.35.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2938","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2938"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2938\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2965,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2938\/revisions\/2965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2939"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2938"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2938"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/cienciaemrevista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2938"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}