{"id":1787,"date":"2023-01-16T20:05:57","date_gmt":"2023-01-16T23:05:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/?p=1787"},"modified":"2023-01-22T16:39:31","modified_gmt":"2023-01-22T19:39:31","slug":"the-last-of-us","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/2023\/01\/16\/the-last-of-us\/","title":{"rendered":"The last of us e os zumbis do mundo real"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed alignright is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube eplus-wrapper wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"The Last of Us e zumbis no mundo real\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U_G0MNJ_944?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Os filmes e s\u00e9ries de zumbis s\u00e3o t\u00e3o adorados pelo p\u00fablico, fazem tantas refer\u00eancias uns aos outros e possuem tanto em comum, que podemos dizer que eles se tornaram um g\u00eanero cinematogr\u00e1fico (ou, pelo menos, um subg\u00eanero dentro do terror). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Se voc\u00ea \u00e9 aficcionado por esse tipo de hist\u00f3ria, voc\u00ea com certeza j\u00e1 se perguntou quais as chances de um apocalipse zumbi acontecer. A resposta pra essa pergunta ningu\u00e9m tem, mas voc\u00ea sabia que existem parasitas do mundo real capazes de transformar alguns animais em zumbis?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Neste texto, vamos falar sobre alguns dos zumbis do mundo real, incluindo o fungo Cordyceps, da franquia The Last of Us, que foi inspirado em um parasita do mundo real que transforma formigas em zumbis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Este conte\u00fado \u00e9 inspirado em meu texto &#8220;Zumbis do mundo real&#8221; (publicado na <em><a href=\"https:\/\/cienciahoje.org.br\/artigo\/zumbis-do-mundo-real\/\"><strong>edi\u00e7\u00e3o 389 da Revista Ci\u00eancia Hoje<\/strong><\/a><\/em>) e foi produzido em v\u00eddeo para o canal Ci\u00eancia Nerd. Voc\u00ea pode assisti-lo ao lado ou l\u00ea-lo abaixo!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity eplus-wrapper\" \/>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong>O QUE EXATAMENTE S\u00c3O OS ZUMBIS?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Desde os filmes do George Romero (que \u00e9 considerado o pai dos filmes de zumbi) at\u00e9 hoje, foram muitas as explica\u00e7\u00f5es diferentes paro surgimento dos zumbis. As explica\u00e7\u00f5es para a origem dos zumbis v\u00e3o desde as mais m\u00e1gicas e esot\u00e9ricas at\u00e9 as mais cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas. <\/p>\n\n\n\n<p>Para come\u00e7armos a tratar deste tema \u00e9 importante termos em mente o que estamos chamando de zumbi. Se observarmos toda a hist\u00f3ria dos filmes de zumbi, podemos definir essas criaturas como<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>seres escravizados dentro da pr\u00f3pria mente. Criaturas que n\u00e3o possuem qualquer vontade pr\u00f3pria, ou n\u00e3o possuem a capacidade de agir por vontade pr\u00f3pria, de escolherem o que fazer. Os zumbis s\u00e3o totalmente controlados pelo instinto de se alimentar e se reproduzir (ou seja, de transformar mais pessoas em zumbis).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Embora muitos considerem zumbis como mortos-vivos (geralmente, mais mortos do que vivos), vamos deixar esse detalhe de lado. A defini\u00e7\u00e3o de vida \u00e9 bastante complexa e queremos aqui simplificar as coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando essa defini\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 que existe no mundo real alguma coisa parecida com um zumbi? Sim, existe. E a The Last of Us vai nos ajudar a chegar em um bom exemplo de zumbi do mundo real.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:19px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong><strong>A hist\u00f3ria de The Last of Us<\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>The Last of Us \u00e9 uma franquia de jogos da PlayStation que fez um sucesso estrondoso. J\u00e1 \u00e9 citado como um dos melhores jogos de todos os tempos e acabou de ser lan\u00e7ado como uma s\u00e9rie de TV da plataforma de streaming HBO Max, conquistando tamb\u00e9m excelentes cr\u00edticas e notas alt\u00edssimas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1804\" width=\"586\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-500x281.jpg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-800x450.jpg 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272-1280x720.jpg 1280w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/wp1811272.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 586px) 100vw, 586px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Surge, na Am\u00e9rica do Sul, um fungo capaz de infectar pessoas e, inicialmente, deixar elas irracionalmente agressivas. A descoberta tardia desse fungo acabou permitindo que ele fosse exportado para o mundo todo, principalmente para os Estados Unidos, que \u00e9 onde a hist\u00f3ria se passa. O n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por essa infec\u00e7\u00e3o misteriosa foi aumentando tanto, que no dia 26 de setembro de 2013 aconteceu o chamado \u201cOutbreak day\u201d, ou &#8220;o dia do surto&#8221;. A partir desse dia, a infec\u00e7\u00e3o se tornou incontrol\u00e1vel, os infectados ganharam as ruas e todos os lugares ficaram perigosos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O ex\u00e9rcito e a guarda nacional tomaram as ruas para tentar conter o surto. Como os infectados eram agressivos e atacavam ferozmente as pessoas, o ex\u00e9rcito recebeu ordens de matar todos eles. Pessoas inocentes, que foram confundidas com infectados, tamb\u00e9m foram mortas pelo ex\u00e9rcito. <\/p>\n\n\n\n<p>A morte de tantas pessoas levou \u00e0 das institui\u00e7\u00f5es, dos governos. Uma das poucas autoridades que restaram foi a FEDRA (Ag\u00eancia Federal de Resposta a Desastres). Com o tempo, foram criadas zonas de quarentena, para manter a popula\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel isolada e tentar manter uma ordem social. Obviamente, uma parte da popula\u00e7\u00e3o se rebelou contra as imposi\u00e7\u00f5es, as regras e os limites estabelecidos pela FEDRA e se organizaram em grupos armados, sendo o mais importante deles \u201cos vagalumes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, The Last of Us acompanha a jornada de dois sobreviventes: Joel (um carpinteiro, que acabou virando um contrabandista) e Ellie (uma garota que, por raz\u00f5es misteriosas, era imune a essa infec\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong>Cordyceps e a infec\u00e7\u00e3o zumbi<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O fungo que causou esse apocalipse no jogo \u00e9 chamado <em>Cordyceps <\/em>e a sua infec\u00e7\u00e3o acontece em 4 est\u00e1gios:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:20%\">\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Est\u00e1gio 1: <\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Runner<\/strong> <\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\">(ou &#8220;corredor&#8221;)<\/h6>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:50%\">\n<p>Dentro de dois dias depois de ser mordido ou arranhado por um infectado, o fungo atinge o c\u00e9rebro da pessoa e ela entra no primeiro est\u00e1gio da infec\u00e7\u00e3o. Os infectados nesse primeiro est\u00e1gio recebem o nome de \u201crunners\u201d (ou corredores) e mant\u00e9m a apar\u00eancia humana, podendo ser facilmente confundidos com uma pessoa saud\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p>Os runners vagam pelas ruas, eventualmente gemendo de dor, e tendem a formar grupos grandes. Quando veem uma pessoa saud\u00e1vel eles correm para atac\u00e1-la.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/runner-zumbi-de-the-last-of-us.png\" alt=\"runner, zumbi de the last of us\" class=\"wp-image-1797\" width=\"206\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/runner-zumbi-de-the-last-of-us.png 277w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/runner-zumbi-de-the-last-of-us-209x300.png 209w\" sizes=\"(max-width: 206px) 100vw, 206px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:20%\">\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Est\u00e1gio 2: <\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Stalker<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\">(ou &#8220;perseguidor&#8221;)<\/h6>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:50%\">\n<p>Depois de uma ou algumas semanas, o fungo cresce e come\u00e7a a eclodir pra fora da cabe\u00e7a da pessoa. Nesse 2\u00ba est\u00e1gio, os infectados recebem o nome de stalkers (ou perseguidores). <\/p>\n\n\n\n<p>Diferentemente dos runners, os stalkers s\u00e3o mais ferozes, mais dif\u00edceis de combater e conseguem se esconder e fazer pequenas emboscadas pra conseguirem atacar humanos saud\u00e1veis.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"658\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-1024x658.png\" alt=\"Stalker, zumbi de the last of us\" class=\"wp-image-1798\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-1024x658.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-300x193.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-768x494.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-500x321.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker-800x514.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Stalker.png 1126w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:20%\">\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Est\u00e1gio 3: <\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Clicker<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\">(ou &#8220;estalador&#8221;)<\/h6>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:50%\">\n<p>Depois de um ano de infec\u00e7\u00e3o, o fungo j\u00e1 est\u00e1 t\u00e3o grande, que a cabe\u00e7a do infectado vira um enorme cogumelo. Apenas a boca fica preservada, para que ele se alimente. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse terceiro est\u00e1gio, os chamados clickers (ou estaladores) perdem a vis\u00e3o da luz, mas adquirem uma esp\u00e9cie de ecolocaliza\u00e7\u00e3o. Muito mais ferozes e mais fortes, essas criaturas emitem clicks (estalidos) para detectar as coisas na frente deles. Um humano consegue andar pr\u00f3ximo a um clicker sem ser percebido, mas se ele faz um pequeno barulho, o clicker detecta e come\u00e7a a correr em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"859\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1800\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us.jpg 859w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us-300x251.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us-768x644.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us-500x419.jpg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Clicker-The-Last-of-Us-800x671.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 859px) 100vw, 859px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:20%\">\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Est\u00e1gio 4: <\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\"><strong>Bloater<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h6 class=\"has-medium-font-size wp-block-heading\">(ou &#8220;inchado&#8221;)<\/h6>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:50%\">\n<p>Quando um infectado consegue sobreviver por mais de uma d\u00e9cada, ele se aproxima do quarto est\u00e1gio, o \u201cbloater\u201d. Nesse est\u00e1gio, o corpo inteiro fica coberto de fungo e o infectado \u00e9 extremamente forte e resistente. <\/p>\n\n\n\n<p>Esses seres raros s\u00e3o bem lentos, mas quando ele agarra uma pessoa \u00e9 imposs\u00edvel escapar.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"757\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-1024x757.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1801\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-1024x757.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-300x222.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-768x568.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-500x370.jpg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-800x592.jpg 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater-1280x947.jpg 1280w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/Bloater.jpg 1459w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Podemos dizer que The Last of Us \u00e9 muito bem sucedido em mostrar uma origem biol\u00f3gica para os zumbis e a forma como a infec\u00e7\u00e3o evolui. Diferentemente de muitas hist\u00f3rias de zumbi, n\u00e3o h\u00e1 a cl\u00e1ssica dicotomia do zumbi contra o n\u00e3o zumbi. O processo de zumbifica\u00e7\u00e3o \u00e9 gradativo e ele transforma, aos poucos, n\u00e3o apenas a apar\u00eancia, mas tamb\u00e9m o comportamento e as capacidades f\u00edsicas do infectado.<\/p>\n\n\n\n<p>E uma coisa incr\u00edvel para n\u00f3s que adoramos ci\u00eancia: o agente infeccioso desses zumbis do jogo EXISTE no mundo real!<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong>Ophiocordyceps e a formiga zumbi<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Se uma formiga est\u00e1 caminhando e inadvertidamente pisa em um esporo de um fungo, seus dias podem estar contados. Existe um fungo, que foi descoberto pelo naturalista brit\u00e2nico Alfred Russel Wallace, que recebeu o nome de <em>Ophiocordyceps unilateralis<\/em>. Ophio\u2026Cordyceps. Sim, \u00e9 quase o mesmo nome do fungo do The Last of Us, e n\u00e3o por coincid\u00eancia. O jogo se inspirou em um fungo que, de fato, existe e pode parasitar formigas, transformando-as em verdadeiros zumbis.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o esporo desse fungo invade o organismo da formiga ele se multiplica em v\u00e1rias novas c\u00e9lulas, que v\u00e3o se alimentando dela, mas deix\u00e1-la morrer. Durante uma ou duas semanas, a formiga infectada continua fazendo as suas fun\u00e7\u00f5es no ninho. Por\u00e9m, com o passar do tempo o seu movimento vai ficando mais tr\u00eamulo, mais err\u00e1tico. A formiga sofre algumas convuls\u00f5es e come\u00e7a a cair de alguns lugares quando tenta escalar. Existem casos em que as demais formigas do formigueiro percebem o comportamento estranho e isolam a formiga infectada. Algumas pesquisas cient\u00edficas descrevem bem esse processo, voc\u00ea pode conferir uma dessas pesquisas <a href=\"https:\/\/ppbio.inpa.gov.br\/sites\/default\/files\/Andriolli_F_S_Dissertacao_2017.pdf\">neste link<\/a>. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"460\" height=\"276\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/a-dead-worker-ant-004.png\" alt=\"Formiga zumbi\" class=\"wp-image-1814\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/a-dead-worker-ant-004.png 460w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/a-dead-worker-ant-004-300x180.png 300w\" sizes=\"(max-width: 460px) 100vw, 460px\" \/><figcaption>Formiga que foi completamente colonizada pelo fungo Ophiocordyceps. Fotografia de David P Hughes<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Depois de certo tempo, o fungo se comunica quimicamente com o c\u00e9rebro da formiga e a obriga a subir em uma planta e morder com for\u00e7a uma folha. A formiga obedece, porque est\u00e1 zumbificada e n\u00e3o \u00e9 capaz de tomar uma decis\u00e3o diferente. Quando ela chega na folha e se prende a ela, de cabe\u00e7a para baixo, usando sua pr\u00f3pria mordida, o fungo desfere o seu golpe final e mata o inseto. A partir da\u00ed, o parasita come\u00e7a a colonizar todo o corpo do inseto e, ap\u00f3s alguns dias, faz brotar da sua cabe\u00e7a um ascocarpo (algo parecido com um pequeno cogumelo). O ascocarpo ir\u00e1 produzir e liberar novos esporos e eles ser\u00e3o despejados no ch\u00e3o, que se tornar\u00e1 um verdadeiro campo minado para novas formigas.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 pesquisas cient\u00edficas que mostram que, em algumas \u00e1reas, \u00e9 poss\u00edvel encontrar at\u00e9 26 cad\u00e1veres de formigas por metro quadrado. E a maior parte das formigas nesses cemit\u00e9rios s\u00e3o encontradas a uma altura de 25 cent\u00edmetros do ch\u00e3o. Essa altura, que n\u00e3o \u00e9 em v\u00e3o, tem a temperatura e a umidade ideais que favorecem muito a produ\u00e7\u00e3o e dispers\u00e3o dos esporos do fungo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa atua\u00e7\u00e3o do Ophiocordyceps \u00e9 t\u00e3o brilhante quanto assustadora. Tudo que o parasita faz com a formiga tem como objetivo a reprodu\u00e7\u00e3o e o espalhamento do fungo. Podemos dizer que o Cordyceps de The Last of Us \u00e9 ainda mais eficiente, pois ele n\u00e3o mata o seu hospedeiro (o que garante a sua locomo\u00e7\u00e3o) e ainda induz na pessoa um comportamento agressivo que faz com que ele ataque outras pessoas e passe o fungo para elas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong>Leucochloridium<\/strong> <strong>e o caracol zumbi<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Existe um platelminto chamado <em>Leucochloridium paradoxum<\/em> que tem p\u00e1ssaros como hospedeiro definitivo. No entanto, para se locomover de um p\u00e1ssaro para outro, ele se utiliza de um hospedeiro intermedi\u00e1rio: o caracol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"263\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2023\/01\/tumblr_4cd75c07a84d80ee626fdd424587162b_feab1c6f_500.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1816\" \/><figcaption>Caracol infectado pelo <em>Leucochloridium paradoxum<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Um p\u00e1ssaro contaminado joga, atrav\u00e9s das suas fezes, os ovos desse verme no ambiente. Quando um caracol ingere essas fezes (e, sim, algumas esp\u00e9cies de caracol tem esse h\u00e1bito alimentar), os ovos do verme eclodem dentro do caracol. As larvas, ent\u00e3o, se desenvolvem no intestino do molusco at\u00e9 um atingirem um est\u00e1gio larval chamado de esporocisto. Esses esporocistos v\u00e3o se acumulando e formando um tubo (ou mais de um tubo), que vai do intestino a antena do caracol. E o que antes era uma anteninha pequena e fina vai se tornar um tubo inchado. Dentro desses tubos, que s\u00e3o extremamente coloridos, o movimento das larvas d\u00e1 a impress\u00e3o que a antena est\u00e1 pulsando, est\u00e1 em movimento. <\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3ximo passo \u00e9 o Leucocloridium assumir o controle do caracol e lev\u00e1-lo ele para um lugar aberto e bem iluminado. Um animal que olha de longe e v\u00ea algo cilindrico, colorido e com tons esverdeado, mexendo como se estivesse se contorcendo, vai facilmente achar que se trata de uma lagarta. E \u00e9 exatamente isso que um p\u00e1ssaro vai ver. Uma lagarta. Comida! O p\u00e1ssaro, ent\u00e3o, come o caracol e o parasita atinge seu objetivo, podendo agora alcan\u00e7ar sua fase adulta e terminar seu ciclo evolutivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, o platelminto n\u00e3o apenas exerceu um controle mental sobre o caracol, como o fez se colocar em extremo risco, algo que um caracol nunca faria espontaneamente. Ent\u00e3o, esse tamb\u00e9m \u00e9 um parasita bem assustador.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\" style=\"font-size:25px\"><strong>Toxoplasmose em ratos e em humanos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das zoonoses mais comuns no mundo inteiro \u00e9 a toxoplasmose. Talvez voc\u00ea tenha toxoplasmose e n\u00e3o saiba. A estimativa \u00e9 que mais da metade da popula\u00e7\u00e3o brasileira possui essa doen\u00e7a, mas ela pode se manter assintom\u00e1tica (ou seja, sem apresentar sintomas) pela vida inteira da pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>A toxoplasmose \u00e9 causada por um protozo\u00e1rio chamado <em>Toxoplasma gondii<\/em> e o hospedeiro definitivo desse parasita s\u00e3o gatos e outros felinos. Mesmo assim, ele pode infectar outros animais, como o ser humano, atrav\u00e9s da ingest\u00e3o de \u00e1gua e alimentos contaminados. <\/p>\n\n\n\n<p>Quem mais sofre com essa doen\u00e7a s\u00e3o as pessoas com baixa imunidade, as que passam por tratamento quimioter\u00e1pico contra o c\u00e2ncer, pessoas rec\u00e9m-transplantadas e gestantes. Nos casos mais graves da doen\u00e7a, a toxoplasmose pode provocar les\u00f5es oculares, microcefalia, hidrocefalia, altera\u00e7\u00f5es motoras, e outros sintomas.<\/p>\n\n\n\n<p>Certo, mas o que isso tem a ver com zumbis? Existe uma rela\u00e7\u00e3o muito curiosa e ainda alvo de muitos estudos entre esse protozo\u00e1rio e o c\u00e9rebro. Na Universidade de Oxford (Reino Unido),<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/rato-sem-medo-dos-gatos\/\"> uma pesquisa descobriu<\/a> que ratos infectados por esse microrganismo perdem o medo do cheiro de gatos. E tem casos at\u00e9 que eles se sentem atra\u00eddos por um ferom\u00f4nio presente na urina dos felinos. Assim, um rato infectado se exp\u00f5e mais a esses predadores e viram alvo f\u00e1cil. Gra\u00e7as a essa manipula\u00e7\u00e3o cerebral, o rato serve de ve\u00edculo para que o <em>Toxoplasma <\/em>chegue no gato, seu hospedeiro definitivo. <\/p>\n\n\n\n<p>Mas e n\u00f3s, humanos, sofremos algum efeito parecido?<\/p>\n\n\n\n<p>Existem fortes evid\u00eancias de que esse protozo\u00e1rio realmente provoca altera\u00e7\u00f5es mentais em seres humanos. Muitas pesquisas v\u00eam mostrando que a toxoplasmose pode ser um fator de risco importante para algumas doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas, como a esquizofrenia, a bipolaridade, a doen\u00e7a de Alzheimer, a depress\u00e3o, a epilepsia, entre outras. Como essas doen\u00e7as s\u00e3o multifatoriais (ou seja, s\u00e3o causadas por muitos fatores) \u00e9 dif\u00edcil dizer o real papel da toxoplasmose no desenvolvimento delas. Mas s\u00f3 o fato de haver correla\u00e7\u00e3o entre essas enfermidades e a presen\u00e7a do <em>Toxoplasma<\/em> j\u00e1 \u00e9 um grande alerta vermelho e um indicativo de que precisamos de mais pesquisas na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 que o ser humano se torne um zumbi. N\u00f3s humanos somos complexos demais para que um \u00fanico microorganismo seja capaz de assumir o controle total do nosso corpo. Mas \u00e9 poss\u00edvel que um parasita seja capaz de modificar drasticamente nosso c\u00e9rebro, nosso comportamento, \u00e0s vezes at\u00e9 nossos pensamentos e fazer com que a gente perca um pouco o controle do nosso corpo e das nossas a\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Eu vou lan\u00e7ar em breve um v\u00eddeo falando de uma pesquisa que calculou as chances da gente sobreviver a um apocalipse zumbi. Sim, j\u00e1 fizeram pesquisas cient\u00edficas sobre isso. E essa pesquisa \u00e9 muito legal. Ent\u00e3o pra voc\u00ea saber quando vai sair esse v\u00eddeo se inscreve aqui no canal se n\u00e3o tiver inscrito ainda (\u00e9 s\u00f3 clicar no bot\u00e3ozinho vermelho aqui em baixo). E voc\u00ca pode me seguir no instagram tamb\u00e9m, porque l\u00e1 eu sempre divulgo os v\u00eddeos novos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots eplus-wrapper\" \/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons eplus-wrapper is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button eplus-wrapper\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC8gDRqZ_olweOhLewFMjrzA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c9 novo por aqui? Conhe\u00e7a o CANAL CI\u00caNCIA NERD<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:23px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer eplus-wrapper\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Leia mais: <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>&#8220;<a href=\"https:\/\/cienciahoje.org.br\/artigo\/zumbis-do-mundo-real\/\">Zumbis do mundo real<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>&#8220;<a href=\"https:\/\/periodicos.ufjf.br\/index.php\/zoociencias\/article\/view\/24640\">Formigas zumbis no Jardim Bot\u00e2nico da Universidade Federal de Juiz de Fora<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>&#8220;<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/2018\/11\/05\/apocalipse-zumbi\/\">Como sobreviver a um apocalipse zumbi?<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(INLG\u00caS) &#8220;<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0022395622003788\">Associa\u00e7\u00e3o entre toxoplasmose e transtorno bipolar: uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica e meta-an\u00e1lise<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(INGL\u00caS) &#8220;<a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/articles\/10.3389\/fpsyt.2019.01012\/full\">Efeitos negativos da toxoplasmose latente na sa\u00fade mental<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>&#8220;<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/rato-sem-medo-dos-gatos\/\">Rato sem medo dos gatos<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>&#8220;<a href=\"https:\/\/memoria.ebc.com.br\/agenciabrasil\/noticia\/2012-10-13\/mais-da-metade-dos-brasileiros-ja-tiveram-contato-com-toxoplasmose-diz-pesquisadora\">Mais da metade dos brasileiros j\u00e1 tiveram contato com a toxoplasmose, diz pesquisadora<\/a>&#8220;<\/li><\/ul>\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Zumbis n\u00e3o existem s\u00f3 em filmes de terror. 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