{"id":93,"date":"2016-11-11T15:02:00","date_gmt":"2016-11-11T17:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/?p=93"},"modified":"2021-11-09T22:35:29","modified_gmt":"2021-11-10T01:35:29","slug":"o-the-flash-e-a-super-velocidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/2016\/11\/11\/o-the-flash-e-a-super-velocidade\/","title":{"rendered":"O The Flash e a Super Velocidade"},"content":{"rendered":"<h1>O poder que concilia\u00a0aus\u00eancia e presen\u00e7a de atrito em um mesmo corpo.<\/h1>\n<p><em>O <span style=\"font-size: 14pt\"><strong>The Flash<\/strong> <\/span><\/em>est\u00e1 entre os personagens mais conhecidos do mundo dos quadrinhos. O her\u00f3i mais r\u00e1pido da editora <em>DC Comics<\/em> se tornou um \u00edcone atrav\u00e9s de diferentes escritores e ilustradores e, atualmente, ganha ainda mais espa\u00e7o nas telas do cinema e da televis\u00e3o. Existem diferentes vers\u00f5es sobre a hist\u00f3ria e os poderes do velocista, falaremos aqui de alguns t\u00f3picos da vers\u00e3o mais conhecida.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18.6667px\"><b>1. Surgimento dos poderes<\/b><\/span><\/p>\n<p>Barry Allen, formado em qu\u00edmica org\u00e2nica e criminologia, come\u00e7ou a trabalhar no Departamento de Pol\u00edcia Cient\u00edfica, em Central City (uma cidade do universo da <em>DC Comics<\/em>).<\/p>\n<p>Certa noite, Barry estava trabalhando em seu laborat\u00f3rio, quando um raio acertou a janela. O qu\u00edmico foi atingido pelos destro\u00e7os e banhado por v\u00e1rios produtos qu\u00edmicos. Aos poucos, ele foi descobrindo que aquele acidente havia lhe dado uma <strong>velocidade sobre-humana<\/strong>.<\/p>\n<figure id=\"attachment_117\" aria-describedby=\"caption-attachment-117\" style=\"width: 269px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-117 \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b-300x200.jpg\" width=\"269\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b-120x80.jpg 120w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/26202614696_e08db1b4bb_b-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 269px) 100vw, 269px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-117\" class=\"wp-caption-text\"><strong><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 1.<\/strong><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt\"> Fan-art do The Flash correndo na estrada, por Andres Nieto<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>2. A super velocidade e a aura anti-atrito<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Se algum dia, por motivos que com certeza ser\u00e3o muito estranhos, voc\u00ea puder ter o poder de um super her\u00f3i, lembre-se de n\u00e3o escolher a <strong>super velocidade<\/strong>, a n\u00e3o ser que ela venha acompanhada de uma <strong>aura anti-atrito<\/strong>.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 MUITO importante!<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"text-decoration: underline\">E eu explico:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Se soltarmos uma formiga de\u00a0um pr\u00e9dio muito alto sua velocidade aumentar\u00e1\u00a0em 35 Km\/h a cada segundo, pela a\u00e7\u00e3o da for\u00e7a da gravidade. Ou seja, no final de 10 segundos ela deveria ter 350 km\/h de velocidade. No entanto, quanto mais r\u00e1pido um corpo est\u00e1 mais ele sofre resist\u00eancia do ar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_98\" aria-describedby=\"caption-attachment-98\" style=\"width: 133px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-98\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/ant-307932_960_720-243x300.png\" alt=\"formiga\" width=\"133\" height=\"164\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/ant-307932_960_720-243x300.png 243w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/ant-307932_960_720.png 583w\" sizes=\"(max-width: 133px) 100vw, 133px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 2<\/strong>. Uma simp\u00e1tica formiga<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>No caso da nossa formiga, que \u00e9 extremamente leve, quando a sua velocidade chega a aproximadamente 10 km\/h (e isso acontece em menos de 1 segundo de queda) a for\u00e7a de atrito que o ar exerce sobre a formiga se iguala \u00e0 for\u00e7a da gravidade e, por causa disso, a sua velocidade se torna constante.<\/p>\n<p>Portanto, se a formiga cair de 40 cm de altura, ou se ela cair de 800 m, chegar\u00e1 com a mesma velocidade no ch\u00e3o.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">O que isso tem a ver com a super velocidade do flash?<\/span><\/p>\n<p>Quanto mais r\u00e1pido estamos correndo, maior ser\u00e1 a for\u00e7a de resist\u00eancia do ar. No caso do Flash, que atinge velocidades at\u00e9 maiores que a da luz (em algumas edi\u00e7\u00f5es), o ar poderia se tornar o grande vil\u00e3o do seu principal poder. Na medida que uma pessoa vai correndo, ela vai empurrando o ar \u00e0 sua frente e fazendo-o condensar em uma massa de ar cada vez mais densa. Com velocidades muito altas, o ar se comportaria quase como uma parede, o que faria qualquer pessoa comum ser completamente esmagada pelo ar.<\/p>\n<p>No entanto, vemos que ele n\u00e3o parece sofrer nenhum\u00a0efeito de resist\u00eancia quando est\u00e1 correndo. A explica\u00e7\u00e3o dada pelos editores \u00e9 que o Flash possui uma aura anti-atrito, que cria uma esp\u00e9cie de blindagem aerodin\u00e2mica, impedindo que ele sofra qualquer for\u00e7a do ar.<\/p>\n<p>N\u00e3o deixa de ser uma explica\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>3. Correndo pelas paredes e a aura &#8220;(anti)anti-atrito&#8221;<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Quando estamos fazendo uma caminhada (ou corrida), nosso p\u00e9 faz uma for\u00e7a contra o ch\u00e3o, empurrando-o para tr\u00e1s, e o ch\u00e3o reage nos empurrando para frente. O que nos impede de deslizar no solo, como deslizar\u00edamos se estiv\u00e9ssemos em um piso escorregadio, \u00e9 o atrito.<\/p>\n<p>A for\u00e7a de atrito que o ch\u00e3o faz em n\u00f3s sempre depende de duas coisas:<\/p>\n<figure id=\"attachment_101\" aria-describedby=\"caption-attachment-101\" style=\"width: 246px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-101\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/Imagem-5a.gif\" alt=\"plano horizontal\" width=\"246\" height=\"220\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-101\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 3<\/strong>. Empurrando uma caixa<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<ul style=\"list-style-type: circle\">\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Coeficiente de atrito<\/span>: que determina o quanto uma superf\u00edcie \u00e9 resistente a outra quando s\u00e3o arrastadas;<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">For\u00e7a Normal<\/span>: que \u00e9 a for\u00e7a aplicada pela superf\u00edcie de apoio no corpo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Suponhamos que voc\u00ea precise empurrar uma caixa muito pesada sobre o asfalto. Com certeza n\u00e3o ser\u00e1 tarefa f\u00e1cil, pois como o peso dela \u00e9 grande, a for\u00e7a normal (N) com que o ch\u00e3o a empurra para cima \u00e9 igualmente grande.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o asfalto \u00e9 uma superf\u00edcie bastante rugosa, portanto seu coeficiente de atrito \u00e9 alto. Esses dois fatores levar\u00e3o a uma for\u00e7a de atrito enorme.<\/p>\n<figure id=\"attachment_102\" aria-describedby=\"caption-attachment-102\" style=\"width: 182px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-102\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/Esfera_a_descer_um_plano_inclinado_rolando_sem_deslizar.1-300x243.png\" alt=\"plano inclinado\" width=\"182\" height=\"147\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/Esfera_a_descer_um_plano_inclinado_rolando_sem_deslizar.1-300x243.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/Esfera_a_descer_um_plano_inclinado_rolando_sem_deslizar.1-768x622.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/Esfera_a_descer_um_plano_inclinado_rolando_sem_deslizar.1.png 948w\" sizes=\"(max-width: 182px) 100vw, 182px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-102\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 4<\/strong>. Caixa em um plano inclinado<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_103\" aria-describedby=\"caption-attachment-103\" style=\"width: 101px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-103 \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/ex7-e1478705533886-77x150.jpg\" alt=\"vertical\" width=\"101\" height=\"197\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-103\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 5<\/strong>. Caixa em uma superf\u00edcie vertical<\/span>.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"padding-left: 90px\">No entanto, se pudermos inclinar a superf\u00edcie, cada vez mais, na dire\u00e7\u00e3o que queremos moviment\u00e1-la, a dificuldade vai diminuir. Se chegarmos ao m\u00e1ximo de inclina\u00e7\u00e3o (formando 90\u00ba &#8211; como na figura 5) o corpo vai cair livremente.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px\"><strong>Por que o atrito foi diminuindo com a inclina\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Quanto mais inclinada estiver a superf\u00edcie, menor \u00e9 a for\u00e7a que a caixa faz sobre ela, e consequentemente, menor \u00e9 for\u00e7a de rea\u00e7\u00e3o do solo. Logo, o atrito tem for\u00e7a m\u00e1xima na situa\u00e7\u00e3o da figura 3, enquanto na figura 5 ele \u00e9 nulo, pois mal\u00a0h\u00e1 contato entre a caixa e a parede.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">O que isso tem a ver com a corrida nas paredes do flash?<\/span><\/p>\n<p>Como vimos que para andar \u00e9 preciso existir atrito entre o seu p\u00e9 e o ch\u00e3o e que o atrito vai diminuindo na medida em que aumentamos a inclina\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie, ent\u00e3o nos perguntamos:<\/p>\n<p><strong>COMO O FLASH CORRE PELAS PAREDES?\u00a0<\/strong>Quando o ch\u00e3o est\u00e1 totalmente vertical (como na figura 6) ele n\u00e3o exerce nenhum atrito que empurre o Flash para frente. Que for\u00e7a, ent\u00e3o, \u00e9 essa que faz o velocista escalar a parede correndo? Ser\u00e1 que nos p\u00e9s dele h\u00e1 uma\u00a0<em>aura anti-anti-atrito, <\/em>ou<em> anti-n\u00e3o-atrito<\/em>, ou simplesmente uma\u00a0<em>aura de atrito,<\/em>\u00a0que faz os p\u00e9s dele empurrarem a parede para baixo (enquanto ela o empurra para cima)?<\/p>\n<figure style=\"width: 421px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/68.media.tumblr.com\/812dfebfd2555a042582799936539258\/tumblr_nomlymUA0p1r6vy8ho6_250.gif\" alt=\"Fan-art do Flash subindo um pr\u00e9dio\" width=\"421\" height=\"275\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\">Fan-art do Flash subindo um pr\u00e9dio<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>4. Como derrotar o Flash?<\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_104\" aria-describedby=\"caption-attachment-104\" style=\"width: 264px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-104\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/flash-x-frio-274x300.jpg\" alt=\"Capit\u00e3o Frio impedindo Flash de correr \" width=\"264\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/flash-x-frio-274x300.jpg 274w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ciencianerd\/wp-content\/uploads\/sites\/113\/2016\/11\/flash-x-frio.jpg 369w\" sizes=\"(max-width: 264px) 100vw, 264px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-104\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Fig 6. <\/strong>Capit\u00e3o Frio impedindo Flash de correr (DC Comics, 1960)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Pelo pouco que vimos at\u00e9 aqui, as leis da f\u00edsica n\u00e3o parecem atrapalhar os planos do\u00a0her\u00f3i apressadinho (ou pelo menos dos editores da DC Comics). Mas\u00a0<del>acredite se quiser<\/del> a super velocidade tem uma fraqueza.<\/p>\n<p>A sua suposta <em>aura de atrito nos p\u00e9s<\/em>\u00a0(que acabei de inventar, para explicar a corrida nas paredes) n\u00e3o parece ter efeito quando a superf\u00edcie \u00e9 de gelo. Ser\u00e1 que a aura fica congelada?<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que quando Flash enfrenta um dos seus mais populares inimigos, o Capit\u00e3o Frio, ele \u00e9 surpreendido por um raio congelante no seu caminho, inutilizando por completo a sua velocidade.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>5. Por fim<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Percebemos com essas an\u00e1lises que esse poder do The Flash possui alguns problemas no campo da ci\u00eancia, em particular, da f\u00edsica. Um banho de produtos qu\u00edmicos e a aquisi\u00e7\u00e3o de uma super velocidade n\u00e3o \u00e9 o suficiente para explicar como ele consegue ignorar o atrito com o ar e ao mesmo tempo criar um atrito artificial para andar numa parede totalmente vertical.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"text-decoration: underline\">E voc\u00ea, consegue encontrar uma explica\u00e7\u00e3o que concilie essas duas maneiras diferentes de interagir com o atrito?<\/span><\/p>\n<p>_____________<\/p>\n<p>Este artigo foi inspirado na pesquisa &#8220;A F\u00edsica dos Super Her\u00f3is de Quadrinhos&#8221;\u00a0feita por Luiziana Gonzaga (e equipe) da UNIARARAS e publicada no Caderno de F\u00edsica da UFES em 2014. Quem quiser, pode conferir <a href=\"http:\/\/dfis.uefs.br\/caderno\/vol12n1\/Artigo1_Fisica_dos_Superherois.pdf\">aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poder que concilia\u00a0aus\u00eancia e presen\u00e7a de atrito em um mesmo corpo. 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