{"id":1318,"date":"2022-10-13T15:12:12","date_gmt":"2022-10-13T18:12:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/?p=1318"},"modified":"2023-05-04T15:38:19","modified_gmt":"2023-05-04T18:38:19","slug":"70-o-circuito-eletrico-de-stranger-things","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/2022\/10\/13\/70-o-circuito-eletrico-de-stranger-things\/","title":{"rendered":"70 &#8211; O circuito el\u00e9trico de Stranger Things"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Oi, gente. Quanto tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Voc\u00eas acompanham a serie de <em>Stranger Things<\/em>? Acredito que sim, porque \u00e9 uma s\u00e9rie de bastante sucesso na <em>Netflix<\/em>, composta at\u00e9 ent\u00e3o por quatro temporadas (e pelo visto ter\u00e1 uma quinta temporada, a partir do momento em que este texto \u00e9 escrito). Pois ent\u00e3o, hoje vamos explorar o universo de <em>Stranger Things<\/em>, relacionando a energia do mundo real e a do <em>Upside Down<\/em>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">Sobre <em>Stranger Things<\/em><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Stranger Things<\/em> \u00e9 uma serie sobrenatural em que se possu\u00ed dois mundos.<a href=\"https:\/\/collider.com\/stranger-things-upside-down-so-far-explained\/\"> Um \u00e9 o mundo comum, e o outro \u00e9 o mundo invertido, denominado <em>Upside Down<\/em>.<\/a> Nesta dimens\u00e3o paralela, residem monstros, dos quais um deles j\u00e1 aparece na primeira temporada invadindo o mundo normal (<em>Demogorgon<\/em>). O enredo desta hist\u00f3ria, de forma resumida, \u00e9 um grupo de pessoas que se juntam contra as for\u00e7as das trevas que vem deste mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A serie \u00e9 interessante pois ela engloba v\u00e1rios aspectos dos anos 90. Al\u00e9m disto, \u00e9 uma serie que cont\u00e9m alguns princ\u00edpios da f\u00edsica. <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/do-mundo-invertido-ao-campo-magnetico-o-que-stranger-things-pode-ensinar-sobre-estudos-cientificos.phtml\">O <em>Upside Down<\/em> \u00e9 baseada na mec\u00e2nica de universos paralelos, idem o buraco de minhoca que traz o acesso a estas dimens\u00f5es. Outro aspecto cient\u00edfico \u00e9 a quest\u00e3o do campo magn\u00e9tico, utilizado para encontrar os portais para o outro mundo.<\/a> E tem um outro ponto que ser\u00e1 comentado agora.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">O mist\u00e9rio das luzes e da energia<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/screenrant.com\/why-upside-down-uses-electricity-lights-in-stranger-things\/\">Uma das coisas interessantes na serie \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o com as luzes.<\/a> Na primeira temporada, quando o Will \u00e9 abduzido pelo <em>Demogorgon<\/em>, ele tenta pedir ajuda. Para isso, ele tenta se comunicar com as luzes da casa da sua m\u00e3e, Joyce. E agora que vem a pergunta. Como que num mundo diferente, ele consegue acender as luzes em um outro mundo? <a href=\"https:\/\/movieweb.com\/stranger-things-season-1-will-communicate-upside-down\/\">Tais luzes s\u00e3o baseadas em um m\u00e9todo paranormal, o qual usam luzes para se comunicar com os esp\u00edritos.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas isto faz sentido, considerando a l\u00f3gica da energia? Uma das teorias \u00e9 que as luzes estariam sendo acesas tamb\u00e9m no mundo paralelo, e as luzes no mundo paralelo tamb\u00e9m afetam o mundo real. Isso \u00e9 devido que quando uma pessoa conserta a energia no mundo invertido para ela voltar, as luzes no mundo real tamb\u00e9m volta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outro ponto interessante \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o a quarta temporada. Nela, \u00e9 descoberta que o mundo paralelo \u00e9 uma vers\u00e3o do passado do mundo real. Logo, pode-se se pressupor que quando uma luz \u00e9 acesa l\u00e1, ela &#8220;viaja&#8221; no tempo ate chegar na luz. Mas o que importa \u00e9, a energia do <em>Upside Down<\/em> afeta o mundo normal, independente da teoria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisando no contexto da engenharia, seria como se a l\u00e2mpada do mundo normal e a do <em>Upside Down<\/em> estivessem conectadas a um mesmo interruptor. Desta forma, ambas as luzes estariam ligadas a um mesmo circuito. O que faria sentido, j\u00e1 que as dimens\u00f5es s\u00e3o bastante similares. E tamb\u00e9m pode justificar a quest\u00e3o da energia el\u00e9trica retornar em ambos os mundos quando a fonte de energia do mundo invertido para de funcionar. Agora, como um circuito el\u00e9trico conecta l\u00e2mpadas de outras dimens\u00f5es, a\u00ed j\u00e1 \u00e9 outra hist\u00f3ria. Da mesma forma da energia propagar entre duas dimens\u00f5es diferentes, o que prova que esta serie consegue misturar muito bem o sobrenatural com a ci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E at\u00e9 o pr\u00f3ximo texto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que ser\u00e1 o circuito el\u00e9trico que Stranger Things pode abordar? Ressaltar que \u00e9 uma s\u00e9rie que mistura ci\u00eancia e mist\u00e9rios sobrenaturais.<\/p>\n","protected":false},"author":332,"featured_media":1323,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[90,191],"tags":[431,174,25,430,429],"class_list":["post-1318","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","category-energia-geek","tag-circuito-eletrico","tag-energia","tag-energia-eletrica","tag-netflix","tag-stranger-things"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-content\/uploads\/sites\/166\/2022\/10\/Capas-textos.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1318","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/332"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1318"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1318\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1324,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1318\/revisions\/1324"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1323"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/conexaona7ural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}