{"id":2200,"date":"2020-09-08T20:28:08","date_gmt":"2020-09-08T23:28:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/?p=2200"},"modified":"2021-05-03T19:34:59","modified_gmt":"2021-05-03T22:34:59","slug":"sobre-ipes-e-brasis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/2020\/09\/08\/sobre-ipes-e-brasis\/","title":{"rendered":"Sobre Ip\u00eas e Brasis"},"content":{"rendered":"\n<p>As \u00e1rvores s\u00e3o os maiores e mais antigos seres vivos da superf\u00edcie da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma \u00e1rvore de grande porte, como a Suma\u00fama amaz\u00f4nica, do mesmo g\u00eanero das paineiras do Sudeste, pode chegar a 70 metros de altura e 2 mil anos de idade. <\/p>\n\n\n\n<p>Na altura das sapopembas, que s\u00e3o as ra\u00edzes tabulares, essa \u00e1rvore gigante pode chegar a 50 metros de circunfer\u00eancia ou ainda mais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/foto-sapopembas.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2201\" width=\"469\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/foto-sapopembas.jpg 603w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/foto-sapopembas-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 469px) 100vw, 469px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.xapuri.info\/desmatamento\/morre-acidentalmente-a-arvore-mais-antiga-do-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Crian\u00e7as Mats\u00e9s nas sapopembas de uma Suma\u00fama, no norte do Acre.<\/a> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no <a href=\"https:\/\/www.tripadvisor.com.br\/Attraction_Review-d4023340.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Parque Estadual da Vassununga<\/a>, no interior do estado de S\u00e3o Paulo, encontram-se Jequitib\u00e1s de grande porte, como o \u201cPatriarca\u201d, com idade calculada em 600 anos, 4 metros de di\u00e2metro e 42 metros de altura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Essas \u00e1rvores antigas podem revelar aspectos da hist\u00f3ria biol\u00f3gica, meteorol\u00f3gica e at\u00e9 antropol\u00f3gica do ambiente ao seu redor, atrav\u00e9s da an\u00e1lise do seu caule.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Benef\u00edcios de uma \u00e1rvore<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma \u00e1rvore sozinha em um pasto, ou mesmo em um estacionamento, j\u00e1 pode causar um forte impacto ambiental.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Reduz em at\u00e9 7<sup>\u00b0<\/sup>C a temperatura em sua sombra;<\/li><li>Fornece abrigo e alimento aos p\u00e1ssaros e outros organismos;<\/li><li>Absorve a polui\u00e7\u00e3o sonora e atmosf\u00e9rica;<\/li><li>Aumenta a qualidade paisag\u00edstica;<\/li><li>Conserva o solo;<\/li><li>Permite sua multiplica\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Uma \u00e1rea florestada aumenta exponencialmente esses benef\u00edcios. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ela tem a vital consequ\u00eancia de produzir e melhorar a qualidade da \u00e1gua, de proteger a diversidade biol\u00f3gica; al\u00e9m de mitigar impactos dos desequil\u00edbrios t\u00e9rmicos, como o aquecimento global, o ressecamento durante determinadas esta\u00e7\u00f5es do ano e a deteriora\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1rvores e o Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p>O Brasil tem mantido historicamente uma rela\u00e7\u00e3o de amor e \u00f3dio com as \u00e1rvores.  <strong>Primeiro adotou o nome de uma delas, o pau-Brasil, para se autodenominar e, em seguida, quase a levou \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Pau-brasil<\/strong> foi resgatado pela comunidade cient\u00edfica, que alertou o mundo sobre o risco que a \u00e1rvore nacional corria. <\/p>\n\n\n\n<p>A popula\u00e7\u00e3o tomou uma certa consci\u00eancia e passou a patrocinar sua multiplica\u00e7\u00e3o, adotando um sentimento de (Pau-) Brasil, ame-o ou deixe-o morrer.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">S\u00edmbolo nacional: a Guapeba<\/h3>\n\n\n\n<p>O imperador Pedro II adotou uma sapot\u00e1cea como \u00e1rvore da casa imperial, a rara Guapeba (<em><a href=\"http:\/\/www.arvores.brasil.nom.br\/Chrysophyllum\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Chrysophyllum <\/a>imperiale<\/em>). <\/p>\n\n\n\n<p>Ele presenteou diversas na\u00e7\u00f5es com a planta maravilhosa, mas quando os militares tomaram o poder em 1889, imediatamente come\u00e7aram a perseguir e destruir a coitada da \u00e1rvore. <\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 mais uma esp\u00e9cie que poder\u00edamos tentar salvar do grande risco de extin\u00e7\u00e3o em que se encontra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/Chrysophyllum_Sydney02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2205\" width=\"468\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/Chrysophyllum_Sydney02.jpg 600w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/Chrysophyllum_Sydney02-300x214.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><figcaption><em><a href=\"https:\/\/www.arvores.brasil.nom.br\/Chrysophyllum\/Sydney.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Folhagem da \u201c\u00c1rvore do Imperador\u201d, Guapeba, parente do Abiu, no Jardim Bot\u00e2nico de Sidney, Austr\u00e1lia.<\/a><\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os bem-amados Ip\u00eas<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do que aconteceu com outras esp\u00e9cies da nossa flora, como o Jequitib\u00e1, \u00e1rvore-s\u00edmbolo do estado de S\u00e3o Paulo, <strong>os Ip\u00eas sempre foram e continuam sendo uma das \u00e1rvores mais plantadas do pa\u00eds<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ip\u00eas s\u00e3o divididos em dois g\u00eaneros principais, com dezenas de esp\u00e9cies. O primeiro \u00e9 o <em>Handroanthus<\/em>, que denominam as \u00e1rvores de madeira mais densa, e o segundo \u00e9 chamado de <em>Tabebuias<\/em>, de madeiras mais leves.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grupo 1: <em>Handroanthus<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>O primeiro grupo, muito maior, inclui os ip\u00eas amarelo, amarelo-cascudo, roxo-sete-folhas, roxo-de-bola, amarelo-do-cerrado, amarelo-do-campo, amarelo-do-brejo, amarelo-liso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/ipe-amarelo-685x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2209\" width=\"402\" height=\"601\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/ipe-amarelo-685x1024.jpg 685w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/ipe-amarelo-201x300.jpg 201w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/ipe-amarelo-768x1148.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/ipe-amarelo.jpg 856w\" sizes=\"(max-width: 402px) 100vw, 402px\" \/><figcaption>Ip\u00ea amarelo. Foto por Liti Gianelli.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grupo 2: <em>Tabebuias<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>O g\u00eanero <em>Tabebuia<\/em> \u00e9 composto pela caroba-do-campo, a caixeta, ip\u00ea-branco-do-brejo e o ip\u00ea-branco, que embora tenha madeira moderadamente leve, \u00e9 resistente, e de grande durabilidade em ambientes internos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"984\" height=\"738\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2212\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1.jpg 984w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1-678x509.jpg 678w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1-326x245.jpg 326w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/descascandoaciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/80\/2020\/09\/rosy-lima-ribeirao-preto-1-80x60.jpg 80w\" sizes=\"(max-width: 984px) 100vw, 984px\" \/><figcaption>Ip\u00ea branco. <a href=\"Rosy Lima\/VC no TG\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Foto: Rosy Lima\/VC no TG<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m desses dois g\u00eaneros, existem outros como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>o ip\u00ea-felpudo, tamb\u00e9m de madeira leve e dur\u00e1vel<\/li><li>o ip\u00ea-verde, leve e pouco dur\u00e1vel<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Todos pertencem \u00e0 <strong>fam\u00edlia Bignoniaceae<\/strong>, com as flores em forma de corneta, um formato afunilado. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Floradas dos ip\u00eas<\/h2>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 no irresist\u00edvel encantamento das flora\u00e7\u00f5es do ip\u00ea a raz\u00e3o do grande amor que a \u00e1rvore conquistou entre os povos.<\/p>\n\n\n\n<p>As floradas dos ip\u00eas s\u00e3o magn\u00edficas e eles,<strong> em sua grande maioria, possuem madeira nobre, de alto valor comercial pela beleza, resist\u00eancia mec\u00e2nica e durabilidade<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>As ra\u00edzes pivotantes t\u00eam um desenvolvimento vertical mais pronunciado do que o horizontal, causando pouco dist\u00farbio no territ\u00f3rio ao seu redor como cal\u00e7adas e constru\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Os ip\u00eas atraem abelhas mel\u00edferas e p\u00e1ssaros que devoram suas bases florais, como as maritacas. Nas bordas dos rios, ajudam a alimentar os peixes que chegam a saltar da \u00e1gua para apanhar as flores ainda no ar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Per\u00edodo da florada de ip\u00eas<\/h3>\n\n\n\n<p>As floradas dos ip\u00eas ocorrem ainda durante o inverno, com as \u00e1rvores totalmente desprovidas das folhas. <\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, os dist\u00farbios nos regimes de temperatura e umidade tem \u201cenganado\u201d o metabolismo das plantas e, infelizmente,<strong> n\u00e3o tem sido raro as ocorr\u00eancias de flora\u00e7\u00f5es interrompidas e retomadas, presen\u00e7a de folhas ou brota\u00e7\u00f5es fora da esta\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O futuro dos ip\u00eas e outras \u00e1rvores<\/h2>\n\n\n\n<p>A grande oportunidade, e passo como na\u00e7\u00e3o, que o Brasil e os brasileiros t\u00eam agora \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores, florestas e biomas remanescentes. <\/p>\n\n\n\n<p>Somente o cuidado com a natureza para garantir\u00e1 para as futuras gera\u00e7\u00f5es a diversidade biol\u00f3gica, riqueza flor\u00edstica e qualidade de vida que a exuberante natureza do Brasil sempre nos ofereceu com generosidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<p><strong>Sobre o autor: <\/strong>Alfredo Nagib Filho, Fritz, nasceu na cidade de S\u00e3o Paulo. \u00c9 fotojornalista, formado em direito e engenharia agron\u00f4mica. Reside em S\u00e3o Jo\u00e3o da Boa Vista\/SP<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atl\u00e2ntica-\u00c1RVORES GIGANTESCAS DA TERRA E AS MAIORES ASSINALADAS NO BRASIL: Alceo Magnanini, Cristina Magnanini<\/p>\n\n\n\n<p>2. <a href=\"https:\/\/www.mma.gov.br\/biodiversidade\/biodiversidade-aquatica\/zona-costeira-e-marinha\/recifes-de-coral.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>https:\/\/www.mma.gov.br\/biodiversidade\/biodiversidade-aquatica\/zona-costeira-e-marinha\/recifes-de-coral.html<\/em><\/a><em> <\/em><\/p>\n\n\n\n<p>3. Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do Estado de S\u00e3o Paulo \/ organiza\u00e7\u00e3o Luiz Mauro Barbosa &#8211; Instituto de Bot\u00e2nica, S\u00e3o Paulo, 2017<\/p>\n\n\n\n<p>4.&nbsp; Lorenzi, Harri, 1949 &#8211;&nbsp; \u00c1rvores brasileiras: manual de identifica\u00e7\u00e3o e cultivo de plantas arb\u00f3reas do Brasil, vol. 1 \/ 5. ed. &#8211; Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>5.&nbsp; Por que manter \u00e1rvores na \u00e1rea urbana? Maria Luiza Franceschi Nicodemo e Odo Primavesi, Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste S\u00e3o Carlos, SP 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>6. <em>&nbsp;<\/em><a href=\"http:\/\/www.arvores.brasil.nom.br\/Chrysophyllum\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>http:\/\/www.arvores.brasil.nom.br\/Chrysophyllum\/index.htm<\/em><\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>7.&nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/floradobrasil.jbrj.gov.br\/reflora\/listaBrasil\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>http:\/\/floradobrasil.jbrj.gov.br\/reflora\/listaBrasil<\/em><\/a><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>8.&nbsp;<a href=\"http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%206.607-1978?OpenDocument\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/lei%206.607-1978?OpenDocument<\/em><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>9.&nbsp;&nbsp; Efeito de \u00e1rvores isoladas e da vegeta\u00e7\u00e3o circunvizinha sobre a chuva de sementes em pastagem&nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/bdtd.ibict.br\/vufind\/Author\/Home?author=Ramos%2C+Danielle+Christine+Ten%C3%B3rio+Leal%2C+1988-\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ramos, Danielle Christine Ten\u00f3rio Leal, 1988-<\/a>,&nbsp;&nbsp; Bras\u00edlia, BDTD 2013<\/p>\n\n\n\n<p>10.&nbsp; Arboriza\u00e7\u00e3o de Pastagens: I &#8211; Procedimentos para Introdu\u00e7\u00e3o de \u00c1rvores em Pastagens Convencionais,&nbsp; Vanderley Porf\u00edrio-da-Silva, Embrapa Florestas, Colombo, Paran\u00e1, 2006<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As \u00e1rvores s\u00e3o os maiores e mais antigos seres vivos da superf\u00edcie da natureza. Uma \u00e1rvore de grande porte, como a Suma\u00fama amaz\u00f4nica, do mesmo g\u00eanero das paineiras do Sudeste, pode chegar a 70 metros de altura e 2 mil anos de idade. 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