{"id":1788,"date":"2016-02-11T18:00:13","date_gmt":"2016-02-11T21:00:13","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/discutindoecologia\/?p=1788"},"modified":"2016-02-11T18:00:13","modified_gmt":"2016-02-11T21:00:13","slug":"vai-mais-um-cafe-com-culpa-ou-sem-culpa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/discutindoecologia\/2016\/02\/vai-mais-um-cafe-com-culpa-ou-sem-culpa\/","title":{"rendered":"Vai mais um caf\u00e9? Com culpa ou sem culpa?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1792 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/discutindoecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/225\/2016\/02\/coffee.jpg\" alt=\"coffee\" width=\"199\" height=\"254\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"float: left;padding: 5px\"><a href=\"http:\/\/www.researchblogging.org\"><img decoding=\"async\" style=\"border: 0\" src=\"http:\/\/www.researchblogging.org\/public\/citation_icons\/rb2_large_gray.png\" alt=\"ResearchBlogging.org\" \/><\/a><\/span>Voc\u00ea pode at\u00e9 n\u00e3o <del>precisar<\/del> gostar de caf\u00e9 \u00a0ou at\u00e9 ter um motivo m\u00e9dico que impe\u00e7a o consumo desse l\u00edquido essencial ao dia-a-dia do ser humano moderno, mas n\u00e3o pode negar a sua import\u00e2ncia global. O caf\u00e9 \u00e9 a <em>commodity<\/em> mais importante do mundo depois do petr\u00f3leo (o que significa que ir\u00e1 virar a primeira em pouco tempo, mas esse t\u00edtulo \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.dimattinacoffee.com.au\/blog\/entry\/coffee_second_only_to_oil_is_coffee_really_the_second_largest_commodity\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">question\u00e1vel<\/a>).\u00a0No caso do caf\u00e9, pelo menos, n\u00e3o tem como tomarmos um 7&#215;1 da Alemanha. Na verdade, de nenhum pa\u00eds do mundo. O Brasil \u00e9 o pa\u00eds que mais produz caf\u00e9 do mundo, ganhando do segundo (Vietnan) e terceiro lugar (Col\u00f4mbia) somados. Em 2014 o Brasil produziu 32% da safra mundial de caf\u00e9 e <a href=\"http:\/\/www.abic.com.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/start.htm?sid=48\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">no ano passado batemos um novo recorde de produ\u00e7\u00e3o<\/a>. Para\u00a0um pa\u00eds exportador de produtos agr\u00edcolas \u00e9 um \u00f3timo n\u00famero, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Bem, para a economia sim. S\u00f3 em 2015 as <a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\/comunicacao\/noticias\/2015\/10\/exportacoes-de-cafe-somam-uss-4-bilhoes-no-acumulado-do-ano\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">exporta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 somaram US$ 4,6 bilh\u00f5es<\/a>\u00a0no Brasil. Segundo <a href=\"http:\/\/revistagloborural.globo.com\/Noticias\/Agricultura\/Cafe\/noticia\/2015\/03\/consumo-mundial-de-cafe-deve-aumentar-em-70-milhoes-de-sacas-ate-2030-diz-andrea-illy.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">previs\u00f5es do mercado<\/a>, o aumento consumo mundial de caf\u00e9\u00a0vai passar dos atuais 0,5% para at\u00e9 2,5% ao ano. E quem vai produzir a maior parte de todo esse caf\u00e9? Tenho certeza que voc\u00ea sabe a resposta.<\/p>\n<div id=\"attachment_1793\" style=\"width: 555px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1793\" class=\"wp-image-1793 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/discutindoecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/225\/2016\/02\/cafe-pa\u00edses-mundo-545x292.png\" alt=\"cafe-pa\u00edses-mundo\" width=\"545\" height=\"292\" \/><p id=\"caption-attachment-1793\" class=\"wp-caption-text\">Produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 no mundo. Volume em mil sacas de 60 Kg. Fonte: ABIC<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sabemos desde o col\u00e9gio que o caf\u00e9 teve uma import\u00e2ncia hist\u00f3rica para o nosso pa\u00eds, <a href=\"http:\/\/www.ecodebate.com.br\/2015\/10\/09\/o-impacto-da-cultura-do-cafe-no-meio-ambiente-do-brasil-do-seculo-xviii-ao-xxi-artigo-de-sandra-marcondes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">principalmente para o sudeste<\/a>. E claro que sua produ\u00e7\u00e3o em pleno s\u00e9culo XIX seguiu os passos do ciclo da cana-de-a\u00e7\u00facar, o seguinte trip\u00e9: Queima\/derrubada da mata original, monocultura e trabalho escravo. O interessante \u00e9 que esse trip\u00e9 n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio para o desenvolvimento do cafeeiro. O\u00a0caf\u00e9, assim como o cacau, pode ser criado em\u00a0um <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-produtos-processos-e-servicos\/-\/produto-servico\/112\/sistemas-agroflorestais-safs\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sistema agroflorestal<\/a>, permitindo a manuten\u00e7\u00e3o dos nutrientes e de n\u00edveis baixos de eros\u00e3o do solo. Mas segundo <a href=\"http:\/\/news.utexas.edu\/2014\/04\/16\/global-production-of-shade-grown-coffee-shrinking\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">um artigo de 2014 do peri\u00f3dico BioScience<\/a>, com o aumento de consumo de caf\u00e9 cada vez mais a produ\u00e7\u00e3o tem passado de uma produ\u00e7\u00e3o agroflorestal para intensiva, o que traz um efeito negativo para o ambiente e para a biodiversidade local.<\/p>\n<div id=\"attachment_1795\" style=\"width: 555px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.agencia.ac.gov.br\/produtores-buscam-alternativas-para-roado-sem-uso-do-fogo\/?doing_wp_cron=1455204686.4281480312347412109375\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1795\" class=\"wp-image-1795 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/discutindoecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/225\/2016\/02\/cafe-agroflorestal-545x367.jpg\" alt=\"cafe-agroflorestal\" width=\"545\" height=\"367\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1795\" class=\"wp-caption-text\">Sistema agroflorestal que re\u00fane caf\u00e9, mogno, a\u00e7a\u00ed e copa\u00edba. Cr\u00e9dito: Angela Peres<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Para melhorar a situa\u00e7\u00e3o, no ano passado <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/8099637\/pesquisa-desenvolve-cafe-arabica-para-amazonia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">a Embrapa anunciou<\/a> o sucesso da primeira colheita de uma variedade especial de caf\u00e9 ar\u00e1bica que se desenvolve bem na Amaz\u00f4nia. Claro que j\u00e1 produzimos caf\u00e9 na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, mas principalmente da variedade Robusta que tem menor valor comercial. As variedades conhecidas do caf\u00e9 ar\u00e1bica se desenvolvem melhor em regi\u00f5es de clima mais ameno e de altitude elevada. Com o sucesso de uma variedade de caf\u00e9 ar\u00e1bica na Amaz\u00f4nia podemos ter mais um grande concorrente na expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola sobre esse grande (por enquanto) e importante bioma. Outro detalhe importante \u00e9 que se as previs\u00f5es do IPCC se confirmarem, o cultivo\u00a0de caf\u00e9 ar\u00e1bica nos\u00a0estados de Goi\u00e1s, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1 <a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S0100-204X2004001100001&amp;script=sci_arttext\">ser\u00e1 drasticamente reduzido nos pr\u00f3ximos 100 anos<\/a>. Ent\u00e3o meu caro leitor, vamos fazer um resumo. Se a previs\u00e3o de consumo mundial de caf\u00e9 nos pr\u00f3ximos anos tende a aumentar, o Brasil \u00e9 o maior produtor mundial de caf\u00e9 e a viabilidade da produ\u00e7\u00e3o no sudeste e sul do pa\u00eds tende a piorar, qual regi\u00e3o vai produzir esse caf\u00e9 ar\u00e1bica t\u00e3o precioso para as nossas exporta\u00e7\u00f5es? Acho que voc\u00ea tamb\u00e9m sabe a resposta dessa pergunta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1798 alignright\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/discutindoecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/225\/2016\/02\/selo-caf\u00e9-sustent\u00e1vel.gif\" alt=\"selo-caf\u00e9-sustent\u00e1vel\" width=\"219\" height=\"212\" \/>Bem, ent\u00e3o n\u00e3o temos solu\u00e7\u00e3o? Claro que temos, mas devemos cobrar ativamente para que sejam implementadas. Iniciativas como o <a href=\"http:\/\/www.idesam.org.br\/guia-para-producao-de-cafe-sustentavel-na-amazonia\/#.VryVo9I4HDc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Guia para a produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.imaflora.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ImaFlora<\/a> s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia para mostrar que existe uma alternativa. Programas que <a href=\"http:\/\/www.abic.com.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/start.htm?sid=16\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">distribuem selos de caf\u00e9<\/a> produzidos de forma &#8220;sustent\u00e1vel&#8221; (desde que s\u00e9rios e que sejam reavaliados de forma constante) tamb\u00e9m podem ter grande import\u00e2ncia, por ajudar o consumidor a saber como o seu caf\u00e9 foi produzido. <a href=\"http:\/\/link.springer.com\/article\/10.1065%2Flca2006.01.230\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uma Pesquisa sobre o impacto ambiental<\/a> do ciclo de vida do caf\u00e9 no Brasil mostra que existe grande varia\u00e7\u00e3o do impacto dependendo do m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o. Contabilizando eros\u00e3o h\u00eddrica e mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo <a href=\"http:\/\/coffeescience.ufla.br\/index.php\/Coffeescience\/article\/view\/891\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">a diferen\u00e7a pode ser ainda maior<\/a>. Esse dado refor\u00e7a que existe grande diferen\u00e7a no impacto ambiental causado por diferentes formas de se produzir caf\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Essa\u00a0\u00e9 uma grande oportunidade para forcarmos nos melhores m\u00e9todos, mas ressalta que ainda temos que estudar muito o impacto da cultura do caf\u00e9. Como cada ambiente responde de forma diferente \u00e9 importante investirmos em estudos de impacto na Amaz\u00f4nia, j\u00e1 que a maior parte da literatura \u00e9 focada em Mata Atl\u00e2ntica. E claro, diminuir o impacto n\u00e3o significa impacto zero. Ent\u00e3o vou ali encher minha x\u00edcara de caf\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">_____________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><br \/>\n<span class=\"Z3988\" title=\"ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=BioScience&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1093%2Fbiosci%2Fbiu038&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Shade+Coffee%3A+Update+on+a+Disappearing+Refuge+for+Biodiversity&amp;rft.issn=0006-3568&amp;rft.date=2014&amp;rft.volume=64&amp;rft.issue=5&amp;rft.spage=416&amp;rft.epage=428&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fbioscience.oxfordjournals.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1093%2Fbiosci%2Fbiu038&amp;rft.au=Jha%2C+S.&amp;rft.au=Bacon%2C+C.&amp;rft.au=Philpott%2C+S.&amp;rft.au=Ernesto+Mendez%2C+V.&amp;rft.au=Laderach%2C+P.&amp;rft.au=Rice%2C+R.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CEcology%2C+Behavioral+Biology%2C+Evolutionary+Biology%2C+Microbiology%2C+Molecular+Biology%2C+Systems+Biology\">Jha, S., Bacon, C., Philpott, S., Ernesto Mendez, V., Laderach, P., &amp; Rice, R. (2014). Shade Coffee: Update on a Disappearing Refuge for Biodiversity <span style=\"font-style: italic\">BioScience, 64<\/span> (5), 416-428 DOI: <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1093\/biosci\/biu038\" rev=\"review\">10.1093\/biosci\/biu038<\/a><\/span><br \/>\n<span class=\"Z3988\" title=\"ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Pesquisa+Agropecu%C3%A1ria+Brasileira&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1590%2FS0100-204X2004001100001&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Impacto+das+mudan%C3%A7as+clim%C3%A1ticas+no+zoneamento+agroclim%C3%A1tico+do+caf%C3%A9+no+Brasil&amp;rft.issn=0100-204X&amp;rft.date=2004&amp;rft.volume=39&amp;rft.issue=11&amp;rft.spage=1057&amp;rft.epage=1064&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS0100-204X2004001100001%26lng%3Dpt%26nrm%3Diso%26tlng%3Dpt&amp;rft.au=Assad%2C+E.&amp;rft.au=Pinto%2C+H.&amp;rft.au=Zullo+Junior%2C+J.&amp;rft.au=%C3%81vila%2C+A.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CEcology%2C+Behavioral+Biology%2C+Evolutionary+Biology%2C+Microbiology%2C+Molecular+Biology%2C+Systems+Biology\">Assad, E., Pinto, H., Zullo Junior, J., &amp; \u00c1vila, A. (2004). Impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no zoneamento agroclim\u00e1tico do caf\u00e9 no Brasil <span style=\"font-style: italic\">Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, 39<\/span> (11), 1057-1064 DOI: <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S0100-204X2004001100001\" rev=\"review\">10.1590\/S0100-204X2004001100001<\/a><\/span><\/p>\n<p><span class=\"Z3988\" title=\"ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Coffee+Science&amp;rft_id=info%3A%2F&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Eros%C3%A3o+h%C3%ADdrica+e+compartimentos+da+mat%C3%A9ria+org%C3%A2nica+do+solo+em+sistemas+cafeeiros+conservacionistas+e+convencionais&amp;rft.issn=1984-3909&amp;rft.date=2015&amp;rft.volume=10&amp;rft.issue=3&amp;rft.spage=365&amp;rft.epage=374&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fcoffeescience.ufla.br%2Findex.php%2FCoffeescience%2Farticle%2Fview%2F891&amp;rft.au=Guimar%C3%A3es%2C+G.+P&amp;rft.au=de+S%C3%A1+Mendon%C3%A7a%2C+E.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CGeosciences%2CEcology+%2F+Conservation%2CEcology%2C+Behavioral+Biology%2C+Evolutionary+Biology%2C+Microbiology%2C+Molecular+Biology%2C+Systems+Biology\">Guimar\u00e3es, G. P, &amp; de S\u00e1 Mendon\u00e7a, E. (2015). Eros\u00e3o h\u00eddrica e compartimentos da mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo em sistemas cafeeiros conservacionistas e convencionais <span style=\"font-style: italic\">Coffee Science, 10<\/span> (3), 365-374<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea pode at\u00e9 n\u00e3o precisar gostar de caf\u00e9 \u00a0ou at\u00e9 ter um motivo m\u00e9dico que impe\u00e7a o consumo desse l\u00edquido essencial ao dia-a-dia do ser humano moderno, mas n\u00e3o pode negar a sua import\u00e2ncia global. 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