{"id":94,"date":"2007-07-26T23:15:00","date_gmt":"2007-07-27T02:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/ecodesenvolvimento\/2007\/07\/texto-presente\/"},"modified":"2007-07-26T23:15:00","modified_gmt":"2007-07-27T02:15:00","slug":"texto-presente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/ecodesenvolvimento\/2007\/07\/26\/texto-presente\/","title":{"rendered":"Texto &#8220;presente&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Ganhei esse texto de \u201cpresente\u201d do Hugo Penteado, o autor do Ecoeconomia. Ele vem de encontro com um <a href=\"http:\/\/ecodesenvolvimento.blogspot.com\/2007\/02\/e-como-no-comear-pelo-relatrio.html\">post<\/a> que escrevi citando outros 2  textos, um do Arnaldo Jabor e outro do Blog Mensageiro Sideral.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold\">N\u00e3o \u00e9 o planeta &#8211; ou o meio ambiente &#8211; que est\u00e1 amea\u00e7ado, somos n\u00f3s.<\/span><br \/>Hugo Penteado<\/p>\n<p>Nem fazemos c\u00f3cegas ao planeta e \u00e0 sua hist\u00f3ria de 4,5 bilh\u00f5es de anos, tempo que nosso c\u00e9rebro que vive apenas algumas d\u00e9cadas n\u00e3o consegue conceber ou entender.<\/p>\n<p>Somos absolutamente desimportantes.<\/p>\n<p>Se continuarmos agredindo o planeta e ele mudar as condi\u00e7\u00f5es que permitem a vida na Terra, quem sair\u00e1 perdendo somos n\u00f3s, n\u00e3o o planeta.<\/p>\n<p>Ele continuar\u00e1 sua trajet\u00f3ria de bilh\u00f5es de anos sem a gente ou com a gente, mas para ele isso pouco importa.<\/p>\n<p>Importa muito para n\u00f3s, se vamos continuar ou n\u00e3o, afinal, todos os seres vivos lutaram muito para se manter vivos e s\u00f3 1% foram vitoriosos.<\/p>\n<p>A luta pela sobreviv\u00eancia \u00e9 a nossa maior for\u00e7a, talvez seja a maior chance de mudan\u00e7a, conforme fique cada vez mais claro que estamos num projeto suicida.<\/p>\n<p>Vai ser muito duro perdermos a nossa continuidade. Como seres individuais somos mortais, como esp\u00e9cie animal somos praticamente imortais. Do planeta-nossa-casa somos meros locat\u00e1rios, aqui viemos e deixamos nossas pequenas marcas, a maior dela nossos descendentes, mas logo vamos de sa\u00edda, deixando para tr\u00e1s os outros, com os quais devemos nos importar acima de tudo.<\/p>\n<p>Estamos falando de desprendimento, \u00e9 algo que n\u00e3o fazemos em bem pr\u00f3prio, mas pelo bem dos nossos filhos ou se formos al\u00e9m, todos os filhos s\u00e3o nossos filhos, somos membros de uma \u00fanica fam\u00edlia, a fam\u00edlia dos seres vivos, todos eles id\u00eanticos entre si pela biologia, mas cuja diferen\u00e7a individual \u00e9 a nossa maior for\u00e7a.<\/p>\n<p>E a nossa for\u00e7a est\u00e1 na solidariedade e n\u00e3o na competi\u00e7\u00e3o, pois a solidariedade \u00e9 a caracter\u00edstica predominante entre as esp\u00e9cies e entre os indiv\u00edduos da mesma esp\u00e9cie.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ganhei esse texto de \u201cpresente\u201d do Hugo Penteado, o autor do Ecoeconomia. 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