{"id":445,"date":"2024-03-22T15:31:46","date_gmt":"2024-03-22T18:31:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/emrc\/?p=445"},"modified":"2024-03-22T15:42:31","modified_gmt":"2024-03-22T18:42:31","slug":"autoimunidade-pra-que-te-quero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/emrc\/2024\/03\/22\/autoimunidade-pra-que-te-quero\/","title":{"rendered":"Autoimunidade: Pra que te quero?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea com certeza j\u00e1 ouviu os termos autoimunidade e doen\u00e7as autoimunes (como a esclerose m\u00faltipla e diabetes) em conversas do dia a dia, seja entre amigos, familiares, visitas a cl\u00ednicas e hospitais, ou mesmo na internet, televis\u00e3o ou r\u00e1dio. Atualmente, cada vez mais o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as autoimunes vem aumentando, o que tem ajudado muito no tratamento delas. Contudo, muitas vezes confundem-se os termos <\/span><b>doen\u00e7as autoimunes<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> e <\/span><b>autoimunidade<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, com essa \u00faltima sendo endemonizada ao tocar no assunto.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas ser\u00e1 que a autoimunidade \u00e9 realmente ruim para n\u00f3s? Hoje vamos pensar um pouco mais sobre isso.<\/span><\/p>\n<h1><span style=\"font-weight: 400;\">Como o corpo consegue diferenciar o que \u00e9 nosso e o que \u00e9 externo?<\/span><\/h1>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As c\u00e9lulas do nosso sistema imune possuem formas espec\u00edficas de reconhecer o que \u00e9 nosso (pr\u00f3prio) e o que \u00e9 externo ao nosso corpo (n\u00e3o-pr\u00f3prio). Para isso, n\u00f3s utilizamos um sistema quase de \u201ccara-crach\u00e1\u201d, com as c\u00e9lulas do nosso apresentando partes de si mesmas \u00e0s c\u00e9lulas de defesa para mostrar que elas s\u00e3o quem dizem ser. \u00c9 a partir desse sistema de vigil\u00e2ncia que nosso sistema imune consegue reconhecer bact\u00e9rias, c\u00e9lulas modificadas (infectadas por v\u00edrus ou cancer\u00edgenas), fungos, etc.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">E como isso acontece? <\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vamos pensar em uma situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma c\u00e9lula <\/span><b>Natural Killer<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> est\u00e1 se movendo entre as c\u00e9lulas da pele. Essa Natural Killer \u00e9 uma das c\u00e9lulas mais comuns do sistema imune,\u00a0 participando desse processo de vigil\u00e2ncia e sendo especializada em matar c\u00e9lulas modificadas. Ali na pele, todas as c\u00e9lulas est\u00e3o mostrando peda\u00e7os de prote\u00ednas pr\u00f3prias para a Natural Killer (<\/span><b>NK<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">), e ela est\u00e1 reconhecendo essas c\u00e9lulas como pr\u00f3prias do corpo. At\u00e9 que uma c\u00e9lula meio diferente apresenta um peda\u00e7o de prote\u00edna (tamb\u00e9m chamado de <\/span><b>Ant\u00edgeno<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">) que a Natural Killer n\u00e3o reconhece. A c\u00e9lula NK prontamente se aproxima mais dessa c\u00e9lula diferente e libera v\u00e1rias mol\u00e9culas que acabam por mat\u00e1-la. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Natural Killer n\u00e3o tinha como saber, mas a c\u00e9lula em quest\u00e3o estava diferente porque estava infectada por um v\u00edrus, sendo que o ant\u00edgeno que ela apresentou era uma prote\u00edna viral e n\u00e3o uma prote\u00edna pr\u00f3pria. A \u00fanica coisa que a Natural Killer sabia era que aquela prote\u00edna n\u00e3o era pr\u00f3pria do corpo e, por causa disso, havia algo de estranho com a c\u00e9lula em quest\u00e3o, por isso ela deveria ser morta.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3>Onde quero chegar com isso?<\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 a partir desse processo de cara-crach\u00e1, apresentando peda\u00e7os de prote\u00ednas nossas para as nossas pr\u00f3prias c\u00e9lulas de defesa (todo esse processo \u00e9 chamado de <\/span><b>Apresenta\u00e7\u00e3o de Ant\u00edgeno<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">) que conseguimos matar rapidamente muitas c\u00e9lulas que est\u00e3o em estado de muta\u00e7\u00e3o inicial ainda, ou que j\u00e1 s\u00e3o cancer\u00edgenas mas n\u00e3o come\u00e7aram a se multiplicar muito, ou mesmo que est\u00e3o infectadas com v\u00edrus.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As c\u00e9lulas mais especializadas que temos para fazer esse trabalho s\u00e3o os chamados <\/span><b>Linf\u00f3citos T Citot\u00f3xicos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, um tipo de linf\u00f3cito T que carrega v\u00e1rias enzimas capazes de matar c\u00e9lulas, seja abrindo buracos nas suas membranas ou iniciando um processo chamado <\/span><b>Apoptose<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, que nada mais \u00e9 do que um suic\u00eddio que a c\u00e9lula faz (em termos t\u00e9cnicos, \u00e9 chamado de <\/span><b>Morte Celular Programada<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, pela c\u00e9lula direcionar todo o seu maquin\u00e1rio para realizar essa \u00fanica fun\u00e7\u00e3o de se matar).\u00a0<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Curiosidade: <\/span><\/i><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">O linf\u00f3cito T citot\u00f3xico leva esse nome justamente pelas enzimas que ele carrega serem t\u00f3xicas para outras c\u00e9lulas. Esses linf\u00f3citos n\u00e3o s\u00e3o afetados pelas enzimas que est\u00e3o dentro deles, devido a tais mol\u00e9culas estarem protegidas dentro de pequenas ves\u00edculas que eles carregam internamente. Quando um linf\u00f3cito deste encontra uma c\u00e9lula modificada, ele libera essas ves\u00edculas em cima dessa c\u00e9lula estranha e todos os efeitos mencionados acima acontecem. Esses linf\u00f3citos tamb\u00e9m s\u00e3o chamados de <\/span><\/i><b><i>T CD8<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">, devido a uma prote\u00edna muito espec\u00edfica que eles t\u00eam em sua membrana que leva o nome-c\u00f3digo de CD8.<\/span><\/i><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Como essas c\u00e9lulas sabem reconhecer o que \u00e9 pr\u00f3prio e o que n\u00e3o \u00e9 pr\u00f3prio?<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pois bem, todos os linf\u00f3citos passam por um processo chamado <\/span><b>matura\u00e7\u00e3o de linf\u00f3cito<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (T ou B, ambos os tipos de linf\u00f3citos passam por processos similares). Nesse processo os linf\u00f3citos s\u00e3o apresentados a v\u00e1rios <\/span><b>autoant\u00edgenos <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">(nesse caso espec\u00edfico, um autoant\u00edgeno \u00e9 um peda\u00e7o de uma prote\u00edna nossa, que o nosso corpo produz, por exemplo, a insulina e o col\u00e1geno). Duas coisas s\u00e3o testadas nesse processo:\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">1) se esses linf\u00f3citos s\u00e3o capazes de reconhecer esses autoant\u00edgenos e\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">2) com quanta for\u00e7a (aqui chamada de<\/span><b> Avidez<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">) essas c\u00e9lulas se ligam a esses autoant\u00edgenos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aqueles linf\u00f3citos que n\u00e3o reconhecem os autoant\u00edgenos acabam sendo mortos, assim como aqueles que reconhecem com muita avidez. A ideia por tr\u00e1s desse processo \u00e9 impedir que uma c\u00e9lula que n\u00e3o reconhece as nossas prote\u00ednas como pr\u00f3prias, saia vagando pelo corpo e destruindo as nossas outras c\u00e9lulas (visto que ela n\u00e3o reconhece as nossas prote\u00ednas como algo do nosso pr\u00f3prio corpo). A outra ideia \u00e9 impedir que mesmo uma c\u00e9lula que reconhece as prote\u00ednas mas que se liga muito forte a elas (sendo que nessa situa\u00e7\u00e3o, tal linf\u00f3cito tamb\u00e9m vai liberar suas enzimas citot\u00f3xicas), tamb\u00e9m saia por a\u00ed matando as nossas c\u00e9lulas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao final, n\u00f3s queremos manter somente aqueles linf\u00f3citos que reconhecem as nossas prote\u00ednas como pr\u00f3prias, mas n\u00e3o com muita avidez, chegando no ponto ideal de se ligar a uma c\u00e9lula nossa, reconhecer ela como pr\u00f3pria (caso seja apresentado um autoant\u00edgeno \u2014 o \u201ccara crach\u00e1\u201d) e soltar ela antes de mat\u00e1-la. Esse processo de matura\u00e7\u00e3o de linf\u00f3citos \u00e9 t\u00e3o eficiente que, para o caso dos linf\u00f3citos T, a cada 100 linf\u00f3citos T que come\u00e7am o processo de matura\u00e7\u00e3o, somente 5 chegam ao final deste, com os outros 95 morrendo durante o percurso.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Curiosidade: <\/span><\/i><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Todo esse processo de selecionar os linf\u00f3citos que respondem aos nossos autoant\u00edgenos sem ser com muita avidez \u00e9 chamado de <\/span><\/i><b><i>Toler\u00e2ncia Central<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">, devido ao corpo estar \u201censinando\u201d (e aqui uso aspas porque o corpo n\u00e3o ensina nada efetivamente mas sim mata as c\u00e9lulas que n\u00e3o respondem como desejado) esses linf\u00f3citos a tolerar as outras c\u00e9lulas do nosso corpo.<\/span><\/i><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Ok, e o que tudo isso tem a ver com autoimunidade e doen\u00e7as autoimunes?<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tudo o que temos falado at\u00e9 agora \u00e9 sobre o processo de autoimunidade e o surgimento de doen\u00e7as autoimunes! A autoimunidade \u00e9 um processo fisiol\u00f3gico e natural do nosso corpo, sendo respons\u00e1vel pela elimina\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas modificadas, sejam estas cancer\u00edgenas ou infectadas por v\u00edrus. Lembra do exemplo dado com a c\u00e9lula Natural Killer ou o linf\u00f3cito T citot\u00f3xico matando uma c\u00e9lula com v\u00edrus? Esses processos todos s\u00e3o processos autoimunes!<\/span><\/p>\n<p><strong>Quer dizer que a autoimunidade \u00e9 boa para n\u00f3s?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como tudo na biologia (e principalmente na imunologia): <\/span><b>depende<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Precisa haver um balan\u00e7o nesse processo todo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma <\/span><b>doen\u00e7a autoimune <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">vai surgir justamente quando tiver um desbalan\u00e7o nesse processo, com os linf\u00f3citos e outras c\u00e9lulas do sistema imune adaptativo reconhecendo nossas c\u00e9lulas como algo n\u00e3o pr\u00f3prio (ou externo ao nosso corpo) e come\u00e7ando a destru\u00ed-las. Dependendo da onde isso acontece, temos doen\u00e7as bem conhecidas como: psor\u00edase (c\u00e9lulas da pele sendo mortas), diabetes do tipo 1 (c\u00e9lulas do p\u00e2ncreas sendo mortas), tiroidite de Hashimoto (c\u00e9lulas da tire\u00f3ide sendo mortas) e esclerose m\u00faltipla (c\u00e9lulas do sistema nervoso central sendo mortas).<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Ah, ent\u00e3o seria melhor se n\u00e3o existisse a autoimunidade? <\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Bem\u2026 n\u00e3o exatamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vamos imaginar duas situa\u00e7\u00f5es:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\">\n<h4><b>Autoimunidade \u00e9 pouco eficiente:\u00a0<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nessa situa\u00e7\u00e3o, nossas c\u00e9lulas de defesa s\u00e3o incapazes de reconhecer as outras c\u00e9lulas do nosso corpo como externas e assim n\u00e3o existe quaisquer chances de uma doen\u00e7a autoimune se iniciar. Contudo, justamente por causa disso, quando surge uma c\u00e9lula cancer\u00edgena no organismo, ou quando um v\u00edrus infecta uma c\u00e9lula do corpo, nosso sistema imune n\u00e3o vai conseguir reconhecer isso como algo patog\u00eanico e tais c\u00e9lulas n\u00e3o ser\u00e3o mortas. Em pouco tempo, poder\u00edamos morrer em decorr\u00eancia do c\u00e2ncer se espalhar pelo resto do corpo (processo esse chamado de <\/span><b>met\u00e1stase<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">), ou em consequ\u00eancia dos processos patol\u00f3gicos ocasionados por uma infec\u00e7\u00e3o viral.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li aria-level=\"1\">\n<h4><b>Autoimunidade \u00e9 muito eficiente:<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nessa situa\u00e7\u00e3o, nossas c\u00e9lulas de defesa s\u00e3o muito eficientes em reconhecer quaisquer c\u00e9lulas do corpo que estejam com o menor grau de muta\u00e7\u00e3o ou modifica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. Nesse cen\u00e1rio n\u00e3o existe chance de um c\u00e2ncer aparecer, porque no primeiro instante que uma c\u00e9lula cancer\u00edgena surge, o sistema imune est\u00e1 vigilante para mat\u00e1-la. As infec\u00e7\u00f5es virais tamb\u00e9m s\u00e3o resolvidas rapidamente, pois quando um v\u00edrus come\u00e7a a se multiplicar dentro de uma c\u00e9lula, as c\u00e9lulas do sistema imune j\u00e1 o descobrem e matam a c\u00e9lula hospedeira. Entretanto, pelo sistema imune estar t\u00e3o vigilante, ele acaba por ficar \u201cparan\u00f3ico\u201d e assim ele come\u00e7a a atacar c\u00e9lulas do corpo sem que haja qualquer sinal de modifica\u00e7\u00e3o nelas, simplesmente porque ele n\u00e3o reconhece mais essas c\u00e9lulas como pr\u00f3prias. E ent\u00e3o come\u00e7amos a ter doen\u00e7as autoimunes generalizadas, com os linf\u00f3citos e outras c\u00e9lulas do sistema imune adaptativo atacando todo e qualquer tecido corporal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ou seja, a autoimunidade, ao reconhecer aquilo que faz parte do pr\u00f3prio corpo, \u00e9 \u00f3tima para n\u00f3s. Ela evita que um c\u00e2ncer cres\u00e7a e se espalhe pelo nosso organismo, atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o de vigil\u00e2ncia e morte realizada pelos linf\u00f3citos T citot\u00f3xicos e c\u00e9lulas NK. Al\u00e9m disso, \u00e9 atrav\u00e9s desse reconhecimento do n\u00e3o-pr\u00f3prio que nosso corpo evita o espalhamento de agentes causadores de doen\u00e7as, como os v\u00edrus. Entretanto, o processo de toler\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 simples e, somado a diversos outros fatores que\u00a0 ainda vamos abordar, pode sofrer um desbalan\u00e7o, podendo originar doen\u00e7as autoimunes como o l\u00fapus e esclerose m\u00faltpila, que mostram a faceta maligna da autoimunidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aproveite o in\u00edcio dessa jornada em busca do equil\u00edbrio do sistema imune, e at\u00e9 mais!<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Saiba mais em:\u00a0<\/span><\/h2>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cohen, I. R., &amp; Lohse, A. W. (1991). Physiology and pathophysiology of autoimmunity. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Seminars in liver disease<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">11<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(3), 183\u2013186. <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1055\/s-2008-1040435\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.1055\/s-2008-1040435<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Bluestone, J. A., &amp; Anderson, M. (2020). Tolerance in the Age of Immunotherapy. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The New England journal of medicine<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">383<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(12), 1156\u20131166. <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1056\/NEJMra1911109\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.1056\/NEJMra1911109<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Zitvogel, L., Perreault, C., Finn, O. J., &amp; Kroemer, G. (2021). Beneficial autoimmunity improves cancer prognosis. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nature reviews. Clinical oncology<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">18<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(9), 591\u2013602. <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41571-021-00508-x\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41571-021-00508-x<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Tlaskalov\u00e1-Hogenov\u00e1, H., Mandel, L., St\u0115p\u00e1nkov\u00e1, R., B\u00e1rtov\u00e1, J., Barot, R., Leclerc, M., Kov\u00e1r\u016f, F., &amp; Trebichavsk\u00fd, I. (1992). Autoimmunity: from physiology to pathology. Natural antibodies, mucosal immunity and development of B cell repertoire. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Folia biologica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">38<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(3-4), 202\u2013215.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ezerzer, C., &amp; Harris, N. (2007). Physiological immunity or pathological autoimmunity&#8211;a question of balance. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Autoimmunity reviews<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">6<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(7), 488\u2013496. <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.autrev.2007.02.009\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.autrev.2007.02.009<\/span><\/a><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pashnina, I. A., Krivolapova, I. M., Fedotkina, T. V., Ryabkova, V. A., Chereshneva, M. V., Churilov, L. P., &amp; Chereshnev, V. A. (2021). 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