{"id":360,"date":"2010-06-25T11:55:43","date_gmt":"2010-06-25T14:55:43","guid":{"rendered":"http:\/\/gilbertomartino.wordpress.com\/?p=360"},"modified":"2010-06-25T11:55:43","modified_gmt":"2010-06-25T14:55:43","slug":"ciencia-hoje-das-criancas-on-line-entenda-como-funcionam-as-lampadas-incandescentes-e-fluorescentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/2010\/06\/25\/ciencia-hoje-das-criancas-on-line-entenda-como-funcionam-as-lampadas-incandescentes-e-fluorescentes\/","title":{"rendered":"Ci\u00eancia Hoje das Crian\u00e7as On-line: Entenda como funcionam as l\u00e2mpadas incandescentes e fluorescentes"},"content":{"rendered":"<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<h1>Ci\u00eancia Hoje das Crian\u00e7as On-line<\/h1>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"1\" colspan=\"1\">\n<table width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"1\" colspan=\"1\">Tecnologia e inven\u00e7\u00f5es<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"1\" colspan=\"1\">\n<table width=\"95%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"1\" colspan=\"1\">Se liga!<br \/>\n<strong>Entenda como funcionam as l\u00e2mpadas incandescentes e fluorescentes<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 150 anos, as casas eram iluminadas a vela ou com lamparinas a querosene. Imagine o perigo e a chatea\u00e7\u00e3o! Havia hora para acender e apagar os lampi\u00f5es da rua&#8230; Pensando bem, desde que o homem aprendeu a fazer fogo, passaram-se s\u00e9culos at\u00e9 acendermos, num gesto simples, as modernas l\u00e2mpadas el\u00e9tricas, t\u00e3o comuns e familiares que nem sabemos mais como funcionam.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/c86ea5ff015ff03a4cd0c01548fcbe94.jpeg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/c86ea5ff015ff03a4cd0c01548fcbe94.jpeg\" alt=\"\" title=\"\" width=\"425\" height=\"248\" class=\"alignnone size-full wp-image-361\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/c86ea5ff015ff03a4cd0c01548fcbe94.jpeg 425w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/c86ea5ff015ff03a4cd0c01548fcbe94-300x175.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A eletricidade \u00e9 hoje a principal fonte de energia usada para produzir luz artificial. A l\u00e2mpada incandescente foi inventada por Thomas Edison, em 1877. Ela funciona pela passagem de uma corrente el\u00e9trica por um fio fino em forma de espiral e de alta resist\u00eancia el\u00e9trica, o que torna tudo incandescente. O fio est\u00e1 dentro de uma ampola de vidro que cont\u00e9m um g\u00e1s inerte ou v\u00e1cuo (se n\u00e3o fosse assim, a l\u00e2mpada pegaria fogo). O aquecimento do fio emite luz: quanto maior a temperatura do fio, maior a quantidade de luz emitida. Por isso, h\u00e1 l\u00e2mpadas \u2019fracas\u2019 e \u2019fortes\u2019.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/264bd6adcdf50eb1029949574b1dd62e.jpeg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/264bd6adcdf50eb1029949574b1dd62e.jpeg\" alt=\"\" title=\"\" width=\"215\" height=\"193\" class=\"alignnone size-full wp-image-362\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c0 propor\u00e7\u00e3o que acendemos e apagamos a l\u00e2mpada, o fio met\u00e1lico vai gastando: ele vai evaporando com o calor at\u00e9 que se rompe e n\u00e3o deixa mais passar a corrente el\u00e9trica &#8211; e a l\u00e2mpada deixa de produzir luz. Muitas l\u00e2mpadas incandescentes s\u00e3o usadas no dia-a-dia, cada uma com sua diferen\u00e7a t\u00e9cnica e sua fun\u00e7\u00e3o (luz para geladeira, farol de carro, est\u00fadio de foto e assim por diante).<\/p>\n<p>J\u00e1 as l\u00e2mpadas fluorescentes (direita) s\u00e3o conhecidas como \u2019luz fria\u2019, pois emitem menos calor para o ambiente que as incandescentes. Elas come\u00e7aram a ser produzidas a partir de 1945. A l\u00e2mpada fluorescente \u00e9 constitu\u00edda por um tubo de vidro em forma de cilindro, de \u2019W\u2019 ou de \u2019U\u2019. O tubo \u00e9 preenchido com um g\u00e1s (arg\u00f4nio) e sua superf\u00edcie interior \u00e9 coberta com uma camada de p\u00f3 fluorescente. Ela cont\u00e9m vapor de merc\u00fario e um filamento, s\u00f3 que aqui com uma fun\u00e7\u00e3o diferente da que tinha na l\u00e2mpada incandescente.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/e0c62c62f869ad1ffa3fef8c1ae4fec2.jpeg\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/e0c62c62f869ad1ffa3fef8c1ae4fec2.jpeg\" alt=\"\" title=\"\" width=\"96\" height=\"400\" class=\"alignnone size-full wp-image-363\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/e0c62c62f869ad1ffa3fef8c1ae4fec2.jpeg 96w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2010\/06\/e0c62c62f869ad1ffa3fef8c1ae4fec2-72x300.jpeg 72w\" sizes=\"(max-width: 96px) 100vw, 96px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ao passar pelo filamento, a corrente el\u00e9trica provoca uma descarga no g\u00e1s do interior do tubo, levando os el\u00e9trons do g\u00e1s a colidir com os \u00e1tomos de merc\u00fario. Quando voltam a um estado de equil\u00edbrio, esses \u00e1tomos emitem uma energia na forma de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta. A luz \u00e9 produzida pelo encontro dessa radia\u00e7\u00e3o com a superf\u00edcie do tubo de vidro recoberta com p\u00f3 fluorescente. As l\u00e2mpadas fluorescentes, para funcionar, precisam de um equipamento chamado reator, que controla e limita a corrente el\u00e9trica que faz a l\u00e2mpada funcionar.<\/p>\n<p>L\u00e2mpadas fluorescentes conseguem emitir maior quantidade de luz que as incandescentes e consomem menos eletricidade (\u00e0s vezes, at\u00e9 cinco vezes menos). Antigamente, as l\u00e2mpadas fluorescentes n\u00e3o conseguiam reproduzir com fidelidade as cores dos objetos, que tendiam a se tornar azulados. Hoje, por\u00e9m, esse problema j\u00e1 foi superado. Assim, se voc\u00ea precisar de uma l\u00e2mpada para seu quarto, pe\u00e7a a seus pais para comprarem uma fluorescente. Eles v\u00e3o chiar por causa do pre\u00e7o. Mas voc\u00ea pode dizer que, al\u00e9m de economizar energia, ela dura muito mais tempo.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>adaptado do artigo originalmente publicado<br \/>\nem <strong>Ci\u00eancia Hoje das Crian\u00e7as<\/strong> no 38 escrito por:<br \/>\nGilberto de Martino Jannuzzi,<br \/>\nDepartamento de Energia,<br \/>\nUniversidade Estadual de Campinas<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ci\u00eancia Hoje das Crian\u00e7as On-line Tecnologia e inven\u00e7\u00f5es Se liga! Entenda como funcionam as l\u00e2mpadas incandescentes e fluorescentes H\u00e1 150<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-360","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diario"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/360\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/energiaeambiente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}