Momento “cuteness” + conserva√ß√£o

Recentemente o Zoológico de Toronto liberou imagens dos primeiros passos de um filhote de urso polar que nasceu em 9 de Novembro do ano passado:

[youtube_sc url=”http://www.youtube.com/watch?v=OkfEChXa2V0″]

Segundo um dos leitores do Why Evolution is True, o filhote “√©¬†o √ļnico sobrevivente de uma ninhada de tr√™s. Ele foi tirado de sua m√£e Aurora, visto que ela tem um hist√≥rico de rejei√ß√£o de seus filhotes”.

Essa hist√≥ria de me lembrou do Knut, um filhote de urso polar rejeitado pela m√£e no zool√≥gico de Berlin. Knut alcan√ßou o status de fen√īmeno, ap√≥s ser abandonado pela m√£e, em 2006, se tornando o primeiro filhote da esp√©cie a atingir a fase adulta no zool√≥gico em 30 anos.

Knut e seu tratador

Sua carreira chegou a um fim trágico, entretanto, quando em 2011 Knut sofreu um colapso em decorrência de uma encefalite e acabou morrendo afogado em seu recinto.

A vida de Knut n√£o foi livre de controv√©rsias. Em 2007, o ativista de direitos animais¬†Frank Albrecht disse que criar Knut violava os direitos animais, pois a cria√ß√£o por humanos levaria a dist√ļrbios compartimentais e sofrimento ao animal. Eu honestamente nunca vi evidencias de que animais criados em cativeiro, se bem criados, sofrem, muito menos que sofrer o suficiente para justificar… bem, n√£o cria-los (o que supostamente deixaria s√≥ uma outra alternativa). Mas √© verdade que a cria√ß√£o por humanos pode impactar negativamente comportamentos essenciais para a esp√©cie, o que pode dificultar, e at√© inviabilizar, a re-introdu√ß√£o do animal na natureza ou a sua cria√ß√£o em cativeiro.

Ent√£o… criar animais em cativeiro √© necessariamente ruim? Eu acho que n√£o.

Recentemente eu vi um lindo exemplo no Aquário de Monterey, na Califórnia. Lá eles mantinham diversos animais em cativeiro, inclusive uma albatroz fêmea chamada Makana que, após várias tentativas de recuperação, se mostrou incapaz de ser re-introduzida no meio ambiente (ela possui uma asa fraturada) e hoje é usada para educar os visitantes sobre os perigos da poluição para esses animais.

2013-11-13 14.40.07
Makana se exibindo. Veja ela em ação aqui

Agora o que mais me impressionou foram as lontras-marinhas. Não é apenas pelo fato delas serem incrivelmente fofas:

Nhonhonhonhonho.
Clique aqui para ver uma camera ao vivo.

O mais impressionante, para mim, foi aprender que os animais em exposi√ß√£o eram usadas como bab√°s para lontras orf√£s que eram resgatadas pelo aqu√°rio. A id√©ia √© simples: lontras √≥rf√£s, se criadas por humanos, n√£o poderiam ser re-introduzidas no meio ambiente. Esse era na verdade o caso das lontras expostas. Por√©m, se um filhote √© criado por uma bab√°, mesmo uma criada por humanos, existe uma chance maior dele ser re-introduzido no ambiente com sucesso. E, de fato, muitas dessas lontras ajudaram a criar diversos animais que foram mais tarde re-introduzidos na natureza. Ou seja, a cria√ß√£o de alguns poucos animais em cativeiro ajudou as popula√ß√Ķes naturais desses animais. Fant√°stico!

Claro, isso n√£o significa que todos os zool√≥gicos e aqu√°rios s√£o para√≠sos de conserva√ß√£o ex-situ. Ali√°s, acho que muitos zool√≥gicos tem uma rela√ß√£o at√°vica com seu passado, como um local de cole√ß√Ķes e curiosidades do mundo animal. Mas talvez, com um pouco de esfor√ßo, podemos chegar l√°.

Curiosidade: lontras-marinhas adoram mastigar camar√Ķes congelados e, depois de uma bela refei√ß√£o, tirar uma soneca boiando em alto-mar.

2013-11-13 16.01.15

 

√Č… eu sei. Insuport√°vel n√£o?

Obrigado por todos os peixes

A tempos havia prometido a mim mesmo fazer um post quando o blog atingisse a marca das 20 mil visitas, agradecendo a presen√ßa de todos que tem acompanhado minhas pequenas digress√Ķes.

Porém, como tudo nessa vida, acabei procrastinando. Agora o blog tem quase 30 mil visitas (28529 no momento da redação, para ser exato) e gostaria de agradecer a todos pelo incentivo e ajuda.

Um abraço especial vai para:

– o Pirula, por ter levado algumas das discuss√Ķes que coloquei aqui para o seu vlog;

– uma pessoa inominada do Science Blogs que ajudou a divulgar meus posts;
Sibele Fausto e √Ātila do Rainha Vermelha, pela ajuda com o twitter;¬†
– Roberto Takata do Gene Reporter¬†e D-Dimens√Ķes, por serem presen√ßas constantes por aqui;
– e, obviamente, para todos os leitores, assinantes, seguidores e comentadores, que tornam essa atividade bastante recompensadora.
√Č interessante notar que a grande maioria dos coment√°rios que recebi foram bastante polidos (mesmo os contr√°rios), e n√£o consigo me lembrar de comentarios deliberadamente ofensivos (com exce√ß√£o de um, que foi apagado pelo pr√≥prio autor). Isso √© √≥timo, pois at√© agora n√£o tive que implementar uma pol√≠tica de coment√°rios por aqui, algo que irei postergar o m√°ximo poss√≠vel. Minha ideia √© manter um canal aberto para troca de ideias, e adoraria que todos contribu√≠ssem para que continuasse assim.¬†
O mesmo vale para o meu e-mail. L√° eu j√° bloqueei diversos spammers e continuarem a faze-lo. Minha caixa de entrada n√£o √© penico.¬†Quanto ao facebook, eu n√£o bloqueio muita gente (2, at√© a √ļltima vez que contei), mas eu n√£o adiciono pessoas que n√£o conhe√ßa pessoalmente. Claro, h√° exce√ß√Ķes e h√° deslises mas, via de regra tento manter meu perfil o mais limpo e controlado o poss√≠vel.
Mas como Fábio é meu nome, e estatística é meu jogo (clique aqui, se você não entende a referência), vamos a alguns fun-facts sobre o Haeckeliano.

  • Os 5 pa√≠ses que mais geram trafico para o blog s√£o (em ordem decrescente): Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Portugal e Russia. √Č… eu sei… wtf?
  • O navegador mais utilizado para acessar o blog √© o Chrome, com 53% dos acessos, e menos de 6% do trafico √© origin√°rio de celulares e dispositivos m√≥veis.
  • O sistema operacional mais usado √© o windows, com 80% dos acessos, enquanto o mac √© usado em apenas 9% dos acessos. S√©rio? Vamos l√° mac-hipsters, onde est√° o sentimento de classe?
  • Os sites que mais geram acesso s√£o o Facebook, Youtube e Google, nessa ordem.
  • Das palavras chaves usadas no Google para chegar ao site, a principal √© “haeckeliano”. Devo acreditar que n√£o s√£o hits acidentais…
  • A m√©dia de acessos tem sido de pouco mais de 100 por dia. Da √ļltima vez que chequei, eram aproximadamente 50.

Objetivos e prognósticos:

  • Aumentar minha presen√ßa no twitter, onde posso falar mais besteiras com uma frequ√™ncia maior. N√£o se inscreveu ainda? Clica aqui.
  • Postar sobre o que eu fa√ßo (ou com material pr√≥prio).
  • Irritar algu√©m.
  • Cortar o cabelo.

Graffiti+Ciência

Essas s√£o algumas fotos de um graffiti que est√° ao lado do Museo Argentino de Ciencias Naturales aqui de Buenos Aires, no Parque Centen√°rio. A tem√°tica √© “ci√™ncia”, mas tem algo na mistura de estilos e cores que me grita “pop-hipster-latino”. N√£o preciso dizer que acho fenomenal.

Existem também algumas frases de pessoas presumidamente famosas que acompanham algumas partes do painel. Digo presumidamente porque sou inculto demais para saber e preguiçosos demais para procurar.

(clique nas imagens para ver em formato de slide-show)



“As conquistas cientificas s√≥ servem se est√£o ao servi√ßo do povo”¬†-Ram√≥n Garrillo

Nota mental: não esquecer de perguntar para o sr. Garrillo qual é a utilidade para o povo de análises de evolução morfológica de Caniformes.

“N√£o somos donos da terra. Somos parte dela”

“A ci√™ncia n√£o tem p√°tria, mas o homem da ci√™ncia t√™m” -S. Houssay

Com nota especial para:

Essa para mim √© fant√°stica. N√£o apenas mistura lhamas (ou guanacos? Vai saber…), um √°tomo e um senhor extremamente bem vestido em posi√ß√£o emblem√°tica. Na minha opini√£o s√≥ faltou uma coisa: gravatas-borboletas. Para o cara, para a lhama, para o √°tomo. Gravatas borboletas nunca s√£o demais.

Duvidam? Cliquem aqui.

I rest my case.

Encontro improv√°vel (guest post)

Momento do encontro entre hereges na paulista. Esquerda para a direita: Guilherme Tomyshio, Pirulla, Rony, eu e Vivian. ¬†Foi usada uma c√Ęmera especial que captura a intensidade da malevolencia, evidenciado pela intensidade do brilho dos olhos. Nota especia para o Pirulla e para a Vivan.¬†





Segue abaixo um texto elaborado por meu amigo Rony Marques, relatando um encontro ocorrido entre eu, o Pirulla, o Guilherme Tomyshio, a Vivian Paix√£o, Rhafael Examus. Algo muito divertido que j√° est√° virando uma rotina. A pluralidade de opini√Ķes e perspectivas √© bastante revigorante e estimulante.¬†Talvez esse seja a verdadeira for√ßa de se ter um grupo totalmente heterog√™nio de pessoas sob o mesmo nome, seja ele “ateus” ou “c√©ticos” ou qualquer coisa assim.¬†


Claro, eu objetaria à minha representação como um bebado irremediavel, mas é uma representação   precisa o suficiente.




Rony Marques¬†————————————————

Fim de tarde em uma das principais avenidas de S√£o Paulo, a Paulista. Saio do metr√ī em dire√ß√£o ao parque Trianon e vejo pessoas andando em uma desordem organizada, passando umas pelas outras, por√©m sem se trombarem.¬†Passo em frente a uma banca e vejo as not√≠cias, quase c√≥pias umas das outras, nas primeiras p√°ginas dos jornais.

Chego perto do bar que vai ser usado como ponto de encontro e vejo as pessoas com quem me encontrarei sentadas em uma mesa pr√≥xima a rua. N√£o consigo deixar de comparar a cena que vejo com a Ultima Ceia, o afresco de Da Vinci: Um cara com cabelos e barbas longas passando a seus companheiros a bebida. O primeiro a pegar a cerveja √© um homem, com cara de uns 30 anos, barba escura e um olhar sarc√°stico e inteligente, ao mesmo tempo; este dois s√£o Paulo Miranda (mais conhecido como Pirulla) e o F√°bio Machado, o Haeckeliano, que, para quem n√£o os conhecem, s√£o bi√≥logos e divulgadores da ci√™ncia na internet.¬†Al√©m deles, estava o Rhafael, que se identificou mais tarde como um desocupado por excel√™ncia, que na hora, respondia sem qualquer vontade um homem que fazia uma pesquisa sobre cigarros e que eu achei que fazia parte do grupo.¬†Ao lado do F√°bio estava Vivian, uma carioca, a mais tranquila deles, por√©m n√£o menos louca.¬†E, como o √ļltimo ap√≥stolo, estava Guilherme Tomishyo, um f√≠sico da UFSCar e fumante moderado, que a prop√≥sito, era o √ļnico que estava em p√©, fumando.¬†Por fim, para fechar o grupo estava o jornalista que decidiu por em palavras o que aconteceu neste encontro, conhecido por seus pais como Rony e por mim como ‚ÄúEu‚ÄĚ.

Ao me sentar na mesa, Pirulla me apresentou a todos do grupo, que me ofereceram um copo de cerveja antes de sequer perguntarem meu nome. Agradeci, peguei meu copo e me juntei a conversa, depois que o pesquisador intruso foi embora.


Se eu realmente fosse tentar transpor todas as conversas, piadas e frases filos√≥ficas regadas a √°lcool que foram proferidas ou latidas na mesa do bar, teria de escrever um livro comparado em tamanho e complexibilidade a Ulisses. Por isto, irei resumir a conversa e o n√ļmero de garrafas de cerveja que bebemos. Al√©m disto, eu n√£o me lembro de tudo o aconteceu na mesa (N√£o foi amn√©sia alco√≥lica, s√≥ a conversa que foi muito extensa), ent√£o n√£o poderia reproduzir tudo, mesmo que quisesse.


Para come√ßo de conversa discutimos a noite inteira sobre pol√≠tica, ci√™ncia e religi√£o, ou seja, tudo o que n√£o se discute em muitas outras mesas de bar.¬†Falamos de cr√≠ticos e cr√≠ticas ao ate√≠smo (Algu√©m leu Conde ali?) e, tamb√©m, sobre os ateus ‚Äúbitolados‚ÄĚ e com argumentos rasos.¬†Piadinhas sobre hist√≥rias de bebedeiras uns dos outros foram contadas e mais umas tr√™s rodadas de cerveja se passaram.

No meio de um assunto, um mendigo que passava por ali, veio pedir uma Coca para n√≥s. Chamamos o gar√ßom e pedimos que ele trouxesse o refrigerante e coloca-se em nossa conta. At√© ai, tudo bem, voltamos a nossa conversa e o mendigo come√ßou a falar com o gar√ßom. O problema √© que o mendigo mudou de ideia e quis uma Fanta, mas o gar√ßom se recusou a dar, pois n√≥s t√≠nhamos pedido uma Coca. Pronto. Foi s√≥ isso para que, sem que n√≥s perceb√™ssemos, uma disputa come√ßasse do nosso lado… A briga foi ficando cada vez mais s√©ria, at√© o ponto em que se tornou uma rincha entre cidades, pois cada um era de um lugar do nordeste que odiava o outro. Estramos no meio da conversa e pedimos a bendita Fanta, antes que algu√©m pulasse no pesco√ßo do outro. Cinco minutos depois, vemos o mendigo indo embora, feliz da vida com sua latinha de Fanta, enquanto eu pedia desculpas ao gar√ßom.


Mais umas quatro rodadas de cerveja e alguns bons minutos em filas para poder usar o banheiro, e a conversa entra na quest√£o de cotas raciais, onde o F√°bio, confuso pela quantidade de √°lcool no sangue, j√° n√£o se lembra mais se √© a favor ou contra. Depois de uma breve explica√ß√£o dos pr√≥s e contras, feitas por Pirulla, ele faz uma cara de tanto faz e diz que s√≥ houve problema, pois as universidades n√£o ‚Äúcriaram‚ÄĚ vagas para negros e sim pegaram reservaram vagas j√° existentes, ent√£o o pessoal sente como se tivesse perdido uma vaga, ou ainda, um direito e por isto que houve tanta confus√£o. Obviamente ele disse de um jeito um pouco mais confuso e enrolado, mas achei interessante botar isto aqui.¬†Me levanto da mesa e vou ao banheiro no meio de uma conversa sobre ac√ļstica, entre o Tomishyo e a Vivian, que √© formada em letras e est√° fazendo uma pesquisa na √°rea de fonoaudiologia, ou algo do g√™nero. Ap√≥s quinze minutos em uma fila e v√°rias tentativas, por parte dos homens da fila, de tentar usar o banheiro feminino, desisto e volto para a mesa.

Andando em direção a mesa, percebo que um pequeno grupo de mascaras e suspensórios se junta na esquina da rua, pegam um megafone e começam a discursar sobre o mal da Globo, da televisão, os comunistas, os direitistas, fim do mundo, Illuminatis e Nova Ordem Mundial, não nesta ordem. Esperava que isso acontecesse, afinal, estamos na Paulista; o problema é que o cara só falava besteira e a merda do megafone estava muito alto e eles gritavam próximos da nossa mesa. Fábio, já um pouco alterado, e eu resolvemos levantar e nos aproximar dos mascarados para ouvir o que eles berravam aos transeuntes e as outras pessoas no bar, que os ignoravam quase que por completo. Depois de mais alguns minutos, eles desistem de usar o megafone, tentam falar com algumas pessoas que passavam por ali, mas percebem o fracasso e vão para o bar e pedem algumas cervejas.


Nesta parte da noite Rafael j√° tinha indo embora e percebemos que j√° t√≠nhamos falado de quase tudo que era poss√≠vel: deus, pol√≠tica, sacolinhas pl√°sticas, fim do mundo etc. Ent√£o come√ßamos a conversar sobre hist√≥rias particulares, que mais lembravam aqueles contos fant√°sticos de rodas de fogueira. Cada um tinha a sua hist√≥ria mal contada que sempre deixou d√ļvidas em como aconteceu. A melhor, em minha opini√£o, foi uma das do Pirulla, que tinha um bom n√ļmero de hist√≥rias estranhas para nos contar. Ele disse certa vez, estava dormindo com sua namorada e de repente ela acordou gritando, ‚ÄúVai bater, vai bater!‚ÄĚ. Ele acordou assustado olhou para ela e alguns segundos depois, dois carros bateram na rua ao lado. A hist√≥ria at√© que n√£o durou muito, mas passamos uma boa uma hora tentando explicar o que aconteceu. No final, chegamos a ‚Äúobvia‚ÄĚ conclus√£o de que Leprechauns falaram o que iria acontecer em no ouvido dela.


Passamos ent√£o a jogar alguns jogos, como ‚ÄúEu nunca‚ÄĚ, o que rendeu um bom n√ļmero de piadas, risadas, e, pelo menos, umas tr√™s ou quatro garrafas de cerveja e uns pasteizinhos. Est√° parte foi, talvez, a mais engra√ßada, pois quase todas as perguntas eram obscenas, mas todos respondiam tranquilamente. F√°bio, que uma hora j√° n√£o conseguia ouvir mais as perguntas ou nem lembrava se tinha ou n√£o feito o que perguntamos, acabou bebendo em todas as rodadas, mas no final das contas ele era quem estava mais s√£o entre todos da mesa.


Por fim, pagamos tudo (principalmente eu e o Pirulla), e sa√≠mos do bar, tentando n√£o pagar uma √ļnica cerveja que pedimos depois, mas o pessoal ficou com certo peso na consci√™ncia e acabamos pagando com algumas moedas os tr√™s reais que faltavam.


Fomo embora em dire√ß√£o √† consola√ß√£o, onde eles me deixaram em um ponto de √Ēnibus em frente ao MASP e foram embora, os quatros loucos, que sa√≠ram rindo em dire√ß√£o a rua Augusta, para continuar a as aventuras noturnas. Ainda n√£o sei o que eles fizeram depois que eu fui embora, mas com certeza o pessoal n√£o lembra direito o que aconteceu naquela noite, ent√£o o breve relato sobre o encontro termina por aqui.






Apenas uma caricatura

Abaixo está a caricatura que o Pirulla fez para o segundo video sobre o Felício, no qual ele me cita:

√Č a imagem que fica na chamada do v√≠deo, antes de voc√™ abrir. Achei que estava muito bem feita, por√©m ¬†pequena, e por isso que resolvi reproduzi-la aqui (com permiss√£o, claro). Eu gostei muito da tonalidade de pele e do sombreamento. Tamb√©m gostei muito pelo fato de ser um grande apreciador de MMA: n√£o ha nada mais sereno do que dois homens crescidos se batendo at√© um desmaiar.

Uma curiosidade: o simbolo no canto superior direito, o porco, também foi feito pelo Pirulla. Se você aumentar a imagem, irá notar que escorre pela perna do porco não é coco, mas a assinatura dele.