{"id":48,"date":"2009-09-13T18:29:00","date_gmt":"2009-09-13T21:29:00","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/2009\/09\/de-quinto-imperio-a-quinta-potencia\/"},"modified":"2009-09-13T18:29:00","modified_gmt":"2009-09-13T21:29:00","slug":"de-quinto-imperio-a-quinta-potencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/hypercubic\/2009\/09\/de-quinto-imperio-a-quinta-potencia\/","title":{"rendered":"&#062;De Quinto Imp\u00e9rio a Quinta Pot\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<p>&gt;<\/p>\n<p align=\"center\"><em><font size=\"3\">Portugal j\u00e1 foi uma pot\u00eancia, caiu sobre o pr\u00f3prio peso e sonhou em voltar a ser um Imp\u00e9rio. Herdeiro das tradi\u00e7\u00f5es portuguesas, o Brasil ter\u00e1 o mesmo destino?<\/font><\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">O Brasil foi descoberto e ocupado \u2013 invadido \u2013 pela maior pot\u00eancia econ\u00f4mica e mar\u00edtima do s\u00e9culo XVI: Portugal. O antigo Condado Portucalense tinha um hist\u00f3rico de pioneirismo e lideran\u00e7a no continente europeu. Como a Espanha, foi dominado por s\u00e9culos pelos mouros mu\u00e7ulmanos vindos do norte da \u00c1frica. Mas a na\u00e7\u00e3o lusitana foi a primeira a se libertar do dom\u00ednio \u00e1rabe, j\u00e1 no s\u00e9culo XII. <\/p>\n<p><span class=\"fullpost\">  <\/p>\n<p align=\"justify\">Em seguida, Portugal foi o primeiro pa\u00eds europeu a se formar e a ter unidade administrativa, durante o s\u00e9culo XIII. Nos s\u00e9culos seguintes, o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas aproveitou-se de sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e floresceu com o empreendedorismo das Grandes Navega\u00e7\u00f5es. Rapidamente, Lisboa tornou-se uma capital cosmopolita, habitada por banqueiros judeus, mercadores descendentes de \u00e1rabes, administradores latinos e cat\u00f3licos, artistas italianos, saltimbancos franceses, aventureiros espanh\u00f3is e \u2013 como o mundo n\u00e3o era perfeito \u2013 alguns escravos negros. A l\u00edngua portuguesa, embora muito diferente da atual, era praticamente a segunda <em>l\u00edngua franca<\/em> da Europa depois do latim.<\/p>\n<p align=\"justify\">Infelizmente, por\u00e9m, os cat\u00f3licos latinos se deslumbraram com as riquezas acumuladas e cometeram muitos erros. O primeiro grande erro, talvez, foi ignorar Crist\u00f3v\u00e3o Colombo e sua ambiciosa e inovadora proposta de navegar ao Oriente pelo Ocidente (1492). O f\u00f4lego empreendedorista portugu\u00eas come\u00e7ava a ser sufocado pelo ac\u00famulo de tradi\u00e7\u00f5es e fantasmag\u00f3ricas supersti\u00e7\u00f5es e crendices. Logo em seguida, em 1497, estimulados por Roma e sob as b\u00ean\u00e7\u00e3os papais, os l\u00edderes cat\u00f3licos perseguiram e expulsaram os judeus de seu pa\u00eds. Portugal foi o centro anti-semita da Europa do s\u00e9culo XVI. Os nobres cat\u00f3licos asseguraram seu poder, mas a riqueza duraria pouco diante do deslumbramento, da m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o e de uma mentalidade cada vez mais retr\u00f3gada e conservadora.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mais ou menos por essa \u00e9poca, o Brasil foi \u201cachado\u201d, mas n\u00e3o se deu muita import\u00e2ncia \u00e0quelas terras de apar\u00eancia paradis\u00edaca (seria realidade?) situadas no Novo Mundo rec\u00e9m-descoberto por Colombo (a servi\u00e7o dos espanh\u00f3is, que s\u00f3 agora haviam acabado de se libertar dos mouros). Apenas tr\u00eas d\u00e9cadas mais tarde, a nova terra passou a ser ocupada, mas apenas por que o poderoso Imp\u00e9rio Portugu\u00eas corria o risco de perd\u00ea-la para retardat\u00e1rios como os franceses e os ingleses, que eram t\u00e3o amadores que s\u00f3 contavam com piratas nessa \u00e9poca.<\/p>\n<p align=\"justify\">O IN\u00cdCIO DA ETERNA PROMESSA DE \u201cPA\u00cdS DO FUTURO\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">Meio s\u00e9culo depois, o ent\u00e3o Rei de Portugal, o jovem D. Sebasti\u00e3o I, o menino-rei, morreu em circunst\u00e2ncias misteriosas durante uma frustrada tentativa de conquistar o que hoje \u00e9 o Marrocos. <\/p>\n<p align=\"justify\">Em vez de explorar a exuberante&#160; \u2014 por\u00e9m distante&#160; \u2014 col\u00f4nia americana em busca de recursos mais valiosos que o pau-brasil (ou as especiarias indianas), os lusos, pregi\u00e7osamente, preferiram reinventar as Cruzadas medievais no norte da \u00c1frica, logo ao sul da \u201cTerrinha\u201d, num territ\u00f3rio des\u00e9rtico e povoado pela mesma civiliza\u00e7\u00e3o que tomara a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, o sul da It\u00e1lia e fechara o Mediterr\u00e2neo ao com\u00e9rcio europeu. <\/p>\n<p align=\"justify\">Os portugueses acharam que, s\u00f3 porque foram os primeiros a expulsar os mu\u00e7ulmanos da Europa, poderiam acabar com o imenso Imp\u00e9rio Isl\u00e2mico e conquistar o Mediterr\u00e2neo. Desculpem-me os lusos (ou os seus descendentes), mas a fama de burrice portuguesa n\u00e3o \u00e9 \u00e0-toa.<\/p>\n<p align=\"justify\">Rei morto, rei posto. Bem, se houvesse um pr\u00edncipe\u2026 Por que D. Sebasti\u00e3o n\u00e3o deixou herdeiros pois n\u00e3o tinha uma rainha. Os candidatos ao trono portugu\u00eas eram, segundo a linha de sucess\u00e3o: 1) D. Henrique (cardeal e filho de D. Manuel I); 2) D. Rain\u00fancio Farnese, Duque de Parma (tamb\u00e9m filho de D. Manuel I); 3) Catarina, Duquesa de Bragan\u00e7a (filha mais nova de D. Duarte); 4)Filipe II de Espanha ( filho de D. Isabel e neto de D. Manuel I); 5) Emanuel Filiberto, Duque de Sab\u00f3ia (filho de D. Beatriz e neto de D. Manuel I); 6) Jo\u00e3o I, Duque de Bragan\u00e7a (marido de D. Catarina) e 7) o pobre D. Ant\u00f4nio (considerado ileg\u00edtimo, mas se n\u00e3o o fosse seria o primeiro da linha de sucess\u00e3o).<\/p>\n<p align=\"justify\">Alternativas n\u00e3o faltavam para resolver a crise sucess\u00f3ria. O que faltou foi faro pol\u00edtico, capacidade de inova\u00e7\u00e3o e&#160; at\u00e9 honestidade. Para come\u00e7ar, mulheres estavam legalmente exclu\u00eddas do processo: na\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica que era, Portugal n\u00e3o poderia ter uma rainha. Mais absurda era a restri\u00e7\u00e3o dos descendentes por via materna, que, mesmo se fossem mais pr\u00f3ximos, n\u00e3o tinham vantagem. Por raz\u00f5es \u00f3bvias, os nobres que viviam no estrangeiro tamb\u00e9m n\u00e3o poderiam ser aceitos, mas na pr\u00e1tica foi isso o que aconteceu.<\/p>\n<p align=\"justify\">D. Henrique, aos 80 anos de idade, foi coroado rei, mas pela velhice e posi\u00e7\u00e3o religiosa n\u00e3o poderia se casar muito menos ter filhos. Ele poderia ter sa\u00eddo da Igreja Cat\u00f3lica, mas o Papa Greg\u00f3rio XIII n\u00e3o deixou. Para piorar, o velho cl\u00e9rigo aceitou a ordem papal e nem tentou se casar. No ano seguinte, cardeal-rei j\u00e1 estava morto.<\/p>\n<p align=\"justify\">Com todas as restri\u00e7\u00f5es do processo sucess\u00f3rio, D. Filipe II, rei da Espanha, e o Duque de Sab\u00f3ia eram os candidatos mais prov\u00e1veis e poderosos. Com a amea\u00e7a de domina\u00e7\u00e3o espanhola, D. Ant\u00f4nio, mesmo ileg\u00edtimo, obteve grande apoio popular e chegou a reinar por 20 dias antes de ser deposto com apoio militar e financiamento filipino. <\/p>\n<p align=\"justify\">Mas a nobreza e o clero decidiram os rumos do pa\u00eds e praticamente venderam-no ao monarca espanhol em troca de garantias de manuten\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gios econ\u00f5micos e sociais \u2013 tentaram at\u00e9 convenc\u00ea-lo a transferir a capital do Imp\u00e9rio Espanhol para Lisboa, mas isso j\u00e1 era absurdo. Como se v\u00ea, a elite portuguesa estava mais interessada em si do que no futuro e agiu de forma corrupta, dando um exemplo \u00e0 na\u00e7\u00e3o lusitana. O pior \u00e9 que o exemplo foi seguido, nos s\u00e9culos seguintes, tanto em Portugal quanto no Brasil.<\/p>\n<p align=\"justify\">Religioso como era, Portugal viu nascer um fen\u00f4meno messi\u00e2nico e milenarista: o Sebastianismo. Era popular a cren\u00e7a de que D. Sebasti\u00e3o n\u00e3o morrera e cedo ou tarde voltaria, libertaria Portugal dos espanh\u00f3is e construiria o Quinto Imp\u00e9rio. Os quatro primeiros teriam sido os velhos e j\u00e1 inexistentes Imp\u00e9rios Ass\u00edrio, Persa, Grego e Romano. Segundo a cren\u00e7a, Portugal superaria a Roma Antiga. <\/p>\n<p align=\"justify\">O Sebastianismo se espalhou por todo o Imp\u00e9rio e alcan\u00e7ou os sert\u00f5es do Brasil, onde subsistiu por um bom tempo. Eis a\u00ed as ra\u00edzes da nossa velha cren\u00e7a de que, um dia, seremos o \u201cPa\u00eds do Futuro\u201d. \u00c9 uma nefasta heran\u00e7a cultural legada pelos portugueses.<\/p>\n<p align=\"justify\">A QUINTA POT\u00caNCIA.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em meio \u00e0s revolu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, religiosas e ao Renascimento cultural, Lisboa busca manter tudo com um clima nost\u00e1lgico e conservador. Portugal declina cada vez mais apesar das imensas riquezas provenientes da Am\u00e9rica Portuguesa. <\/p>\n<p align=\"justify\">S\u00e9culos se passam. O Brasil se liberta de Portugal, mas n\u00e3o deixa de ser pobre, atrasado e conservador. Esse pa\u00eds pobre, atrasado e conservador continua a sonhar com o Quinto Imp\u00e9rio. Agora, n\u00e3o seria o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas, seria o Imp\u00e9rio Brasileiro. Afinal, n\u00f3s temos muitas riquezas, apesar de toda a explora\u00e7\u00e3o colonial. N\u00f3s somos o celeiro do mundo. E n\u00f3s mantivemos o cosmopolitismo que Portugal abandonou \u2013 somos \u00edndios, somos negros, somos europeus e ainda ser\u00edamos at\u00e9 asi\u00e1ticos e, de novo, \u00e1rabes e judeus.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sim, mas tamb\u00e9m mantivemos um pr\u00edncipe que Portugal abandonou e que nos abandonou por Portugal. Mantivemos a escra<br \/>\nvid\u00e3o que Portugal deixou para tr\u00e1s. E junto com a escravid\u00e3o, ficamos com os preconceitos contra os negros e contra o trabalho. Conservadores que somos, jamais nos rebelamos. A Independ\u00eancia foi feita num grito \u201cm\u00e1gico\u201d, a escravid\u00e3o foi abolida com uma canetada e a Rep\u00fablica veio de cima para baixo, sem que ningu\u00e9m notasse a diferen\u00e7a. Enquanto contrat\u00e1vamos europeus empobrecidos e esfomeados, que nos pareciam melhores, abandon\u00e1vamos ex-escravos ainda mais empobrecidos e esfomeados.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mas n\u00e3o deixamos jamais de sonhar com a <em>\u201cesperan\u00e7a de um novo porvir\u201d<\/em> e a ter <em>\u201cvis\u00f5es de triunfos<\/em> [que] <em>embale\/Quem por ele lutando surgir\u201d<\/em>. Reinventamos o Sebastianismo em Canudos. Avan\u00e7amos sobre o Acre e finalmente tomamos posse das riquezas amaz\u00f4nicas. O Eldorado foi encontrado no meio da floresta e se chama l\u00e1tex. Mas o Eldorado Branco \u00e9 destru\u00eddo pela concorr\u00eancia externa e pelas inova\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mais recentemente, usamos as inova\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas para nos virar num momento de crise energ\u00e9tica: criamos o carro a \u00e1lcool. Fomos pioneiros, fomos empreendedores, fomos vision\u00e1rios. Encontramos mais um Eldorado, dessa vez Verde.<\/p>\n<p align=\"justify\">Agora, por\u00e9m, \u00e0s v\u00e9speras do fim de um reinado \u201cpopular\u201d e de uma poss\u00edvel \u201ccrise sucess\u00f3ria\u201d, encontra-se um novo Eldorado, dessa vez no litoral, abaixo do mar e nas profundezas depois da camada de sal. O Eldorado&#160; \u00e9 Negro e chama-se pr\u00e9-sal. E, com ele, seremos a Quinta Pot\u00eancia em uma d\u00e9cada. \u00c9 o Sebastianismo 2.0.<\/p>\n<p align=\"justify\">N\u00e3o d\u00e1 pra acreditar nisso, ainda mais sabendo que o petr\u00f3leo est\u00e1 acabando e deixar\u00e1 de ser consumido ao longo deste s\u00e9culo. Mesmo que peguemos uma carona na inevit\u00e1vel alta dos pre\u00e7os de um produto insubstitu\u00edvel em fim de estoque, isso n\u00e3o \u00e9 garantia nenhuma do t\u00e3o falado desenvolvimento sustentado. <\/p>\n<p align=\"justify\">At\u00e9 agora era o etanol que nos levaria ao topo do mundo e faria de n\u00f3s uma Ar\u00e1bia Saudita verde. Uma previs\u00e3o exagerada talvez, mas mais plaus\u00edvel dado o cen\u00e1rio energ\u00e9tico mundial. Mas, como somos conservadores, n\u00f3s queremos ser uma Ar\u00e1bia Saudita petrol\u00edfera mesmo. Parece mais f\u00e1cil. Talvez sejamos t\u00e3o bem-sucedidos quanto uma velha cruzada no norte da \u00c1frica.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&gt; Portugal j\u00e1 foi uma pot\u00eancia, caiu sobre o pr\u00f3prio peso e sonhou em voltar a ser um Imp\u00e9rio. Herdeiro das tradi\u00e7\u00f5es portuguesas, o Brasil ter\u00e1 o mesmo destino? O Brasil foi descoberto e ocupado \u2013 invadido \u2013 pela maior pot\u00eancia econ\u00f4mica e mar\u00edtima do s\u00e9culo XVI: Portugal. 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