{"id":7720,"date":"2015-09-26T20:00:11","date_gmt":"2015-09-26T23:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/?p=7720"},"modified":"2015-09-26T20:00:11","modified_gmt":"2015-09-26T23:00:11","slug":"o-mistrio-do-homem-de-somerton-parte-2-dois-cdigos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/hypercubic\/2015\/09\/o-mistrio-do-homem-de-somerton-parte-2-dois-cdigos\/","title":{"rendered":"O Mist\u00e9rio do Homem de Somerton [Parte 2: Dois c\u00f3digos]"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/somertonmana.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" style=\"float: none;padding-top: 0px;padding-left: 0px;margin-left: auto;padding-right: 0px;margin-right: auto;border: 0px\" title=\"\" src=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/somertonmana_thumb.jpg\" alt=\"somertonmana\" width=\"640\" height=\"301\" border=\"0\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Mr. Somerton<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\">Em Dezembro de 1948, apareceu um homem morto na Praia de Somerton, em Adelaide, Austr\u00e1lia. Como vimos na <a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/2015\/09\/o-mistrio-do-homem-de-somerton-parte-1-circunstncias\/\">primeira parte<\/a>, as investiga\u00e7\u00f5es iniciais n\u00e3o conseguiram identific\u00e1-lo nem determinar sua <em>causa mortis<\/em>. Pra piorar, a pol\u00edcia australiana descobriu que sua morte pode estar ligada a um c\u00f3digo aparentemente insol\u00favel. At\u00e9 agora as tentativas de quebrar tal c\u00f3digo n\u00e3o deram em nada. Mas e quanto ao corpo do Homem de Somerton? Seu c\u00f3digo gen\u00e9tico poderia trazer respostas?<!--more--><\/p>\n<p align=\"justify\">A mais incomum pe\u00e7a de evid\u00eancia no caso do Homem de Somerton \u00e9 um pedacinho de papel encontrado num fundo falso de um bolso do finado. Nele, estavam impressas as palavras \u201cTam\u00e1m shud\u201d \u2014 \u201cfinalizado\u201d ou \u201cterminado\u201d em Persa. Por isso, o mist\u00e9rio tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como \u201cCaso Tam\u00e1m Shud\u201d.<\/p>\n<h4 align=\"justify\"><strong>O primeiro c\u00f3digo: um livro rabiscado<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\"><a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/Actual-tamam-shud.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" style=\"float: none;padding-top: 0px;padding-left: 0px;margin-left: auto;padding-right: 0px;margin-right: auto;border: 0px\" title=\"\" src=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/Actual-tamam-shud_thumb.jpg\" alt=\"Actual-tamam-shud\" width=\"240\" height=\"106\" border=\"0\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"justify\">Um jornalista da \u00e9poca, Frank Kennedy, n\u00e3o demorou a reconhecer que o papel era a \u00faltima p\u00e1gina arrancada de um livro chamado <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rubaiyat\"><em>Rub\u00e1iy\u00e1t<\/em><\/a>, uma colet\u00e2nea de poemas de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Omar_Khayy%C4%81m\">Omar Khayy\u00e1m<\/a>, um matem\u00e1tico, astr\u00f4nomo e poeta persa do s\u00e9culo XI. Em Julho de 1949, poucas semanas ap\u00f3s o fim do inqu\u00e9rito, um homem apareceu com o exemplar de uma edi\u00e7\u00e3o neozelandesa de 1924, de onde as palavras haviam sido recortadas. Essa testemunha disse que, mais ou menos na mesma \u00e9poca em que o corpo havia sido encontrado, o livro havia sido jogado pela janela aberta de seu carro, que estava estacionado na rua.<\/p>\n<p align=\"justify\">Essa evid\u00eancia indica que as circunst\u00e2ncias finais da vida do Homem de Somerton s\u00e3o t\u00e3o enigm\u00e1ticas quanto sua morte. Na parte de tr\u00e1s do livro, foram encontradas cinco linhas de letras que formam o que parece ser um c\u00f3digo. Muita gente j\u00e1 tentou decifr\u00e1-lo, mas ningu\u00e9m ainda descobriu o que o c\u00f3digo significa \u2014 nem mesmo se \u00e9 um c\u00f3digo de verdade.<\/p>\n<figure style=\"width: 601px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/800px-SomertonManCode.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" style=\"float: none;padding-top: 0px;padding-left: 0px;margin-left: auto;padding-right: 0px;margin-right: auto;border: 0px\" title=\"\" src=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/800px-SomertonManCode_thumb.jpg\" alt=\"800px-SomertonManCode\" width=\"601\" height=\"478\" border=\"0\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A \u00faltima p\u00e1gina do livro encontrado cont\u00e9m o c\u00f3digo de Somerton<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\">Numa tentativa de encontrar respostas, Abbott come\u00e7ou justamente pelo \u201cc\u00f3digo\u201d, atacando-o em diversas frentes. Primeiro, ele testou a hip\u00f3tese de que as letras seriam apenas rabiscos aleat\u00f3rios. Para isso, ele testou um grupo de estudantes que deveriam escrever as primeiras letras que lhe dessem na telha, tanto s\u00f3brios quanto alcoolizados. Os resultados foram os mesmos: as letras no livro pareciam formar uma estrutura, j\u00e1 que n\u00e3o estavam distribu\u00eddas de modo estatisticamente aleat\u00f3rio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ent\u00e3o, Abbott e seus alunos tentaram ver se as letras se encaixavam em qualquer tipo de cifra em uso durante a II Guerra Mundial. Dois dos alunos, Stephen Maxwell e Patrick Johnson eliminaram mais de 20 tipos de cifras e at\u00e9 ganharam um pr\u00eamio da Defence Science and Technology Organisation (DSTO) da Austr\u00e1lia. Excelente investiga\u00e7\u00e3o, mas parcos resultados.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para ver se as letras poderiam fazer parte da estrutura de alguma l\u00edngua, Abbott e seus estudantes compararam-nas com a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos \u2014 um documento longo e traduzido para praticamente todas as l\u00ednguas do mundo. Usando um <em>software<\/em> automatizado, eles n\u00e3o encontraram aproxima\u00e7\u00e3o com nenhuma linguagem. Entretanto, ao repetir o teste algumas vezes, limitando-o a considerar apenas a frequ\u00eancia das primeiras letras de cada palavra, o idioma ingl\u00eas apareceu como o mais pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Agora, o time de investigadores est\u00e1 nesse ponto, com duas linhas de investiga\u00e7\u00e3o: 1) as letras s\u00e3o um tipo de c\u00f3digo-chave que explora letras iniciais ou 2) as letras s\u00e3o apenas as iniciais de uma frase em ingl\u00eas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para investigar a segunda hip\u00f3tese, os pesquisadores constru\u00edram seu pr\u00f3prio mecanismo de busca, capaz de usar \u201ccuringas\u201d \u2014 s\u00edmbolos que representam qualquer letra, como *** \u2014 para pesquisar frases que come\u00e7am com essas letras. Infelizmente, o Google n\u00e3o tem essa caracter\u00edstica.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cFazer um arrast\u00e3o pela web com um PC leva uma eternidade\u201d, explica Abbott. \u201cO Google tem uma fazenda de servidores e eles indexam a rede, ent\u00e3o suas buscas s\u00e3o feitas num \u00edndice da web j\u00e1 revisado.\u201d O professor de engenharia d\u00e1 o exemplo de como \u00e9 dif\u00edcil a investiga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Georgia\">N\u00f3s fizemos um arrast\u00e3o da web buscando apenas por frases que podem come\u00e7ar com as seguintes letras do c\u00f3digo: MLIAB. Apenas para essa senten\u00e7a curta, levamos 18 horas para chegar a um resultado. Deu a frase <em>&#8216;my love is a butterfly&#8217;<\/em>. Por mais interessante que possa ser encontrar algo rom\u00e2ntico, n\u00e3o temos como fazer isso de novo.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Abbott procurou o Google para pedir permiss\u00e3o e poder acessar diretamente o <em>web index<\/em> do buscador. Sem resultados. Agora o plano \u00e9 improvisar e usar dados publicamente dispon\u00edveis, como o <a href=\"https:\/\/books.google.com\/ngrams\">N-gram<\/a> do pr\u00f3prio Google \u2014 que coleciona in\u00fameras frases de at\u00e9 cinco termos. Embora essa abordagem n\u00e3o leve \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o da mensagem original, pode dar uma no\u00e7\u00e3o geral da mensagem ao apresentar frases \u00fanicas que se encaixem na sequ\u00eancia de letras.<\/p>\n<h4 align=\"justify\"><strong>O segundo c\u00f3digo: DNA<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">Se a an\u00e1lise criptogr\u00e1fica n\u00e3o der em nada, a identifica\u00e7\u00e3o do Homem de Somerton ainda pode usar outro c\u00f3digo: o DNA do corpo, que pode ser comparado ao c\u00f3digo gen\u00e9tico de milh\u00f5es de outros indiv\u00edduos registrados em bancos de dados geneal\u00f3gicos.<\/p>\n<figure style=\"width: 273px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/Somerton-hair.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"float: none;padding-top: 0px;padding-left: 0px;margin-left: auto;padding-right: 0px;margin-right: auto;border: 0px\" title=\"\" src=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/hypercubic\/files\/2015\/09\/Somerton-hair_thumb.jpg\" alt=\"Somerton hair\" width=\"273\" height=\"190\" border=\"0\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A amostra capilar de Mr. Somerton<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\">Por enquanto, Derek Abbott e outros investigadores t\u00eam acesso apenas ao DNA de amostras capilares do Homem de Somerton \u2014 e ainda assim tais amostras foram seriamente danificadas pelo formalde\u00eddo usado no processo do embalsamamento. Seria melhor obter DNA de c\u00e9lulas dent\u00e1rias, mas devido aos requisitos legais da Austr\u00e1lia do Sul, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel exumar o corpo do homem desconhecido.<\/p>\n<p align=\"justify\">De qualquer forma, tr\u00eas tipos de DNA podem ser testados pelas t\u00e9cnicas atuais: DNA mitocondrial (mtDNA, herdado da m\u00e3e), YDNA (herdado do pai) e DNA autoss\u00f4mico (herdado de ambos os genitores). Para Abbott, o DNA autoss\u00f4mico seria o melhor pois \u201c\u00e9 herdado de ambos os lados da fam\u00edlia e quando voc\u00ea o compara com um banco de dados geneal\u00f3gico, pode encontrar parentes recentes indo at\u00e9 o primo de quinto grau. Ao encontrar essa rede de primos, pode-se triangular a \u00e1rvore geneal\u00f3gica e inferir os pais desconhecidos.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">O problema com o DNA autoss\u00f4mico \u00e9 que sua concentra\u00e7\u00e3o celular \u00e9 muito menor que os n\u00edveis de mtDNA e YDNA. Quando se tem apenas uma amostra pequena de cabelo humano com mais de 60 anos e quimicamente danificada, extrair material gen\u00e9tico suficiente \u00e9 um problema dif\u00edcil.<\/p>\n<p align=\"justify\">Enquanto isso n\u00e3o se resolve, os pesquisadores da Universidade de Adelaide executaram um teste simples de mtDNA como passo inicial. O grupo do Professor Jeremy Austin, do Australian Centre for Ancient DNA, descobriu que a m\u00e3e do Homem de Somerton pertence ao <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Haplogrupo_H_%28ADNmt%29\">haplogrupo H<\/a> do DNA mitocondrial (como cerca de 40% dos europeus). Mas isso n\u00e3o \u00e9 uma grande novidade, dado que Mr. Somerton parece claramente caucasiano.<\/p>\n<p align=\"justify\">Entretanto, esse pequeno sucesso mostra que o DNA ainda presente nas c\u00e9lulas de Somerton \u00e9 analis\u00e1vel e n\u00e3o foi inteiramente contaminado pelo processo de embalsamamento. Essa evid\u00eancia pode levar \u00e0 reabertura do caso e eventualmente a uma exuma\u00e7\u00e3o do corpo.<\/p>\n<h4 align=\"justify\"><strong>Um poss\u00edvel neto<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">Antes que isso aconte\u00e7a (se \u00e9 que vai acontecer), os pesquisadores continuam analisando o DNA do cabelo do Homem de Somerton bem como de seus supostos parentes. Em 1949, os investigadores rastrearam o propriet\u00e1rio de um n\u00famero de telefone anotado no exemplar do <em>Rub\u00e1iy\u00e1t<\/em> pertencente ao Homem de Somerton. Era uma mulher, apelidada de Jestyn porque n\u00e3o queria ser identificada pela pol\u00edcia. Jestyn vivia a poucos quarteir\u00f5es do local onde o corpo desconhecido foi encontrado.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em 1947, ainda solteira, Jestyn deu \u00e0 luz um menino chamado Robin. Quando o Homem de Somerton apareceu morto na praia, Jestyn j\u00e1 estava casada com outro homem, que lhe assumiu o filho. \u00c9 poss\u00edvel que Mr. Somerton tenha tentado encontrar Jestyn \u2013 seja para devolver o livro seja para ver o poss\u00edvel filho. O livro, como vimos, foi jogado pela janela de um carro estacionado a caminho da praia de Somerton.<\/p>\n<p align=\"justify\">Entrevistas com parentes de Robin indicaram que seu pai poderia ter sido Mr. Somerton. Embora Robin tenha falecido v\u00edtima de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e tenha sido cremado em 2009, os cientistas da Universidade de Adelaide encontraram uma maneira de reconstruir seu c\u00f3digo gen\u00e9tico. Robin tem pelo menos um descendente vivo e, subtraindo o DNA da esposa de Robin dessa amostra, obt\u00e9m-se o chamado perfil autoss\u00f4mico do DNA de Robin.<\/p>\n<p align=\"justify\">Partindo desse <em>hackeamento<\/em> gen\u00e9tico, novos testes foram feitos com o material encontrado e sugerem que Robin tem la\u00e7os ancestrais com os EUA por via patrilinear. V\u00e1rios dos primos distantes de Robin ainda vivem em territ\u00f3rio americano, principalmente no estado de Virg\u00ednia.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os resultados at\u00e9 mesmo indicam que Robin teve um primo que era descendente de <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Isham_Randolph_of_Dungeness\">Isham Randolph<\/a>, av\u00f4 de Thomas Jefferson. Levando-se em conta os dados do Projeto Eurogenes K13, encontraram at\u00e9 uma pequena fra\u00e7\u00e3o de DNA amer\u00edndio no genoma de Robin. Juntando tudo isso com o fato de que Mr. Somerton foi encontado vestindo uma jaqueta e uma gravata americana, as evid\u00eancias apontam para uma origem americana.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ainda assim, o mist\u00e9rio est\u00e1 longe de terminar\u2026<\/p>\n<p align=\"justify\">No pr\u00f3ximo <em>post<\/em> veremos como Abbott lan\u00e7ou uma nova luz \u2014 <em>laser<\/em> \u2014 sobre o mist\u00e9rio de Somerton.<\/p>\n<p>[Parte 3: Qu\u00edmica, Fotografias e outras evid\u00eancias]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Dezembro de 1948, apareceu um homem morto na Praia de Somerton, em Adelaide, Austr\u00e1lia. Como vimos na primeira parte, as investiga\u00e7\u00f5es iniciais n\u00e3o conseguiram identific\u00e1-lo nem determinar sua causa mortis. Pra piorar, a pol\u00edcia australiana descobriu que sua morte pode estar ligada a um c\u00f3digo aparentemente insol\u00favel. 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