{"id":1739,"date":"2018-02-12T13:08:05","date_gmt":"2018-02-12T15:08:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/?p=1739"},"modified":"2024-10-14T16:18:14","modified_gmt":"2024-10-14T19:18:14","slug":"resenha-contato-improvisacao-e-cura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/resenha-contato-improvisacao-e-cura\/","title":{"rendered":"Resenha: Contato, improvisa\u00e7\u00e3o e a cura"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: right\"><em>Escrevo esta \u00a0resenha a partir da leitura da sess\u00e3o &#8220;Cartas&#8221; (Letters) com o tema \u201cContact e Cura&#8221; (no original &#8220;Contact and Healing\u201d) publicada no Volume 5 (1979-80) da revista <a href=\"https:\/\/contactquarterly.com\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Contact Quartely<\/a>, reunida na <a href=\"https:\/\/contactquarterly.com\/contact-editions\/index.php#book=cq-contact-improvisation-25th-anniversary-sourcebook\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">colet\u00e2nea de 1997, com publica\u00e7\u00f5es feitas entre 1975-1992 (Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook)<\/a>. <\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: right\"><em>A sess\u00e3o Cartas encontrou resson\u00e2ncia com meu instinto curioso sobre o <a href=\"http:\/\/mucina.com.br\/contato-improvisacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Contato Improvisa\u00e7\u00e3o<\/a>. A partir das reflex\u00f5es sobre o que \u00e9 sa\u00fade, doen\u00e7a e cura, os textos se desenvolvem abordando pontos vistas e ampliando ainda mais nossos horizontes quanto \u00e0s possibilidades de vivenciar as transforma\u00e7\u00f5es que esta dan\u00e7a possibilita. Este \u00e9 um dos resultados dos meus estudos como participante da <a href=\"http:\/\/www.formacaocontato.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Forma\u00e7\u00e3o Contato \u2013 Jornada de treinamento e pesquisa em Contact Improvisation<\/a>, com coordena\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica de <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/author\/mherre\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mar\u00edlia Carneiro<\/a>.<\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<h1><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Contato, improvisa\u00e7\u00e3o e a cura<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: right\"><em><strong>Jana\u00edna Moraes Franco<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_1757\" aria-describedby=\"caption-attachment-1757\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1757 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1121-min-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1121-min-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1121-min-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1757\" class=\"wp-caption-text\">Capa da publica\u00e7\u00e3o Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook, de 1997.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O texto inicia com uma nota de Nancy Stark Smith, sobre a Queda (Fall), de 1979. Em seguida, s\u00e3o apresentadas algumas cartas de leitores da revista Contact Quartely.<\/p>\n<p>Na nota inicial, Nancy fala sobre quando ela \u201cdecidiu\u201d cair. Quando ela aceitou a queda foi percebendo que havia \u201cpontos-cegos\u201d, momentos de perda de consci\u00eancia, instantes em que ela n\u00e3o tinha a devida percep\u00e7\u00e3o do que acontecia. Nancy notou que esses instantes se localizavam depois de iniciar a queda e antes da mesma acabar. Ela chame estes momentos de escurid\u00e3o. Nancy exemplifica comparando com dormir ao volante em uma estrada, que por mil\u00e9simos de segundos h\u00e1 uma \u201cescurid\u00e3o\u201d, uma perda de consci\u00eancia e rapidamente se retorna \u00e0 consci\u00eancia, sem saber exatamente quanto tempo se passou.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1758\" aria-describedby=\"caption-attachment-1758\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1758 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1122-2-min-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1122-2-min-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/IMG_1122-2-min-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1758\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00e3o acima da nota de editora de Nancy Stark Smith na sess\u00e3o Letters, pg.50 Sourcebook 1975-1992.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nancy notou o ponto-cego da queda e depois da queda percebeu que sempre se seguia um movimento, normalmente um rolamento. Percebeu que tamb\u00e9m existe ponto cego no rolamento. Ela diz que quanto mais habitual se tornou a queda e o rolamento, mais consciente ela foi se tornando nestes momentos que antes eram \u201ccegos\u201d. O prazer tomou o lugar ao medo e \u00e0 desorienta\u00e7\u00e3o. Ela fala do lugar da desorienta\u00e7\u00e3o, da confus\u00e3o e do inc\u00f4modo f\u00edsico (dis-ease) no mecanismo de equil\u00edbrio. E ent\u00e3o, lan\u00e7a o questionamento do que significa a sa\u00fade, a doen\u00e7a: como reconhecemos e mantemos isso. Tendo em vista a quest\u00e3o de como podemos nos manter conscientes durante a queda.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, temos a carta de Ross Chapin, de Minnesota, na qual ela levanta indaga\u00e7\u00f5es sobre a vis\u00e3o da sociedade atual quanto a no\u00e7\u00e3o de sa\u00fade ser apenas n\u00e3o estar doente, mas, de acordo com ela, sa\u00fade significar \u201cSer \u00cdntegro\u201d, expandindo a percep\u00e7\u00e3o para al\u00e9m dos aspectos f\u00edsicos, ser \u00edntegro, ou inteiro, significa \u201c<em>uma integra\u00e7\u00e3o din\u00e2mica entre corpo, mente, alma no processo criativo de auto express\u00e3o<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 a pr\u00f3xima carta, de Deborah Goldberg, levanta v\u00e1rios questionamentos sobre o lugar do <em>Contact Improvisation<\/em>, se seria ele o campo da educa\u00e7\u00e3o ou da psicologia. Deborah faz um paralelo com algumas terapias, como a Gestalt terapia, terapia Jungiana, terapias de grupo e outras quest\u00f5es que sente que s\u00e3o trabalhadas atrav\u00e9s do <em>Contact<\/em> e que s\u00e3o quest\u00f5es abordadas em algumas terapias, como por exemplo a quest\u00e3o da rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por fim, a \u00faltima carta, de Peter Ryan, se refere a outro artigo, intitulado \u201cA anatomia do homem e da mulher\u201d, no qual a autora Beth Goren faz uma cita\u00e7\u00e3o que ele n\u00e3o compreende bem e pede uma explica\u00e7\u00e3o, vindo uma resposta da C.Q. que contatou com a autora para responder.<\/p>\n<p>A frase que ele n\u00e3o compreende \u00e9 a seguinte: \u201c<em>Quando a perna e os p\u00e9s est\u00e3o paralelos, o corpo e a cabe\u00e7a do f\u00eamur direcionam a energia para cima em dire\u00e7\u00e3o ao encaixe (da articula\u00e7\u00e3o coxo-femural) numa orienta\u00e7\u00e3o de posterior para anterior<\/em>\u201d. Assim, Beth explica que acredita como fundamental o suporte da rela\u00e7\u00e3o gl\u00fateos-sacro-c\u00f3ccix e que percebe uma aus\u00eancia deste apoio nos dan\u00e7arinos. Ela faz uma analogia do suporte f\u00edsico atrav\u00e9s desta tr\u00edade \u00e0 mudan\u00e7as de velhos h\u00e1bitos (psicol\u00f3gicos), atrav\u00e9s do fortalecimento desta parte fundamental. Ao mesmo tempo em que enfatiza a falta de apoio no centro do corpo, ela fala sobre a necessidade de soltar, distensionar a base da coluna. Ela indica a posi\u00e7\u00e3o correta de fortalecimento do quadril \u201cencaixado\u201d, para que a for\u00e7a peso des\u00e7a para a terra e volte como uma contra for\u00e7a dando a sustenta\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio quadril.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No artigo foram levantados v\u00e1rios questionamentos e vis\u00f5es sobre o que significa sa\u00fade, sa\u00fade mental, f\u00edsica e tamb\u00e9m espiritual. Para mim, Jana\u00edna, soam particularmente interessante alguns questionamentos, como a reflex\u00e3o proposta por Nancy, na qual eu compreendo a ideia de sa\u00fade estar ligada \u00e0 consci\u00eancia, ao estar \u201cdesperto\u201d aos acontecimentos. Compreendendo a sa\u00fade de forma integral, como belamente dito por Ross Chapin em: \u201c<em>Estar saud\u00e1vel envolve uma integra\u00e7\u00e3o din\u00e2mica do corpo, mente e alma em um processo de auto express\u00e3o criativa<\/em>\u201d, o que tamb\u00e9m significa, na minha compreens\u00e3o, que uma pessoa saud\u00e1vel \u00e9 uma pessoa que est\u00e1 \u00edntegra, e a \u201cinteireza\u201d significa o mecanismo do equil\u00edbrio dito por Nancy, que abrange a desorienta\u00e7\u00e3o\/orienta\u00e7\u00e3o, confus\u00e3o\/clareza, sa\u00fade\/doen\u00e7a. Ela tamb\u00e9m diz: \u201c<em>A queda \u00e9 em si mesma o estado de gra\u00e7a<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Observando a dan\u00e7a e a pr\u00e1tica f\u00edsica como um micro mundo para o macro mundo das rela\u00e7\u00f5es, podemos aprender infinitamente. Da mesma forma, observando-a podemos fazer a analogia da queda e do equil\u00edbrio f\u00edsico para associar \u00e0 busca do equil\u00edbrio de ser um \u201c<em>Ser \u00edntegro<\/em>\u201d. O \u201c<em>Ser \u00cdntegro<\/em>\u201d, dito por Ross, n\u00e3o pode ser analisado desde um ponto de vista est\u00e1tico, porque, como diz Nancy, \u201c<em>estamos sempre em queda e seguindo a queda existe sempre um movimento, normalmente um rolamento<\/em>\u201d. Da mesma forma, \u00e9 poss\u00edvel associar \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da vida desde o ponto de vista do Budismo do Sutra de L\u00f3tus, como belamente dito por Daisaku Ikeda no livro &#8220;A Sabedoria do Sutra do L\u00f3tus&#8221; (2013): &#8221; A vida \u00e9 uma atividade vital e de vibrante dinamismo&#8221;<\/p>\n<p>O estado de integridade, ao qual Ross se refere em algum momento como o estado \u201c<em>Santo<\/em>\u201d (holy), pode ser analisado desde o ponto de vista desta linha de Budismo, o qual compreende o estado de Buda (O Ser \u00cdntegro) como um eterno dan\u00e7ar pelos dez estados de vida, o qual todos os seres humanos dan\u00e7am eternamente.\u00a0 Esses dez estados cont\u00e9m tamb\u00e9m o estado de Buda e o estado de Inferno, no qual todos n\u00f3s (at\u00e9 mesmo o ser conhecido como Sidarta Gautama, O Buda) transitamos. Ou seja, o Buda\u00a0 s\u00e3o todos os Seres existentes que percebem a din\u00e2mica do equil\u00edbrio e manifestam sua inteireza atrav\u00e9s da consci\u00eancia da dan\u00e7a da vida e compartilham com os outros esta sabedoria. O Ser \u00cdntegro ou Ser saud\u00e1vel, \u00e9 aquele que est\u00e1 disposto a tomar consci\u00eancia de seus pontos cegos, \u00e9 o que est\u00e1 jogando com os mecanismos do equil\u00edbrio mental e f\u00edsico.<\/p>\n<p>Deste ponto de vista, se compreende o ser humano com seus diversos corpos, como de acordo com a autora B\u00e1rbara Ann (BRENNA, 1999), de \u201cM\u00e3os de Luz\u201d, possu\u00edmos corpos que ela categorizou como: corpo f\u00edsico, et\u00e9rico, emocional, mental, astral, et\u00e9rico padr\u00e3o, celestial e o corpo ket\u00e9rico, cada qual ela associa a um chacra. Em seu livro ela fala sobre a doen\u00e7a como um bloqueio energ\u00e9tico ou uma altera\u00e7\u00e3o de vibra\u00e7\u00e3o, que primeiro se manifesta nos corpos mais sutis, para ent\u00e3o, chegar ao corpo f\u00edsico e aos \u00f3rg\u00e3os e enfim ser diagnosticado.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s desta vis\u00e3o da manifesta\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a nos corpos sutis ao corpo f\u00edsico, a ideia de uma pessoa saud\u00e1vel ser uma pessoa que est\u00e1 \u00edntegra na sua busca e na auto express\u00e3o, na express\u00e3o de sua ess\u00eancia.<\/p>\n<p>Para uma boa sa\u00fade, \u00e9 considerado crucial um corpo f\u00edsico saud\u00e1vel. O caminho \u00e9 de via dupla, o corpo f\u00edsico, \u00e9 o mais denso dos corpos, condessado em mat\u00e9ria, este que se expressa no mundo, cria rela\u00e7\u00f5es, culturas e h\u00e1bitos; \u00e9 tamb\u00e9m por onde o Ser \u00cdntegro pode se manifestar. Um corpo f\u00edsico saud\u00e1vel corresponde a seu bom funcionamento, diminuindo o impacto do desgaste natural do tempo e, fundamentalmente, um bom fluxo de energia. O fluxo \u00e9 primordial, a vida \u00e9 o pr\u00f3prio movimento. Fluxo de sangue, funcionamento dos \u00f3rg\u00e3os, anatomia em harmonia com as leis da f\u00edsica. Quando h\u00e1 bloqueio nos fluxos pode haver a manifesta\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Sobre a falta de apoio da tr\u00edade rela\u00e7\u00e3o \u201cgl\u00fateos- sacro-c\u00f3ccix\u201d, descrita por Beth Goren, est\u00e1 relacionado ao chacra base e sexual, regi\u00e3o de fundamental import\u00e2ncia para os seres humanos, j\u00e1 que em diversas culturas origin\u00e1rias se referem a esta regi\u00e3o como onde mora nossa energia vital. \u00c9 tamb\u00e9m no corpo e na mente humana, um lugar que atualmente a humanidade manifesta muitas doen\u00e7as relacionados aos \u00f3rg\u00e3os e \u00e0 coluna nesta \u00e1rea. Al\u00e9m de qu\u00ea a sexualidade se manifesta como um grande tabu, por vezes reprimida ou por vezes manifestada sem consci\u00eancia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1751\" aria-describedby=\"caption-attachment-1751\" style=\"width: 201px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1751 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9259-201x300.jpg\" alt=\"Fotografia Jana\u00edna Moraes Franco\" width=\"201\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9259-201x300.jpg 201w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9259-768x1147.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9259-685x1024.jpg 685w\" sizes=\"(max-width: 201px) 100vw, 201px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1751\" class=\"wp-caption-text\">Ray Chung em aula sobre Tensegridade.<\/figcaption><\/figure>\n<p>A ideia de que atrav\u00e9s do trabalho corporal\/f\u00edsico, podemos acessar mudan\u00e7as de padr\u00f5es mentais, sociais e em n\u00edveis espirituais dos corpos sutis, trata de reativar o fluxo e circula\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas e f\u00edsicas. Atrav\u00e9s de uma \u201ccorreta\u201d rela\u00e7\u00e3o do corpo humano com a Terra (entende-se por equil\u00edbrio), sua for\u00e7a gravitacional e sem interromper a circula\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica dos corpos em rela\u00e7\u00f5es. O corpo f\u00edsico funciona no seu melhor estado poss\u00edvel, acessando e transformando todos os outros corpos mais sutis, ocasionando transforma\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m mentais e comportamentais. Desta forma compreendo a afirma\u00e7\u00e3o de Beth Goren, no qual ela diz: \u201c<em>Experiencie a sensa\u00e7\u00e3o de apoio colocando os polegares atr\u00e1s do trocanter maior com os dedos envolvendo ao redor da p\u00e9lvis e pressionando os polegares pra cima, pra dentro e pra frente. Nesta a\u00e7\u00e3o, deve direcionar seu peso para a perna para cima para encaixe coxo femural, levantando o sacro. Voc\u00ea n\u00e3o s\u00f3 ir\u00e1 sentir o peso fluindo para baixo atrav\u00e9s dos ossos, mas tamb\u00e9m ir\u00e1 sentir uma contra for\u00e7a viajando para cima, para suas pernas e p\u00e9lvis<\/em>.\u201d Este movimento de diversas for\u00e7as, ativa o centro do corpo, trabalhando m\u00fasculos como gl\u00fateos e abdominais e liberando a base da coluna, o sacro, de tens\u00f5es. Mais uma vez, utilizo o termo de Nancy, o mecanismo do equil\u00edbrio, para fazer refer\u00eancia \u00e0s diversas for\u00e7as contradit\u00f3rias que se encontram na busca do equil\u00edbrio e, novamente fazendo refer\u00eancia, \u00e0s diversas for\u00e7as como a busca da integridade do Ser a partir do trabalho corporal.<\/p>\n<p>Compreendendo a importante rela\u00e7\u00e3o da sa\u00fade em todos os n\u00edveis e corpos, vejo o trabalho corporal e espiritual como bases da boa sa\u00fade, ou ao menos de um bom fluxo, um bem estar f\u00edsico com si pr\u00f3prio e consequentemente melhores rela\u00e7\u00f5es sociais. Assim, finalizo este apanhado sobre os questionamentos e reflex\u00f5es propostos no artigo acerca do Contato Improvisa\u00e7\u00e3o relacionado \u00e0 sa\u00fade\/cura e sigo com a observa\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o na vida, no corpo, nos corpos e nas rela\u00e7\u00f5es. Agrade\u00e7o \u00e0 vida pelo compartilhar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1750\" aria-describedby=\"caption-attachment-1750\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1750 size-medium\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mucina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9262-300x201.jpg\" alt=\"Fotografia Jana\u00edna Moraes Franco\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9262-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9262-768x514.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9262-1024x685.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/kina\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2018\/02\/DSC9262-810x540.jpg 810w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1750\" class=\"wp-caption-text\">Material sobre Tensegridade<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p>BRENNAN, Barbara Ann. M\u00e3os de Luz: Um guia para a cura atrav\u00e9s do campo de energia humano. 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Pensamento, 1999.<\/p>\n<p>CHAPIN, Ross. Letters: Contact and Healing. Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook 1975-1992. Contact Editions: Northampton, Massachussets, EUA, 1997, p.50.<\/p>\n<p>GOLDBERG, Deborah. Letters: Contact and Healing. Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook 1975-1992. Contact Editions: Northampton, Massachussets, EUA, 1997, p.50.<\/p>\n<p>IKEDA, Daisaku; ASITO, Katsuji; ENDO, Takanori; SUDA, Haruo. A Sabedoria do Sutra de L\u00f3tus: Uma discuss\u00e3o sobre a religi\u00e3o no s\u00e9culo XXI. S\u00e3o Paulo: Editora Brasil Seikyo, fevereiro de 2013.<\/p>\n<p>IKEDA, Daisaku; ASITO, Katsuji; ENDO, Takanori; SUDA, Haruo.\u00a0Felicidade. S\u00e3o Paulo: Editora Brasil Seikyo, abril de 2016.<\/p>\n<p>RYAN, Peter. Letters: Contact and Healing &#8211; More information. Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook 1975-1992. Contact Editions: Northampton, Massachussets, EUA, 1997, p.51.<\/p>\n<p>SMITH, Nancy Stark. Editor note for the healing issue. Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook 1975-1992. Contact Editions: Northampton, Massachussets, EUA, 1997, p.50.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong><em>S\u00e3o Paulo, Lua Cheia. 02 de fevereiro de 2018 .<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Escrevo esta \u00a0resenha a partir da leitura da sess\u00e3o &#8220;Cartas&#8221; (Letters) com o tema \u201cContact e Cura&#8221; (no original &#8220;Contact and Healing\u201d) publicada no Volume 5 (1979-80) da revista Contact Quartely, reunida na colet\u00e2nea de 1997, com publica\u00e7\u00f5es feitas entre 1975-1992 (Contact Quarterly&#8217;s Contact Improvisation Sourcebook). 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