{"id":3491,"date":"2023-05-02T12:03:39","date_gmt":"2023-05-02T15:03:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.labirinto.labjor.unicamp.br\/?p=3491"},"modified":"2023-05-02T12:03:39","modified_gmt":"2023-05-02T15:03:39","slug":"uma-visita-a-exposicao-coracao-na-aldeia-pes-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/2023\/05\/02\/uma-visita-a-exposicao-coracao-na-aldeia-pes-no-mundo\/","title":{"rendered":"Uma visita \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d"},"content":{"rendered":"<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Recentemente estive na exposi\u00e7\u00e3o \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d, com curadoria de Fabiane Medina e Fabiana Bruno. A exposi\u00e7\u00e3o que ficou em cartaz no Sesc Piracicaba (SP) at\u00e9 final de abril de 2023 contou com mais de 100 obras, 22 artistas \u2013 Ali\u00e3 Guajajara, Anna Bella Geiger, Arissana Patax\u00f3, Auritha Tabajara, Benilda Kadiw\u00e9u, Cildo Meireles, Claudia Andujar, Denilson Baniwa, Edgar Kanayk\u00f5 Xakriab\u00e1, Frans Krajcberg, Gisela Motta &amp; Leandro Lima, Henry Ayn, Jaider Esbell, Julia Zulian, Katie M\u00e4hler, Naine Terena, Paulo Roberto Jares Martins, Priscila Tapajoara, Sallisa Rosa e Vanessa Patax\u00f3 \u2013 a maioria de origem ind\u00edgena, de 7 estados brasileiros e de fora do pa\u00eds.\\n\\nCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo inspira-se na obra hom\u00f4nima da intelectual contempor\u00e2nea e escritora ind\u00edgena Auritha Tabajara, filha do povo Tabajara, da regi\u00e3o do Estado do Cear\u00e1. A exposi\u00e7\u00e3o trata da epistemologia vernacular das mulheres ind\u00edgenas, convidando o p\u00fablico a pensar a terra como lugar primordial do universo simb\u00f3lico feminino para as civiliza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, bem como nas formas de resist\u00eancia diante da expuls\u00e3o dos territ\u00f3rios, a partir da migra\u00e7\u00e3o, da expropria\u00e7\u00e3o do garimpo e da instala\u00e7\u00e3o de uma cultura agroexcludente, que culmina no genoc\u00eddio e no epistemic\u00eddio dos povos ind\u00edgenas (BRUNO e MEDINA, 2023, p.4).\\n\\nEm roda de conversa sobre \u201cCuradoria como pr\u00e1tica de pesquisa: desafios da montagem de Cora\u00e7\u00e3o na Aldeia, P\u00e9s no Mundo\u201d, que aconteceu no Sesc Piracicaba, com Fabiana Bruno, no dia 15 de abril de 2023, foi poss\u00edvel dialogar sobre os desafios da pesquisa no contexto da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea e sobre os processos compartilhados de sele\u00e7\u00e3o de obras em acervos art\u00edsticos ind\u00edgenas. Segundo Fabiana, para que a exposi\u00e7\u00e3o acontecesse foi preciso desenvolver uma pesquisa bastante intensa, principalmente, para que fosse poss\u00edvel chegar at\u00e9 essas obras. Muitas delas estavam nas aldeias e as curadoras possu\u00edam poucas informa\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias sobre as obras. Fabiana destacou que, em muitos casos, elas possu\u00edam apenas uma fotografia em baixa resolu\u00e7\u00e3o da obra e a partir disso elas precisavam acionar toda uma rede de contato para chegar at\u00e9 a imagem original. Foi tamb\u00e9m necess\u00e1rio estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a com as lideran\u00e7as ind\u00edgenas e, muitas vezes, adaptar os processos de trabalho que envolveram a realiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o, como por exemplo, quebrando alguns protocolos, concedendo algumas exce\u00e7\u00f5es etc. Para isso, Fabiana Bruno disse que a parceria com as equipes do SESC foi fundamental para o sucesso da exposi\u00e7\u00e3o.\\n\\nAinda na roda de conversa, Fabiana Bruno salientou que est\u00e1 sendo importante pensar nesse processo de curadoria compartilhada, e destacou que esse \u00e9 um termo que tem sido bastante acionado recentemente, mas reflete sobre o que seria compartilhar uma curadoria. Apesar disso, \u00e9 importante dizer que falar em curadoria compartilhada implica trabalhar com um termo que foi ganhando diferentes usos e sentidos ao longo de sua hist\u00f3ria, que envolve pensar no compartilhamento dos processos de decis\u00e3o, ou seja, em um deslocamento do poder, tradicionalmente centralizado na figura de um curador. Pensando sobre isso, \u00e9 importante refletir com quem estamos dispostos a compartilhar o poder de decis\u00e3o que envolve a sele\u00e7\u00e3o de obras de arte para uma exposi\u00e7\u00e3o? De que forma a autoridade do curador pode ser distribu\u00edda na rede de atores envolvidos na montagem de uma exposi\u00e7\u00e3o?\\n\\nQuando se fala em curadoria compartilhada, em seu sentido mais pleno e potente, a compreens\u00e3o que parece a mais interessante e fundamental de ser explorada \u00e9 a do compartilhamento, amplo e (quase?) irrestrito das decis\u00f5es no processo instaurado. Trata-se, portanto, de um compartilhamento de poder que se deseja, a priori e essencialmente, equitativo. Sem d\u00favida, por isso, \u00e9 um tipo de iniciativa que exige um comprometimento muito maior da institui\u00e7\u00e3o. Demanda que ela esteja pronta para ceder sua autoridade durante o processo que tenha escolhido abrir, seja a elabora\u00e7\u00e3o de uma exposi\u00e7\u00e3o ou uma a\u00e7\u00e3o de pesquisa e sele\u00e7\u00e3o de acervos. (Tomara! Educa\u00e7\u00e3o e Cultura, 2020, p. 124)\\n\\nEm \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d, Fabiana Bruno e Fabiane Medina promovem um di\u00e1logo interessante entre diferentes agentes que envolveram as v\u00e1rias etapas dos processos de sele\u00e7\u00e3o, pesquisa, comunica\u00e7\u00e3o, exposi\u00e7\u00e3o. Como resultado, desse di\u00e1logo elas acabam por desconstruir o lugar de autoridade do curador \u00fanico.\\n\\n\\n Acesse aqui #1# o cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o\\n\\nBRUNO, F. e MEDINA, F. Cora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo. In. SESC PIRACICABA. Cora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo. Piracicaba, SESC Piracicaba, 2023. Dispon\u00edvel em: #2# Acesso em: 29 de abril de 2023.\\n\\nTOMARA! EDUCA\u00c7\u00c3O E CULTURA. Modos mais compartilhados de fazer curadoria: concep\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias pr\u00e1ticas de curadoria compartilhada. S\u00e3o Paulo: Tomara! Educa\u00e7\u00e3o e cultura, 2020. Dispon\u00edvel em: #3#. Acesso em: 29 de abril de 2023\\n&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:33558972,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;6&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;7&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;8&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;10&quot;:0,&quot;11&quot;:3,&quot;15&quot;:&quot;Roboto Condensed&quot;,&quot;28&quot;:1}\">Recentemente estive na exposi\u00e7\u00e3o \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d, com curadoria de Fabiane Medina e Fabiana Bruno. A exposi\u00e7\u00e3o que ficou em cartaz no Sesc Piracicaba (SP) at\u00e9 final de abril de 2023 contou com mais de 100 obras, 22 artistas \u2013 Ali\u00e3 Guajajara, Anna Bella Geiger, Arissana Patax\u00f3, Auritha Tabajara, Benilda Kadiw\u00e9u, Cildo Meireles, Claudia Andujar, Denilson Baniwa, Edgar Kanayk\u00f5 Xakriab\u00e1, Frans Krajcberg, Gisela Motta &amp; Leandro Lima, Henry Ayn, Jaider Esbell, Julia Zulian, Katie M\u00e4hler, Naine Terena, Paulo Roberto Jares Martins, Priscila Tapajoara, Sallisa Rosa e Vanessa Patax\u00f3 \u2013 a maioria de origem ind\u00edgena, de 7 estados brasileiros e de fora do pa\u00eds.<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo inspira-se na obra hom\u00f4nima da intelectual contempor\u00e2nea e escritora ind\u00edgena Auritha Tabajara, filha do povo Tabajara, da regi\u00e3o do Estado do Cear\u00e1. A exposi\u00e7\u00e3o trata da epistemologia vernacular das mulheres ind\u00edgenas, convidando o p\u00fablico a pensar a terra como lugar primordial do universo simb\u00f3lico feminino para as civiliza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, bem como nas formas de resist\u00eancia diante da expuls\u00e3o dos territ\u00f3rios, a partir da migra\u00e7\u00e3o, da expropria\u00e7\u00e3o do garimpo e da instala\u00e7\u00e3o de uma cultura agroexcludente, que culmina no genoc\u00eddio e no epistemic\u00eddio dos povos ind\u00edgenas (BRUNO e MEDINA, 2023, p.4).<br \/>\nEm roda de conversa sobre \u201cCuradoria como pr\u00e1tica de pesquisa: desafios da montagem de Cora\u00e7\u00e3o na Aldeia, P\u00e9s no Mundo\u201d, que aconteceu no Sesc Piracicaba, com Fabiana Bruno, no dia 15 de abril de 2023, foi poss\u00edvel dialogar sobre os desafios da pesquisa no contexto da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea e sobre os processos compartilhados de sele\u00e7\u00e3o de obras em acervos art\u00edsticos ind\u00edgenas. Segundo Fabiana, para que a exposi\u00e7\u00e3o acontecesse foi preciso desenvolver uma pesquisa bastante intensa, principalmente, para que fosse poss\u00edvel chegar at\u00e9 essas obras. Muitas delas estavam nas aldeias e as curadoras possu\u00edam poucas informa\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias sobre as obras. Fabiana destacou que, em muitos casos, elas possu\u00edam apenas uma fotografia em baixa resolu\u00e7\u00e3o da obra e a partir disso elas precisavam acionar toda uma rede de contato para chegar at\u00e9 a imagem original. Foi tamb\u00e9m necess\u00e1rio estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a com as lideran\u00e7as ind\u00edgenas e, muitas vezes, adaptar os processos de trabalho que envolveram a realiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o, como por exemplo, quebrando alguns protocolos, concedendo algumas exce\u00e7\u00f5es etc. Para isso, Fabiana Bruno disse que a parceria com as equipes do SESC foi fundamental para o sucesso da exposi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAinda na roda de conversa, Fabiana Bruno salientou que est\u00e1 sendo importante pensar nesse processo de curadoria compartilhada, e destacou que esse \u00e9 um termo que tem sido bastante acionado recentemente, mas reflete sobre o que seria compartilhar uma curadoria. Apesar disso, \u00e9 importante dizer que falar em curadoria compartilhada implica trabalhar com um termo que foi ganhando diferentes usos e sentidos ao longo de sua hist\u00f3ria, que envolve pensar no compartilhamento dos processos de decis\u00e3o, ou seja, em um deslocamento do poder, tradicionalmente centralizado na figura de um curador. Pensando sobre isso, \u00e9 importante refletir com quem estamos dispostos a compartilhar o poder de decis\u00e3o que envolve a sele\u00e7\u00e3o de obras de arte para uma exposi\u00e7\u00e3o? De que forma a autoridade do curador pode ser distribu\u00edda na rede de atores envolvidos na montagem de uma exposi\u00e7\u00e3o?<br \/>\nQuando se fala em curadoria compartilhada, em seu sentido mais pleno e potente, a compreens\u00e3o que parece a mais interessante e fundamental de ser explorada \u00e9 a do compartilhamento, amplo e (quase?) irrestrito das decis\u00f5es no processo instaurado. Trata-se, portanto, de um compartilhamento de poder que se deseja, a priori e essencialmente, equitativo. Sem d\u00favida, por isso, \u00e9 um tipo de iniciativa que exige um comprometimento muito maior da institui\u00e7\u00e3o. Demanda que ela esteja pronta para ceder sua autoridade durante o processo que tenha escolhido abrir, seja a elabora\u00e7\u00e3o de uma exposi\u00e7\u00e3o ou uma a\u00e7\u00e3o de pesquisa e sele\u00e7\u00e3o de acervos. (Tomara! Educa\u00e7\u00e3o e Cultura, 2020, p. 124)<br \/>\nEm \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d, Fabiana Bruno e Fabiane Medina promovem um di\u00e1logo interessante entre diferentes agentes que envolveram as v\u00e1rias etapas dos processos de sele\u00e7\u00e3o, pesquisa, comunica\u00e7\u00e3o, exposi\u00e7\u00e3o. Como resultado, desse di\u00e1logo elas acabam por desconstruir o lugar de autoridade do curador \u00fanico.<\/span><\/p>\n<p>Acesse <a href=\"https:\/\/www.sescsp.org.br\/coracaonaaldeia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui o cat\u00e1logo<\/a> da exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>BRUNO, F. e MEDINA, F. Cora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo. In. SESC PIRACICABA. Cora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo. Piracicaba, SESC Piracicaba, 2023. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.sescsp.org.br\/coracaonaaldeia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.sescsp.org.br\/coracaonaaldeia\/<\/a>. Acesso em: 29 de abril de 2023.<\/p>\n<p>TOMARA! EDUCA\u00c7\u00c3O E CULTURA. Modos mais compartilhados de fazer curadoria: concep\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias pr\u00e1ticas de curadoria compartilhada. S\u00e3o Paulo: Tomara! Educa\u00e7\u00e3o e cultura, 2020. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.tomaraeducacaoecultura.com.br\/post\/pesquisa-sobre-curadoria-compartilhada-para-o-museu-do-ipiranga\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.tomaraeducacaoecultura.com.br\/post\/pesquisa-sobre-curadoria-compartilhada-para-o-museu-do-ipiranga<\/a>. Acesso em: 29 de abril de 2023<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Legenda da imagem: <span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Jo\u00e3o em visita \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o \\&quot;Cora\u00e7\u00e3o na aldeia p\u00e9s no mundo\\&quot;, no SESC Piracicaba&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:33558716,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;6&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;7&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;8&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;10&quot;:0,&quot;15&quot;:&quot;Roboto Condensed&quot;,&quot;28&quot;:1}\">Jo\u00e3o em visita \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Cora\u00e7\u00e3o na aldeia p\u00e9s no mundo&#8221;, no SESC Piracicaba. Cr\u00e9ditos da imagem: Fernando Camargo.<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recentemente estive na exposi\u00e7\u00e3o \u201cCora\u00e7\u00e3o na aldeia, p\u00e9s no mundo\u201d, com curadoria de Fabiane Medina e Fabiana Bruno. A exposi\u00e7\u00e3o que ficou em cartaz no Sesc Piracicaba (SP) at\u00e9 final de abril de 2023 contou com mais de 100 obras, 22 artistas \u2013 Ali\u00e3 Guajajara, Anna Bella Geiger, Arissana Patax\u00f3, Auritha Tabajara, Benilda Kadiw\u00e9u, Cildo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":738,"featured_media":3492,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[7,9,24,35,70],"tags":[116],"class_list":["post-3491","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antropologia","category-arte","category-conhecimento","category-divulgacao-cientifica","category-mulheres","tag-livre"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-content\/uploads\/sites\/295\/2023\/05\/IMG-9670-Fernando-Camargo-scaled-1.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3491","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/738"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3491"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3491\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3492"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3491"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3491"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}