{"id":3954,"date":"2024-12-10T15:17:46","date_gmt":"2024-12-10T18:17:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.labirinto.labjor.unicamp.br\/?p=3954"},"modified":"2024-12-10T15:17:46","modified_gmt":"2024-12-10T18:17:46","slug":"maternidades-ameacadas-podcast-da-rema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/labirinto\/2024\/12\/10\/maternidades-ameacadas-podcast-da-rema\/","title":{"rendered":"Maternidades Amea\u00e7adas, podcast da REMA"},"content":{"rendered":"<p><strong>Em podcast, pesquisadoras re\u00fanem hist\u00f3rias de mulheres que lutam pelo direito de exercer suas maternidades.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mulheres que t\u00eam seus filhos retirados, mulheres desassistidas e humilhadas na gravidez e no parto, m\u00e3es e familiares de jovens assassinados pela pol\u00edcia ou encarcerados pelo estado. Mulheres que t\u00eam em comum a luta pelos direitos sexuais e reprodutivos, em particular, pelo direito de exercer as maternidades das mais diversas formas e em diferentes contextos.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie &#8220;Transformando casos em causas&#8221;, do podcast <a href=\"https:\/\/rema.uff.br\/nosso-podcast\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;Maternidades amea\u00e7adas&#8221;<\/a>, compartilha hist\u00f3rias de mulheres, m\u00e3es, lideran\u00e7as, ativistas e profissionais que atrav\u00e9s de suas lutas, suas falas e de suas experi\u00eancias t\u00eam transformado casos em causas pol\u00edticas, evidenciando a recorr\u00eancia da viol\u00eancia, do racismo e da desigualdade, mas tamb\u00e9m da pot\u00eancia de se unir coletivamente em causas comuns.<\/p>\n<p>A cada 15 dias, um novo epis\u00f3dio vai apresentar essas hist\u00f3rias de luta e de luto. <a href=\"https:\/\/rema.uff.br\/episodio-1-as-muitas-lutas-da-ivanir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O epis\u00f3dio de estreia conta a hist\u00f3ria de Ivanir Mendes de Sousa<\/a>, uma mulher negra, nordestina, que tem atravessado e experimentado diversas situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia de estado e que, a partir delas, nos ensina sobre resist\u00eancia e cuidado.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rema.uff.br\/episodio-2-maes-orfas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O segundo epis\u00f3dio narra a experi\u00eancia da Coletiva em Apoio \u00e0s M\u00e3es \u00d3rf\u00e3s<\/a>, que surgiu a partir da mobiliza\u00e7\u00e3o \u201cDe quem \u00e9 esse beb\u00ea\u201d, que aconteceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em meados de 2017.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rema.uff.br\/episodio-3-as-construcoes-do-cuidado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O terceiro epis\u00f3dio reflete sobre o protagonismo de movimentos de mulheres organizados na periferia de Bras\u00edlia<\/a>, no Distrito Federal, a partir da trajet\u00f3ria da lideran\u00e7a comunit\u00e1ria Alessandra de Oliveira Alvez.<\/p>\n<p>J\u00e1 o quarto epis\u00f3dio, que encerra a primeira parte da s\u00e9rie do podcast, compartilha a saga de Renata Aguiar ap\u00f3s o desaparecimento de seu filho mais velho em Queimados, na Baixada Fluminense, e alguns meses depois impactada com a not\u00edcia de que seu filho ca\u00e7ula tamb\u00e9m havia sido morto, desta vez por policiais.<\/p>\n<p>O podcast \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o da Rede transnacional de pesquisas sobre Maternidades destitu\u00eddas, violadas e violentadas (REMA), rede nacional e internacional de pesquisa, acolhimento e transmiss\u00e3o de saberes frente \u00e0s viol\u00eancias e viola\u00e7\u00f5es praticadas contra mulheres em suas diversas experi\u00eancias de maternidades.<\/p>\n<p>A rede re\u00fane pesquisadoras vinculadas a diversas universidades do Brasil, entre elas, Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de Bras\u00edlia (Unb), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Tamb\u00e9m do exterior, como a Universidad de Buenos Aires, na Argentina, e a Kennesaw State University, nos Estados Unidos. O financiamento \u00e9 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), atrav\u00e9s da Chamada Pr\u00f3-Humanidades.<\/p>\n<p>Os epis\u00f3dios est\u00e3o nos tocadores de \u00e1udio, como <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/1Z2VontRTwQ3IUKqNB5OXf?si=0049cf8b553545dc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Spotify<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.deezer.com\/br\/show\/1001351871\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Deezer<\/a>, tamb\u00e9m no <a href=\"http:\/\/www.rema.uff.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">site da REMA<\/a>. Mais informa\u00e7\u00f5es no site e no Instagram da REMA (<a href=\"https:\/\/instagram.com\/redematernidades\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@redematernidades<\/a>).<\/p>\n<p>Este\u00a0 texto foi escrito em coautoria entre Irene do Planalto Chemin e Mariana Pitasse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o da imagem: Capa do podcast Maternidades Amea\u00e7adas: fundo roxo escuro, figura abstrata laranja de formato oval com espadas de S\u00e3o Jorge. O t\u00edtulo do podcast est\u00e1 em laranja, assim como a logo da REMA. O t\u00edtulo da s\u00e9rie &#8220;Transformando casos em causas&#8221; em branco, assim como a logo do CNPq. Cr\u00e9ditos: Mariana Pitasse e Alice Ohashy.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em podcast, pesquisadoras re\u00fanem hist\u00f3rias de mulheres que lutam pelo direito de exercer suas maternidades. &nbsp; Mulheres que t\u00eam seus filhos retirados, mulheres desassistidas e humilhadas na gravidez e no parto, m\u00e3es e familiares de jovens assassinados pela pol\u00edcia ou encarcerados pelo estado. 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