{"id":1762,"date":"2021-12-15T18:20:17","date_gmt":"2021-12-15T21:20:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/?p=1762"},"modified":"2021-12-15T18:20:17","modified_gmt":"2021-12-15T21:20:17","slug":"glossario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/2021\/12\/15\/glossario\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio de termos chave"},"content":{"rendered":"\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; custom_margin=&#8221;||-52px|||&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_4,3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243;][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243;][et_pb_blurb title=&#8221;Gloss\u00e1rio de Termos Chave&#8221; use_icon=&#8221;on&#8221; font_icon=&#8221;%%220%%&#8221; use_icon_font_size=&#8221;on&#8221; icon_font_size=&#8221;34px&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font_size=&#8221;14px&#8221; header_font_size_tablet=&#8221;&#8221; header_font_size_phone=&#8221;14px&#8221; header_font_size_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; body_font_size_tablet=&#8221;&#8221; body_font_size_phone=&#8221;11px&#8221; body_font_size_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221;]<p>Elaborado por Maur\u00edlio Bonora Junior, Mariene Ribeiro Amorim e Ana de Medeiros Arnt.<\/p>[\/et_pb_blurb][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243;][et_pb_accordion open_toggle_text_color=&#8221;#ff5413&#8243; open_toggle_background_color=&#8221;#d6cdce&#8221; closed_toggle_text_color=&#8221;#100617&#8243; closed_toggle_background_color=&#8221;rgba(0,0,0,0)&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; toggle_text_color=&#8221;#100617&#8243; toggle_font=&#8221;ABeeZee|700||on|||||&#8221; toggle_text_align=&#8221;left&#8221; toggle_font_size=&#8221;13px&#8221; closed_toggle_font=&#8221;|800||on|||||&#8221; closed_toggle_line_height=&#8221;1em&#8221; body_line_height=&#8221;1.1em&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; module_alignment=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;||||false|false&#8221;][et_pb_accordion_item title=&#8221;Anticorpo \u2192&#8221; open=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221;]<p>Famoso componente do sistema imunol\u00f3gico, os anticorpos s\u00e3o um grupo de prote\u00ednas com diversas fun\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 defesa do nosso corpo. Podendo ser de diferente tipos e formas, no campo de uma infec\u00e7\u00e3o viral (como \u00e9 o caso da COVID-19), a principal forma de atua\u00e7\u00e3o dos anticorpos vai ser a Neutraliza\u00e7\u00e3o, isso \u00e9, a liga\u00e7\u00e3o dos anticorpos \u00e0 prote\u00ednas do v\u00edrus (como a Spike), impedindo essas prote\u00ednas de se ligarem a receptores nas nossas c\u00e9lulas (como o ACE2). Consequentemente, com esse impedimento o vir\u00fas nao consegue infectar nossas c\u00e9lulas e se multiplicar.<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Assintom\u00e1tico \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]\u00c9 a pessoa que, ao contrair uma infec\u00e7\u00e3o, n\u00e3o desenvolve quaisquer sintomas, mas ainda assim possui o agente patol\u00f3gico em seu corpo (como uma bact\u00e9ria ou v\u00edrus), e dessa forma \u00e9 capaz de transmiti-lo para outras pessoas de forma silenciosa.\n\nO grande problema desse tipo de caso \u00e9 como tal indiv\u00edduo n\u00e3o sabe que est\u00e1 doente, ele n\u00e3o procura fazer algum teste de diagn\u00f3stico e continua sua vida normalmente, trabalhando, indo ao mercado, academia, far-m\u00e1cia, shopping, festas, o que aumenta muito as chances de novas pesso-as se contaminarem.\n\nNo caso espec\u00edfico da COVID-19, especula-se que o n\u00edvel de infectados em alguns pa\u00edses como o Brasil seja muito mais alto do que o divulgado, mas por boa parte desses serem assintom\u00e1ticos (ou possu\u00edrem sintomas muito brandos e dificilmente percept\u00edveis), eles est\u00e3o escapando dos testes e das autoridades de sa\u00fade e assim contaminando mais pessoas, mesmo sem ter essa inten\u00e7\u00e3o. Especula-se isso pela porcentagem do n\u00famero de mortes aqui ser muito mais alta do que no resto do mundo, o que indica que muitos casos assintom\u00e1ticos n\u00e3o est\u00e3o sendo testados e contabiliza-dos.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Cont\u00e1gio \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]Nada mais \u00e9 do que a transmiss\u00e3o de um pat\u00f3geno de um organismo para outro. E n\u00f3s estamos inclu\u00eddos nisso. Essa transmiss\u00e3o pode ocorrer pelo ar como a gripe comum e a COVID-19, pela \u00e1gua, solo, sangue (como o HIV), por alimentos (em geral contaminados por \u00e1gua e solo), e at\u00e9 por outros animais, como a Dengue, Zika e Chikungunya. \n\nEspecificamente, o &#8220;cont\u00e1gio&#8221; \u00e9 a chamada transmiss\u00e3o direta do pat\u00f3geno, que pode acontecer de duas formas: imediata e mediada. Na primeira h\u00e1 o contato direto do organismo infectado com o organismo n\u00e3o infectado, pelo toque, e isso leva a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a. No segundo caso, o pat\u00f3geno \u00e9 transmitido via got\u00edculas de saliva que ficam no ar e podem ser respiradas por outro organismo (n\u00e3o-infectado), que acaba se contaminando.\n\nPor fim, a transmiss\u00e3o indireta \u00e9 aquela que usa quaisquer outros meios inanimados (como o solo, \u00e1gua, alimentos e f\u00f4mites) e animados (como os pernilongos no caso da Dengue). Os f\u00f4mites s\u00e3o quaisquer objetos inanimados (ma\u00e7aneta, celular, chave, interruptor, talher, etc) que \u00e9 capaz de reter e transportar pat\u00f3genos (como v\u00edrus e bact\u00e9rias), de um indiv\u00edduo para outro. Por isso \u00e9 de suma import\u00e2ncia lavar as m\u00e3os e n\u00e3o tocar o rosto quando se est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de epidemias e pandemias, pois caso toque em um f\u00f4mite e depois em alguma mucosa do rosto (olhos, boca, nariz) o v\u00edrus que estava nele acaba passando para o organismo.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Fibrose  \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]\u00c9 um processo fisiol\u00f3gico, muitas vezes vinculado ao processo de cicatriza\u00e7\u00e3o interna de um ferimento, que leva a forma\u00e7\u00e3o de um tecido diferente daquele que havia ali anteriormente. Exemplificando: quando nos cortamos, muitas vezes ficamos com uma cicatriz no lugar daquele corte se ele for muito fundo. Essa cicatriz, em geral n\u00e3o tem nem a cor nem textura da pele que existia ali antes. Isso acontece porque durante o processo de cicatriza\u00e7\u00e3o houve um ac\u00famulo de fibras de col\u00e1geno, que alterou a composi\u00e7\u00e3o daquele tecido. Dessa forma, ao inv\u00e9s de ter sido produzido um epit\u00e9lio (o tecido da pele), acaba se formando um tecido conjuntivo (um tipo de tecido mais \u201cfibroso\u201d, justamente por conter mais fibras de col\u00e1geno).[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Imunidade de rebanho  \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]A imunidade de rebanho (ou imunidade coletiva) acontece quando uma grande porcentagem da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 imune a um pat\u00f3geno. Isso impede que pessoas infectadas contaminem pessoas n\u00e3o infectadas, simplesmente por esse indiv\u00edduo infectado estar rodeado (ou em um rebanho) de pessoas imunes que n\u00e3o s\u00e3o capazes de transmitir mais o pat\u00f3geno, diminuindo a circula\u00e7\u00e3o deste dentro daquela popula\u00e7\u00e3o.\n\nEsse tipo de imunidade, ou resist\u00eancia \u00e0 infec\u00e7\u00e3o, pode ser atingida de duas formas:\n\n&#8211; via vacina\u00e7\u00e3o em massa da popula\u00e7\u00e3o\n&#8211; via a infec\u00e7\u00e3o natural das pessoas pelo pat\u00f3geno (acompanhado de um custo alt\u00edssimo de vidas perdidas).\n\nEsse tipo de imunidade \u00e9 muito importante para aquelas pessoas que n\u00e3o podem receber a vacina, por exemplo para indiv\u00edduos al\u00e9rgicos \u00e0 algum componente da vacina, pois a popula\u00e7\u00e3o vacinada (e dessa forma, imunizada contra o pat\u00f3geno), serve como barreira que impede a transmiss\u00e3o e infec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus nessas pessoas que n\u00e3o est\u00e3o imunizadas. Contudo, como dito anteriormente, esse tipo de imunidade s\u00f3 acontece quando uma grande parte da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 imunizada (aproximadamente 95%).[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Imuniza\u00e7\u00e3o  \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]<p>\u00c9 o efeito ou ato de gerar uma imunidade de longa dura\u00e7\u00e3o contra uma doen\u00e7a infecciosa. Uma pessoa imunizada \u00e9 aquela que possui anticorpos e c\u00e9lulas de mem\u00f3ria que permitem que tal pessoa consiga combater mais facilmente uma infec\u00e7\u00e3o ao entrar em contato com ela uma segunda vez.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas formas de se ocorrer a imuniza\u00e7\u00e3o: naturalmente, quando algu\u00e9m adquire uma gripe ou outra doen\u00e7a infecciosa do ambiente, e artificialmente, via vacinas. Em ambas as situa\u00e7\u00f5es, o sistema imune da pessoa trabalha para combater o pat\u00f3geno ao mesmo tempo que estimula a forma\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas de mem\u00f3ria e anticorpos, um processo demorado que leva aproximadamente 10-12 dias. Nesse primeiro contato o corpo n\u00e3o se beneficiar\u00e1 dessas c\u00e9lulas de mem\u00f3ria e anticorpos pois, em geral, 12 dias \u00e9 o suficiente para o sistema imune combater uma infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Contudo, em um segundo contato, essas c\u00e9lulas e anticorpos ser\u00e3o de grande import\u00e2ncia, visto que eles auxiliam no combate ao pat\u00f3geno, tornando todo o processo muito mais r\u00e1pido e eficiente. \u00c9 por causa disso que muitas vezes somos afetados por uma doen\u00e7a uma \u00fanica vez e nunca mais, como a catapora.<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Imuniza\u00e7\u00e3o Cruzada \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]Tamb\u00e9m chamado de imunidade cruzada ou rea\u00e7\u00e3o cruzada. \n\n\u00c9 o processo que acontece quando um anticorpo produzido contra uma parte X de um pat\u00f3geno, acaba se ligando a essa mesma parte em outro pat\u00f3geno, diferente do primeiro mas ainda assim geneticamente parecido com ele. Dessa forma, o combate a esse segunda pat\u00f3geno se d\u00e1 de forma mais r\u00e1pida e eficiente, pois al\u00e9m de montar uma resposta imune pr\u00f3pria para esse segundo pat\u00f3geno, ainda h\u00e1 os anticorpos pr\u00e9vios, que auxiliam no combate a ele. \n\nEsse fen\u00f4meno acontece, por exemplo, com os v\u00edrus do g\u00eanero betacoronavirus: os coronav\u00edrus humanos (HCoV) e o SARS-CoV-1. Alguns artigos demonstraram um certo n\u00edvel de imunidade cruzada entre esses v\u00edrus e o SARS-CoV-2, causador da COVID-19.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Infec\u00e7\u00e3o \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]\u00c9 o processo que envolve a entrada, desenvolvimento e multiplica\u00e7\u00e3o de agentes infecciosos\/pat\u00f3genos (em sua maioria microorganismos vivos) no corpo de algum animal. Esses agentes infecciosos podem ser bact\u00e9rias, v\u00edrus, protozo\u00e1rios e fungos. Quando a infec\u00e7\u00e3o gera manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, os chamados sintomas, ela \u00e9 chamada de Doen\u00e7a Infecciosa. \n\nEm uma infec\u00e7\u00e3o, as c\u00e9lulas do sistema imune e v\u00e1rios componentes do plasma sangu\u00edneo agem em conjunto para combater o pat\u00f3geno, o que muito vezes leva a forma\u00e7\u00e3o de pus, que nada mais \u00e9 do que o resto de c\u00e9lulas imunes mortas.\n\n\u00c9 importante n\u00e3o confundir infec\u00e7\u00e3o com inflama\u00e7\u00e3o. A infec\u00e7\u00e3o \u00e9 causada especificamente por agentes biol\u00f3gicos vivos, enquanto a inflama\u00e7\u00e3o \u00e9 a resposta imune do corpo contra algum agente, seja f\u00edsico (como o corte de uma faca, o espinho de uma flor ou a tor\u00e7\u00e3o de um tornozelo), qu\u00edmico (como um veneno ou toxina) ou biol\u00f3gico (aqui entram os agentes infecciosos). Em outras palavras, toda a infec\u00e7\u00e3o ocorre junto de uma inflama\u00e7\u00e3o, mas nem toda inflama\u00e7\u00e3o ocorre por causa de uma infec\u00e7\u00e3o.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Per\u00edodo ou Fase de Incuba\u00e7\u00e3o \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]Intervalo de tempo entre a infec\u00e7\u00e3o do corpo pelo pat\u00f3geno at\u00e9 o come\u00e7o da apresenta\u00e7\u00e3o dos sintomas cl\u00ednicos da doen\u00e7a. [\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Per\u00edodo ou Fase Infecciosa \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]<p>Intervalo de tempo em que o organismo \u00e9 capaz de transmitir o pat\u00f3geno para outros organismos, de forma direta ou indireta, e para o ambiente. N\u00e3o coincide necessariamente com a fase sintom\u00e1tica, pois os sintomas podem aparecer s\u00f3 dias depois que a pessoa j\u00e1 est\u00e1 infectada e transmitindo o pat\u00f3geno. Pode terminar um pouco antes do fim da fase sintom\u00e1tica.<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Per\u00edodo ou Fase Pr\u00e9-sintom\u00e1tica \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]Intervalo de tempo em que o organismo j\u00e1 est\u00e1 infectado com o pat\u00f3geno, j\u00e1 \u00e9 capaz de transmiti-lo para outros organismo ou o ambiente, contudo, n\u00e3o est\u00e1 apresentando sintomas ainda.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Prote\u00edna ACE2 \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]Tamb\u00e9m chamada de ECA2, \u00e9 uma sigla para Enzima Conversora de Angiotensina 2, sendo na pr\u00e1tica um receptor na membrana das nossas c\u00e9lulas que reconhece um horm\u00f4nio (a angiotensina 2) e transforma ele em outra mol\u00e9cula. Referente a COVID-19, essa prote\u00edna ACE2 \u00e9 utilizada como porta de entrada do SARS-CoV-2, estando presente em diversos tipos de c\u00e9lulas no nosso organismo.[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Prote\u00edna Spike \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]<p>Tamb\u00e9m chamada de esp\u00edcula ou espinho, \u00e9 a prote\u00edna que d\u00e1 a \u201ccarinha\u201d dos coronav\u00edrus como um todo, criando a apar\u00eancia de uma coroa nestes. No SARS-CoV-2, \u00e9 a prote\u00edna utilizada como chave para entrar nas nossas c\u00e9lulas, sendo reconhecida pela prote\u00edna ACE2. Muitas das vacinas focaram em apresentar essa prote\u00edna ao nosso sistema imunol\u00f3gico para desenvolvermos uma resposta imune pr\u00e9via contra o SARS-CoV-2.<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Sintom\u00e1tico \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]<p>\u00c9 a pessoa que entrou em contato com um pat\u00f3geno (bact\u00e9ria, fungo, protozo\u00e1rio, v\u00edrus) e desenvolveu os sintomas da doen\u00e7a. Quanto mais diferentes e espec\u00edficos os sintomas, mais simples dos casos serem localizados, testados e contabilizados no n\u00famero total de infectados para a doen\u00e7a. J\u00e1 se os sintomas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o espec\u00edficos, o rastreio e diagn\u00f3stico se torna mais complicado.<\/p>\n<p>Especificamente para a COVID-19, os principais sintomas s\u00e3o: febre (que pode estar ausente em alguns casos), tosse seca e cansa\u00e7o. Al\u00e9m destes, outro sintomas que tamb\u00e9m podem aparecer s\u00e3o: dor de garganta e de cabe\u00e7a, perda de paladar e olfato, diarreia, coriza, conjuntivite, erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea na pele e descolora\u00e7\u00e3o dos dedos das m\u00e3os ou dos p\u00e9s. 20% do casos pode desenvolver a forma s\u00e9ria da doen\u00e7a, que leva \u00e0 dificuldade de respirar, falta de ar, insufici\u00eancia pulmonar, choque s\u00e9ptico, fal\u00eancia de \u00f3rg\u00e3os e risco de morte.<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Trombose  \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;off&#8221;]<p>Forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos que entopem um vaso sangu\u00edneo e impede a circula\u00e7\u00e3o do sangue por ali. Esses co\u00e1gulos nada mais s\u00e3o do que a forma s\u00f3lida do sangue, formado pelos seus componentes s\u00f3lidos (principalmente as plaquetas e hem\u00e1cias).<\/p>[\/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=&#8221;Variantes \u2192&#8221; _builder_version=&#8221;4.4.6&#8243; body_font=&#8221;ABeeZee||||||||&#8221; body_font_size=&#8221;15px&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; custom_margin=&#8221;-30px||||false|false&#8221; custom_margin_last_edited=&#8221;off|desktop&#8221; open=&#8221;on&#8221;]<p>Variantes de Interesse (VOI), \u00e9 um termo destinado \u00e0quelas variantes de SARS-CoV-2 que possuem muta\u00e7\u00f5es as quais podem afetar a transmiss\u00e3o, o diagn\u00f3stico, m\u00e9todos terap\u00eauticos j\u00e1 conhecidos como a terapia com anticorpos monoclonais, e escapar da resposta imune. Pode ser respons\u00e1vel pelo aumento de casos em uma regi\u00e3o, mas tem uma preval\u00eancia limitada nos pa\u00edses.<\/p>\n<p> Variante de Preocupa\u00e7\u00e3o (VOC), \u00e9 um termo destinado \u00e0quelas variantes de SARS-CoV-2 cujas muta\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram estudadas cientificamente, havendo evid\u00eancias do aumento da transmissibilidade do v\u00edrus, do aumento do n\u00famero de hospitaliza\u00e7\u00f5es e \u00f3bitos, da redu\u00e7\u00e3o significativa da neutraliza\u00e7\u00e3o de anticorpos gerados por infec\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ou vacina\u00e7\u00e3o, e redu\u00e7\u00e3o da efetividade de tratamentos e vacinas. Pode n\u00e3o ser detectada em testes diagn\u00f3sticos, sendo necess\u00e1rio alguns ajustes. As VOCs se espalham mais facilmente e podem se tornar prevalentes em regi\u00f5es e pa\u00edses inteiros.<\/p>\n<p> No presente momento, existem quatros Variantes de Preocupa\u00e7\u00e3o: Alfa (surgida no Reino Unido), Beta (surgida na \u00c1frica do Sul), Gama (surgida em Manaus, no Brasil) e Delta (surgida na \u00cdndia).<\/p>\n<p> Refer\u00eancias:<\/p>\n<ul>\n<li><em>SARS-CoV-2 Variant Classifications and Definitions.<\/em> 2021. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.cdc.gov\/coronavirus\/2019-ncov\/variants\/variant-info.html#Conce\">https:\/\/www.cdc.gov\/coronavirus\/2019-ncov\/variants\/variant-info.html#Conce<\/a><u>rn<\/u><\/li>\n<li>WHO. <em>Tracking SARS-CoV-2 variants<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.who.int\/en\/activities\/tracking-SARS-CoV-2-variants\/\"><br \/> https:\/\/www.who.int\/en\/activities\/tracking-SARS-CoV-2-variants<\/a>\/<\/li>\n<\/ul>[\/et_pb_accordion_item][\/et_pb_accordion][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Defini\u00e7\u00f5es de termos-chave que ocorrem nesta publica\u00e7\u00e3o: anticorpo; assintom\u00e1tico; cont\u00e1gio; fibrose; imunidade de rebanho; imuniza\u00e7\u00e3o; imuniza\u00e7\u00e3o cruzada; infec\u00e7\u00e3o; per\u00edodo ou fase de incuba\u00e7\u00e3o, infecciosa e pr\u00e9-sintom\u00e1tica; prote\u00edna ACE2; prote\u00edna Spike; sintom\u00e1tico; trombose; variantes.<\/p>\n","protected":false},"author":362,"featured_media":1099,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"2880","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[15,46],"class_list":["post-1762","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-b6","tag-ana-arnt","tag-maurilio-bonora-junior"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-content\/uploads\/sites\/301\/2021\/12\/cabecaN95.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1762","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/362"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1762"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1762\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1762"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1762"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/linhadefundo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1762"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}