{"id":570,"date":"2021-09-01T21:05:01","date_gmt":"2021-09-02T00:05:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/?p=570"},"modified":"2021-09-07T15:52:29","modified_gmt":"2021-09-07T18:52:29","slug":"elio-vittorini-e-o-conto-nome-e-lagrimas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/2021\/09\/01\/elio-vittorini-e-o-conto-nome-e-lagrimas\/","title":{"rendered":"Elio Vittorini e o conto \u201cNome e L\u00e1grimas\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: center\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Luciano de Oliveira<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Cl\u00e1udia Tavares Alves<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_571\" aria-describedby=\"caption-attachment-571\" style=\"width: 678px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-571\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2021\/09\/Vittorini.png\" alt=\"\" width=\"678\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2021\/09\/Vittorini.png 678w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2021\/09\/Vittorini-300x150.png 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-571\" class=\"wp-caption-text\">Foto dispon\u00edvel em: https:\/\/www.cancelloedarnonenews.it\/elio-vittorini\/<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel dizer que um dos escritores \u201cque melhor soube interpretar o momento hist\u00f3rico e pol\u00edtico da cultura italiana nos primeiros anos do p\u00f3s-guerra foi Elio Vittorini\u201d.<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Isso porque Vittorini (Siracusa, 1908 \u2013 Mil\u00e3o, 1966) foi um dos protagonistas do ambiente cultural italiano entre as d\u00e9cadas de 1930 e 1950. Criticava a burguesia, por exemplo, atrav\u00e9s de personagens que representavam figuras pol\u00edticas problem\u00e1ticas, como em <em>Il garofano rosso<\/em> [O cravo vermelho] (1948), ou descrevendo a vida em um bairro oper\u00e1rio, como em <em>Erica e i suoi fratelli<\/em> [\u00c9rica e os seus irm\u00e3os] (1956), ambos romances que circularam inicialmente em peri\u00f3dicos. Em 1945, publicou <em>Uomini e no<\/em> [Homens e n\u00e3o], romance dedicado ao tema da guerra e da Resist\u00eancia. Com a queda do fascismo, Vittorini se envolveria ainda com a milit\u00e2ncia comunista e com um intenso trabalho pela renova\u00e7\u00e3o cultural italiana, o que pode ser visto em revistas como <em>Il Politecnico<\/em> e <em>Il Menab\u00f2<\/em>, em colabora\u00e7\u00e3o com a editora Einaudi. O escritor foi tamb\u00e9m tradutor, a partir da busca por uma experi\u00eancia internacional, o que possibilitou a publica\u00e7\u00e3o de <em>Americana<\/em> (1942), importante antologia de escritores estadunidenses, como Edgar Allan Poe.<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> Conquistar novas fronteiras, olhando para a tradi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica americana, era uma forma de eliminar as restri\u00e7\u00f5es impostas pelo fascismo e dar novo f\u00f4lego \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria italiana.<\/p>\n<p>Sua obra prima, <em>Conversazione in Sicilia<\/em> [Conversa na Sic\u00edlia], narra\u00e7\u00e3o aleg\u00f3rico-autobiogr\u00e1fica em primeira pessoa, foi publicada em epis\u00f3dios na revista <em>Letteratura<\/em> entre abril de 1938 e abril de 1939. Finalmente, quando reunida em um \u00fanico volume, recebeu inicialmente o t\u00edtulo de <em>Nome e lacrime<\/em> [Nome e l\u00e1grimas], em 1941, ao ser publicada pela editora Parenti; no mesmo ano, foi republicada pela editora Bompiani, com seu t\u00edtulo definitivo<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>. Nessa obra, o narrador Silvestro, jovem intelectual que representaria o pr\u00f3prio Vittorini, volta \u00e0 Sic\u00edlia, vindo de Mil\u00e3o, para reencontrar sua m\u00e3e. O estilo empregado, em uma prosa quase l\u00edrica, evoca a ideia de fuga da realidade. Entretanto, durante sua viagem, o personagem reflete sobre a situa\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia e das regi\u00f5es mais marginalizadas ao final do regime, assim como sobre o seu papel pol\u00edtico.<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/p>\n<p>O conto &#8220;Nome e lacrime&#8221;, cuja tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas \u00e9 apresentada aqui,<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> foi publicado pela primeira vez em 31 de outubro de 1939, na revista <em>Corrente<\/em>, e integrou a primeira edi\u00e7\u00e3o hom\u00f4nima do livro, em 1941. \u00c9 poss\u00edvel reconhecer, na escrita de Vittorini, refer\u00eancias aos tempos de repress\u00e3o fascista. Alguns exemplos dessa afirma\u00e7\u00e3o ocorrem em trechos como a pergunta feita pelo guarda ao protagonista, buscando saber se este \u00faltimo estava escrevendo alguma mensagem de enaltecimento ou protesto (&#8220;Nenhum &#8216;Viva&#8217;? Nenhum &#8216;Abaixo&#8217;?&#8221;), ou ainda a men\u00e7\u00e3o ao Campo de Marte, regi\u00e3o da Roma antiga dedicada a Marte, deus da guerra. Essa men\u00e7\u00e3o poderia tamb\u00e9m se relacionar ao famoso Champs de Mars, \u00e1rea pr\u00f3xima \u00e0 Torre Eiffel, em Paris, que tradicionalmente servia a manobras da escola militar. Assim, apesar do tom misterioso que ronda a narrativa, percebemos que ela est\u00e1 relacionada \u00e0 realidade mais imediata do escritor.<\/p>\n<p>Boa leitura!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Nome e L\u00e1grimas<\/strong><a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Eu estava escrevendo nas pedrinhas do jardim e j\u00e1 estava escuro havia algum tempo, com as luzes acesas em todas as janelas.<\/p>\n<p>O guarda passou.<\/p>\n<p>\u2014 O que o senhor est\u00e1 escrevendo? \u2014 ele me perguntou.<\/p>\n<p>\u2014 Uma palavra \u2014 respondi.<\/p>\n<p>Ele se inclinou para olhar, mas n\u00e3o viu.<\/p>\n<p>\u2014 Que palavra? \u2014 perguntou de novo.<\/p>\n<p>\u2014 Bem \u2014 eu disse. \u2014 \u00c9 um nome.<\/p>\n<p>Ele sacudiu as suas chaves.<\/p>\n<p>\u2014 Nenhum &#8220;Viva&#8221;? Nenhum &#8220;Abaixo&#8221;?<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o, n\u00e3o! \u2014 eu exclamei.<\/p>\n<p>E ri tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 um nome de pessoa \u2014 eu disse.<\/p>\n<p>\u2014 De uma pessoa que o senhor est\u00e1 esperando? \u2014 ele perguntou.<\/p>\n<p>\u2014 Sim \u2014 eu respondi. \u2014 Estou esperando.<\/p>\n<p>O guarda ent\u00e3o se afastou e eu voltei a escrever. Escrevi e encontrei a terra embaixo das pedrinhas e escavei, e escrevi, e a noite ficou mais escura.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O guarda voltou.<\/p>\n<p>\u2014 Est\u00e1 escrevendo ainda? \u2014 ele disse.<\/p>\n<p>\u2014 Sim \u2014 eu disse. \u2014 Escrevi um pouco mais.<\/p>\n<p>\u2014 O que mais o senhor escreveu? \u2014 ele perguntou.<\/p>\n<p>\u2014 Nada mais \u2014 eu respondi. \u2014 Nada al\u00e9m daquela palavra.<\/p>\n<p>\u2014 O qu\u00ea? \u2014 gritou o guarda. \u2014 Nada al\u00e9m daquele nome?<\/p>\n<p>E de novo sacudiu as chaves, acendeu a lanterna para olhar.<\/p>\n<p>\u2014 Estou vendo \u2014 ele disse. \u2014 N\u00e3o \u00e9 nada al\u00e9m daquele nome.<\/p>\n<p>Levantou a lanterna e me encarou.<\/p>\n<p>\u2014 Escrevi mais fundo \u2014 eu expliquei.<\/p>\n<p>\u2014 Ah, \u00e9? \u2014 ele reagiu. \u2014 Se quiser continuar lhe dou uma enxada.<\/p>\n<p>\u2014 Me d\u00ea \u2014 eu respondi.<\/p>\n<p>O guarda me deu a enxada, novamente se afastou, e com a enxada eu escavei e escrevi o nome at\u00e9 ficar muito profundo na terra. Eu teria escrito, na verdade, at\u00e9 o carv\u00e3o e o ferro, at\u00e9 os metais mais secretos de nomes antigos. Mas o guarda voltou outra vez e disse:<\/p>\n<p>\u2014 Agora o senhor deve ir embora. Estamos fechando.<\/p>\n<p>Eu sa\u00ed das valas do nome.<\/p>\n<p>\u2014 Est\u00e1 bem \u2014 respondi.<\/p>\n<p>Larguei a enxada, enxuguei a testa, olhei para a cidade \u00e0 minha volta, al\u00e9m das \u00e1rvores escuras.<\/p>\n<p>\u2014 Est\u00e1 bem \u2014 eu disse. \u2014 Est\u00e1 bem.<\/p>\n<p>O guarda sorriu maliciosamente.<\/p>\n<p>\u2014 Ela n\u00e3o veio, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>\u2014 Ela n\u00e3o veio \u2014 eu disse.<\/p>\n<p>Mas logo depois perguntei:<\/p>\n<p>\u2014 Quem n\u00e3o veio?<\/p>\n<p>O guarda levantou a lanterna me encarando como antes.<\/p>\n<p>\u2014 A pessoa que o senhor estava esperando \u2014 ele disse.<\/p>\n<p>\u2014 Sim \u2014 eu disse \u2014 ela n\u00e3o veio.<\/p>\n<p>Mas, de novo, logo depois, perguntei:<\/p>\n<p>\u2014 Que pessoa?<\/p>\n<p>\u2014 Diacho! \u2014 disse o guarda. \u2014 A pessoa do nome.<\/p>\n<p>E ele sacudiu a lanterna, sacudiu as chaves, acrescentou:<\/p>\n<p>\u2014 Se o senhor quiser esperar um pouco mais, n\u00e3o fa\u00e7a cerim\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o \u00e9 isso que importa \u2014 eu disse. \u2014 Obrigado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Mas eu n\u00e3o fui embora, fiquei, e o guarda ficou ali comigo, como se me fizesse companhia.<\/p>\n<p>\u2014 Noite bonita! \u2014 ele disse.<\/p>\n<p>\u2014 Bonita \u2014 eu disse.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ent\u00e3o ele deu alguns passos, com a lanterna na m\u00e3o, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1rvores.<\/p>\n<p>\u2014 Mas \u2014 ele disse \u2014 tem certeza de que ela n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1?<\/p>\n<p>Eu sabia que ela n\u00e3o podia vir, mesmo assim estremeci.<\/p>\n<p>\u2014 Onde? \u2014 eu disse em voz baixa.<\/p>\n<p>\u2014 L\u00e1 \u2014 o guarda disse. \u2014 Sentada no banco.<\/p>\n<p>Folhas, com essas palavras, se moveram; uma mulher se levantou da escurid\u00e3o e come\u00e7ou a caminhar sobre as pedrinhas. Eu fechei os olhos ao som dos seus passos.<\/p>\n<p>\u2014 Ela tinha vindo, n\u00e3o? \u2014 disse o guarda.<\/p>\n<p>Sem lhe responder, eu fui atr\u00e1s daquela mulher.<\/p>\n<p>\u2014 Estamos fechando \u2014 o guarda gritou. \u2014 Estamos fechando.<\/p>\n<p>Gritando &#8220;estamos fechando&#8221;, ele se afastou por entre as \u00e1rvores.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Eu fui atr\u00e1s da mulher saindo do jardim, e depois pelas ruas da cidade.<\/p>\n<p>Eu a segui atr\u00e1s do que tinha sido o som dos seus passos sobre as pedrinhas.<\/p>\n<p>Ou melhor: guiado pela recorda\u00e7\u00e3o dos seus passos. E foi um caminhar longo, um seguir longo, ora entre a multid\u00e3o, ora por cal\u00e7adas solit\u00e1rias, at\u00e9 que, pela primeira vez, levantei os olhos e a vi, uma transeunte, \u00e0 luz da \u00faltima loja.<\/p>\n<p>Vi os seus cabelos, na verdade. Nada mais. E tive medo de perd\u00ea-la, comecei a correr.<\/p>\n<p>A cidade, naquelas latitudes, se alternava em prados e casas altas, Campos de Marte obscuros e feiras de luzes, com o olho vermelho do gasog\u00eanio ao fundo.<\/p>\n<p>Perguntei v\u00e1rias vezes:<\/p>\n<p>\u2014 Ela passou por aqui?<\/p>\n<p>Todos me respondiam que n\u00e3o sabiam.<\/p>\n<p>Mas uma menina brincalhona se aproximou, andando r\u00e1pido de patins e riu.<\/p>\n<p>\u2014 Aaah! \u2014 ela riu. \u2014 Aposto que voc\u00ea est\u00e1 procurando a minha irm\u00e3.<\/p>\n<p>\u2014 A sua irm\u00e3? \u2014 eu exclamei. \u2014 Como ela se chama?<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o vou lhe dizer \u2014 a menina respondeu.<\/p>\n<p>E de novo riu; fez, com os patins, um giro de dan\u00e7a da morte ao meu redor.<\/p>\n<p>\u2014 Aaah! \u2014 ela riu.<\/p>\n<p>\u2014 Me diga ent\u00e3o onde ela est\u00e1 \u2014 eu pedi a ela.<\/p>\n<p>\u2014 Aaah! \u2014 a menina riu. \u2014 Ela est\u00e1 num port\u00e3o.<\/p>\n<p>Ela rodopiou ao meu redor na sua dan\u00e7a da morte por mais um minuto, depois foi embora patinando na avenida sem fim, rindo.<\/p>\n<p>\u2014 Ela est\u00e1 num port\u00e3o \u2014 gritou de longe, rindo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Havia casais infames nos port\u00f5es, mas eu cheguei em um que estava deserto e nu. O port\u00e3o se abriu quando eu o empurrei, subi as escadas e comecei a ouvir algu\u00e9m chorando.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 ela que est\u00e1 chorando? \u2014 perguntei \u00e0 zeladora.<\/p>\n<p>A velha estava dormindo sentada no meio das escadas, com os seus panos de limpeza na m\u00e3o, e acordou, olhou para mim.<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o sei \u2014 ela respondeu. \u2014 Quer que chame o elevador?<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o quis, queria ir at\u00e9 aquele choro, e continuei subindo as escadas dentre as janelas escuras e escancaradas. Cheguei finalmente aonde estava o choro: atr\u00e1s de uma porta branca. Entrei e estava pr\u00f3ximo dela, acendi a luz.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o vi ningu\u00e9m no c\u00f4modo, nem ouvi mais nada. Por\u00e9m, sobre o sof\u00e1, estava o len\u00e7o das suas l\u00e1grimas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> VECCE, Carlo. <em>Piccola Storia della Letteratura Italiana<\/em>. Napoli: Liguori Editore, 2009, p. 512. Tradu\u00e7\u00e3o nossa.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> ANSELMI, Gian Mario. <em>Profilo storico della letteratura italiana<\/em>. 4\u00aa ed. Milano: Sansoni, 2008, p. 365.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> BRIGATTI, Virna. \u201cVittorini, Elio\u201d in <em>Dizionario Biografico degli Italiani<\/em>, v. 99, 2020. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.treccani.it\/enciclopedia\/elio-vittorini_%28Dizionario-Biografico%29\/\">https:\/\/www.treccani.it\/enciclopedia\/elio-vittorini_%28Dizionario-Biografico%29\/<\/a>. Acesso em: 4 jun. 2021.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> BATTISTINI, Andrea. (Org.) <em>Letteratura Italiana<\/em>: Dal Settecento ai nostri giorni. Bologna: Societ\u00e0 editrice il Mulino, 2014, p. 468.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> Tradu\u00e7\u00e3o realizada no \u00e2mbito das atividades da disciplina \u201cPr\u00e1tica de Tradu\u00e7\u00e3o\u201d, ministrada entre fevereiro e maio de 2021, sob supervis\u00e3o da Prof<sup>a<\/sup>. Cl\u00e1udia Tavares Alves, na Universidade Federal de Santa Catarina.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Utilizou-se como refer\u00eancia para esta tradu\u00e7\u00e3o a vers\u00e3o do conto publicada em LAHIRI, Jhumpa (org.). <em>Racconti italiani<\/em>. Mil\u00e3o: Ugo Guanda, 2019, pp. 33-36.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":133,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[221,220,5,34,222,28,48],"class_list":["post-570","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-contos-italianos","tag-elio-vittorini","tag-literatura","tag-literatura-italiana","tag-pratica-de-traducao","tag-traducao","tag-traducao-literaria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/570","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/133"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=570"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/570\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":590,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/570\/revisions\/590"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=570"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=570"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/marcapaginas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=570"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}