{"id":1636,"date":"2012-02-13T06:50:23","date_gmt":"2012-02-13T09:50:23","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/meiodecultura\/?p=1636"},"modified":"2012-02-13T06:50:23","modified_gmt":"2012-02-13T09:50:23","slug":"fim-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/2012\/02\/13\/fim-do-mundo\/","title":{"rendered":"\u00c9 o fim do mundo!!! (parte 1) &#8212; Ou: Sobreviveremos a uma epidemia zumbi?"},"content":{"rendered":"<p>O fim do mundo \u00e9 tema recorrente\u2026 Em 2011, por exemplo, falaram que o mundo iria acabar duas vezes. Agora, andam falando que a 2013 n\u00e3o chegaremos. Mas uma coisa que sempre se esquecem de delimitar \u00e9 o que seria esse &#8220;fim do mundo&#8221;. Nesse caso o &#8220;mundo&#8221; seria o planeta Terra? A vida na Terra? Ou estamos falando s\u00f3 da esp\u00e9cie humana? Outra coisa \u00e9 <strong><em>como<\/em><\/strong> esse fim do mundo ir\u00e1 acontecer? \u00c9 o Sol que vai virar uma gigante-vermelha e aumentar tanto de tamanho que vai acabar engolindo a Terra? \u00c9 um asteroide imenso que vai se chocar com o nosso planeta? \u00c9 uma doen\u00e7a infecciosa que vai se espalhar dizimando toda a popula\u00e7\u00e3o humana? S\u00e3o extraterrestres que estariam vindo destruir a Terra sob o pretexto de ser constru\u00edda uma nova via hiperespacial?<\/p>\n<p>E&#8230; por que n\u00e3o um belo final apocal\u00edptico no qual a esp\u00e9cie humana sofre um ataque zumbi?<\/p>\n<figure style=\"width: 291px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.canalfox.com.br\/br\/series\/the-walking-dead\/fotos\/\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"       \" src=\"http:\/\/cdn-flac.ficfiles.com\/sites\/canalfox-br\/files\/img\/galleries\/1918\/the-walking-dead-2-640x640-009.jpg?ver=34c69a9a-148d-41b2-b397-0d6a036e\" alt=\"\" width=\"291\" height=\"291\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">The Walking Dead: nosso futuro?<\/figcaption><\/figure>\n<p>Bom, pelo menos foi isso que alguns matem\u00e1ticos pensaram para propor um modelo epidemiol\u00f3gico de infec\u00e7\u00e3o&#8230; Para isso vamos estabelecer as regras para a nossa epidemia zumbi:<\/p>\n<ol>\n<li>Somente humanos s\u00e3o infectados depois do contato com um zumbi (por isso vamos desconsiderar outras formas de vida).<\/li>\n<li>Zumbis n\u00e3o matam outros zumbis.<\/li>\n<li>Zumbis s\u00f3 podem surgir de duas formas: pessoas que foram mordidas durante um ataque ou mortos que voltam &#8220;\u00e0 vida&#8221;.<\/li>\n<li>Zumbis podem ser eliminados, mas isso s\u00f3 acontece se tiverem seu c\u00e9rebro destru\u00eddo.<\/li>\n<\/ol>\n<p><a href=\"http:\/\/www.666gamer.com\/images\/zombies.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.666gamer.com\/images\/zombies.jpg\" alt=\"\" width=\"201\" height=\"199\" \/><\/a>Estabelecidas as regras, vamos considerar a nossa popula\u00e7\u00e3o. O primeiro passo \u00e9 dividi-la em grupos. Aqui, vamos considerar 3 grupos: <span style=\"color: #3366ff\">Suscept\u00edveis<\/span> (S), <span style=\"color: #3366ff\">Zumbis<\/span> (Z) e <span style=\"color: #3366ff\">Removidos<\/span> (R).<\/p>\n<p>Vamos, agora, entender como se d\u00e1 a din\u00e2mica dessa popula\u00e7\u00e3o, para podemos estabelecer o nosso modelo epidemiol\u00f3gico.<\/p>\n<p>O grupo de indiv\u00edduos suscept\u00edveis (S) \u00e9 incrementado por uma taxa de natalidade (a). Al\u00e9m disso, esses indiv\u00edduos podem morrer de causas naturais (b) \u2013 aqui, natural implica em n\u00e3o ser decorrente de um ataque zumbi. Pessoas da classe S tornam-se zumbis (Z) por meio da transmiss\u00e3o que ocorre decorrente de um ataque (c). Os removidos (R) consistem em indiv\u00edduos que morreram, seja por um ataque zumbi ou por causas naturais. Mortos da classe R podem sofrer reanima\u00e7\u00e3o, tornando-se zumbis (d), e estes, por sua vez, podem ser (novamente) mortos (e) passando a integrar o grupo dos removidos.<\/p>\n<p>Eita&#8230; ficou confuso demais, n\u00e9? A figura abaixo nos ajuda a simplificar isso!<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1.png\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-1639\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1.png\" alt=\"\" width=\"442\" height=\"245\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1.png 632w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1-300x166.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1-620x343.png 620w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis1-200x111.png 200w\" sizes=\"(max-width: 442px) 100vw, 442px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Assim, esse modelo nos d\u00e1 as seguintes equa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\"><span style=\"color: #3366ff\">S&#8217; = a \u2013 bS \u2013 cSZ<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\"><span style=\"color: #3366ff\">Z&#8217; = cSz + dR \u2013 eSZ<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\"><span style=\"color: #3366ff\">R&#8217; = bS + aSZ &#8211; dR<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Aqui come\u00e7a a matem\u00e1tica do artigo, de onde eles derivam v\u00e1rias equa\u00e7\u00f5es, fazem matrizes e estipulam uma s\u00e9ries de valores para os par\u00e2metros &#8211; nada que iremos abordar aqui&#8230; Para os objetivos desse post, o que nos interessa s\u00e3o os resultados!<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Bom&#8230; digamos que o resultado disso tudo n\u00e3o foi muito agrad\u00e1vel&#8230; D\u00ea uma olhadinha nesse primeiro gr\u00e1fico feito para uma popula\u00e7\u00e3o de 500.000 pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2.png\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-1653\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2.png\" alt=\"\" width=\"476\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2.png 810w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2-300x213.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2-768x546.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2-620x441.png 620w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis2-200x142.png 200w\" sizes=\"(max-width: 476px) 100vw, 476px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Os autores decidem, ent\u00e3o, testar outros modelos com mais grupos populacionais e mais par\u00e2metros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O primeiro deles envolve um modelo no qual a infec\u00e7\u00e3o zumbi tem um per\u00edodo de lat\u00eancia, ou seja, ela demora para se manifestar (e a zumbifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 transmiss\u00edvel nesse tempo). Nesse caso, ap\u00f3s a an\u00e1lise dos dados e constru\u00e7\u00e3o do gr\u00e1fico, a maior diferen\u00e7a foi no tempo gasto para que a popula\u00e7\u00e3o de zumbis ultrapassasse a de humanos: o dobro do tempo [poderemos observar isso no gr\u00e1fico mais abaixo].<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O modelo seguinte envolvia a possibilidade de isolar pessoas contaminadas, ou seja: quarentena. O resultado tamb\u00e9m n\u00e3o foi muito animador: atrasou um pouquinho a erradica\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O \u00faltimo modelo j\u00e1 foi mais interessante: utilizaram o primeiro modelo alternativo (o de infec\u00e7\u00e3o latente) e adicionaram a possibilidade de um tratamento no qual zumbis tratados voltavam \u00e0 condi\u00e7\u00e3o inicial (ou humanos suscept\u00edveis, ou mortos). Assim, com a possibilidade de tratamento, a quarentena deixa de ser necess\u00e1ria. Al\u00e9m disso, a cura da zumbifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o garantiria imunidade. Utilizando os mesmos valores dos par\u00e2metros para construir o primeiro gr\u00e1fico, o pessoal chegou \u00e0 seguinte situa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3.png\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-1654\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3-620x444.png\" alt=\"\" width=\"477\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3-620x444.png 620w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3-300x215.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3-768x550.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3-200x143.png 200w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2050\/01\/zumbis3.png 800w\" sizes=\"(max-width: 477px) 100vw, 477px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Mas a\u00ed vem aquele ponto desesperador: <span style=\"color: #3366ff\">mas ainda n\u00e3o existe um medicamento para curar um zumbi!!! <\/span>E a gente ainda pode se perguntar: <span style=\"color: #3366ff\">\u00e9 poss\u00edvel um cen\u00e1rio diferente?<\/span> Ao inv\u00e9s de haver uma erradica\u00e7\u00e3o humana pelo mortos-vivos, ser\u00edamos n\u00f3s capazes de reverter o caso levando a uma &#8220;erradica\u00e7\u00e3o zumbi&#8221;? <del>J\u00e1 posso ouvir os desejos inconscientes de voc\u00eas: &#8220;diz que sim! diz que sim!&#8221;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Felizmente, a resposta \u00e9 sim! Mas n\u00e3o se alegre de cara, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples &#8211; como voc\u00ea j\u00e1 deve ter notado pelos gr\u00e1ficos acima. Para isso ter\u00edamos que utilizar a \u00fanica estrat\u00e9gia dispon\u00edvel: a <span style=\"color: #3366ff\">erradica\u00e7\u00e3o impulsiva<\/span>.<\/p>\n<p>E o que \u00e9 que \u00e9 isso mesmo?<\/p>\n<p>Os ataques devem ser iniciados logo no in\u00edcio da epidemia e devem ser muito eficientes. Os autores sugerem que na medida em que a epidemia zumbi avan\u00e7a ter\u00edamos tempo de juntar armas para exterminar os mortos vivos e, dessa forma, realizar ataques cada vez mais efetivos! Mas repito: as chances de sobreviver, n\u00e3o s\u00e3o l\u00e1 muito animadoras.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, no caso de uma &#8220;World War Z&#8221; voc\u00ea j\u00e1 sabe o que fazer, n\u00e9? Se ainda n\u00e3o sabe, o <a href=\"http:\/\/jovemnerd.ig.com.br\/\">Jovem Nerd<\/a> ensina de forma bem did\u00e1tica:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.nerdstore.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-1872\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/camiseta-protocolo-bluehand-355762.jpg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"358\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/camiseta-protocolo-bluehand-355762.jpg 317w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/camiseta-protocolo-bluehand-355762-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/camiseta-protocolo-bluehand-355762-300x424.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/camiseta-protocolo-bluehand-355762-142x200.jpg 142w\" sizes=\"(max-width: 254px) 100vw, 254px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Leia a parte 2: &#8220;<a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/meiodecultura\/2012\/02\/e-o-fim-do-mundo-parte-2-ou-como-se-preparar-para-o-apocalipse-zumbi\/\">Como se preparar para o apocalipse Zumbi<\/a>&#8220;, clique <a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/meiodecultura\/2012\/02\/e-o-fim-do-mundo-parte-2-ou-como-se-preparar-para-o-apocalipse-zumbi\/\">AQUI<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;color: #ff0000\"><strong>Notinhas importantes:<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<ul>\n<li>Apesar de ser um <em>post fict\u00edcio<\/em> ele ilustra como funciona o processo de cria\u00e7\u00e3o de modelos epidemiol\u00f3gicos de doen\u00e7as infecciosas. O modelo aqui apresentado, o &#8220;SZR&#8221; (Suscept\u00edvel, Zumbi, Removido), \u00e9 uma varia\u00e7\u00e3o do conhecido &#8220;SIR&#8217; (Suscept\u00edvel, Infectado, Recuperado).<\/li>\n<li>Acabei de ser questionado pelo <a href=\"https:\/\/twitter.com\/anderarndt\">@anderarndt<\/a> sobre a escala de tempo dos gr\u00e1ficos. Em geral, no paper, s\u00f3 falam em &#8220;escala de tempo&#8221;, mas tem um momento l\u00e1 que eles falam em dias&#8230; sim, DIAS!! &#8212; Fique preocupado com isso!<\/li>\n<li>Esse post faz parte da blogagem coletiva sobre o fim do mundo promovida pelo ScienceBlogs Brasil. Gostou da ideia? Tem um blog? Quer participar? Saiba mais clicando no banner abaixo.<\/li>\n<\/ul>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left\"><a href=\"http:\/\/bit.ly\/blogagem_fim_do_mundo\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/raiox\/files\/2012\/02\/seloblogcol_2012.jpg\" alt=\"Blogagem coletiva Fim do Mundo\" width=\"240\" height=\"200\" \/><\/a><br \/>\n<span style=\"color: #800080\"><strong>Refer\u00eancia:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Baixe o PDF clicando no t\u00edtulo &gt;&gt;&gt; \u201c<a href=\"http:\/\/mysite.science.uottawa.ca\/rsmith43\/Zombies.pdf\">When Zombies Attack!: Mathematical Modelling of an Outbreak of Zombie Infection<\/a>\u201d by Philip Munz, Ioan Hudea, Joe Imad and Robert Smith?. In \u201cInfectious Disease Modelling Research Progress,\u201d eds. J.M. Tchuenche and C. Chiyaka, Nova Science Publishers, Inc. pp. 133-150, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"color: #993300\"><strong>Outras notinhas que podem interessar a voc\u00ea:<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<li>Descobri esse trabalho lendo o post &#8220;<a href=\"http:\/\/blogs.scientificamerican.com\/lab-rat\/2011\/10\/31\/modelling-a-werewolf-epidemic-2\/\">Modelling a werewolf epidemic<\/a>&#8221; do &#8220;Lab Rat&#8221;, no Halloween de 2011!<\/li>\n<li>Por meio do post &#8220;<a href=\"http:\/\/www.wired.com\/wiredscience\/2009\/08\/zombies\/\">Mathematical model for surviving a zombie attack<\/a>&#8221; do &#8220;Wired Science&#8221; descobri que um dos autores do trabalho, o prof. Robert Smith? (sim, a interroga\u00e7\u00e3o faz parte do nome) leciona\/pesquisa na Universidade de Otawa. Seu objeto de estudo s\u00e3o modelos epid\u00eamicos de diferentes doen\u00e7as infeciosas (reais, como HIV, Mal\u00e1ria e HPV). L\u00e1, ele ministra a disciplina &#8220;<em><a href=\"http:\/\/mysite.science.uottawa.ca\/rsmith43\/ZombieCourse\/ZombieCourse.htm\">Mathematical Modelling of Zombies<\/a><\/em>&#8221; que utiliza como bibliografia b\u00e1sica o livro &#8220;<em><a href=\"http:\/\/www.press.uottawa.ca\/book\/braaaiiinnnsss\">Braaaiiinnnsss!: From Academics to Zombies<\/a><\/em>&#8220;, de sua autoria. Al\u00e9m desse artigo sobre zumbis, o professor rec\u00e9m terminou um outro tamb\u00e9m muito curioso: &#8220;<em>A mathematical model of Bieber Fever: the most infectious disease of our time?<\/em>&#8220;.<\/li>\n<li>Quem foi mesmo que disse que por ser matem\u00e1tica n\u00e3o pode ser divertido?<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fim do mundo \u00e9 tema recorrente\u2026 Em 2011, por exemplo, falaram que o mundo iria acabar duas vezes. Agora,<\/p>\n","protected":false},"author":491,"featured_media":1776,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[10,11,16],"tags":[36,70,71,79,96,151,164,169],"class_list":["post-1636","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-humor","category-microbiologia","category-saude","tag-blogagem-coletiva","tag-epidemia","tag-epidemiologia","tag-fim-do-mundo","tag-infeccao","tag-sobrevivencia","tag-virus","tag-zumbis"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2012\/02\/the-walking-dead-2-640x640-009.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/491"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1636\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1776"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}