{"id":2983,"date":"2020-05-02T10:02:00","date_gmt":"2020-05-02T13:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/?p=2983"},"modified":"2020-05-02T00:58:46","modified_gmt":"2020-05-02T03:58:46","slug":"achatar-a-curva-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/2020\/05\/02\/achatar-a-curva-parte-2\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 essa curva que a gente tem que achatar? \u2013 parte 2"},"content":{"rendered":"\n<p>No <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/2020\/04\/30\/achatar-a-curva-parte-1\/\" target=\"_blank\">\u00faltimo post<\/a> falamos sobre como analisar e obter muitas informa\u00e7\u00f5es de um gr\u00e1fico. Agora vamos dar mais um passo para entender de vez o que \u00e9 essa curva que a gente tem que achatar e o que resulta disso.<\/p>\n\n\n\n<p>Para come\u00e7ar, vamos observar o que podemos entender de um gr\u00e1fico que mostra o curso de uma doen\u00e7a levando em conta o n\u00famero de casos e o tempo. <\/p>\n\n\n\n<p>Observe que o gr\u00e1fico abaixo come\u00e7a em uma curva que <strong>sobe at\u00e9 um n\u00edvel m\u00e1ximo (que \u00e9 o pico) e depois come\u00e7a a diminuir<\/strong>. <em>O pico est\u00e1 representado pelo ponto amarelo no topo do gr\u00e1fico, achou!?<\/em> Mas, se observamos mais atentamente, observamos que a inclina\u00e7\u00e3o dessa curva varia ao longo do tempo. Vemos isso analisando as retas que tra\u00e7amos ao longo da curva! Quanto mais inclinada (mais vertical) mais r\u00e1pido o curso da doen\u00e7a. Quando menos inclinada (mais horizontal), mais lento o curso da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-05-1024x666.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2984\" width=\"406\" height=\"264\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-05-1024x666.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-05-300x195.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-05-768x499.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-05.png 1044w\" sizes=\"(max-width: 406px) 100vw, 406px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Sabendo disso, fica mais f\u00e1cil entender a<strong> vari\u00e1vel R.<\/strong> Ela indica quantas pessoas s\u00e3o contaminadas a partir de cada indiv\u00edduo contaminado. <\/p>\n\n\n\n<p>Temos estimado para o Brasil (em 01\/05\/20) um <strong>R entre 2 e 3. Isso significa que, para cada caso confirmado, espera-se que ocorram mais 2-3 novos casos. <\/strong>Podemos falar que <strong>quanto menor o R, mais suave (menos inclinada) \u00e9 a curva de crescimento de casos<\/strong>. Quando o <strong>R=1<\/strong>, a curva fica plana, uma linha horizontal, porque n\u00e3o h\u00e1 aumento ou diminui\u00e7\u00e3o de casos (\u00e9 a linha amarela). E, <strong>para que a curva comece a diminuir, o valor de R deve ser negativo<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a partir dessa ideia do valor que R que vem a express\u00e3o \u201cVAMOS ACHATAR A CURVA!\u201d. Vamos falar disso aqui embaixo, usando como base o gr\u00e1fico que ilustra a nossa s\u00e9rie<s>\u2013 e que parece o morro do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar no Rio de Janeiro<\/s>!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-06-1024x557.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2985\" width=\"524\" height=\"285\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-06-1024x557.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-06-300x163.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-06-768x418.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-06.png 1242w\" sizes=\"(max-width: 524px) 100vw, 524px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-pink-background-color has-background\">Em <strong>ROSA<\/strong> temos uma curva <em>qualitativa <\/em>de n\u00famero de casos por tempo. Como voc\u00ea deve ter visto, a COVID tem muitos sintomas graves que podem levar os infectados a dependerem de hospitaliza\u00e7\u00e3o. Em alguns casos, inclusive, os pacientes precisam ser internados em UTIs. A quantidade de leitos \u00e9 limitada e mal distribu\u00edda pelo pa\u00eds. Mesmo dentro dos estados, esses leitos podem estar concentrados em uma determinada cidade ou regi\u00e3o. Esse limite imposto pelo n\u00famero de leitos \u00e9 o que estou chamando aqui de \u201c<strong><em>capacidade m\u00e1xima do sistema de sa\u00fade<\/em><\/strong>\u201d. A partir do momento em que essa capacidade \u00e9 atingida, pessoas deixam de ser atendidas e a chance de morte aumenta muito <em>(lembra o que aconteceu na It\u00e1lia?)<\/em>. Olhe no gr\u00e1fico acima como uma parte dos casos fica acima dessa <em>capacidade limite&#8230; <\/em>esses casos representam as pessoas que n\u00e3o ter\u00e3o nem mesmo a chance de tentarem um leito, j\u00e1 que n\u00e3o haver\u00e1 nenhum dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-cyan-blue-background-color has-background\">Agora podemos falar da curva <strong>AZUL<\/strong>. Nela vemos uma situa\u00e7\u00e3o em que medidas de conten\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o foram tomadas, <strong>reduzindo o valor de R<\/strong>. Observe como o aumento de casos foi menor e espalhado por um per\u00edodo de tempo maior. Com isso, observamos que o n\u00famero de novos casos foi suportado pelo sistema de sa\u00fade at\u00e9 iniciar seu decl\u00ednio. Veja que o ponto m\u00e1ximo do gr\u00e1fico (o pico) ficou bem mais embaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea provavelmente deve ter ouvido que o pico seria em mar\u00e7o, depois no in\u00edcio de abril, a\u00ed falaram que seria no final de abril, em maio, em junho&#8230; <em>Por que isso acontece?<\/em> Vamos entender, agora, por que <strong>o pico da COVID est\u00e1 sendo estimado cada vez mais para frente<\/strong>&#8230; <\/p>\n\n\n\n<p>Como falamos ali em cima, R \u00e9 uma vari\u00e1vel e ela \u00e9 impactada diretamente pelas medidas de preven\u00e7\u00e3o que est\u00e3o sendo tomadas (quarentena, <em>lock down<\/em>, uso de m\u00e1scaras&#8230;.). <strong><em>Quanto mais efetivas as medidas de prote\u00e7\u00e3o e maior a ades\u00e3o pela popula\u00e7\u00e3o, menor o R. Quanto menor o R, mais a curva \u00e9 achatada. Quanto mais achatada a curva, mais o pico \u00e9 postergado<\/em> <\/strong>(deslocado para frente no tempo). Ficou complicado? Olha essa figura aqui embaixo que vai ficar mais claro!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-07-1024x587.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2986\" width=\"365\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-07-1024x587.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-07-300x172.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-07-768x440.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-07.png 1161w\" sizes=\"(max-width: 365px) 100vw, 365px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Isso mostra que, <strong>quanto mais afastada a nova data do pico, mais as medidas de distanciamento social est\u00e3o funcionando<\/strong> <strong>e menos sobrecarregado fica o sistema de sa\u00fade<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#4ffa5d\">Ent\u00e3o, s\u00f3 para falar mais uma vez: <strong>O objetivo dessa estrat\u00e9gia (achatar a curva) \u00e9 permitir que as pessoas sintom\u00e1ticas de COVID que necessitem ser internadas tenham leitos hospitalares dispon\u00edveis.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/ourworldindata.org\/coronavirus\" target=\"_blank\">site especial sobre a COVID no Our World in Data<\/a> temos acesso a v\u00e1rios gr\u00e1ficos interativos, nos quais podemos selecionar os pa\u00edses que queremos comparar. <\/p>\n\n\n\n<p>Separei dois gr\u00e1ficos que relacionam mortalidade por COVID e tempo, ambos atualizados at\u00e9 o dia 01\/05\/2020. A sele\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses foi feita com o objetivo de obter diferentes padr\u00f5es de curva para que possamos aplicar os conceitos que trabalhamos nesses dois posts. Vamos trabalhar agora com uma <strong>an\u00e1lise quantitativa<\/strong> &#8211; e com dados reais!<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>primeiro gr\u00e1fico<\/strong> nos mostra dados que <em>permitem avaliar se estamos atingindo o pico da curva <\/em>com base no <strong>n\u00famero de mortes por dia<\/strong> em cada pa\u00eds. Selecionei o Brasil e o Equador porque eles apresentam comportamentos bem interessantes. Coment\u00e1rios de interpreta\u00e7\u00e3o est\u00e3o nas bordas dos gr\u00e1ficos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-08-1024x525.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2987\" width=\"711\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-08-1024x525.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-08-300x154.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-08-768x393.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-08.png 1228w\" sizes=\"(max-width: 711px) 100vw, 711px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Este <strong>segundo gr\u00e1fico<\/strong> nos mostra o <strong>n\u00famero total de mortes por pa\u00eds<\/strong>. Ou seja, <em>diariamente s\u00e3o acrescentadas, ao montante anterior, as novas mortes ocorridas naquele dia<\/em>. Para esse gr\u00e1fico selecionei os Estados Unidos, a Espanha, o Brasil e a China \u2013 todos com comportamentos bem distintos. Como no outro gr\u00e1fico, os coment\u00e1rios est\u00e3o nas laterais. Mas quero chamar aten\u00e7\u00e3o para as letrinhas de A a E que coloquei nos gr\u00e1ficos. Se observarem com aten\u00e7\u00e3o, bem clarinho no fundo, conseguimos observar o desenho das curvas de acordo com a velocidade de aumento no n\u00famero de mortes (as letrinhas indicam essas curvas) &#8211; \u00e9 bem interessante!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-09-1024x578.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2988\" width=\"795\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-09-1024x578.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-09-300x169.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-09-768x434.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2020\/05\/grafico-covid-09.png 1224w\" sizes=\"(max-width: 795px) 100vw, 795px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Espero que voc\u00ea tenha gostado dessa postagem e que eu tenha conseguido mostrar como analisar esses gr\u00e1ficos pode n\u00e3o ser t\u00e3o dif\u00edcil como pode parecer, al\u00e9m de ser bem interessante e nos fornecer muita informa\u00e7\u00e3o! <\/p>\n\n\n\n<p><em>Se voc\u00ea ainda ficou com alguma d\u00favida ou tem algum gr\u00e1fico que quer que a gente d\u00ea uma olhadinha, entre em contato em alguma rede social!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima! =)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-very-dark-gray-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#ffda76\">Aproveite e nos siga no <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twitter.com\/MeioDeCultura\/\" target=\"_blank\"><strong>Twitter<\/strong><\/a>, no <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meiodecultura.sbbr\" target=\"_blank\">Instagram<\/a> <\/strong>e no <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/meiodecultura.sbbr\" target=\"_blank\"><strong>Facebook<\/strong><\/a>!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\">Para mais informa\u00e7\u00f5es, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/meiodecultura\/2020\/04\/30\/achatar-a-curva-parte-1\/\" target=\"_blank\">al\u00e9m das dicas passadas<\/a>, d\u00ea uma olhadinha nesses sites tamb\u00e9m!<\/p>\n\n\n\n<p>*<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.sbmt.org.br\/portal\/new-coronavirus-disease-covid-19-more-questions-than-answers\/\" target=\"_blank\">Doen\u00e7a Causada Pelo Novo Coronav\u00edrus (COVID-19): mais perguntas do que respostas, no site da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical<\/a>. <\/p>\n\n\n\n<p>*<a href=\"https:\/\/ourworldindata.org\/coronavirus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Site especial sobre a COVID-19, no Our World in Data<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u00faltimo post falamos sobre como analisar e obter muitas informa\u00e7\u00f5es de um gr\u00e1fico. 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