{"id":1532,"date":"2021-04-06T13:13:39","date_gmt":"2021-04-06T16:13:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/?p=1532"},"modified":"2021-04-06T13:13:41","modified_gmt":"2021-04-06T16:13:41","slug":"o-que-sao-orgaos-em-chip-e-sua-importancia-para-a-industria-farmaceutica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/o-que-sao-orgaos-em-chip-e-sua-importancia-para-a-industria-farmaceutica\/","title":{"rendered":"O que s\u00e3o \u00f3rg\u00e3os-em-chip e sua import\u00e2ncia para a ind\u00fastria farmac\u00eautica"},"content":{"rendered":"\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><div id=\"attachment_1533\" style=\"width: 559px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH.png\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1533\" class=\"wp-image-1533 \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH.png\" alt=\"\" width=\"549\" height=\"285\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH.png 843w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH-300x156.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH-768x398.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH-150x78.png 150w\" sizes=\"(max-width: 549px) 100vw, 549px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1533\" class=\"wp-caption-text\">\u00d3rg\u00e3os-em-chip. Fonte: National Institutes of Health (NIH)<\/p><\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>A ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 um dos mais importantes setores industriais da humanidade, composta por organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas. Dentre os objetivos dessa ind\u00fastria temos a pesquisa e o desenvolvimento (P&amp;D), a inova\u00e7\u00e3o, a fabrica\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o de medicamentos para a sa\u00fade humana e animal.<\/p>\n<p>Os medicamentos que s\u00e3o desenvolvidos pelos profissionais da \u00e1rea abordam uma ampla gama de propriedades farmacol\u00f3gicas e toxicol\u00f3gicas. Os avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos auxiliam na descoberta e no desenvolvimento de medicamentos com maior atividade terap\u00eautica e redu\u00e7\u00e3o dos efeitos colaterais.<\/p>\n<p>A descoberta e o desenvolvimento cient\u00edfico na ind\u00fastria farmac\u00eautica s\u00e3o impulsionados por testes toxicol\u00f3gicos e cl\u00ednicos. Tait (1998) diferencia os objetivos de grandes corpora\u00e7\u00f5es com foco em uma ampla gama de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, fabrica\u00e7\u00e3o e controle de qualidade, marketing e vendas (M&amp;S) daqueles de pequenas empresas que visam objetivos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Esses objetivos exigem grandes quantias de investimentos financeiros devido \u00e0s altas despesas associadas com P&amp;D, aprova\u00e7\u00e3o, regulamenta\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o, controle de qualidade e M&amp;S.<\/p>\n<p>Assim, o desenvolvimento de novas tecnologias que possam contribuir para obter solu\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de novos medicamentos e ativos terap\u00eauticos eficazes al\u00e9m de facilitar os testes toxicol\u00f3gicos e cl\u00ednicos s\u00e3o sempre bem vindas.<\/p>\n<p>Das novas tecnologias existentes, microdispositivos \u00f3rg\u00e3os-em-chip, ou simplesmente \u00f3rg\u00e3os-em-chip, vem chamando a aten\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica em todo o mundo. Mas, para entender a import\u00e2ncia dessas tecnologias precisamos entender uma etapa importante do desenvolvimento de um medicamento.<\/p>\n<h4>O que acontece depois do desenvolvimento de um novo f\u00e1rmaco?<\/h4>\n<p>Ap\u00f3s o desenvolvimento de um novo ingredientes farmac\u00eautico ativo (IFA), s\u00e3o necess\u00e1rios extensos testes pr\u00e9-cl\u00ednicos e protocolos de valida\u00e7\u00e3o, antes que o novo medicamento seja aprovado e, em seguida, avance para avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Ingredientes farmac\u00eautico ativo pode ser entendido como uma subst\u00e2ncia ou mistura de subst\u00e2ncias destinadas a serem utilizadas na fabrica\u00e7\u00e3o de um medicamento (farmac\u00eautico) e que, quando utilizada na produ\u00e7\u00e3o, torna-se um ingrediente ativo do produto.\u00a0Mais defini\u00e7\u00f5es da \u00e1rea farmac\u00eautica podem ser visto <a href=\"https:\/\/www.registrarcorp.com\/pt\/definitions\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Esses processos demoram e custam caro e \u00e0s vezes s\u00e3o ineficazes.<\/p>\n<p>Conforme demonstrado por DiMasi et al. (2010), para novos compostos ativos inclu\u00eddos em testes cl\u00ednicos entre 1993 e 2004, monitorados at\u00e9 2009, cerca de um em cada seis compostos eventualmente obteve a aprova\u00e7\u00e3o comercial para o mercado norte-americano.<\/p>\n<p>Um dos principais fatores para esse baixo \u00edndice de sucesso \u00e9 a falta de modelos pr\u00e9-cl\u00ednicos capazes de fornecer previs\u00f5es precisas do comportamento humano aos novos f\u00e1rmacos.<\/p>\n<p>O protocolo de avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-cl\u00ednica baseado em laborat\u00f3rio \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de ensaios <em>in vitro,<\/em> experimenta\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de modelos animais <em>in vivo<\/em>.<\/p>\n<p>No entanto, as limita\u00e7\u00f5es atuais dos m\u00e9todos experimentais corroboram a necessidade do modelo humano <em>in vitro<\/em>, como um intermedi\u00e1rio da fase inicial de desenvolvimento de um novo f\u00e1rmaco, ou seja, um modelo capaz de reproduzir de forma eficiente a intera\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos \u00f3rg\u00e3os para predizer os efeitos colaterais observados em testes cl\u00ednicos.<\/p>\n<p>E a\u00ed que entra os \u00f3rg\u00e3os-em-chip e microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<h4>\u00d3rg\u00e3os-em-chip e microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os\u00a0<\/h4><div id=\"attachment_1546\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1546\" class=\"wp-image-1546 size-large\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip-1024x325.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip-1024x325.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip-300x95.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip-768x243.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip-150x48.jpg 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/Stemcell_and_organ_on_a_chip.jpg 1180w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-1546\" class=\"wp-caption-text\">\u00a0Wikimedia Commons<\/p><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u00d3rg\u00e3os-em-chip<\/strong> <strong>s\u00e3o dispositivos usados \u200b\u200bpara cultivar c\u00e9lulas vivas em estruturas microm\u00e9tricas que s\u00e3o continuamente perfundidas para imitar fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas de \u00f3rg\u00e3os ou tecidos. <\/strong><\/p>\n<p>O objetivo principal \u00e9 permitir que fun\u00e7\u00f5es m\u00ednimas representem fun\u00e7\u00f5es de \u00f3rg\u00e3os ou tecidos e n\u00e3o construir um \u00f3rg\u00e3o vivo.<\/p>\n<p>Em contraste, <strong>microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os s\u00e3o dispositivos capazes de reproduzir aspectos metab\u00f3licos humanos<\/strong>.<\/p>\n<p>Esses microdispositivos funcionam sob concentra\u00e7\u00f5es de metab\u00f3litos [<em>metabolismo de uma determinada mol\u00e9cula ou subst\u00e2ncia<\/em>] relevantes, conectando v\u00e1rias culturas de tecidos <em>in vitro<\/em> em uma disposi\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica adequada.<\/p>\n<p>Os metab\u00f3litos s\u00e3o consumidos, produzidos e trocados pelo transporte de recircula\u00e7\u00e3o envolvendo todos os tecidos. Um sistema multi\u00f3rg\u00e3os permite a representa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas, suas respostas individuais a um medicamento espec\u00edfico e suas influ\u00eancias em outros \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os podem ser usados \u200b\u200bpara simular a convers\u00e3o de um pr\u00f3-f\u00e1rmaco em um composto eficaz que atua no tecido-alvo, bem como para identificar efeitos de toxicidade nos tecidos n\u00e3o-alvo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Esses microdispositivos tamb\u00e9m aparecem como uma excelente estrat\u00e9gia para rastrear diferentes medicamentos em \u00f3rg\u00e3os distintos ou em \u00f3rg\u00e3os e tumores separadamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4>Conclus\u00f5es e Perspectivas Futuras<\/h4>\n<p>O uso de \u00f3rg\u00e3os-em-chip ou microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os ir\u00e1 agilizar os testes cl\u00ednicos e tamb\u00e9m pode reduzir, ou mesmo eliminar, a necessidade de modelos animais <em>in vivo<\/em>, reduzindo preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9ticas.<\/p>\n<p>Outro benef\u00edcio ser\u00e1 a populariza\u00e7\u00e3o de testes cl\u00ednicos em diversos laborat\u00f3rios e empresas de pequeno e m\u00e9dio portes, uma vez que a tecnologia de \u00f3rg\u00e3os-em-chip, n\u00e3o exige a necessidade de grandes infraestruturas, pois o manuseio de microdispositivos \u00e9 mais f\u00e1cil do que o de animais vivos.<\/p>\n<p>Abaixo eu deixo para voc\u00eas uma \u00f3tima palestra TED sobre \u00f3rg\u00e3os-em-chip.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Geraldine Hamilton: Body parts on a chip\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CpkXmtJOH84?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h4>Refer\u00eancias<\/h4>\n<p>Dimasi, J. A.; Feldman, L.; Seckler, A.; Wilson, A. Trends in Risks Associated with New Drug Development: Success Rates for Investigational Drugs. Clin. Pharmacol. Ther. 2010, 87, 272.<br \/>Esch, M. B.; Smith, A. S. T.; Prot, J. M.; Oleaga, C.; Hickman, J. J.; Shuler, M. L. How Multi-Organ Microdevices Can Help Foster Drug Development. Adv. Drug Delivery Rev. 2014, 69-70, 158.\u00a0<br \/>Bhatia, S. N.; Ingber, D. E. Microfluidic Organs-on-Chips. Nat. Biotechnol. 2014, 32 (8), 760\u2212772.<br \/>Santana, H. S.; Palma, M. S. A.; Lopes, M. G. M.; Souza, J.; Lima, G. A. S.; Taranto, O. P. Silva Jr. J. L. Microfluidic Devices and 3D Printing for Synthesis and Screening of Drugs and Tissue Engineering. Industrial &amp; Engineering Chemistry Research 2020, 59, 3794-3810.<br \/>Tait, K. D. Pharmaceutical Industry (Chapter 79). Encyclopaedia of Occupational Health and Safety; International Labour Organization, 2015.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Posts mais recentes<\/h3>\n\n\n<ul class=\"wp-block-latest-posts__list wp-block-latest-posts is-layout-flow wp-block-latest-posts-is-layout-flow\"><li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/quimica-em-fluxo-transformando-a-producao-quimica\/\">Qu\u00edmica em Fluxo: Transformando a Produ\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/profluidics-285d-a-impressora-3d-para-microfluidica\/\">ProFluidics 285D: A impressora 3D para Microflu\u00eddica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/inteligencia-artificial-alem-do-hype\/\">Intelig\u00eancia Artificial: Al\u00e9m do Hype<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/pensando-alem-do-chip-projetando-e-desenvolvendo-microfluidica\/\">Pensando al\u00e9m do chip: Projetando e desenvolvendo Microflu\u00eddica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/ciencia-de-dados-e-digitalizacao-para-engenheiros-quimicos\/\">Ci\u00eancia de Dados e Digitaliza\u00e7\u00e3o para Engenheiros Qu\u00edmicos<\/a><\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso de \u00f3rg\u00e3os-em-chip ou microdispositivos multi\u00f3rg\u00e3os ir\u00e1 agilizar os testes cl\u00ednicos e tamb\u00e9m pode reduzir, ou mesmo eliminar, a necessidade de modelos animais in vivo, reduzindo preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9ticas.<br \/>\nOutro benef\u00edcio ser\u00e1 a populariza\u00e7\u00e3o de testes cl\u00ednicos em diversos laborat\u00f3rios e empresas de pequeno e m\u00e9dio portes, uma vez que a tecnologia de \u00f3rg\u00e3os-em-chip, n\u00e3o exige a necessidade de grandes infraestruturas, pois o manuseio de microdispositivos \u00e9 mais f\u00e1cil do que o de animais vivos. <a class=\"continue-reading-link\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/o-que-sao-orgaos-em-chip-e-sua-importancia-para-a-industria-farmaceutica\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr; <\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":167,"featured_media":1533,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[22,23,7],"tags":[20,12,55],"class_list":["post-1532","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-microfluidica","category-orgaos-em-chips","category-origens-fundamentos","tag-microdispositivos","tag-microfluidica","tag-orgaos-em-chip"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/04\/organs-on-chips-Fonte-National-Institutes-of-Health-NIH.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1532","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/users\/167"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1532"}],"version-history":[{"count":32,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1532\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1571,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1532\/revisions\/1571"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1533"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1532"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1532"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1532"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}