{"id":1702,"date":"2021-05-05T12:23:41","date_gmt":"2021-05-05T15:23:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/?p=1702"},"modified":"2021-05-05T12:23:42","modified_gmt":"2021-05-05T15:23:42","slug":"como-funciona-o-processo-que-pretende-fazer-oxigenio-na-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/como-funciona-o-processo-que-pretende-fazer-oxigenio-na-lua\/","title":{"rendered":"Como funciona o processo que pretende fazer oxig\u00eanio na Lua"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"612\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-1024x612.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1703\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-1024x612.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-300x179.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-768x459.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-1536x917.jpg 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-2048x1223.jpg 2048w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing-150x90.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Base lunar feita com impress\u00e3o 3D. Imagem: Shutterstock\/Metalysis\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3>Transformando poeira da Lua em oxig\u00eanio<\/h3>\n<p>Engenheiros brit\u00e2nicos est\u00e3o ajustando um processo que ser\u00e1 usado para extrair oxig\u00eanio da poeira lunar, e gerando p\u00f3s de metal que poderiam ser utilizados em <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/2021\/03\/30\/novo-metodo-de-fabricacao-de-dispositivos-microfluidico-atraves-de-impressao-3d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">impressoras 3D<\/a> para fabrica\u00e7\u00e3o de materiais de constru\u00e7\u00e3o para uma base na Lua.<\/p>\n<p>Esse processo pode ser um passo inicial para o estabelecimento de uma usina extraterrestre de extra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio.<\/p>\n<p>Isso ajudaria a permitir a explora\u00e7\u00e3o e sustentar a vida na Lua, evitando o enorme custo de envio de materiais da Terra.<\/p>\n<p>O oxig\u00eanio gerado seria usado principalmente para fazer combust\u00edvel para foguetes, mas tamb\u00e9m poderia fornecer ar para os colonizadores lunares.<\/p>\n<p>O projeto faz parte dos preparativos da <a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Space_in_Member_States\/Portugal\/ESA_-_Factos_e_numeros\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a> (Ag\u00eancia Espacial Europ\u00e9ia) para estabelecer uma presen\u00e7a lunar permanente e sustent\u00e1vel. Os astronautas viver\u00e3o e trabalhar\u00e3o na Lua, onde ajudar\u00e3o a desenvolver e testar as tecnologias necess\u00e1rias para miss\u00f5es mais distantes no espa\u00e7o profundo.<\/p>\n<p>O <strong>regolito lunar<\/strong>, a fina camada de rocha empoeirada que cobre a Lua, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o diferente dos minerais encontrados na Terra. Em peso, cont\u00e9m cerca de 45% de oxig\u00eanio que se liga a metais como ferro e tit\u00e2nio, tornando-o indispon\u00edvel.<\/p>\n<p>A empresa brit\u00e2nica <a href=\"https:\/\/metalysis.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Metalysis<\/a> j\u00e1 desenvolveu um processo de extra\u00e7\u00e3o mineral que \u00e9 usado por ind\u00fastrias na Terra para produzir metais para manufatura.<\/p>\n<p>No in\u00edcio deste ano, demonstrou funcionar bem com reg\u00f3lito lunar simulado.<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o ocorre por um processo eletroqu\u00edmico que ocorre em uma c\u00e2mara especialmente projetada &#8211; as usadas para pesquisas s\u00e3o do tamanho de uma m\u00e1quina de lavar. O material que cont\u00e9m oxig\u00eanio \u00e9 submerso em um sal fundido, aquecido a 950 \u00b0C.<\/p>\n<p>Uma corrente \u00e9 ent\u00e3o passada pelo material, o que funciona como gatilho para o oxig\u00eanio a ser extra\u00eddo, fazendo com que ocorra a migra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do sal l\u00edquido para se coletar em um eletrodo, deixando para tr\u00e1s uma mistura de p\u00f3s met\u00e1licos.<\/p>\n<p>Como parte do projeto atual, os engenheiros da Metalysis est\u00e3o aprimorando a t\u00e9cnica com sua aplica\u00e7\u00e3o lunar em mente.<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a \u00e9 que, na Terra, o oxig\u00eanio gerado n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio, mas no espa\u00e7o ser\u00e1 o produto mais importante do processo. Isso significa que ele precisa ser projetado para produzir o m\u00e1ximo de g\u00e1s poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Os engenheiros v\u00e3o mexer no processo ajustando a corrente el\u00e9trica e os reagentes para aumentar a quantidade de oxig\u00eanio, enquanto tentam reduzir a temperatura necess\u00e1ria para produzi-lo. Isso ajudar\u00e1 a reduzir a energia necess\u00e1ria, que j\u00e1 \u00e9 preciosa na lua.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m trabalhar\u00e3o para reduzir o tamanho da c\u00e2mara em que o processo ocorre para que possa ser transportado com efici\u00eancia para a lua.<\/p>\n<p>Paralelamente, a ESA e a Metalysis desafiaram os pesquisadores a desenvolver um sistema de monitoramento do processo que pudesse ser usado para monitorar a produ\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio em futuras instala\u00e7\u00f5es de extra\u00e7\u00e3o lunar.<\/p>\n<div id=\"attachment_1706\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1706\" class=\"wp-image-1706 size-large\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-1024x609.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-1024x609.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-300x178.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-768x457.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-1536x913.png 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-2048x1218.png 2048w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Oxygen_and_metal_from_lunar_regolith-150x89.png 150w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-1706\" class=\"wp-caption-text\">Regolito lunar antes do processo (\u00e0 esquerda) e depois: sem oxig\u00eanio, ele se transforma em gr\u00e2nulos de metal. Fonte: Universidade de Glasgow\/Beth Lomax\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Como mencionado anteriormente esse processo \u00e9 baseado em tecnologia eletroqu\u00edmica desenvolvida originalmente na Universidade de Cambridge (e posteriormente desenvolvida pela Metalysis), conhecida como processo <strong>Metalysis FFC Cambridge.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3>O processo FFC Cambridge<\/h3>\n<p>O processo FFC Cambridge (nomeado em homenagem aos seus inventores, Fray, Farthing e Chen, e sua institui\u00e7\u00e3o no momento da descoberta, a Universidade de Crambridge) \u00e9 um m\u00e9todo eletroqu\u00edmico para a redu\u00e7\u00e3o de \u00f3xidos dos metais do Grupo IV da tabela peri\u00f3dica, em especial o tit\u00e2nio.\u00a0<\/p>\n<p>Um diagrama ilustrando como esse processo funciona \u00e9 dado na Figura abaixo.<\/p><div id=\"attachment_1714\" style=\"width: 906px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1714\" class=\"wp-image-1714 size-full\" style=\"color: inherit;font-size: 0.8em;font-weight: 600\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038.png\" alt=\"\" width=\"896\" height=\"358\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038.png 896w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038-300x120.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038-768x307.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038-150x60.png 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Captura-de-tela-2021-05-04-155038-500x200.png 500w\" sizes=\"(max-width: 896px) 100vw, 896px\" \/><p id=\"caption-attachment-1714\" class=\"wp-caption-text\">Um esquema geral que mostra o princ\u00edpio de opera\u00e7\u00e3o do processo Metalysis FFC Cambridge para a redu\u00e7\u00e3o de \u00f3xidos de metal no c\u00e1todo e a produ\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono (quando usando um \u00e2nodo de carbono) ou oxig\u00eanio (quando usando um \u00e2nodo inerte). Fonte: The Chemical Engineer.<\/p><\/div><p>O \u00f3xido de metal (MO<sub>x <\/sub>) a ser reduzido \u00e9 usado como um c\u00e1todo (<em>cathode<\/em>): os el\u00e9trons v\u00e3o entrar neste eletrodo e reduzir os \u00edons met\u00e1licos no \u00f3xido at\u00e9 o metal em estado de oxida\u00e7\u00e3o zero, de acordo com a equa\u00e7\u00e3o mostrada no lado esquerdo da Figura.<\/p>\n<p>Enquanto isso acontece, os \u00e2nions de \u00f3xido (O<sup>2\u2013<\/sup>) deixam o c\u00e1todo e migram atrav\u00e9s do eletr\u00f3lito de cloreto de c\u00e1lcio fundido para o \u00e2nodo (<em>anode<\/em>).<\/p>\n<p>O eletr\u00f3lito de cloreto de c\u00e1lcio deve ser mantido a temperaturas acima de 800 \u00b0C para ser condutor o suficiente e permitir que esses \u00e2nions se movam atrav\u00e9s da c\u00e9lula (e assim completar o circuito eletroqu\u00edmico), mas esta temperatura ainda est\u00e1 significativamente abaixo da necess\u00e1ria para derreter o regolito lunar.<\/p>\n<p>O processo FFC Cambridge foi originalmente desenvolvido para produzir tit\u00e2nio met\u00e1lico a partir de di\u00f3xido de tit\u00e2nio na Terra e, nesse contexto, o potencial de produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s oxig\u00eanio (O<sub>2<\/sub>) como subproduto da redu\u00e7\u00e3o do \u00f3xido met\u00e1lico foi considerado sem import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>As c\u00e9lulas eletroqu\u00edmicas tradicional da Metalysis FFC Cambridge, portanto, usam um \u00e2nodo \u00e0 base de carbono, com o qual os \u00e2nions O<sup>2\u2013<\/sup> reagem para produzir di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>, consulte a equa\u00e7\u00e3o no lado superior direito da Figura).<\/p>\n<p>Embora isso leve ao consumo gradual do \u00e2nodo de carbono, esses \u00e2nodos s\u00e3o baratos e abundantes na Terra, tornando o processo economicamente vi\u00e1vel.<\/p>\n<p>No entanto, para os prop\u00f3sitos dos pesquisadores britanicos, o CO<sub>2<\/sub> n\u00e3o \u00e9 um produto especialmente \u00fatil. Em vez disso, eles precisam adaptar o sistema para que o produto an\u00f3dico fosse oxig\u00eanio (equa\u00e7\u00e3o inferior no lado direito da Figura), em vez de di\u00f3xido de carbono.<\/p>\n<p>Isso, por sua vez, exige o uso de \u00e2nodos &#8220;inertes&#8221;, que n\u00e3o reagem com os \u00e2nions O<sup>2\u2013<\/sup>, mas que, em vez disso, facilitam a combina\u00e7\u00e3o desses \u00e2nions para dar O<sub>2<\/sub>, simultaneamente liberando el\u00e9trons para serem usados na redu\u00e7\u00e3o dos \u00edons met\u00e1licos do regolito lunar no c\u00e1todo.<\/p>\n<p>Um \u00e2nodo capaz de realizar essa rea\u00e7\u00e3o \u00e0 base de di\u00f3xido de estanho (SnO<sub>2<\/sub>) foi usado nos estudos iniciais dos pesquisadores que (embora bom o suficiente para mostrar uma prova de conceito) n\u00e3o \u00e9 um material ideal para esse prop\u00f3sito, como discutido em um recente artigo dos pesquisadores publicado na revista <a href=\"https:\/\/www.thechemicalengineer.com\/features\/fly-me-o2-the-moon\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>The Chemical Engineer<\/em><\/a>.<\/p>\n<p>Na verdade, encontrar \u00e2nodos adequados para gera\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio sob essas condi\u00e7\u00f5es continua sendo um dos principais desafios n\u00e3o resolvidos dessa abordagem.<\/p>\n<p><strong>Fontes<\/strong><\/p>\n<p>Mark Symes e Beth Lomax. <strong>Fly Me O<sub>2<\/sub> The Moon<\/strong>. The Chemical Engineer<\/p>\n<p>ESA &#8211; <strong>Turning Moon dust into oxygen<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr>\n<p>Conhe\u00e7a e curta a nossa p\u00e1gina no <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/meqblog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><\/p>\n<p>J\u00e1 segue a gente no <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meqblog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a>?<\/p>\n<p>Siga-nos no <a href=\"https:\/\/twitter.com\/meqblog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Twitter<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/meqblog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook <\/a>ou <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meqblog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a><\/p>\n<p>Ou nos envie um e-mail para: <span style=\"text-decoration: underline\"><a href=\"mailto:harrison.santana@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">harrison.santana@gmail.com<\/a>&nbsp;<\/span><\/p>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3>Confira nossos posts mais recentes:<\/h3>\n\n\n<ul class=\"wp-block-latest-posts__list wp-block-latest-posts\"><li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/quimica-em-fluxo-transformando-a-producao-quimica\/\">Qu\u00edmica em Fluxo: Transformando a Produ\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/profluidics-285d-a-impressora-3d-para-microfluidica\/\">ProFluidics 285D: A impressora 3D para Microflu\u00eddica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/inteligencia-artificial-alem-do-hype\/\">Intelig\u00eancia Artificial: Al\u00e9m do Hype<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/pensando-alem-do-chip-projetando-e-desenvolvendo-microfluidica\/\">Pensando al\u00e9m do chip: Projetando e desenvolvendo Microflu\u00eddica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/ciencia-de-dados-e-digitalizacao-para-engenheiros-quimicos\/\">Ci\u00eancia de Dados e Digitaliza\u00e7\u00e3o para Engenheiros Qu\u00edmicos<\/a><\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Engenheiros brit\u00e2nicos est\u00e3o ajustando um processo que ser\u00e1 usado para extrair oxig\u00eanio da poeira lunar, e gerando p\u00f3s de metal que poder\u00e1 ser utilizado em impressoras 3D para fabrica\u00e7\u00e3o de materiais de constru\u00e7\u00e3o para uma base lunar.<br \/>\nEsse processo pode ser um passo inicial para o estabelecimento de uma usina extraterrestre de extra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio. Isso ajudaria a permitir a explora\u00e7\u00e3o e sustentar a vida na Lua, evitando o enorme custo de envio de materiais da Terra. <a class=\"continue-reading-link\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/como-funciona-o-processo-que-pretende-fazer-oxigenio-na-lua\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr; <\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":167,"featured_media":1703,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[21,64],"tags":[63,10],"class_list":["post-1702","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-engenharia-quimica","category-processos-quimicos","tag-lua","tag-processos-quimicos"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-content\/uploads\/sites\/107\/2021\/05\/Lunar_base_made_with_3D_printing.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/users\/167"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1702"}],"version-history":[{"count":32,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1702\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1739,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1702\/revisions\/1739"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1702"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1702"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/microfluidicaeengenhariaquimica\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}