{"id":760,"date":"2021-01-18T13:06:00","date_gmt":"2021-01-18T16:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/?p=760"},"modified":"2022-05-22T13:07:26","modified_gmt":"2022-05-22T16:07:26","slug":"emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2\/","title":{"rendered":"Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica &#8211; Parte 2"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" eplus-wrapper\">Alguns pontos de vista (parte 2) \u2013 Por Vin\u00edcius Nunes Alves<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Se voc\u00ea gostou da <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/?p=671\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">primeira parte<\/a> da resenha do livro Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica (2002) do Humberto Maturana, vale conferir agora a sua continua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Linguagem, emo\u00e7\u00f5es e \u00e9tica nos afazeres pol\u00edticos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O segundo cap\u00edtulo recebe o t\u00edtulo de \u201cLinguagem, emo\u00e7\u00f5es e \u00e9tica nos afazeres pol\u00edticos\u201d e come\u00e7a considerando a reflex\u00e3o como um outro condicionante da linguagem, ou seja, se n\u00e3o h\u00e1 reflex\u00e3o sobre o que se coordena corporalmente, n\u00e3o ocorre linguagem. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Uma vez na linguagem, cada participante pode fazer uma proposi\u00e7\u00e3o explicativa, mas o que determina se a proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida ou n\u00e3o \u00e9 o crit\u00e9rio de valida\u00e7\u00e3o de quem escuta. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Para ajudar a discutir isso, Maturana define dois tipos de objetividade \u2013 objetividade sem par\u00eanteses e objetividade entre par\u00eanteses. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>A primeira ocorre quando a pessoa faz refer\u00eancias independentes dela, como se a explica\u00e7\u00e3o fosse v\u00e1lida independente do observador e sim universal. A segunda \u00e9 quando a pessoa faz alega\u00e7\u00f5es considerando que estas s\u00e3o dependentes da experi\u00eancia e da cultura dela, em outras palavras, o conhecimento se d\u00e1 no social e o crit\u00e9rio para validar ou n\u00e3o uma explica\u00e7\u00e3o depende da pessoa. <\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">No contexto da objetividade entre par\u00eanteses, \u00e9 razo\u00e1vel assumir que as experi\u00eancias carregam em si um risco permanente da ilus\u00e3o e uma carga de individualidade, conforme o economista e cientista social Eduardo Giannetti apresenta sem nenhum eufemismo no <a href=\"https:\/\/books.google.com.br\/books\/about\/Autoengano.html?id=8waoBAAAQBAJ&amp;source=kp_book_description&amp;redir_esc=y\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">livro Auto-engano<\/a>. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Usando as palavras de Giannetti: \u201dA observa\u00e7\u00e3o de si interage e funde-se rudemente com o observado. A interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 o texto\u201d. <\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Para a an\u00e1lise de discurso, \u00e9 imposs\u00edvel desvincular o texto da autoria-sujeito e, o texto como todo objeto simb\u00f3lico, \u00e9 meio de interpreta\u00e7\u00e3o, pondera Eni Orlandi (1996).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Maturana continua esse cap\u00edtulo explanando como as rela\u00e7\u00f5es humanas operam nos dois caminhos explicativos da objetividade. Segundo o autor, quando pessoas usam o caminho explicativo da objetividade sem par\u00eanteses, n\u00e3o h\u00e1 uma disposi\u00e7\u00e3o de aceita\u00e7\u00e3o m\u00fatua. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Esta aceita\u00e7\u00e3o m\u00fatua, que Maturana tamb\u00e9m chama de amor, s\u00f3 pode ocorrer nas rela\u00e7\u00f5es em que o caminho explicativo adotado \u00e9 o da objetividade entre par\u00eanteses, o que tamb\u00e9m possibilita a linguagem. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large eplus-wrapper\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"527\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/wp-content\/uploads\/sites\/186\/2021\/01\/Maturana.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-764\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/wp-content\/uploads\/sites\/186\/2021\/01\/Maturana.jpg 527w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/wp-content\/uploads\/sites\/186\/2021\/01\/Maturana-300x228.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/wp-content\/uploads\/sites\/186\/2021\/01\/Maturana-97x73.jpg 97w\" sizes=\"(max-width: 527px) 100vw, 527px\" \/><figcaption>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Humberto_Maturana<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Para o neurobi\u00f3logo, o amor n\u00e3o \u00e9 apenas um sentimento, mas sim uma disposi\u00e7\u00e3o social que se contrap\u00f5e \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cO amor constitui o espa\u00e7o de condutas que aceitam o outro como um leg\u00edtimo outro na conviv\u00eancia, enquanto a rejei\u00e7\u00e3o constitui o espa\u00e7o de condutas que negam o outro como leg\u00edtimo outro na conviv\u00eancia\u201d.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Assim, Maturana resume que os seres humanos n\u00e3o s\u00e3o o tempo todo sociais; somente s\u00e3o quando na din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es h\u00e1 aceita\u00e7\u00e3o m\u00fatua. E ainda complementa que nos mais diversos ambientes as rela\u00e7\u00f5es podem se alternar entre sociais e n\u00e3o sociais. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Como exemplos, o autor cita as rela\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas entre um chefe e um funcion\u00e1rio ou entre um general e um soldado. Na intera\u00e7\u00e3o desses podem haver intera\u00e7\u00f5es consensuais que s\u00e3o rela\u00e7\u00f5es sociais, e em outros momentos, essas rela\u00e7\u00f5es n\u00e3o serem consensuais e sim de obedi\u00eancias, estas \u00faltimas se fundam na nega\u00e7\u00e3o m\u00fatua impl\u00edcita, pondera o neurobi\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">No caso da ci\u00eancia que \u00e9 uma das abordagens humanas de conceber o mundo, Maturana ressalta que ela n\u00e3o discrimina entre os dois caminhos explicativos &#8211; da objetividade sem par\u00eanteses e da objetividade entre par\u00eanteses. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Entretanto, o autor ressalta que ainda que a ci\u00eancia tenha um m\u00e9todo cient\u00edfico e que cada estudo possa ser replicado e reproduz\u00edvel por outrem, a validade das explica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas n\u00e3o deixam de passar por experi\u00eancias que dependem de oberva\u00e7\u00e3o e comensura\u00e7\u00e3o individuais, ou seja, dos indiv\u00edduos cientistas. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Al\u00e9m disso, o neurobi\u00f3logo destaca que as explica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas s\u00e3o proposi\u00e7\u00f5es que s\u00e3o aceitas provisoriamente segundo os crit\u00e9rios de valida\u00e7\u00e3o que a comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica tem em dado meio e dado tempo que a sociedade est\u00e1 vivendo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Nesse momento, vale resgatar uma pitada do que a filosofia da ci\u00eancia traz sobre as ideias na pr\u00e1tica cient\u00edfica. Conforme pondera Gilson Volpato, especialista em reda\u00e7\u00e3o e metodologia cient\u00edfica, em seu livro Ci\u00eancia: da fiilosofoa \u00e0 publica\u00e7\u00e3o, toda avalia\u00e7\u00e3o humana \u00e9 permeada por concep\u00e7\u00f5es e, nesse sentido, nossas concep\u00e7\u00f5es influenciam como interpretamos ideias e fatos. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Usando as palavras de Volpato: \u201cos cientistas s\u00e3o alimentados pelos dados, mas tamb\u00e9m s\u00e3o guiados pelas transforma\u00e7\u00f5es paradigm\u00e1ticas da \u00e9poca\u201d. <\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>E como ressalta Eni Orlandi em seu livro Interpreta\u00e7\u00e3o, todo discurso, inclusive o cient\u00edfico, opera com sujeito e linguagem, sendo que esses sofrem deslocamentos entre seus limites e rela\u00e7\u00f5es na sociedade.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Na sequ\u00eancia, o livro dedica uma se\u00e7\u00e3o inteira de perguntas e respostas que concernem aos principais pontos te\u00f3ricos do pensamento de Maturana. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Essa se\u00e7\u00e3o pode ser considerada o terceiro cap\u00edtulo, no qual o neurobi\u00f3logo procura esclarecer que os conte\u00fados apresentados anteriormente s\u00e3o mais aplic\u00e1veis do que se imagina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Por fim, o cap\u00edtulo da conclus\u00e3o convida os chilenos a buscarem cada vez mais a conviv\u00eancia social baseada na aceita\u00e7\u00e3o m\u00fatua e em projetos mais amplos de sociedade. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Relacionado a isso, a obra ressalta que as disposi\u00e7\u00f5es emocionais, o que inclui os desejos, continuar\u00e3o a fundar os atos cotidianos de cada cidad\u00e3o e esses atos, por sua vez, se aproximam ou se afastam da vida democr\u00e1tica. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Ainda que nesse momento, vale ressaltar que a linguagem \u00e9 uma ferramenta imperfeita com autonomia relativa na sociedade, inclusive \u00e9 uma ferramenta que est\u00e1 sob influ\u00eancia de eventuais desejos inconscientes dos sujeitos, conforme analisa o linguista Paul Henry.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Por fim, Humberto Maturana reitera que a responsabilidade social est\u00e1 na m\u00e3o de todos, sejam governados ou governantes, e que n\u00e3o deve haver dom\u00ednio representativo de um s\u00f3 grupo, seja de militares, educadores, prolet\u00e1rios, etc. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cAs a\u00e7\u00f5es que constituem uma sociedade democr\u00e1tica n\u00e3o s\u00e3o a luta pelo poder nem a busca de uma hegemonia ideol\u00f3gica, mas a coopera\u00e7\u00e3o que continuamente cria uma comunidade onde os governantes aceitem ser criticados e, eventualmente, trocados, quando suas condutas divergirem do projeto democr\u00e1tico que os elegeu\u201d. <\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Posto isso, h\u00e1 quem concorde que essas proposi\u00e7\u00f5es finais tamb\u00e9m podem se estender a qualquer pa\u00eds que se diz democr\u00e1tico, inclusive o Brasil, \u201cterra que tem palmeiras, onde canta o sabi\u00e1\u201d [ser\u00e1 que canta?].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Para Saber Mais<br><\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">BRASIL. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. Base nacional comum curricular. Bras\u00edlia, DF, 2016.<br>GIANNETTI, E. Auto-engano. Ed. Companhia das Letras, 2005.<br>ORLANDI, E.P. Texto e Discurso. In: Interpreta\u00e7\u00e3o: autoria, leitura e efeitos do trabalho simb\u00f3lico. Ed. Vozes, 1996.<br>VOLPATO, G. Ci\u00eancia: da filosofia \u00e0 publica\u00e7\u00e3o. Ed. Cultura Acad\u00eamica, 2013.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Sobre o autor:<br>Vin\u00edcius Nunes Alves \u00e9 licenciado e bacharel em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas pelo IBB\/UNESP, mestre em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o de Recursos Naturais pela UFU. Atualmente \u00e9 estudante de especializa\u00e7\u00e3o em Jornalismo Cient\u00edfico pelo Labjor\/UNICAMP e colunista do jornal Not\u00edcias Botucatu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns pontos de vista (parte 2) \u2013 Por Vin\u00edcius Nunes Alves Se voc\u00ea gostou da primeira parte da resenha do livro Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica (2002)&nbsp;[ &hellip; ]<\/p>\n","protected":false},"author":615,"featured_media":766,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"editor_plus_copied_stylings":"{}","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[250],"tags":[88,108,107,106,132,133],"class_list":["post-760","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-filosofia-e-divulgacao-cientifica","tag-analise-de-discurso","tag-emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica","tag-humberto-maturana","tag-linguagem","tag-maturana","tag-politica","col-sm-6 col-md-4"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica - Parte 2 - Mindflow - Divulgando a Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"\u201cLinguagem, emo\u00e7\u00f5es e \u00e9tica nos afazeres pol\u00edticos\u201d e come\u00e7a considerando a reflex\u00e3o como um outro condicionante da linguagem, ou seja, se n\u00e3o h\u00e1 reflex\u00e3o sobre o que se coordena corporalmente, n\u00e3o ocorre linguagem.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica - Parte 2 - Mindflow - Divulgando a Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u201cLinguagem, emo\u00e7\u00f5es e \u00e9tica nos afazeres pol\u00edticos\u201d e come\u00e7a considerando a reflex\u00e3o como um outro condicionante da linguagem, ou seja, se n\u00e3o h\u00e1 reflex\u00e3o sobre o que se coordena corporalmente, n\u00e3o ocorre linguagem.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Mindflow - Divulgando a Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/blogsunicamp\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-01-18T16:06:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-05-22T16:07:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/wp-content\/uploads\/sites\/186\/2021\/01\/street-2805643_1920.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1920\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Vinicius Nunes Alves\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@BlogsUnicamp\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@BlogsUnicamp\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Vinicius Nunes Alves\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/emocoes-e-linguagem-na-educacao-e-na-politica-parte-2\/\"},\"author\":{\"name\":\"Vinicius Nunes Alves\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mindflow\/#\/schema\/person\/94fe7902593578fc40917c0026806fd8\"},\"headline\":\"Emo\u00e7\u00f5es e Linguagem na Educa\u00e7\u00e3o e na Pol\u00edtica &#8211; 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