{"id":1446,"date":"2022-08-17T11:02:03","date_gmt":"2022-08-17T14:02:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/?page_id=1446"},"modified":"2022-08-17T11:13:17","modified_gmt":"2022-08-17T14:13:17","slug":"francisca-josefa-de-la-concepcion-de-castillo-y-guevara","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/filosofas\/francisca-josefa-de-la-concepcion-de-castillo-y-guevara\/","title":{"rendered":"Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n de Castillo y Guevara"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">(1671 &#8211; 1742)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">por \u00c1ngela In\u00e9s Robledo<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\">Universidade Nacional da Colombia &#8211; <\/span><a href=\"https:\/\/orcid.org\/0000-0001-6358-7003\"><span style=\"font-weight: 400\">Orcid<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-content\/uploads\/sites\/178\/2022\/08\/Madre-Castillo-Angela.pdf\">PDF &#8211; Madre Castillo<\/a><\/p>\n<p><b>Informa\u00e7\u00e3o biogr\u00e1fica<\/b><\/p>\n<figure id=\"attachment_1449\" aria-describedby=\"caption-attachment-1449\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1449 size-vp_sm\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-content\/uploads\/sites\/178\/2022\/08\/Francisca-Josefa-500x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-content\/uploads\/sites\/178\/2022\/08\/Francisca-Josefa-500x300.jpeg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-content\/uploads\/sites\/178\/2022\/08\/Francisca-Josefa-300x180.jpeg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-content\/uploads\/sites\/178\/2022\/08\/Francisca-Josefa.jpeg 626w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1449\" class=\"wp-caption-text\">Pintura de autor an\u00f4nimo do s\u00e9culo XIX representando Madre Castillo<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n de Castillo y Guevara nasceu em 6 de outubro de 1671 em Tunja, Nueva Granada. Tamb\u00e9m conhecida como Madre Castillo, foi uma freira clarissa que ocupou os cargos de abadessa, mestra de novi\u00e7as e zeladora do Convento de Santa Clara la Real em sua cidade. Pertencia a uma fam\u00edlia muito importante da cidade de Tunja, pr\u00f3xima \u00e0s miss\u00f5es jesu\u00edticas. Seu pai, o jurista Francisco Ventura de Castillo y Toledo, era natural de Illescas, em Castilla la Nueva, foi corregedor e prefeito de Tunja; sua m\u00e3e Mar\u00eda Guevara Ni\u00f1o y Rojas, natural de Tunja, era de ascend\u00eancia basca. Sua m\u00e3e a ensinou a ler e desde pequena lia muitas obras piedosas, entre as quais a vida de santos como Santa Rosa de Lima, Teresa de \u00c1vila, Catarina de Siena e Br\u00edgida da Su\u00e9cia. Madre Castillo faleceu em 7 de agosto de 1742 em Tunja, Nueva Granada.<\/span><\/p>\n<p><b>Obras<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A pedido de seus confessores, Madre Castillo escreveu sua autobiografia espiritual, intitulada <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Su vida y Afectos espirituales<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> [<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Sua vida e Afetos espirituais]<\/span><span style=\"font-weight: 400\">. A autobiografia foi publicada pela primeira vez na Filad\u00e9lfia, na imprensa de T.H. Palmer, em 1817, ao passo que a edi\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Afectos <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Sentimientos espirituales <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">[Afetos ou Sentimentos espirituais]<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> foi realizada em Bogot\u00e1 por Bruno Espinosa. A primeira \u00e9 o relato, inspirado nas hagiografias, de seu cotidiano e de sua voca\u00e7\u00e3o para chegar a Deus, tema que ela narra com as imagens e met\u00e1foras do discurso m\u00edstico que lhe permitem mergulhar em si mesma, em sua vida interior. O segundo livro \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o de reflex\u00f5es sobre a m\u00edstica e a vida dos santos atrav\u00e9s de par\u00e1frases e amplia\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios livros sagrados e de uma linguagem po\u00e9tica e barroca t\u00edpica da literatura conventual do s\u00e9culo XVIII. Al\u00e9m dessas duas obras, que foram publicadas, ela escreveu 196 composi\u00e7\u00f5es em prosa, alguns poemas, outros contos e o chamado &#8220;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Cuaderno de Enciso<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">&#8221; [Caderno Enciso] , que era um livro de contabilidade de seu cunhado no qual ela fez anota\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><b>Temas e conceitos da obra de Madre Castillo<\/b><\/p>\n<ol>\n<li><b> M\u00edstica<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A \u201cnoite escura da alma&#8221; ou &#8220;caminho purgativo&#8221;, o &#8220;caminho iluminador&#8221; e a &#8220;via unificadora &#8221; ou &#8220;casamento m\u00edstico&#8221; s\u00e3o as etapas ou jornadas que o esp\u00edrito humano passa na experi\u00eancia m\u00edstica. Eles equivalem a experi\u00eancias de insignific\u00e2ncia e viv\u00eancias de despertar que culminam em estabiliza\u00e7\u00e3o e autocontrole. O primeiro passo desse movimento \u00e9 o reconhecimento da falta de forma e de sentido e, \u00e0s vezes, do \u00f3dio e do desprezo por si mesma. Madre Castillo se sente \u201cpobre, sozinha, desprezada e triste\u201d (1942, p. 44). Outras vezes ela se v\u00ea como uma mulher desprez\u00edvel, como nada diante da imensid\u00e3o de Deus: &#8220;Eu vi Nosso Senhor em sonhos como quando Ele andava no mundo, mas nenhuma criatura humana ser\u00e1 capaz de descrever como era Sua beleza e gra\u00e7a ao vestir uma roupa pobre e humilde, nem aquele olhar amoroso e gentil, nem a beleza e a suavidade de seus olhos, que ele pousava em mim ao caminhar por todo o claustro, sem tirar os olhos de sua pobre escrava, vil e desprez\u00edvel\u201d (1942, p. 45). Nesse caminho de sofrimento, Francisca sente terror e \u00e9 tentada de v\u00e1rias maneiras: \u201cPadecia tamb\u00e9m de outra tenta\u00e7\u00e3o, que era um cont\u00ednuo e grande medo e pavor de tudo, mesmo das coisas muito pequenas; embora, dita assim, pode n\u00e3o parecer nada, quando se sofre dela \u00e9 muito, porque \u00e9 um cont\u00ednuo morrer e estremecer; como os presos por grandes crimes que, a cada pequeno barulho, t\u00eam a impress\u00e3o de que a cadeia se abre para notific\u00e1-los da senten\u00e7a de morte\u201d (1942, p. 154). Francisca tamb\u00e9m sofre de muitas doen\u00e7as e martiriza seu corpo para apagar os pecados do mundo: realiza muitas a\u00e7\u00f5es disciplinat\u00f3rias com v\u00e1rios instrumentos, chegando a derramar muito sangue. Andava carregada de cil\u00edcios e correntes de ferro que formavam sulcos profundos em sua pele, sobre os quais a carne crescia. Ela dormia vestida, ou em pranchas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Francisca Josefa continua seu caminho em dire\u00e7\u00e3o a Deus e narra os contatos da alma com o sobrenatural: vis\u00f5es, representa\u00e7\u00f5es, locu\u00e7\u00f5es, intelec\u00e7\u00f5es. Ela descreve a conversa com sua irm\u00e3 morta, a apari\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Francisco Xavier, premoni\u00e7\u00f5es, virgens com crian\u00e7as nos bra\u00e7os, imagens de Cristo crucificado e momentos de tranquilidade que lhe indicam que ela est\u00e1 se aproximando de seu objeto de amor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Finalmente, a freira Clarissa se funde com a divindade, chega ao &#8220;casamento m\u00edstico&#8221; ou \u201cvia unificadora\u201d. Francisca descreve este encontro de amor em que intui Deus, aniquila a sua alma e se une ao Todo: \u201c\u00c9 um dia de ora\u00e7\u00e3o, senti que minha alma se desfazia e queimava, e ent\u00e3o parecia sentir ao meu lado uma pessoa muito gentil, toda vestida de branco, cujo rosto eu n\u00e3o via; mas ela, lan\u00e7ando os bra\u00e7os sobre meus ombros, carregava ali um peso que, embora grande, era t\u00e3o doce, t\u00e3o suave, t\u00e3o forte, t\u00e3o sereno, que a alma s\u00f3 queria morrer e acabar nela e com ela: mas n\u00e3o podia fazer nada al\u00e9m de receber e queimar em si.\u201d (1942, p. 65).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sua jornada de amor para si mesma chega ao seu \u00e1pice e ela se aproxima do mist\u00e9rio. As fronteiras entre o exterior e o interior tornam-se indistintas: \u201cA minha alma caminhava como uma pluma leve, que \u00e9 levada pelo vento suave. Assim me parecia que eu n\u00e3o tinha parte alguma em mim mesma, mas que caminhava como se n\u00e3o tivesse alma, que minha alma havia entrado em seu Deus e que era governada por outro impulso, suave, doce, amoroso e eficaz. Tudo o que via e ouvia era Deus, era o Bem Supremo; e era um bem acima de todo sentido e conhecimento. Nada que fosse externo me impedia; ao contr\u00e1rio, tudo era como sopros que faziam aquela chama arder, e ardia ainda mais com tudo isso que era desprezo e humilha\u00e7\u00e3o a mim pr\u00f3pria.\u201d (1942, p. 123).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Madre Castillo alcan\u00e7ou o conhecimento do todo e do mist\u00e9rio que supera qualquer outro conhecimento.<\/span><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><b> Autobiografia\u00a0<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As duas obras de Madre Castillo t\u00eam caracter\u00edsticas autobiogr\u00e1ficas. Nelas observam-se os tra\u00e7os de um sujeito feminino em forma\u00e7\u00e3o, condicionado pelas imposi\u00e7\u00f5es da contrarreforma.<\/span><\/p>\n<p><b>Considera\u00e7\u00f5es cr\u00edticas sobre a obra de Madre Castillo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Francisca Josefa de Castillo y Guevara tem chamado a aten\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica liter\u00e1ria desde meados do s\u00e9culo XIX. Pensou-se que ela era uma \u201crara avis\u201d que havia escrito textos fascinantes, redigidos \u00e0 maneira dos grandes autores da Idade de Ouro espanhola, na circunst\u00e2ncia da solid\u00e3o de uma cela conventual, fora de todos os circuitos culturais. Para estes int\u00e9rpretes, sua obra era apenas religiosa. Mais tarde, as obras de Madre Castillo foram associadas ao projeto de constru\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o, pois promoviam a imagem da mulher e da cidad\u00e3 desej\u00e1vel para a rep\u00fablica, al\u00e9m de dotar a nova rep\u00fablica de uma escritora que lhe conferiria identidade. Por volta das d\u00e9cadas de 70 e 80 do s\u00e9culo XX, surgiram teorias liter\u00e1rias feministas que permitiram interpretar a produ\u00e7\u00e3o das freiras como resultado de pol\u00edticas contrarreformistas, com seu retorno \u00e0 ortodoxia cat\u00f3lica e \u00e0 exacerba\u00e7\u00e3o do controle do corpo feminino e, ao mesmo tempo, como o lugar em que se expressam as nascentes subjetividades femininas. Isso aumentou o interesse acad\u00eamico por esta autora, de modo que v\u00e1rias novas edi\u00e7\u00f5es de suas obras surgiram, v\u00e1rias teses e in\u00fameros artigos foram escritos. No s\u00e9culo XXI, Madre Castillo continua a cativar: sua vida foi tema de uma s\u00e9rie de televis\u00e3o, &#8220;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Na luz da minha escurid\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;, suas experi\u00eancias religiosas foram reunidas em um document\u00e1rio, em quatro cap\u00edtulos, e h\u00e1 um v\u00eddeo com seus poemas musicados. O document\u00e1rio e o v\u00eddeo se concentram em demonstrar a santidade de Madre Castillo.<\/span><\/p>\n<p><b>Bibliografia prim\u00e1ria de Madre Castillo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Castillo, F. J. C.<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">(1956)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">. Afectos espirituales de la venerable Madre y observante religiosa Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n\u2026 seg\u00fan primera copia hecha por Don Antonio Mar\u00eda de Castillo y Alarc\u00f3n en Santaf\u00e9 de Bogot\u00e1, a\u00f1o de 1896, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Bogot\u00e1: Ministerio de Educaci\u00f3n Naciona, Ediciones de la Revista Bol\u00edvar, Editorial ABC (Biblioteca de Autores Colombianos; pp. 104-105).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(1942)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">. Afectos espirituales. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">2 vols<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">Bogot\u00e1: Ministerio de Educaci\u00f3n Nacional de Colombia, Editorial ABC (Biblioteca Popular de Cultura Colombiana; cl\u00e1sicos; pp. 2-3).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1956)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Su vida: escrita por ella misma por mandato de sus confesores<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, Biblioteca de Autores Colombianos, Bogot\u00e1: Ministerio de Educaci\u00f3n Nacional de Colombia. Ediciones de la Revisa Bol\u00edvar, Editorial ABC.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(1996) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Vida (autobiograf\u00eda novelada). <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Pr\u00f3logo Enrique Medina Fl\u00f3rez, Ilustraciones Luis Antonio Buitrago Bello. Tunja: Consejo Editorial de Autores Boyacenses, Instituto de Cultura de Boyac\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. (<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">1968<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">) Obras completas de la Madre Francisca Josefa de Castillo, Obras completas de la Madre Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n de Castillo: seg\u00fan fiel transcripci\u00f3n de los\u00a0 manuscritos originales que se encuentran en la Biblioteca Luis \u00c1ngel Arango, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">2 vol\u00famenes. Introducci\u00f3n, notas e \u00edndices: Dar\u00edo Achury Valenzuela. Bogot\u00e1: Banco de la Rep\u00fablica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(1942) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Mi vida.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 Biblioteca Popular de Cultura, Cl\u00e1sicos Colombianos I.\u00a0 Bogot\u00e1: Ministerio de Educaci\u00f3n Nacional de Colombia.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. Mi vida <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(manuscrito). c. a.: 1700, 108 folios. Biblioteca Luis-\u00c1ngel Arango, Libros Raros y Manuscritos.<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. Sentimientos espirituales. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(manuscrito). c. a.: 1700, 268 folios. Biblioteca Luis-\u00c1ngel Arango, Libros Raros y Manuscritos.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(1843)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Sentimientos espirituales de la venerable Madre Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n de la ciudad de Tunja en la Rep\u00fablica Neo-Granadina de Sur-Am\u00e9rica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Bogot\u00e1: Imprenta de Bruno Espinosa, por Benito Gait\u00e1n.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(2007<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">) Su vida<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Francisca Josefa de Castillo y Guevara<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Cronolog\u00eda por Mar\u00eda Eugenia \u00a0 Hern\u00e1ndez.\u00a0 Caracas: Biblioteca Ayacucho.\u00a0 Publicaci\u00f3n electr\u00f3nica: Biblioteca\u00a0 Ayacucho Digital No. 239\u00a0 &lt;<\/span><a href=\"blank\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.bibliotecayacucho.gob.ve<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&gt; <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">Rese\u00f1ado por Bernard Lavall\u00e9.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(2011)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Fronteras de la Historia <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">15.2 (2010): 427-430 y por Mar\u00eda Himelda Ram\u00edrez. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Anuario Colombiano de Historia Social y de la Cultura <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">38. 1: pp. 338-339.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">____________. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(<\/span><span style=\"font-weight: 400\">2009)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Vida de Sor Francisca Josefa de Castillo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, Beatriz<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">Ferr\u00fas Ant\u00f3n y Nuria Girona Fibla, edici\u00f3n filol\u00f3gica, transcripci\u00f3n y notas, Madrid: Vervuet-Iberoamericana, Biblioteca Indiana.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Bibliografia secund\u00e1ria<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Antoni, Claudio Gabrio. (1982). <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">A comparative examination of style in the works or Madre Castillo. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Disertaci\u00f3n doctoral CUNY, 1979.\u00a0 University Microfilms International.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Aristiz\u00e1bal Montes, Patricia. (2004). \u201cLa madre Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n de Castillo y Guevara\u201d em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Autobiograf\u00edas de mujeres: Mar\u00eda Mart\u00ednez de Nisser, Jer\u00f3nima Nava y Saavedra, Francisca Josefa de Castillo y Guevara, Rosa Chacel, Mar\u00eda Zambrano,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> Luis Fernando Escobar Vel\u00e1squez, editor, Manizales, Editorial Universidad de Caldas, pp. 63-87.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Barreto Prada, Edwin Alfonso. (2020) \u201cUn Pilar de la Literatura Colombiana: la madre Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n del Castillo y Guevara\u201d. Tesis Universidad Santo Tom\u00e1s, Bogot\u00e1, Colombia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Carrasquilla, Rafael Mar\u00eda. (1955) \u201cDiscurso pronunciado al recibirse el autor como Miembro \u00a0 de N\u00famero de la Academia Colombiana, el 6 de agosto de 1890\u201d, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Sermones y discursos escogidos del doctor Rafael\u00a0 \u00a0 Mar\u00eda Carrasquilla<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. \u00a0 2\u00aa edici\u00f3n.\u00a0 Bogot\u00e1: Biblioteca de Autores Colombianos,\u00a0 Publicaci\u00f3n del Ministerio de Educaci\u00f3n Nacional, bajo la direcci\u00f3n de la <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Revista Bol\u00edvar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, pp. 359-383.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Cristina, Mar\u00eda Teresa. (1982) &#8220;La prosa asceticom\u00edstica de Sor Francisca Josefa del Castillo&#8221;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Manual de historia de Colombia, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Bogot\u00e1, Instituto Colombiano de Cultura, I. pp. 559-566.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Fonseca Zamora, In\u00e9s. (2013) \u201cEn los bordes de la escritura m\u00edstica de la Madre Francisca Josefa de la Concepci\u00f3n del Castillo\u201d, Tesis para optar el t\u00edtulo de Magister en Estudios Literarios, Universidad Javeriana (Bogot\u00e1).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">G\u00f3mez Restrepo, Antonio, (1954) &#8220;La Madre Castillo&#8221;, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Historia de la literatura colombiana, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Bogot\u00e1, Ministerio de Educaci\u00f3n Nacional,\u00a0 II. pp. 50-126.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Lora Garc\u00e9s, Martha Cecilia, (2004) \u201cEl goce m\u00edstico y la escritura en una monja de la colonia\u201d, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Poligramas <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">22, pp. 21-40.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mar\u00eda Antonia del Ni\u00f1o Jes\u00fas, (1993) Sor, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Flor de santidad: la Madre Castillo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Tunja: Academia Boyacense de Historia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mc Knight, Kathryn Joy. (2003) \u201cVida y Afectos de la Madre Castillo\u201d. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Yo con mi viveza. Textos de conquistadoras, monjas, brujas, poetas y otras mujeres de la colonia. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Luisa Campuzano y Catharina Vallejo; editoras. La Habana, Casa de las Am\u00e9ricas. pp. 121-126.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1997) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">The Mystic of Tunja: the Writings of Madre Castillo 1671-1742, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Amherst, University of\u00a0 Massachusetts Press.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1992) \u201cSister acts: subject, voice and intertextuality in the works of Madre Castillo(1671-1742)\u201d. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Disertaci\u00f3n doctoral, Stanford University.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Morales Borrero, Mar\u00eda Teresa. (1968) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">La madre Castillo su espiritualidad y su estilo. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0Bogot\u00e1: Instituto Caro y Cuervo.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">M\u00fajica Vel\u00e1squez, Elisa, (1991) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Sor Francisca Josefa del Castillo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, Bogot\u00e1, Procultura.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">P\u00e9rez Silva, Vicente; comp. \u201cFrancisca Josefa de Castillo\u201d, (1996) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">La autobiograf\u00eda en la literatura colombiana.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> Colecci\u00f3n: Biblioteca familiar. Presidencia de la Rep\u00fablica, Santaf\u00e9 de Bogot\u00e1, Imprenta Nacional de Colombia. pp. 5-9.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Robledo, Angela In\u00e9s, (1991) \u201cLa pluralidad discursiva como mecanismo de afirmaci\u00f3n personal en <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Su Vida<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> de la Madre Castillo\u201d, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00bfY las mujeres? Ensayos sobre literatura colombiana, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Mar\u00eda Mercedes Jaramillo; \u00c1ngela In\u00e9s Robledo y Flor Mar\u00eda Rodr\u00edguez-Arenas; editoras, Medell\u00edn: OTRAPARTE, Editorial de la Universidad de Antioquia, pp. 65-73.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1989) \u201cLa Madre Castillo: autobiograf\u00eda m\u00edstica y discurso marginal\u201d, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Letras femeninas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (Nebraska), XVIII.1-2, (1992):\u00a0 55-63. \u00a0 Tambi\u00e9n publicado como\u00a0 \u201cDisociaci\u00f3n m\u00faltiple y juegos narcisistas en <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Afectos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> y <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Su vida<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> de la Madre Castillo\u201d,\u00a0 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Correo de los Andes,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> 57, pp. 34-50.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1989)\u201cG\u00e9nero y discurso m\u00edstico autobiogr\u00e1fico en las obras de Francisca Josefa del Castillo y Francisco Castillo<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201d, Texto Cr\u00edtico<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (Xalapa, M\u00e9xico), 40-41: 103-121.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (1987) \u201cLa escritura m\u00edstica de la Madre Castillo y el amor cortesano: dos religiones de amor\u201d. \u00a0 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Thesaurus <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">(Bogot\u00e1), XLII pp. 379-389.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Steffanell, Alexander. (2010)\u00a0 \u201cSor Francisca Josefa de Castillo (1671-1742): una \u201crara avis\u201d en el canon de la literatura colombiana fundacional\u201d, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Cuadernos de literatura,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> 14.28 : 100-129.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">____________.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (2012) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">El caso de la Madre Castillo. Discurso confesional hegem\u00f3nico y canon en la literatura colombiana, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Bogot\u00e1, Thomas de Quincy Editores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Valencia Villamizar, David. (2006) \u201cEscritura, identidad y m\u00edstica en la Madre del Castillo\u201d <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Las tres gracias\u201d. Hallazgos 5, Revista de Investigaciones, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Universidad Santo Tom\u00e1s: 207-229.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">V\u00e9lez de Piedrahita, Roc\u00edo. (1988) &#8220;La Madre Castillo&#8221;. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Manual de literatura colombiana<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Bogot\u00e1: Procultura-Planeta, Vol 1. pp. 101-141.<\/span><\/p>\n<p><b>Outras fontes sobre Madre Castillo e sua obra<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Borda, Felipe, Hermano. Presentador, \u201cLa santidad de Dios en Sor Josefa del Castillo por su permanente uni\u00f3n con El\u201d. Document\u00e1rio em 4 cap\u00edtulos, Canal Telesantiago, Tunja, 2019.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Saldarriaga, Teresa (diretora) \u201cA la luz de mi oscuridad\u201d Serie de televis\u00e3o. Produtora Yuma Video, 2020.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cCantares de la Madre Francisca Josefa del Castillo\u201d. Canal Telesantiago, Tunja, 2020. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">ttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=aq2ovSMOoL4<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Tradu\u00e7\u00e3o de Carolina Ara\u00fajo<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(1671 &#8211; 1742) por \u00c1ngela In\u00e9s Robledo Universidade Nacional da Colombia &#8211; Orcid PDF &#8211; Madre Castillo Informa\u00e7\u00e3o biogr\u00e1fica Francisca<\/p>\n","protected":false},"author":360,"featured_media":0,"parent":23,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"class_list":["post-1446","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1446","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/360"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1446"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1446\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1453,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1446\/revisions\/1453"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/23"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1446"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}