{"id":1967,"date":"2024-06-26T18:05:36","date_gmt":"2024-06-26T21:05:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/?p=1967"},"modified":"2024-06-26T18:05:36","modified_gmt":"2024-06-26T21:05:36","slug":"akiko-yosano-%e4%b8%8e%e8%ac%9d%e9%87%8e-%e6%99%b6%e5%ad%90","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/blog\/akiko-yosano-%e4%b8%8e%e8%ac%9d%e9%87%8e-%e6%99%b6%e5%ad%90\/","title":{"rendered":"Akiko Yosano \u4e0e\u8b1d\u91ce \u6676\u5b50"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">No imperd\u00edvel verbete desta semana, voc\u00ea vai conhecer a vida e a obra de Akiko Yosano, cujo nome de nascimento era Sh\u014d H\u014d ou Sh\u014d \u014ctori, uma poeta, escritora, tradutora, cr\u00edtica e educadora, figura proeminente na literatura japonesa do s\u00e9culo XX. Nascida em Sakai, cidade portu\u00e1ria ao sul de Osaka, em 1878, ela cresceu em uma fam\u00edlia pr\u00f3spera de comerciantes. Desde jovem, demonstrou grande interesse pela leitura, frequentando a biblioteca do armaz\u00e9m de doces de seu pai, onde lia e estudava entre suas obriga\u00e7\u00f5es familiares, o que fez com que, aos quinze anos, ela j\u00e1 conhecesse importantes obras e fosse versada na literatura japonesa cl\u00e1ssica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em 1901, aos vinte e tr\u00eas anos de idade, ela publicou a colet\u00e2nea &#8220;Midaregami&#8221; [Cabelos revoltos], uma obra que capturou a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico ao explorar temas como a paix\u00e3o, a sensualidade e a individualidade\u00a0 femininas atrav\u00e9s de tankas, forma po\u00e9tica tradicional japonesa. Mas al\u00e9m de poesia, Akiko Yosano\u00a0 tamb\u00e9m escreveu prosa e foi uma figura importante do feminismo no Jap\u00e3o, contribuindo significativamente para a revista &#8220;Seit\u014d&#8221; [Meias azuis], primeira revista liter\u00e1ria editada e escrita por mulheres do Jap\u00e3o. Sua influ\u00eancia se estendeu tamb\u00e9m \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, onde desempenhou um papel crucial na funda\u00e7\u00e3o da Bunka Gakuin, uma escola inovadora em T\u00f3quio que perdura at\u00e9 os dias atuais. No entanto, como nos mostra Karen Kazue Kawana, autora do verbete, Akiko Yosano n\u00e3o se deteve \u00e0 escrita e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ela tamb\u00e9m\u00a0 traduziu para o japon\u00eas moderno o conhecido &#8220;Genji Monogatari&#8221;, de Murasaki Shikibu, al\u00e9m de escrever ensaios, fic\u00e7\u00e3o, hist\u00f3rias infantis e mais de vinte cole\u00e7\u00f5es de poemas, abrangendo desde o estilo tradicional at\u00e9 formas livres.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sobre a autora do verbete:Karen Kazue Kawana \u00e9 graduada em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas, possui mestrado e doutorado em Filosofia pela mesma institui\u00e7\u00e3o. Tem conhecimentos na \u00e1rea de Filosofia, com \u00eanfase em Hist\u00f3ria da Filosofia francesa do s\u00e9culo XVIII. Mestre em L\u00edngua, Literatura e Cultura Japonesa pela FFLCH\/USP. Pesquisa e traduz textos de escritores japoneses, em particular, da primeira metade do s\u00e9culo XX. Atualmente \u00e9 doutoranda do programa de Teoria e Hist\u00f3ria Liter\u00e1ria do IEL\/Unicamp.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ficou curiosa para saber mais sobre Akiko Yosano? Ent\u00e3o voc\u00ea n\u00e3o pode perder o verbete da semana, acesse <\/span><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/akiko-yosano-%e4%b8%8e%e8%ac%9d%e9%87%8e-%e6%99%b6%e5%ad%90\/\"><span style=\"font-weight: 400\">aqui<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">!<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No imperd\u00edvel verbete desta semana, voc\u00ea vai conhecer a vida e a obra de Akiko Yosano, cujo nome de nascimento<\/p>\n","protected":false},"author":360,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[10,11],"tags":[68,96],"class_list":["post-1967","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog","category-filosofas","tag-mulheresnafilosofia","tag-akikoyosano"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/360"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1967"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1969,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1967\/revisions\/1969"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/mulheresnafilosofia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}