{"id":1503,"date":"2022-10-23T13:18:23","date_gmt":"2022-10-23T16:18:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/?p=1503"},"modified":"2024-03-10T19:02:36","modified_gmt":"2024-03-10T22:02:36","slug":"musas-musica-e-o-mundo-mental-parte-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2022\/10\/23\/musas-musica-e-o-mundo-mental-parte-5\/","title":{"rendered":"Musas, m\u00fasica e o mundo mental \u2013 parte 5"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1503\" class=\"elementor elementor-1503\" data-elementor-settings=\"{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1b97891a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default jltma-glass-effect-no\" data-id=\"1b97891a\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2b209345 jltma-glass-effect-no\" data-id=\"2b209345\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-28245d1d jltma-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"28245d1d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: right\">Jos\u00e9 Fornari \u2013 fornari@unicamp.br<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">23 outubro 2022<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2022\/10\/16\/musas-musica-e-o-mundo-mental-parte-4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">link para a parte anterior<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Conforme vim argumentando e apresentando evid\u00eancias, a ci\u00eancia atual, tanto nos limites da realidade objetiva (do macrocosmos da f\u00edsica relativ\u00edstica ao microcosmos da mec\u00e2nica qu\u00e2ntica), quanto nos limites da realidade subjetiva (tais como os fen\u00f4menos de hereditariedade<\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Epigen%C3%A9tica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> <span style=\"font-weight: 400\">epigen\u00e9tica<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> ou mesmo o mist\u00e9rio da<\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Problema_dif%C3%ADcil_da_consci%C3%AAncia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> <span style=\"font-weight: 400\">consci\u00eancia emergir do processamento cerebral<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">) vem acumulando evid\u00eancias experimentais que apontam cada vez mais para a poss\u00edvel inexist\u00eancia de um universo dualista, f\u00edsico e determinista. Ao inv\u00e9s disso, t\u00eam-se aumentado as evid\u00eancias da poss\u00edvel exist\u00eancia de uma realidade metaf\u00edsica, em que a verdadeira ess\u00eancia do nosso universo n\u00e3o seja f\u00edsica, mas mental. Este fato j\u00e1 era, de certa forma, conhecido ou percebido intuitivamente por pessoas criativas, especialmente por artistas, mas tamb\u00e9m por alguns cientistas, em diversos casos pitorescos de intui\u00e7\u00e3o criativa, como o famoso &#8220;<\/span><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/465036a\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">sonho de Kekul\u00e9<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;, qu\u00edmico do s\u00e9culo XIX que ap\u00f3s enfrentar grandes dificuldades experimentais, finalmente sonhou com a correta estrutura da mol\u00e9cula de benzeno, ou at\u00e9 mesmo o recente <\/span><a href=\"https:\/\/www.nobelprize.org\/prizes\/physics\/2022\/press-release\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">pr\u00eamio Nobel em f\u00edsica de 2022<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, dado a tr\u00eas cientistas que ajudaram a comprovar experimentalmente a exist\u00eancia do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Entrela%C3%A7amento_qu%C3%A2ntico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">entrela\u00e7amento qu\u00e2ntico<\/a> (efeito que Einstein n\u00e3o acreditava ser poss\u00edvel existir pois nega o determinismo e a localidade f\u00edsica, o que o fez cham\u00e1-lo, numa carta de 1947 a<\/span><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Max_Born\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> <span style=\"font-weight: 400\">Max Born<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, de \u201c<\/span><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/einstein-s-spooky-action-distance-spotted-objects-almost-big-enough-see#:~:text=Albert%20Einstein%20colorfully%20dismissed%20quantum,to%20a%20satellite%20in%20space.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400\">spooky action at a distance<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u201d, algo como &#8220;efeito a dist\u00e2ncia maluco ou esquisito&#8221;, que Einstein supunha ser devido a alguma forma de<\/span><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Local_hidden-variable_theory\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> <span style=\"font-weight: 400\">vari\u00e1vel escondida<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> no sistema; o que foi recentemente empiricamente descartado). A meu ver, tais fatos apontam para a possibilidade de que a dist\u00e2ncia (e consequentemente, o tempo) possam vir a ser como o som; apenas percep\u00e7\u00f5es (ou seja, padr\u00f5es, ou mesmo h\u00e1bitos) do mundo mental. <\/span><\/p>\n<p>Isso tudo, a meu ver, advoga pela mudan\u00e7a do atual framework filos\u00f3fico da ci\u00eancia, para uma abordagem que incorpore suas pr\u00f3prias e desconcertantes constata\u00e7\u00f5es, a fim de que esta transcenda barreiras ideol\u00f3gicas e prossiga em sua evolu\u00e7\u00e3o. Penso que as consequ\u00eancias de tal mudan\u00e7a tamb\u00e9m poder\u00e3o impactar a esfera social,\u00a0 com a volta do fasc\u00ednio pela intrincada manifesta\u00e7\u00e3o da realidade que muitas vezes o reducionismo fisicalista, mesmo sem querer, acaba tolhendo e relegando anomalias inexplic\u00e1veis, atrav\u00e9s do seu atual framework, ao campo do misticismo, o que paradoxalmente, devido\u00a0 \u00e0 impossibilidade de prover explica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas plaus\u00edveis sem abrir m\u00e3o do fisicalismo (ou na recusa de estudar sistematicamente tais fen\u00f4menos), acaba incentivando o crescimento da <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pseudoci%C3%AAncia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pseudoci\u00eancia<\/a> (como me parece ter sido o caso do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Terra_plana\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">terraplanismo<\/a>), o <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/negacionismo-cientifico-a-producao-politica-e-cultural-de-desinformacao\/34028\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">negacionismo cient\u00edfico<\/a> (como os que n\u00e3o acreditam no <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/ou-agimos-agora-ou-sera-tarde-demais\/?utm_term=o%20aquecimento%20global&amp;utm_campaign=%5BMAIO\/20%5D+Mudan%C3%A7as+Clim%C3%A1ticas+(25+a+65+anos)&amp;utm_source=adwords&amp;utm_medium=ppc&amp;hsa_acc=7235609613&amp;hsa_cam=10021110653&amp;hsa_grp=102663243482&amp;hsa_ad=437670223648&amp;hsa_src=g&amp;hsa_tgt=kwd-310625624343&amp;hsa_kw=o%20aquecimento%20global&amp;hsa_mt=b&amp;hsa_net=adwords&amp;hsa_ver=3&amp;gclid=Cj0KCQjwnbmaBhD-ARIsAGTPcfWN83KNVjvzhBVI3lYQH1GosDDIwrshoLy032PnKSFQMkr3HEmIGqcaAt9QEALw_wcB\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aquecimento global<\/a>), o pensamento m\u00e1gico e m\u00edstico e at\u00e9 mesmo o avan\u00e7o desenfreado das religi\u00f5es fundamentalistas que se alastraram pela pol\u00edtica e pelos governos, tanto aqui quanto em diversos outros pa\u00edses.\u00a0<\/p>\n<p>Do mesmo modo, as artes tamb\u00e9m se beneficiariam com tal mudan\u00e7a de framework filos\u00f3fico. A m\u00fasica, a &#8220;arte das musas&#8221;, a mais imaterial, intang\u00edvel e inef\u00e1vel das artes; desde o surgimento da <a href=\"https:\/\/www.todamateria.com.br\/industria-cultural\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ind\u00fastria cultural<\/a> tem como que servido a dois tiranos. Em primeiro lugar, ao mercantilismo, constantemente incentivando o consumismo desenfreado, usa a m\u00fasica para fortalecer o apelo emotivo de suas propagandas, tornando a arte das musas numa ferramenta de persuas\u00e3o ideol\u00f3gica coletiva. Em segundo lugar (e consequ\u00eancia direta do primeiro processo), ao individualismo, j\u00e1 que a m\u00fasica vem sendo usada na exacerba\u00e7\u00e3o de um ego\u00edsmo quase que <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Solipsismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">solipsista<\/a>, incentivando o hiper erotismo, a valoriza\u00e7\u00e3o do vulgar e o culto \u00e0 celebridade com aceita\u00e7\u00e3o quase incondicional de seus eventuais comportamentos t\u00f3xicos e destrutivos. Isto, para mim, fez com que a m\u00fasica se distanciasse do seu fator comunit\u00e1rio original e milenar, de coopera\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o social ainda presente em pequenas e isoladas comunidades, onde muitas vezes a m\u00fasica ainda \u00e9 criada e apreciada por todos, em rituais, cerim\u00f4nias, eventos e festividades.\u00a0<\/p>\n<p><iframe title=\"2008 Silent Wedding Nunta Muta   Horatiu Malaele   DVDRip HORiZON ArtSubs\" width=\"700\" height=\"394\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oWzVJ-j_g4M?start=2737&feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Cena do filme &#8220;<em>Nunta Muta<\/em>&#8221; (2008) (o casamento silencioso) baseado em hist\u00f3ria real, ocorrida na Rom\u00eania, quando Stalin morreu e todas as festividades foram terminantemente proibidas.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>No framework metaf\u00edsico do mundo mental, tudo est\u00e1 conectado; todos se afetam e s\u00e3o afetados por tudo e por todos (conforme menciona o artigo cient\u00edfico &#8220;<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1205.1584\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>everything is entangled<\/em><\/a>&#8221; ou seja, desde o big bang, &#8220;tudo est\u00e1 entrela\u00e7ado&#8221;). Nesta perspectiva, tudo \u00e9 consci\u00eancia e o que \u00e9 chamado de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Inconsciente_coletivo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">inconsciente coletivo<\/a> faz parte desse mundo mental cuja consci\u00eancia ainda n\u00e3o foi ressignificada pela nossa mente (ou seja, que n\u00e3o passou pela janela cognitiva de nossa aten\u00e7\u00e3o). As <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sincronicidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sincronicidades<\/a>, conforme definidas por Carl Jung, podem ser entendidas como padr\u00f5es recorrentes do mundo mental. Desse modo, a morte poderia ser entendida como o cessar da dissocia\u00e7\u00e3o da mente individual com a universal, e seres &#8220;m\u00e1gicos&#8221;, como g\u00eanios e musas, talvez possam existir como dissocia\u00e7\u00f5es imateriais e se expressar atrav\u00e9s de rituais, das artes e da m\u00fasica. Federico Fellini, um dos mais importantes diretores de cinema e criador do filme &#8220;<em>Otto e mezzo<\/em>&#8221; (a brilhante com\u00e9dia autobiogr\u00e1fica e auto-referencialista; o filme que trata dissociadamente de sua pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o e desenvolvimento) dizia que o seu cinema era quase que totalmente improvisado; que n\u00e3o era ele quem criava seus filmes mas eram os filmes que se criavam atrav\u00e9s dele. Para que isso pudesse ocorrer, Fellini <a href=\"https:\/\/www.imdb.com\/title\/tt0314062\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mencionou em entrevista<\/a> que era fundamental que ele, como artista, se colocasse \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para que a manifesta\u00e7\u00e3o de sua cria\u00e7\u00e3o ocorresse; ou seja, dispon\u00edvel para sua misteriosa musa (que ele dizia ser como que algu\u00e9m imaterial e desconhecido, mas que sempre esteve pr\u00f3ximo dele).<\/p>\n<p>M\u00fasica e dan\u00e7a sempre estiveram juntas, especialmente quando a m\u00fasica \u00e9 natural, ou seja, espontaneamente gerada por uma comunidade (ao inv\u00e9s de obra de um intelectual). Os m\u00fasicos, quando tocam, tamb\u00e9m de certa forma dan\u00e7am, em padr\u00f5es de gestos espont\u00e2neos que, em grupo, parecem quase que uma espont\u00e2nea, discreta por\u00e9m inevit\u00e1vel coreografia. Isto intensifica a conex\u00e3o entre todos participantes, sejam estes m\u00fasicos, os que dan\u00e7am ou aqueles que apenas assistem. Todos s\u00e3o fundamentais para a exist\u00eancia daquele momento especial de comunica\u00e7\u00e3o sonora expressiva, o que aponta para a ess\u00eancia da <a href=\"https:\/\/periodicos.ifsertao-pe.edu.br\/ojs2\/index.php\/semiaridodevisu\/article\/view\/1094#:~:text=A%20palavra%20Ubuntu%20tem%20origem,significado%20a%20humanidade%20para%20todos.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">filosofia Ubuntu<\/a>, das <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ciranda\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cirandas<\/a>, das <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Maypole\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">festas do mastro<\/a> e de tantos outros rituais e festividades entrela\u00e7ados pela m\u00fasica; muitas vezes de origem t\u00e3o antiga que se mesclam com a pr\u00f3pria\u00a0 origem da humanidade. Espero que um dia a sociedade possa resgatar em larga escala as filosofias e as tradi\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias metaf\u00edsicas, n\u00e3o apenas para que a ci\u00eancia e as artes avancem e prosperem al\u00e9m dos seus atuais dogmas, mas tamb\u00e9m para resgatar aquilo que fazia (ou finalmente far\u00e1) de n\u00f3s humanos, pessoas mais humanas.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"width: 709px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/deepfocusreview.com\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/81.2.7.jpg\" alt=\"\" width=\"699\" height=\"379\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Cena final do filme &#8220;<em>Otto e mezzo<\/em>&#8221; com a ciranda de todos os personagens, dan\u00e7ando sob a m\u00fasica &#8220;<em>La passerella<\/em>&#8220;, de Nino Rota.<a href=\"https:\/\/deepfocusreview.com\/definitives\/8-12\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Otto e Mezzo<\/a>\u00a0Fellini (1963) <a href=\"https:\/\/youtu.be\/maS3HJhCrvE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Music by Nino Rota<\/a><\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Como citar este artigo:<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Fornari. \u201cMusas, m\u00fasica e o mundo mental \u2013 parte 5\u201d. Blogs de Ci\u00eancia da Universidade Estadual de Campinas. Data da publica\u00e7\u00e3o: 23 de outubro de 2022. Link: https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2022\/10\/23\/musas-musica-e-o-mundo-mental-parte-5\/<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2022\/10\/23\/musas-musica-e-o-mundo-mental-parte-5\/\" rel=\"bookmark\" title=\"Link permanente Musas, m\u00fasica e o mundo mental \u2013 parte 5\"><p>Jos\u00e9 Fornari \u2013 fornari@unicamp.br 23 outubro 2022 link para a parte anterior Conforme vim argumentando e apresentando evid\u00eancias, a ci\u00eancia atual, tanto nos limites da realidade objetiva (do macrocosmos da f\u00edsica relativ\u00edstica ao microcosmos da mec\u00e2nica qu\u00e2ntica), quanto nos limites da realidade subjetiva (tais como os fen\u00f4menos de hereditariedade epigen\u00e9tica ou mesmo o mist\u00e9rio da [&hellip;]<\/p>\n<\/a>","protected":false},"author":389,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[84,8],"tags":[69,11,14,3,2,13,5],"class_list":["post-1503","post","type-post","status-publish","format-standard","category-filosofia-da-musica","category-musicologia","tag-jose-eduardo-fornari-novo-junior","tag-jose-fornari","tag-josefornari","tag-musica","tag-musicologia","tag-tutifornari","tag-unicamp","h-entry","hentry"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1503","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/389"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1503"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1503\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1697,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1503\/revisions\/1697"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1503"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1503"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1503"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}