{"id":768,"date":"2019-06-05T18:00:38","date_gmt":"2019-06-05T21:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/?p=768"},"modified":"2020-01-19T13:55:23","modified_gmt":"2020-01-19T16:55:23","slug":"22","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/06\/05\/22\/","title":{"rendered":"Tr\u00edades, invers\u00f5es e progress\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Jos\u00e9 Fornari (Tuti) \u2013 3 de junho de 2019<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">fornari @ unicamp . br<\/p>\n<hr \/>\n<p>Vimos <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/05\/08\/19\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">anteriormente<\/a> os 4 tipos de tr\u00edades (diminuta, menor, maior e aumentada). As tr\u00edades s\u00e3o formadas por 3 notas. Em sua ordem direta tem-se primeiro a fundamental, seguida pela ter\u00e7a e terminada pela quinta. Por exemplo, C-E-G \u00e9 a tr\u00edade maior de D\u00f3, em sua ordem direta (fundamental: C, ter\u00e7a: E, quinta: G). Se invertermos a ordem das notas, teremos 2 novas poss\u00edveis combina\u00e7\u00f5es: E-G-C e G-C-E. Estas s\u00e3o as invers\u00f5es da tr\u00edade e harmonicamente cumprem fun\u00e7\u00e3o similar \u00e0 tr\u00edade original. A primeira invers\u00e3o inicia pela ter\u00e7a do acorde e apresenta a sua fundamental (C) uma oitava acima, o que corresponde ao seu segundo harm\u00f4nico (a repeti\u00e7\u00e3o de oitava da fundamental). A segunda invers\u00e3o apresenta a quinta (G) como nota inicial. Por\u00e9m, o seu segundo harm\u00f4nico ocorre uma oitava acima, completando assim a sua fun\u00e7\u00e3o de quinta da tr\u00edade maior. Apesar de harmonicamente estas invers\u00f5es manterem a mesma fun\u00e7\u00e3o da tr\u00edade original, o distanciamento imposto pela invers\u00e3o \u00e0 s\u00e9rie harm\u00f4nica original tem o seu pre\u00e7o cognitivo. Estas invers\u00f5es s\u00e3o perceptualmente mais distantes do original e assim exigem um maior processamento mental para que possam ser entendidas. Isto pode ser associado a um aspecto sonoro conhecido por \u201cinharmonicidade\u201d (<i>inharmonicity<\/i>). O grau de inharmonicidade descreve o quanto o conjunto de parciais que comp\u00f5em um som s\u00e3o percebidos como harmoniosos, ou coerentes entre si. Quanto maior a inharmonicidade, maior o esfor\u00e7o mental necess\u00e1rio para interpretar a tonalidade de um dado som. No caso de sons de instrumentos musicais, como a mesma nota emitida em 3 diferentes instrumentos mel\u00f3dicos e um percussivo (flauta, sax, guitarra e chimbau), a inharmonicidade aumenta na medida em que o som \u00e9 menos tonal. No caso do som da flauta, o som \u00e9 normalmente percebido como mais \u201cmacio\u201d do que o som de um sax (que possui uma inharmonicidade ligeiramente maior do que a da flauta), que por sua vez \u00e9 menos inharm\u00f4nico que o som da guitarra. No entanto, a inharmonicidade dispara para o som percussivo do chimbau, onde esta \u00e9 tanta que nem \u00e9 poss\u00edvel se perceber uma nota \u00fanica (como no caso dos outros instrumentos). A figura a seguir mostra o c\u00e1lculo da inharmonicidade pra estes sons.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-770\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4-timbres-inharm.jpeg\" alt=\"\" width=\"520\" height=\"442\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4-timbres-inharm.jpeg 520w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4-timbres-inharm-300x255.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-768-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4timbres.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4timbres.mp3\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/4timbres.mp3<\/a><\/audio>\n<p>Apesar de cumprirem a mesma fun\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica, as invers\u00f5es das tr\u00edades tem sonoridades ligeiramente diferentes. Esta diferen\u00e7a pode ser vista como uma forma de mudan\u00e7a macroestrutural do seu timbre, algo como ocorreria se a mesma tr\u00edade fosse executada em dois instrumentos musicais distintos (por exemplo, um piano e um viol\u00e3o) uma vez que o timbre \u00e9 caracterizado pela distribui\u00e7\u00e3o dos parciais de um som e no caso das invers\u00f5es das tr\u00edades de fato existe uma mudan\u00e7a de ordena\u00e7\u00e3o dos harm\u00f4nicos que comp\u00f5em cada invers\u00e3o. Utilizando assim o mesmo algoritmo de medi\u00e7\u00e3o do par\u00e2metro de inharmonicidade, podemos ver que o seu grau de fato aumenta para cada invers\u00e3o da tr\u00edade maior, confrome mostra a figura a seguir.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1135\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/triade-invers\u00f5es-sv.jpeg\" alt=\"\" width=\"481\" height=\"563\" \/><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-768-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/triade-invers\u00f5es.mp3?_=2\" \/><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/triade-invers\u00f5es.mp3\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/triade-invers\u00f5es.mp3<\/a><\/audio>\n<p>No entanto, pode-se perguntar: qual a raz\u00e3o de se utilizar uma invers\u00e3o da tr\u00edade numa progress\u00e3o de acordes, sendo que esta aumenta sua inharmonicidade, na rela\u00e7\u00e3o vertical das notas que comp\u00f5em o acorde. A raz\u00e3o de se optar por utilizar uma invers\u00e3o de tr\u00edade numa progress\u00e3o reside no fato desta possibilitar a modula\u00e7\u00e3o da inharmonicidade no movimento vertical das notas que comp\u00f5em as tr\u00edades. Conforme visto <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/05\/15\/20\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">anteriormente<\/a>\u00a0a famosa sequ\u00eancia harm\u00f4nica de 4 tr\u00edades: C, G, Am, F, presente um uma enorme quantidade de m\u00fasicas pop, pode ser executada de diversas formas (ou seja, em diversas invers\u00f5es). Se a executamos com tr\u00edades sem invers\u00e3o o resultado ser\u00e1 este:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-775\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.jpeg\" alt=\"\" width=\"573\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.jpeg 573w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-300x286.jpeg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-24x24.jpeg 24w\" sizes=\"(max-width: 573px) 100vw, 573px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-776\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-1024x201.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"137\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-1024x201.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-300x59.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-768x151.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-700x138.png 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.png 1272w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-768-3\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.mp3?_=3\" \/><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.mp3\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F.mp3<\/a><\/audio>\n<p>V\u00ea-se na imagem que os harm\u00f4nicos que comp\u00f5em o som de cada tr\u00edade (representados pelas linhas horizontais), especialmente os harm\u00f4nicos mais relevantes \u00e0 percep\u00e7\u00e3o (localizados na parte inferior da imagem) apresentam uma grande descontinuidade entre acordes, ou seja, os harm\u00f4nicos se deslocam muito nas mudan\u00e7as entre tr\u00edades, o que faz com que a sequ\u00eancia harm\u00f4nica seja percebida de modo mais discretizado, com mais \u201csolavancos\u201d, mais descontinuada. J\u00e1 se utilizarmos a mesma sequ\u00eancia com tr\u00edades invertidas de modo a diminuir a dist\u00e2ncia entre notas durante as mudan\u00e7as harm\u00f4nicas, temos o seguinte resultado:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-778\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.jpeg\" alt=\"\" width=\"534\" height=\"566\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.jpeg 534w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-283x300.jpeg 283w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-24x24.jpeg 24w\" sizes=\"(max-width: 534px) 100vw, 534px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-779\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-1024x208.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"142\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-1024x208.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-300x61.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-768x156.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv-700x142.png 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.png 1275w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-768-4\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.mp3?_=4\" \/><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.mp3\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/C-G-Am-F-inv.mp3<\/a><\/audio>\n<p>Nota-se que nesta nova imagem dos harm\u00f4nicos que existe, durante as mudan\u00e7as de acordes uma maior proximidade entre estes, especialmente os mais relevantes (na parte inferior da figura). Isso \u00e9 expresso sonoramente, no \u00e1udio da sequ\u00eancia, onde de fato, pode-se perceber que esta soa mais cont\u00ednua, com menos degraus perceptuais entre as tr\u00edades. Por esta raz\u00e3o, costuma-se optar por utilizar invers\u00f5es de notas nas tr\u00edades, que a princ\u00edpio aumentam ligeiramente sua inharmonicidade, por\u00e9m compensam com o aumento da homogeneidade harm\u00f4nica de sua progress\u00e3o de acordes. Este \u00e9 um recurso musical bastante utilizado em composi\u00e7\u00e3o, tanto no sentido de aumentar a homogeneidade harm\u00f4nica de uma progress\u00e3o quanto de diminu\u00ed-la brutalmente, de modo a gerar um determinado efeito est\u00e9tico, como \u00e9 o caso da \u201c<i>Imperial March<\/i>\u201d composta por John Williams para o ic\u00f4nico filme \u201c<i>Star Wars<\/i>\u201d, onde os acordes s\u00e3o colocados propositalmente com grandes saltos entre suas notas, de modo a aumentar a sensa\u00e7\u00e3o de aspereza e marcialidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-781\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt-1024x463.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt-1024x463.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt-300x136.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt-768x347.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt-700x316.png 700w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-768-5\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt.mp3?_=5\" \/><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt.mp3\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/06\/Star_Wars_-_The_Imperial_March-excerpt.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><i>Inharmonicity<\/i>faz parte da biblioteca <i>libxtract<\/i>desenvolvida por James Bullock (2006-2012) utilizada no software livre Sonic Visualiser, vers\u00e3o 3.<\/p>\n<p>J. Bullock, \u201cLibXtract: A lightweight library for audio feature extraction,\u201d in Proceedings of the 2007 International Computer Music Conference, Sweden, 2007.<\/p>\n<p>The Imperial March, by John Williams, piano version. Downloaded from MuseScore online community. https:\/\/musescore.com\/user\/4594341\/scores\/3459006<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Como citar este artigo:<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Fornari. \u201cTr\u00edades, invers\u00f5es e progress\u00f5es\u201d. Blogs de Ci\u00eancia da Universidade Estadual de Campinas. ISSN 2526-6187. Data da publica\u00e7\u00e3o: 5 de junho de 2019. Link: https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/06\/05\/22\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/06\/05\/22\/\" rel=\"bookmark\" title=\"Link permanente Tr\u00edades, invers\u00f5es e progress\u00f5es\"><p>Jos\u00e9 Fornari (Tuti) \u2013 3 de junho de 2019 fornari @ unicamp . br Vimos anteriormente os 4 tipos de tr\u00edades (diminuta, menor, maior e aumentada). As tr\u00edades s\u00e3o formadas por 3 notas. Em sua ordem direta tem-se primeiro a fundamental, seguida pela ter\u00e7a e terminada pela quinta. 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