{"id":901,"date":"2019-09-11T21:40:41","date_gmt":"2019-09-12T00:40:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/?p=901"},"modified":"2020-01-20T02:57:08","modified_gmt":"2020-01-20T05:57:08","slug":"31","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/09\/11\/31\/","title":{"rendered":"Oralidade terci\u00e1ria e a converg\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o musical"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Jos\u00e9 Fornari (Tuti) \u2013 11 de setembro de 2019<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">fornari @ unicamp . br<\/p>\n<hr \/>\n<p>Os avan\u00e7os das TIC (Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o) criaram nas \u00faltimas d\u00e9cadas uma malha informacional que permeia grande parte da sociedade global. Esta \u00e9 organizada em redes sociais que s\u00e3o, em sua maioria, estruturas comerciais onde a informa\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de usu\u00e1rios \u00e9 dinamicamente organizada de forma \u201cecol\u00f3gica\u201d, ou seja, esta informa\u00e7\u00e3o circulante nas redes \u00e9 tanto influenciada quanto influencia a sociedade de onde emana. Este ecossistema informacional, anteriormente chamado simplesmente de cybespace, permitiu a cria\u00e7\u00e3o de um novo patamar da comunica\u00e7\u00e3o humana, atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o em massa de recursos computacionais, tais como: e-mails, chats, posts, mensagens r\u00e1pidas de texto (muitas vezes com imagens, videos ou grava\u00e7\u00f5es de \u00e1udio), etc. que s\u00e3o compartilhadas, tanto de modo abrangente em forma de <em>broadcast<\/em> (onde uma mensagem pode ser recebida por muitos), quanto de modo discriminado ou customizado, onde uma mensagem pode ser enviada especificamente para um indiv\u00edduo ou grupo espec\u00edfico, que compartilha caracter\u00edsticas similares, selecionadas pelo pr\u00f3prio usu\u00e1rio (o que envia a mensagem) ou de forma autom\u00e1tica, muitas vezes selecionados por algoritmos de intelig\u00eancia artificial. Este fen\u00f4meno gera na sociedade o que alguns te\u00f3ricos chamam de oralidade terci\u00e1ria, lembrando que a oralidade secund\u00e1ria refere-se \u00e0 inven\u00e7\u00e3o da escrita e a oralidade prim\u00e1ria ao desenvolvimento evolutivo da linguagem. A oralidade terci\u00e1ria, que vem dos recursos das TIC, \u00e9 majoritariamente estudada no caso da comunica\u00e7\u00e3o contextual das linguagens. Por\u00e9m esta tamb\u00e9m afeta outras formas de comunica\u00e7\u00e3o sonora, como \u00e9 o caso da m\u00fasica.<\/p>\n<p>A possibilidade de registro do \u00e1udio em alta fidelidade (ou seja, com tamanha aproxima\u00e7\u00e3o perceptual que o registro sonoro e o seu som original tornam-se virtualmente indistingu\u00edveis, para a maioria dos ouvintes) permitiu o registro da m\u00fasica na forma de fonograma (a m\u00eddia que cont\u00e9m fisicamente o registro sonoro) onde esta pode ser armazenada, editada e distribu\u00edda, como se fosse um arquivo de texto ou de nota\u00e7\u00e3o musical, como \u00e9 a partitura.<\/p>\n<div id=\"attachment_908\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-908\" class=\"wp-image-908\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/digital-audio.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/digital-audio.jpg 356w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/digital-audio-300x226.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-908\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Imagem macrosc\u00f3pica da superf\u00edcie de um DVD, onde a informa\u00e7\u00e3o de \u00e1udio e video \u00e9 registrada.<\/strong> Fonte: http:\/\/mintywhite.com\/wp-content\/uploads\/2010\/06\/dvd-media.jpg<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_907\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-907\" class=\"wp-image-907\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/analog-audio.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"504\" \/><p id=\"caption-attachment-907\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Imagem macrosc\u00f3pica da superf\u00edcie de um vinil, onde a informa\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica de \u00e1udio \u00e9 registrada.<\/strong> Fonte: https:\/\/images.app.goo.gl\/8Q9xBXp78ZqZNg9TA<\/p><\/div>\n<p>Houve assim uma forma de &#8220;materializa\u00e7\u00e3o&#8221; do \u00e1udio, em fonogramas de alta-qualidade, como os CDs, cart\u00f5es de mem\u00f3ria e os reposit\u00f3rios online; as chamadas \u201cnuvens\u201d ou <em>clouds<\/em>, que permitem n\u00e3o apenas o armazenamento mas tamb\u00e9m a manipula\u00e7\u00e3o (seu processamento, transforma\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o, etc.) e a sua s\u00edntese.\u00a0O primeiro padr\u00e3o de fonograma da era digital que foi amplamente difundido socialmente \u00e9 o CD de \u00e1udio, lan\u00e7ado comercialmente na d\u00e9cada de 1980. Este permite a grava\u00e7\u00e3o em dois canais de \u00e1udio, cada qual com alta rela\u00e7\u00e3o sinal ru\u00eddo (96dB) capazes de registrar frequ\u00eancias sonoras contendo todo o espectro da percep\u00e7\u00e3o auditiva humana (considerada entre 20 a 20.000 Hz). Posteriormente, vieram padr\u00f5es de \u00e1udio com maior resolu\u00e7\u00e3o ou maior compacta\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso do MP3, que permite a diminui\u00e7\u00e3o de um arquivo digital de \u00e1udio para menos de 10% do seu tamanho inicial (em bytes). Estes permitiram que as grava\u00e7\u00f5es transpusessem um limite de qualidade auditiva suficiente para comunicarem fidedignamente a informa\u00e7\u00e3o afetiva contida na composi\u00e7\u00e3o musical, permitindo a sua an\u00e1lise, edi\u00e7\u00e3o, processamento e at\u00e9 s\u00edntese computacional. Estes arquivos passaram a veicular livremente, atrav\u00e9s das redes sociais da internet, permitindo a ampla divulga\u00e7\u00e3o do seu conte\u00fado musical.<\/p>\n<p>Isso fez com que a m\u00fasica pudesse ser criada, editada e registrada diretamente atrav\u00e9s de meios computacionais; dispensando o registro em partitura musical. Grande parte da produ\u00e7\u00e3o de\u00a0m\u00fasica popular \u00e9 atualmente produzida diretamente a partir da manipula\u00e7\u00e3o dos arquivos de \u00e1udio. Do mesmo modo, a produ\u00e7\u00e3o de m\u00fasica erudita tamb\u00e9m passou a se valer desses recursos computacionais a fim de criar performances ainda mais rebuscadas, perfeitas, impressionantes e algumas vezes at\u00e9 imposs\u00edveis de serem realizadas ao vivo. A m\u00fasica eletroac\u00fastica, conforme mencionada <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/02\/06\/6\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">anteriormente<\/a>, foi um importante ramo da m\u00fasica erudita do s\u00e9culo 20 que se desprendeu quase que completamente da partitura, criando obras inteiras unicamente atrav\u00e9s dos processos eletr\u00f4nicos disponibilizados em est\u00fadios de grava\u00e7\u00e3o (os quais, hoje em dia, podem muitas vezes ser substitu\u00eddos por softwares de grava\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio em computadores pessoais, mem\u00f3rias externas e equipamentos caseiros de grava\u00e7\u00e3o, que comp\u00f5em o que \u00e9 atualmente chamado de \u201c<em>home studio<\/em>\u201d). Nessas obras eletroac\u00fasticas, especialmente as de <em>tape music<\/em>; um subg\u00eanero da <em>musique concrete<\/em>, o fonograma muitas vezes substitui a partitura, onde a sua reprodu\u00e7\u00e3o (<em>playback<\/em>) passa a ser a performance musical, o que em termos mais contempor\u00e2neos e populares, aproxima-se, (n\u00e3o em termos est\u00e9ticos mas em termos t\u00e9cnicos) da m\u00fasica de DJ.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-903\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"394\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio-700x394.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/old-studio.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<div id=\"attachment_904\" style=\"width: 970px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-904\" class=\"size-full wp-image-904\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/home-studio.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"582\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/home-studio.jpg 960w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/home-studio-300x182.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/home-studio-768x466.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/home-studio-700x424.jpg 700w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><p id=\"caption-attachment-904\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Imagem de um est\u00fadio de grava\u00e7\u00e3o antigo (acima) e um <em>home studio<\/em>\u00a0(abaixo).<\/strong> Fontes: https:\/\/images.app.goo.gl\/gfNjun7tgMUW3eKZ7<br \/>https:\/\/images.app.goo.gl\/S1bX6ZHkko5WY8wS8<\/p><\/div>\n<p>Marshall McLuhan, fil\u00f3sofo e estudioso da m\u00eddia, cunhou a express\u00e3o &#8220;o meio \u00e9 a mensagem&#8221; (<em>the medium is the message<\/em>); ou seja, o meio de veicula\u00e7\u00e3o da m\u00fasica passa a ser mais relevante do que o seu pr\u00f3prio conte\u00fado. Para McLuhan, a mensagem veiculada \u00e9 formada por \u201cconte\u00fado e car\u00e1ter\u201d (<em>content and character<\/em>). O conte\u00fado \u00e9 a mensagem direta, facilmente entendida, enquanto que o car\u00e1ter \u00e9 a mensagem nas entrelinhas, subentendida e at\u00e9 mesmo subliminar. A express\u00e3o &#8220;<em>vila global<\/em>&#8221; (global village) tamb\u00e9m cunhada por McLuhan, representa a proximidade e a interconex\u00e3o que a tecnologia proporciona a toda a humanidade. O ecologista midi\u00e1tico (<em>media ecologist<\/em>) Robert K. Logan tratou de estender os conceitos midi\u00e1ticos de McLuhan, com quem trabalhou, de modo a traze-los para a contemporaneidade do s\u00e9culo 21, com o advento da internet e das redes sociais, infelizmente n\u00e3o presenciados por McLuhan, que descreveu o seus termos referindo-se ao r\u00e1dio e \u00e0 TV.<\/p>\n<div id=\"attachment_910\" style=\"width: 657px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-910\" class=\"wp-image-910 size-full\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/mcluhan1234.jpg\" alt=\"\" width=\"647\" height=\"389\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/mcluhan1234.jpg 647w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/wp-content\/uploads\/sites\/182\/2019\/09\/mcluhan1234-300x180.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 647px) 100vw, 647px\" \/><p id=\"caption-attachment-910\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Marshall Mcluhan.<\/strong> Fonte: https:\/\/www.hastac.org\/blogs\/amcrochet\/2017\/05\/10\/analyzing-theories-marshall-mcluhan<\/p><\/div>\n<p>Logan, em seu livro \u201c<em>Understanding new media: extending Marshall McLuhan<\/em>\u201d, de 2010, apresenta um paralelo da teoria informacional unificante de McLuhan com 3 est\u00e1gios cognitivos de representa\u00e7\u00e3o, conforme estudados por Jerome Bruner. Estes s\u00e3o: Enativo, Ic\u00f4nico e Simb\u00f3lico (<em>Enactive, Iconic and Symbolic<\/em>). O primeiro \u00e9 dado pelo conhecimento gerado atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es (como ocorrem com os beb\u00eas, que manipulam objetos para entende-los). O segundo \u00e9 o ic\u00f4nico, representado por desenhos do objeto (como as crian\u00e7as que desenham figuras dos objetos que conhecem). O terceiro \u00e9 o simb\u00f3lico, representado por palavras, ou seja, a escrita (como o adulto que descreve um objeto ou situa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da escrita). Segundo Logan, estes s\u00e3o encontrados nos processos de aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimento atrav\u00e9s das redes sociais da internet. Creio que seja poss\u00edvel encontrar estes 3 est\u00e1gios de representa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m na m\u00fasica, sendo o enactivo relacionado ao escutar (a aprecia\u00e7\u00e3o musical), o ic\u00f4nico relacionado ao fazer musical (a performance) e o representacional relacionado \u00e0 escrita, tanto na forma notacional (partitura) quanto digital (atrav\u00e9s de recursos das TIC).<\/p>\n<p>Neste contexto percebo uma grande converg\u00eancia dos fazeres musicais no sentido de se valerem das mesmas ferramentas representacionais para realizar a produ\u00e7\u00e3o musical na contemporaneidade. Isto tamb\u00e9m cria uma converg\u00eancia da aprecia\u00e7\u00e3o, especialmente fomentada pelas TIC, que permitem o acesso ub\u00edquo e virtualmente sempre dispon\u00edvel dos ouvintes a qualquer g\u00eanero musical que queiram, em qualquer quantidade e em qualquer momento ou situa\u00e7\u00e3o. Desse modo, penso que diferentes g\u00eaneros continuar\u00e3o existindo e prosperando, j\u00e1 que estes representam identidades socioculturais e\/ou afetivas bastante espec\u00edficas. Por\u00e9m, cada vez mais estas ser\u00e3o apreciados de forma ecl\u00e9tica, por uma plateia virtual cada vez mais informada e disposta a escutar g\u00eaneros e estilos musicais diferentes e at\u00e9 contrastantes, com diferentes inten\u00e7\u00f5es e em diferentes circunst\u00e2ncias afetivas.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<\/p>\n<p>\u00c1ngel-Botero, A. &amp; Alvarado-Duque, C. A. (2016). Oralidad terciaria: mirada ecol\u00f3gica a la radio digital. Palabra Clave, 19(2), 473-500. DOI: 10.5294\/pacla.2016.19.2.6<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?pid=S0122-82852016000200006&amp;script=sci_abstract&amp;tlng=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?pid=S0122-82852016000200006&amp;script=sci_abstract&amp;tlng=pt<\/a><\/p>\n<p>Logan, Robert K. (2010). Understanding new media: extending Marshall McLuhan. Nueva York: Peter Lang. Peter Lang Publishing. ISBN 978-1-4331-1126-6.<\/p>\n<p>McLuhan, M. (1964). Understanding media: the extensions of man. CA: Ginglo Press. McGraw-Hill. ISBN: 81-14-67535-7.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Como citar este artigo:<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Fornari. \u201cOralidade terci\u00e1ria e a converg\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o musical\u201d. Blogs de Ci\u00eancia da Universidade Estadual de Campinas. ISSN 2526-6187. Data da publica\u00e7\u00e3o: 11 de setembro de 2019. Link: https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/09\/11\/31\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/musicologia\/2019\/09\/11\/31\/\" rel=\"bookmark\" title=\"Link permanente Oralidade terci\u00e1ria e a converg\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o musical\"><p>Jos\u00e9 Fornari (Tuti) \u2013 11 de setembro de 2019 fornari @ unicamp . br Os avan\u00e7os das TIC (Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o) criaram nas \u00faltimas d\u00e9cadas uma malha informacional que permeia grande parte da sociedade global. 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