{"id":549,"date":"2022-09-28T08:58:25","date_gmt":"2022-09-28T11:58:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/?p=549"},"modified":"2022-09-28T08:58:26","modified_gmt":"2022-09-28T11:58:26","slug":"voce-sabe-quais-sao-os-beneficios-do-cafe-para-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/2022\/09\/28\/voce-sabe-quais-sao-os-beneficios-do-cafe-para-saude\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea sabe quais os benef\u00edcios do caf\u00e9 para sa\u00fade?"},"content":{"rendered":"\n<p>O caf\u00e9 \u00e9 a bebida mais consumida no Brasil e uma das mais consumidas mundialmente devido n\u00e3o apenas ao seu efeito estimulante e propriedades sensoriais, mas por proporcionar intera\u00e7\u00e3o entre as pessoas a partir do conv\u00edvio social. Nesse sentido, o consumo de caf\u00e9 est\u00e1 intimamente associado a h\u00e1bitos sociais de conviv\u00eancia que aumentam o bem estar e melhoram a sa\u00fade.<\/p>\n<p>O principal componente psicoativo do caf\u00e9 \u00e9 a cafe\u00edna (1,3,7-trimetilxantina) e os efeitos comportamentais mais evidentes podem ocorrer ap\u00f3s a ingest\u00e3o de doses baixas a moderadas (50-300mg) de cafe\u00edna. Isto possibilita uma melhora no desempenho cognitivo e psicomotor como aumento do estado de alerta, disposi\u00e7\u00e3o para atividades di\u00e1rias e exerc\u00edcio f\u00edsico, concentra\u00e7\u00e3o, foco, desempenho em tarefas, vigil\u00e2ncia auditiva, tempo de reten\u00e7\u00e3o visual, al\u00e9m da diminui\u00e7\u00e3o do sono e do cansa\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Existe uma recomenda\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de consumo de caf\u00e9?<\/strong><\/p>\n<p>A quantidade \u00e9 vari\u00e1vel. Mas, de uma forma geral, o consumo pode ser de 3 a 5 x\u00edcaras de caf\u00e9 por dia. Sendo que uma x\u00edcara de caf\u00e9 pode apresentar de 50 a 100mg de cafe\u00edna, dependendo do tamanho da x\u00edcara e do tipo de preparo (fervido, infus\u00e3o, sol\u00favel ou expresso), conforme demonstrado no quadro abaixo.<\/p>\n<p><strong>Quadro &#8211; Estimativa de cafe\u00edna em 1 x\u00edcara (de 150mL) de caf\u00e9 de acordo com modo de preparo:<\/strong><\/p>\n<table style=\"width: 100%;border-collapse: collapse;border-style: solid;border-color: #000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%\">\n<p><strong>Caf\u00e9 infus\u00e3o<\/strong> &#8211; 66 a 99mg de cafe\u00edna<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 sol\u00favel ou instant\u00e2neo<\/strong> &#8211; 66 a 81mg de cafe\u00edna<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 fervido<\/strong> &#8211; 48 a 86mg de cafe\u00edna<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 expresso<\/strong> &#8211; 76mg de cafe\u00edna<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 descafeinado<\/strong> &#8211; 1,3 a 1,7mg de cafe\u00edna<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><sup>Adaptado de Lima et al., 2010.<\/sup><\/p>\n<p>Esse consumo de 3 a 5 doses de caf\u00e9\/ dia \u00e9 considerado um consumo moderado, correspondendo a aproximadamente 150 a 300mg de cafe\u00edna\/dia.<\/p>\n<p><u>A meia vida da cafe\u00edna, ou seja, o tempo em que ela permanece no organismo \u00e9 de 3 a 5 horas. E os seus efeitos come\u00e7am a partir de 30 a 60 minutos ap\u00f3s o consumo do caf\u00e9.<\/u><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-556 alignleft\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"216\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-300x300.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-150x150.png 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-768x768.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-500x500.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-800x800.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-24x24.png 24w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-48x48.png 48w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3-96x96.png 96w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/>Todavia, existem pessoas que s\u00e3o mais sens\u00edveis aos efeitos da cafe\u00edna e o seu tempo de a\u00e7\u00e3o no organismo \u00e9 maior. \u00a0S\u00e3o os chamados metabolizadores lentos de cafe\u00edna que apresentam um polimorfismo no gene CYP1A2 (codificante da enzima citocromo P450 1A2, respons\u00e1vel pela metaboliza\u00e7\u00e3o da cafe\u00edna).<\/p>\n<p>Nestes casos, o consumo de caf\u00e9, mais especificamente da cafe\u00edna, pode acarretar taquicardia, ansiedade, hiperatividade, tremores, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1usea e ins\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que os efeitos indesej\u00e1veis podem manifestar-se principalmente em indiv\u00edduos metabolizadores lentos e aqueles mais sens\u00edveis \u00e0 cafe\u00edna como crian\u00e7as, gestantes e idosos. E essas consequ\u00eancias podem acontecer mesmo sem o consumo de elevada quantidade da bebida.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ansiedade causada pela ingest\u00e3o de caf\u00e9, estudos demonstram que ela \u00e9 mais presente em indiv\u00edduos que apresentem ansiedade grave, s\u00edndrome do p\u00e2nico ou esquizofrenia.<\/p>\n<p>Em algumas pessoas, a ingest\u00e3o de caf\u00e9 pode estar associada a desconfortos gastrointestinais, sendo que em determinadas condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas como gastrite e \u00falceras, o consumo da bebida \u00e9 desaconselhado.<\/p>\n<p>A azia\/queima\u00e7\u00e3o \u00e9 o sintoma gastrointestinal mais referenciado ap\u00f3s a ingest\u00e3o de caf\u00e9. Tal efeito pode ser decorrente de irrita\u00e7\u00e3o da mucosa esof\u00e1gica e\/ou de refluxo gastro-esof\u00e1gico. E o caf\u00e9 pode provocar o aumento desse refluxo e da secre\u00e7\u00e3o \u00e1cida g\u00e1strica.<\/p>\n<p>Consumir um alimento antes da ingest\u00e3o de caf\u00e9 ou consumir o caf\u00e9 juntamente com alimentos ou com leite, por exemplo, pode reduzir esse efeito de desconforto g\u00e1strico.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-554 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-300x300.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-300x300.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-150x150.png 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-768x768.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-500x500.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-800x800.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-24x24.png 24w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-48x48.png 48w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2-96x96.png 96w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/2.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p>\n<h3><strong>O que dizem os estudos sobre caf\u00e9 e preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as?<\/strong><\/h3>\n<p>Muitas pesquisas vem sendo feitas investigando os efeitos do caf\u00e9 na sa\u00fade e na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.<\/p>\n<p>No campo das doen\u00e7as neurodegenerativas, estudos sugerem que o consumo de caf\u00e9 est\u00e1 associado ao menor risco de doen\u00e7a de Parkinson, especialmente em indiv\u00edduos do sexo masculino. Outros estudos apontam um efeito neuroprotetor do caf\u00e9\/cafe\u00edna em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento de Alzheimer.<\/p>\n<p>O consumo de caf\u00e9 tamb\u00e9m pode auxiliar no emagrecimento devido ao efeito termog\u00eanico da cafe\u00edna. Ou seja, o aumento da termog\u00eanese\/gasto energ\u00e9tico ap\u00f3s a ingest\u00e3o de caf\u00e9 ou cafe\u00edna. Al\u00e9m disso, estudos demonstram uma redu\u00e7\u00e3o do risco de diabetes tipo II associado ao consumo de caf\u00e9.<\/p>\n<h3><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>Consumo de Caf\u00e9 versus Sa\u00fade<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>Os efeitos do consumo de caf\u00e9 dependem principalmente da quantidade dos compostos qu\u00edmicos e das subst\u00e2ncias antioxidantes ingeridas. Assim, a qualidade dos gr\u00e3os ir\u00e1 refletir n\u00e3o apenas nas caracter\u00edsticas sensoriais de gosto, sabor e aroma. Mas, tamb\u00e9m na maior qualidade dos seus componentes qu\u00edmicos que v\u00e3o exercer efeitos ben\u00e9ficos na sa\u00fade.<\/li>\n<li>Como mencionado, as pesquisas apontam para um efeito ben\u00e9fico do consumo de caf\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o do risco de desenvolvimento de diabetes <em>melittus<\/em> tipo II, Parkinson e Alzheimer. E um efeito prejudicial ao contribuir para o aumento do risco de ansiedade, hipertens\u00e3o arterial, sintomas gastrointestinais (gastrite, \u00falcera e refluxo) e doen\u00e7as cardiovasculares.<\/li>\n<li>Existe a variabilidade interindividual de metaboliza\u00e7\u00e3o da cafe\u00edna, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e cl\u00ednicas, e a prefer\u00eancia por diferentes tipos de bebidas de caf\u00e9, com varia\u00e7\u00f5es desde as esp\u00e9cies, graus de torra e moagem e m\u00e9todo de prepara\u00e7\u00e3o da mesma que ir\u00e3o influenciar na qualidade n\u00e3o apenas sensorial, mas tamb\u00e9m nos efeitos ben\u00e9ficos para a sa\u00fade.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-555 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-300x300.png\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-300x300.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-150x150.png 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-768x768.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-500x500.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-800x800.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-24x24.png 24w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-48x48.png 48w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4-96x96.png 96w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/Cafe-4.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<p>Por fim, o consumo de caf\u00e9 \u00e9 um h\u00e1bito cultural do brasileiro. E em rela\u00e7\u00e3o ao efeito do caf\u00e9 na sa\u00fade humana, antes de ser generalizado como ben\u00e9fico ou prejudicial, deve ser avaliado caso a caso, considerando o indiv\u00edduo na sua singularidade e s\u00f3, assim, estimular ou desaconselhar o consumo da bebida.<\/p>\n<p><!--more-->Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse: Lima <em>et al<\/em>. (2010). Caf\u00e9 e sa\u00fade humana: um enfoque nas subst\u00e2ncias presentes na bebida relacionadas \u00e0s doen\u00e7as cardiovasculares. Rev. Nutr., 23(6): 1063-1073. Dispon\u00edvel em:\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/rn\/a\/NM6dh9CVSv7hxYFmGhQsjYb\/?lang=pt\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/rn\/a\/NM6dh9CVSv7hxYFmGhQsjYb\/?lang=pt<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><\/div>","protected":false},"author":291,"featured_media":557,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64,58,26],"class_list":["post-549","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento-alimentar","tag-cafe","tag-cafeina","tag-saude"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-content\/uploads\/sites\/148\/2022\/09\/cafe-2.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/291"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=549"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":583,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549\/revisions\/583"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/557"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/nutricaoeciencia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}