{"id":1370,"date":"2019-10-07T10:22:30","date_gmt":"2019-10-07T13:22:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/?p=1370"},"modified":"2020-06-04T13:25:08","modified_gmt":"2020-06-04T16:25:08","slug":"topicos-de-genero-leituras-recomendadas-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/2019\/10\/07\/topicos-de-genero-leituras-recomendadas-i\/","title":{"rendered":"T\u00f3picos de G\u00eanero: leituras recomendadas (I)"},"content":{"rendered":"<p>Dando continuidade \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o relativa aos t\u00f3picos de g\u00eanero e ainda no ambiente de celebra\u00e7\u00e3o da figura feminina, segue uma r\u00e1pida recomenda\u00e7\u00e3o de obras filos\u00f3ficas que t\u00eam mulheres como autoras e constituem leituras fundamentais para se iniciar nos estudos de g\u00eanero. A sele\u00e7\u00e3o foi realizada com base nas indica\u00e7\u00f5es da\u00a0professora Susana de Castro (UFRJ), coordenadora\u00a0do <a href=\"http:\/\/anpof.org\/portal\/index.php\/en\/gt-filosofia-e-genero\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Grupo de Trabalho Filosofia e G\u00eanero<\/a>\u00a0da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Filosofia do Brasil (<a href=\"http:\/\/anpof.org\/portal\/index.php\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ANPOF<\/a>); da doutora em Filosofia Ilze Zirbel\u00a0(UFSC), participante ativa do mesmo grupo e da professora Izilda Johanson, coordenadora do curso de Filosofia da Unifesp.<\/p>\n<p>Johanson sugere a leitura do &#8220;Segundo sexo&#8221;, c\u00e9lebre obra publicada em 1949 pela fil\u00f3sofa francesa Simone de Beauvoir. O &#8220;Segundo sexo&#8221; \u00e9, resumidamente, um projeto \u00e9tico que mobiliza valores tais como a liberdade, a autonomia\u00a0em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 a\u00e7\u00e3o nos mais diversos \u00e2mbitos da exist\u00eancia p\u00fablica e privada, etc. &#8211; valores<em>\u00a0<\/em>que constituem uma plataforma para o pensamento se efetivar e a a\u00e7\u00e3o feminista se exercer eficientemente.<\/p>\n<p>Embora fa\u00e7a uso do vocabul\u00e1rio t\u00e9cnico e o instrumental te\u00f3rico da tradi\u00e7\u00e3o na qual se insere (a do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Existencialismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">existencialismo<\/a>), a obra constitui em si mesma um exemplo de autonomia, de produ\u00e7\u00e3o inteiramente diferente e original que n\u00e3o prolonga reflex\u00f5es alheias nem delega a tarefa de pensar a condi\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, isto \u00e9: a feminina.<\/p>\n<p>O texto \u00e9, assim, uma ferramenta que contribui para desenvolver a habilidade de objetivar quest\u00f5es, de olhar o mundo social com olhos cr\u00edticos em lugar de dar prioridade \u00e0 condi\u00e7\u00e3o particular; <em>situando<\/em>\u00a0as diferen\u00e7as, ele suscita a aptid\u00e3o para se libertar da interioriza\u00e7\u00e3o dos problemas ao compreender que a circunst\u00e2ncia individual forma parte de um fen\u00f4meno que transcende em muito os limites do privado. Em poucas palavras,\u00a0Beauvoir retrata de que modo a situa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>cada <\/em>mulher \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>muitas,\u00a0<\/em>sen\u00e3o de\u00a0<em>todas <\/em>as demais<i>.<\/i><\/p>\n<blockquote><p>Para al\u00e9m do conte\u00fado, que consiste fundamentalmente na considera\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da condi\u00e7\u00e3o feminina ao longo da hist\u00f3ria e que parte da constata\u00e7\u00e3o de que a mulher \u00e9, no geral, considerada n\u00e3o <em>em si<\/em> mesma mas <em>relativamente\u00a0<\/em>ao homem como um &#8220;outro&#8221; que &#8220;vem depois&#8221; &#8211; ou seja, como &#8220;algo segundo&#8221;, a leitura do &#8220;Segundo sexo&#8221; \u00e9 f\u00e9rtil na medida em que constitui um convite \u00e0 autonomia do pensamento e \u00e0 liberdade de a\u00e7\u00e3o e que contribui, com isso, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia esclarecida do que significa <em>ser mulher, <\/em>base de qualquer a\u00e7\u00e3o, em especial da a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/2018\/04\/07\/topicos-de-genero-leituras-recomendadas-i\/segundo-sexo\/\" rel=\"attachment wp-att-1388\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-1388\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/segundo-sexo-204x300.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/segundo-sexo-204x300.jpg 204w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/segundo-sexo-696x1024.jpg 696w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/segundo-sexo-184x270.jpg 184w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/segundo-sexo.jpg 734w\" sizes=\"(max-width: 204px) 100vw, 204px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De Castro sugere a leitura da obra &#8220;A banalidade do mal&#8221;, de Hannah Arendt. Publicada em 1963 com base no <a href=\"https:\/\/www.newyorker.com\/magazine\/1963\/02\/16\/eichmann-in-jerusalem-i\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">trabalho jornal\u00edstico desempenhado por Arednt como correspondente do\u00a0<em>The New Yorker <\/em>no julgamento de\u00a0Adolf Eichmann<\/a>,\u00a0condenado \u00e0 forca por ter liderado durante a Segunda Guerra o que, em vez de &#8220;genoc\u00eddio&#8221;, Arendt prefere chamar de &#8220;massacre administrativo&#8221;. De Castro destaca a pertin\u00eancia da leitura no contexto atual do Brasil no que diz respeito \u00e0 politiza\u00e7\u00e3o, espetaculiza\u00e7\u00e3o e &#8220;rela\u00e7\u00e3o prom\u00edscua&#8221; do poder judici\u00e1rio &#8211; o qual,\u00a0a rigor, deveria se manter como uma inst\u00e2ncia de poder separada e imparcial &#8211; com a m\u00eddia, os setores empresariais e os interesses pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Como jornalista, Hannah Arendt percebeu a qualidade teatral do julgamento de Eichmann, no qual, a seu ver, tanto a defesa como a promotoria agiram tendenciosa e sofisticamente com claros fins propagand\u00edsticos. Desde a perspectiva de Arendt, Eichmann n\u00e3o era tanto a &#8220;encarna\u00e7\u00e3o absoluta do mal&#8221; quanto <em>um burocrata interessado apenas na sua pr\u00f3pria ascens\u00e3o profissional\u00a0<\/em>que serviu para dar vaz\u00e3o a interesses e sentimentos que transcendiam em muito a sua pessoa.<\/p>\n<blockquote><p>Com a express\u00e3o &#8220;banalidade do mal&#8221;, Arendt de maneira alguma est\u00e1 a defender que as atrocidades do regime nazista foram insignificantes, mas a mostrar como a mentalidade burocrata \u00e9 capaz de produzir figuras como o Eichmann: indiv\u00edduos que, completamente consumidos pelas ambi\u00e7\u00f5es pessoais no contexto da administra\u00e7\u00e3o da qual participam, se tornam incapazes de emitir um ju\u00edzo moral sobre seus atos e inclusive privados de modo absoluto de consci\u00eancia moral.<\/p><\/blockquote>\n<p>Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do trabalho, Arendt foi t\u00e3o mal-interpretada quanto criticada. Em particular, foi acusada de trair as pr\u00f3prias ra\u00edzes (ela era alem\u00e3 e judia, mas naturalizada norte-americana) ao trazer \u00e0 mesa o fato, por todos conhecidos mas, n\u00e3o obstante, por todos abafado, de que as listas dos judeus a serem transportados eram fornecidas pelos pr\u00f3prios l\u00edderes da comunidade judaica. Este apontamento de Arendt, evid\u00eancia da sua coragem e da sua qualidade filos\u00f3fica e que nada mais era do que uma observa\u00e7\u00e3o objetiva com o fim de trazer \u00e0 consci\u00eancia as engrenagens profundas do aparelho totalit\u00e1rio em vigor, foi por\u00e9m tachado como uma ofensa e alimentou o entendimento equivocado da sua mensagem.<\/p>\n<p>De Castro conclui que a atualidade da obra de Arendt est\u00e1 fundamentalmente no apelo a manter a honestidade intelectual e a coragem de &#8220;denunciar o uso da m\u00e1quina estatal para fins pol\u00edticos&#8221;. Nada, de fato, mais pertinente no momento atual.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/2018\/04\/07\/topicos-de-genero-leituras-recomendadas-i\/capa-arendt-eichmann-em-jerusalem-um-relato-sobre-a-banalidade-do-mal-113311\/\" rel=\"attachment wp-att-1375\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1375 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311-270x270.jpg 270w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/CAPA-ARENDT-Eichmann-em-Jerusalem-um-Relato-Sobre-a-Banalidade-do-Mal-113311.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Por sua parte, Zirbel sugere a leitura da obra &#8220;Uma voz diferente&#8221;, publicada em 1982 e que rendeu \u00e0 sua autora, Carol Gilligan, notoriedade internacional. Psic\u00f3loga e pesquisadora estado-unidense, Gilligan tem desenvolvido nos \u00faltimos 40 anos uma investiga\u00e7\u00e3o destacada e especialmente influente no campo da psicologia moral e da \u00e9tica. No livro em quest\u00e3o a autora, interessada nas pesquisas sobre o desenvolvimento moral humano, reage ao fato dos\u00a0 estudos no t\u00f3pico serem usualmente baseados na experi\u00eancia masculina, criando um programa de investiga\u00e7\u00e3o pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Contra a corrente, Gilligan parte da considera\u00e7\u00e3o de dilemas cotidianos reais (e n\u00e3o hipot\u00e9ticos, como era pr\u00e1xis corriqueira) enfrentados por homens e mulheres e identifica o ponto de vista feminino como a &#8220;voz diferente&#8221; que, por perceber-se divergente do discurso dominante, permanece no geral silenciosa e inexpressada. Essa voz destoante afirma que, no que toca a quest\u00f5es morais, \u00e9 necess\u00e1rio prestar aten\u00e7\u00e3o \u00e0s teias de rela\u00e7\u00f5es nas quais os agentes se encontram envolvidos, assumindo a complexidade e se organizando cuidadosamente para dar conta dela.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A ideia de indiv\u00edduos isolados procurando princ\u00edpios gerais n\u00e3o parecia funcionar ou fazer sentido para as rela\u00e7\u00f5es concretas. A pergunta mais importante encontrada por Gilligan foi: qual \u00e9 a maneira mais adequada de agir, sabendo-se parte de uma teia de rela\u00e7\u00f5es?&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>A resposta mais relevante foi: a maneira mais adequada de agir \u00e9 a que n\u00e3o causa danos ou que causa o menor dano poss\u00edvel. Assim, Gilligan prop\u00f5e uma &#8220;\u00e9tica do cuidado e da responsabilidade&#8221;. Desde a d\u00e9cada dos 90 a nova teoria se estende para al\u00e9m do \u00e2mbito psicol\u00f3gico e filos\u00f3fico, encarando desafios como os relacionados aos processos sociais pelos quais o indiv\u00edduo consolida a sua identidade e negocia responsabilidades no conjunto humano ao qual pertence. Surge assim uma intersec\u00e7\u00e3o entre democracia e teoria do cuidado: o cuidado passa a ser uma necessidade humana b\u00e1sica e geral a ser assumida pelo <em>conjunto<\/em> da sociedade, e n\u00e3o por um g\u00eanero particular, trazendo \u00e0 tona t\u00f3picos como o da justi\u00e7a, da autonomia e das pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>A autora questiona ainda os motivos que subjazem ao desterro do ponto de vista feminino e constata que a for\u00e7a exercida pelo meio social, familiar, etc., contra a express\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es divergentes constitui uma das fontes de silenciamento mais poderosa. O <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Androcentrismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">androcentrismo<\/a> da perspectiva dominante, que descreve os homens como seres &#8220;racionais&#8221; e, em contraste, as mulheres como sujeitos &#8220;emocionais&#8221;, incapazes de autonomia, de discernir princ\u00edpios universais e assim por diante, \u00e9 apresentado por Gilligan como a grande fonte de problemas da teoria moral tradicional.<\/p>\n<p>Debru\u00e7ando-se sobre a disparidade origin\u00e1ria entre as perspectivas masculina e feminina, a autora sugere que tal fen\u00f4meno n\u00e3o se deve a fatores biol\u00f3gicos, mas psicol\u00f3gicos, vinculados ao processo de individua\u00e7\u00e3o e de forma\u00e7\u00e3o do &#8220;<em>self&#8221;, <\/em>questionando os estere\u00f3tipos estabelecidos e fornecendo argumentos de peso \u00e0 causa feminista.<\/p>\n<p>O impacto da obra de Gilligan foi imediato e inesperado. Traduzido a mais de dezesseis l\u00ednguas,\u00a0<em>In a different voice: Psychological Theory and Women\u00b4s Development <\/em>(tal \u00e9 o t\u00edtulo original em ingl\u00eas), \u00e9\u00a0um referencial paradigm\u00e1tico da an\u00e1lise da realidade contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/2018\/04\/07\/topicos-de-genero-leituras-recomendadas-i\/uma-voz-diferente-gilligan\/\" rel=\"attachment wp-att-1379\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1379 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/uma-voz-diferente-gilligan.jpg\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"278\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/uma-voz-diferente-gilligan.jpg 182w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/uma-voz-diferente-gilligan-177x270.jpg 177w\" sizes=\"(max-width: 182px) 100vw, 182px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/brasil.indymedia.org\/media\/2008\/01\/409660.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte do primeiro volume do &#8220;Segundo sexo&#8221; (edi\u00e7\u00e3o de 1970) est\u00e1 dispon\u00edvel em pdf aqui.<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a style=\"text-align: center\" href=\"https:\/\/geisamoterani.files.wordpress.com\/2016\/02\/eichamann-em-jerusalem-_um-relato-sobre-a-banalidade-do-mal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">&#8220;A Banalidade do Mal&#8221; est\u00e1 dispon\u00edvel na \u00edntegra em pdf aqui<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/books.google.de\/books?id=OujZ0iSyNWgC&amp;printsec=frontcover&amp;dq=carol+gilligan&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj75rCurqTaAhVNJFAKHfX3CVIQ6AEIKzAA#v=onepage&amp;q&amp;f=false\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Trechos de &#8220;uma voz diferente&#8221; dispon\u00edveis aqui (em ingl\u00eas)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>Este texto foi redigido a partir dos v\u00eddeos disponibilizados no canal da ANPOF no Youtube nos quais as professoras, respondendo ao convite da associa\u00e7\u00e3o, recomendam obras de refer\u00eancia nos estudos de g\u00eanero.<\/p>\n<p>Para a indica\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/unifesp.academia.edu\/IzildaJohanson\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Izilda Johanson<\/a>, veja\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=csh2np9Z0eE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui.<\/a>\u00a0Para a de\u00a0<a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4784415Z0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Susana de Castro<\/a>, veja <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_IBfyfky7zI\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>. Para a de\u00a0<a href=\"https:\/\/ufsc.academia.edu\/IlzeZirbel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ilze Zirbel<\/a>, veja <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=7lWiDsP-d0g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dando continuidade \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o relativa aos t\u00f3picos de g\u00eanero e ainda no ambiente de celebra\u00e7\u00e3o da figura feminina, segue uma r\u00e1pida recomenda\u00e7\u00e3o de obras filos\u00f3ficas que t\u00eam mulheres como autoras e constituem leituras fundamentais para se iniciar n&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":178,"featured_media":1390,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[75,109],"tags":[69,110,118,26],"class_list":["post-1370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade","category-genero","tag-etica","tag-genero","tag-justica","tag-progresso"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-content\/uploads\/sites\/118\/2018\/04\/Design-sem-nome-1.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/178"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1370"}],"version-history":[{"count":30,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1846,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1370\/revisions\/1846"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1390"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/openphilosophy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}