{"id":154,"date":"2026-03-16T11:09:40","date_gmt":"2026-03-16T14:09:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/?p=154"},"modified":"2026-03-16T11:34:25","modified_gmt":"2026-03-16T14:34:25","slug":"monstros-marinhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/03\/16\/monstros-marinhos\/","title":{"rendered":"Existem monstros no oceano?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\">&nbsp;<span style=\"font-weight: 400\"><em>Texto de <strong>Jennifer Laysla<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Entre hist\u00f3rias e realidade<\/h3>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">A representa\u00e7\u00e3o de animais marinhos em livros, filmes e s\u00e9ries costuma mostrar uma grande variedade de esp\u00e9cies, algo que muitas vezes passa despercebido por quem est\u00e1 assistindo. Em outras ocasi\u00f5es, esses animais aparecem apenas como \u201cmonstros\u201d. O live action de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">A Pequena Sereia<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, lan\u00e7ado em 2023, apresenta diversos animais marinhos e pode ser um bom ponto de partida para observarmos um pouco dessa biodiversidade.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><b>Voc\u00ea consegue identificar quais animais aparecem no filme? Tem ideia da imensid\u00e3o do ambiente onde eles vivem, o oceano? E aqueles monstros marinhos que vemos em outras representa\u00e7\u00f5es: ser\u00e1 que eles realmente existem?<\/b><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><strong>Um mergulho na vida marinha<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Neste texto, vamos explorar um pouco da vida marinha, desde o ambiente onde ela ocorre at\u00e9 a impressionante diversidade de criaturas que habitam os oceanos.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Afinal<strong>,<\/strong> se n\u00e3o fosse o oceano e tudo o que ele proporciona, n\u00f3s sequer estar\u00edamos aqui. Por isso, conhecer e preservar o que existe no mar \u00e9 fundamental para a vida na Terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><b>O oceano<\/b><\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Cobrindo mais de 70% da superf\u00edcie do planeta, o oceano \u00e9 fundamental para a exist\u00eancia da vida como a conhecemos hoje. Sua extens\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande que supera a \u00e1rea da Lua e de Marte somadas, e a regi\u00e3o mais profunda j\u00e1 registrada chega a cerca de 11 mil metros de profundidade. Al\u00e9m disso, o oceano desempenha fun\u00e7\u00f5es vitais para a vida na Terra, como a produ\u00e7\u00e3o de grande parte do oxig\u00eanio que respiramos e a regula\u00e7\u00e3o do clima e das temperaturas do planeta.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">H\u00e1 registros muito antigos da enorme diversidade de formas de vida que j\u00e1 habitaram os mares ao longo da hist\u00f3ria da Terra. Entre elas est\u00e3o os <\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Trilobita\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>trilobitas<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, um grupo de artr\u00f3podes marinhos que viveu h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos e hoje est\u00e1 extinto. Esses animais, que lembravam pequenos \u201ctatuzinhos\u201d marinhos segmentados, s\u00e3o conhecidos principalmente por meio de f\u00f3sseis e ajudam os cientistas a entender como era a vida nos oceanos do passado.<\/span><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image \">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized eplus-wrapper\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"700\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-1024x700.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-156\" style=\"aspect-ratio:1.4628969495768593;width:322px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-1024x700.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-300x205.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-768x525.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-500x342.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-800x547.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><sub>Imagem de F\u00f3ssil de trilobita de Utah. Fonte: Wikipedia<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">&nbsp;<span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m das esp\u00e9cies que j\u00e1 desapareceram, os mares ainda abrigam uma enorme diversidade de organismos, muitos deles bastante curiosos e pouco conhecidos (como veremos mais adiante). N\u00e3o por acaso, a teoria mais aceita atualmente sobre a origem da vida indica que os primeiros organismos surgiram justamente no ambiente marinho.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Como estudamos o oceano<br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Mesmo assim, sabemos surpreendentemente pouco sobre esse ambiente. <\/span><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group eplus-wrapper\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\"><mark style=\"background-color:#ffb9cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>Estima-se que conhecemos apenas cerca de <\/strong><\/mark><\/span><b><mark style=\"background-color:#ffb9cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>30% do oceano<\/strong><\/mark><\/b><span style=\"font-weight: 400\"><mark style=\"background-color:#ffb9cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>, o que significa que ainda h\u00e1 uma enorme quantidade de esp\u00e9cies, ecossistemas e processos esperando para serem descobertos. <\/strong><\/mark><\/span><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Consegue imaginar quantos seres marinhos ainda nem sabemos que existem?<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Mas como chegamos a conhecer esses 30%?&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Para investigar a vida no mar, pesquisadores realizam expedi\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde regi\u00f5es mais rasas at\u00e9 \u00e1reas extremamente profundas. Nas partes mais profundas, onde o mergulho humano n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, s\u00e3o utilizados equipamentos tecnol\u00f3gicos capazes de medir condi\u00e7\u00f5es do ambiente, como temperatura e press\u00e3o, e tamb\u00e9m coletar organismos e amostras do fundo do mar.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><strong>&nbsp;<\/strong>A Biodiversidade Marinha<\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">A biodiversidade marinha costuma ser lembrada principalmente por alguns vertebrados mais conhecidos, como peixes, tubar\u00f5es, tartarugas e baleias. No entanto, o oceano abriga uma variedade muito maior de formas de vida. Nas praias, por exemplo, as conchas chamam a aten\u00e7\u00e3o de quem caminha pela areia, embora muitas pessoas n\u00e3o saibam que elas pertencem aos <\/span><b>moluscos<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, grupo que tamb\u00e9m inclui animais fascinantes como polvos e lulas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Nos recifes, os <\/span><b>corais<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> ganham destaque, muitas vezes associados \u00e0s discuss\u00f5es sobre seu risco de extin\u00e7\u00e3o. J\u00e1 entre rochas, fundos arenosos e manguezais encontramos uma diversidade de <\/span><b>crust\u00e1ceos<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, como lagostas, camar\u00f5es e caranguejos. H\u00e1 tamb\u00e9m organismos que costumam despertar curiosidade e encanto, como as delicadas <\/span><b>estrelas-do-mar<\/b><span style=\"font-weight: 400\">e as misteriosas <\/span><b>\u00e1guas-vivas<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, que se movem lentamente pela coluna d\u2019\u00e1gua.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Essa diversidade aparece de maneira especialmente interessante ao longo da costa brasileira. O litoral do pa\u00eds possui mais de <\/span><b>7 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, abrigando diferentes ambientes marinhos, cada um com suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas e esp\u00e9cies. Ao percorrer essa costa, do Sul ao Norte do Brasil, \u00e9 poss\u00edvel observar mudan\u00e7as na fauna e nos ecossistemas, revelando como cada regi\u00e3o possui uma biodiversidade singular. N\u00e3o por acaso, o Brasil \u00e9 considerado um dos pa\u00edses mais biodiversos do mundo, o que torna ainda mais evidente a import\u00e2ncia de conservar esses ambientes.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Uma diversidade ainda pouco conhecida<\/h3>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">E mesmo com toda essa variedade, estamos longe de conhecer completamente a vida que habita o oceano. <strong><mark style=\"background-color:#ffb8cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">At\u00e9 hoje, os cientistas j\u00e1 descreveram <\/mark><\/strong><\/span><b><strong><mark style=\"background-color:#ffb8cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">mais de 200 mil esp\u00e9cies marinhas<\/mark><\/strong><\/b><span style=\"font-weight: 400\"><strong><mark style=\"background-color:#ffb8cb\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">, pertencentes a diversos grupos de organismos.<\/mark><\/strong><\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Alguns desses grupos s\u00e3o pouco conhecidos do p\u00fablico. Um exemplo curioso \u00e9 a <\/span><b>meiofauna<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Esses animais s\u00e3o microsc\u00f3picos e vivem <\/span><b>entre os gr\u00e3os de areia do fundo do mar<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Isso mesmo: nos min\u00fasculos espa\u00e7os entre um gr\u00e3o e outro existe um verdadeiro universo em miniatura, cheio de pequenos organismos vivendo e se movimentando ali.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Outro grupo s\u00e3o os <\/span><b>anel\u00eddeos<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, vermes segmentados que incluem muitas esp\u00e9cies marinhas. Alguns vivem enterrados nos sedimentos do fundo do mar, enquanto outros constroem pequenos tubos ou se escondem entre rochas e recifes.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Ainda assim, estima-se que <\/span><b>mais de um milh\u00e3o de esp\u00e9cies marinhas<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> possam existir sem terem sido descritas pela ci\u00eancia. Diante de tamanha diversidade ainda desconhecida, surge uma pergunta curiosa: ser\u00e1 que algumas das criaturas que aparecem em lendas e filmes, os famosos \u201cmonstros marinhos\u201d, poderiam ter alguma inspira\u00e7\u00e3o em animais reais?<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><b>Monstros marinhos<\/b>?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Hist\u00f3rias sobre monstros marinhos existem h\u00e1 s\u00e9culos. Antigos navegadores contavam que criaturas gigantes surgiam das profundezas do oceano, capazes de envolver navios com tent\u00e1culos enormes ou desaparecer nas \u00e1guas escuras do mar. Mas ser\u00e1 que esses monstros realmente existiram?<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Na ci\u00eancia, para afirmar que um animal existe \u00e9 preciso ter evid\u00eancias, como registros, observa\u00e7\u00f5es ou exemplares encontrados. At\u00e9 hoje, n\u00e3o h\u00e1 provas de criaturas gigantes como as descritas em muitas lendas. Mesmo conhecendo apenas parte do oceano, \u00e9 bastante prov\u00e1vel que animais desse tipo j\u00e1 tivessem sido encontrados se realmente existissem.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Mas isso n\u00e3o significa que o mar seja menos surpreendente. Na verdade, muitos animais que vivem nas profundezas parecem t\u00e3o estranhos que poderiam facilmente ter inspirado hist\u00f3rias de monstros.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><strong>Criaturas que parecem monstros<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Um deles \u00e9 a chamada <\/span><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographicbrasil.com\/video\/tv\/a-lula-vampiro-esta-ameacada-saiba-mais-sobre-a-especie\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>lula-vampiro<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Apesar do nome assustador, ela \u00e9 pequena e vive em regi\u00f5es muito profundas do oceano. Seu corpo escuro e uma esp\u00e9cie de \u201ccapa\u201d que liga seus bra\u00e7os d\u00e3o a impress\u00e3o de algo sa\u00eddo de um filme de fantasia.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Outra criatura curiosa \u00e9 a <\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Magnapinna\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>lula Magnapinna<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, que possui tent\u00e1culos extremamente longos e finos, que se estendem pelo escuro do mar como fios quase invis\u00edveis.<\/span><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image \">\n<figure class=\"aligncenter size-full eplus-wrapper\"><img decoding=\"async\" width=\"342\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-158\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-1.png 342w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/03\/image-1-257x300.png 257w\" sizes=\"(max-width: 342px) 100vw, 342px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><sub><span style=\"font-weight: 400\">Foto de Magnapinna filmada pelo DSV Alvin, possivelmente uma Magnapinna sp. adulta<\/span>. Fonte: Wikipedia.<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">&nbsp;H\u00e1 tamb\u00e9m o chamado <\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/meio-ambiente\/noticia\/2025\/02\/16\/tamanho-real-do-peixe-diabo-negro-surpreende-veja-imagens.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>peixe-diabo<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, que vive nas profundezas e possui uma pequena \u201cluz\u201d na cabe\u00e7a para atrair presas no ambiente escuro.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Um dos exemplos mais impressionantes \u00e9 o <\/span><a href=\"https:\/\/exame.com\/ciencia\/tubarao-duende-tem-mordida-assustadora-ao-estilo-alien-veja\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>tubar\u00e3o-duende<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. \u00c0 primeira vista ele j\u00e1 parece estranho: tem um focinho longo e achatado que se projeta para frente, quase como uma l\u00e2mina. Mas o que realmente chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a boca. Quando captura uma presa, <\/span><b>sua mand\u00edbula se projeta para fora da cabe\u00e7a<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, quase como se \u201csaltasse\u201d para frente, revelando fileiras de dentes finos e pontiagudos.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">E os oceanos do passado foram ainda mais impressionantes. Entre os animais extintos est\u00e3o o <\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Dunkleosteus_terrelli\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>Dunkleosteus<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, um enorme peixe com placas \u00f3sseas que funcionavam como uma armadura, e o <\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Mosasaurus\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>Mosasaurus<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, um gigantesco r\u00e9ptil marinho que dominava os mares muito antes dos humanos existirem.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Talvez n\u00e3o existam monstros exatamente como nas lendas. Mas, diante de tantas criaturas surpreendentes que habitam, ou j\u00e1 habitaram, os oceanos, fica dif\u00edcil negar que a realidade pode ser t\u00e3o impressionante quanto a imagina\u00e7\u00e3o. No fim das contas, talvez nossos ancestrais s\u00f3 tenham contado uma boa hist\u00f3ria de pescador e exagerado um pouco, porque essas criaturas extraordin\u00e1rias sempre estiveram aqui, escondidas nas profundezas do mar.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><b>O oceano ainda guarda muitos segredos<\/b><\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Como vimos ao longo do texto, o oceano abriga uma diversidade impressionante de formas de vida, muitas delas ainda pouco conhecidas. Ao mesmo tempo, esse ambiente tamb\u00e9m enfrenta press\u00f5es como a polui\u00e7\u00e3o e as mudan\u00e7as no clima, que podem afetar muitos desses ecossistemas.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group eplus-wrapper\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><b><mark style=\"background-color:#ffbfd1\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">E talvez a parte mais impressionante seja justamente essa: mesmo depois de s\u00e9culos explorando os mares, ainda sabemos muito pouco sobre a vida que existe ali. Imagine quantas esp\u00e9cies ainda podem existir e quantas podemos perder antes mesmo de conhec\u00ea-las.<\/mark><\/b><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Para saber mais&#8230;<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Longo, L. de L., &amp; Amado Filho, G. M. (2014).<\/span><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/hcsm\/a\/ghwM4nmP9WwbNnWt8m8hYPg\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\"> O conhecimento da fauna marinha bent\u00f4nica brasileira atrav\u00e9s dos tempos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Hist\u00f3ria, Ci\u00eancias, Sa\u00fade-manguinhos<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, 21 (3), p. 995\u20131010, 2014.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">NATIONAL Geographic (2024). <\/span><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographicbrasil.com\/meio-ambiente\/2024\/07\/qual-e-a-profundidade-do-oceano-a-ciencia-segue-investigando-estes-numeros\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Qual \u00e9 a profundidade do oceano? A ci\u00eancia segue investigando estes n\u00fameros<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><b>National Geographic<\/b><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Perez, J. A. A. (2010). <\/span><a href=\"http:\/\/cienciaecultura.bvs.br\/pdf\/cic\/v62n3\/a17v62n3.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Biodiversidade marinha: uma heran\u00e7a amea\u00e7ada?<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Ci\u00eancia e Cultura<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v. 62, n.3, p.42-44, 2010.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Rossi, R. H. C &amp; Bruno, C. E. M. (2024). <\/span><a href=\"https:\/\/ojs.brazilianjournals.com.br\/ojs\/index.php\/BJAER\/article\/view\/71554\/50233\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Avalia\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de pl\u00e1stico em conte\u00fado gastrointestinal de elasmobr\u00e2nquios desembarcados no munic\u00edpio de Caraguatatuba, S\u00e3o Paulo, Brasil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Brazilian Journal of Animal and Environmental Research<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v.7, n.3, p.1-15, 2024.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><span style=\"font-weight: 400\">Santana, R. C. B. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">et al<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (2016). <\/span><a href=\"https:\/\/www2.ifrn.edu.br\/ojs\/index.php\/HOLOS\/article\/view\/4217\/1581\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">A import\u00e2ncia das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o do Arquip\u00e9lago Fernando de Noronha<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>HOLOS<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v.7, p.15-31, 2016.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Autoria<\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Jennifer Laysla \u00e9 aluna de gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas pela Unicamp, com interesse em conserva\u00e7\u00e3o, manejo e restaura\u00e7\u00e3o da biodiversidade nativa.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Leia Tamb\u00e9m:<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\" wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-produ-o-cient-fica-em-rede wp-block-embed-produ-o-cient-fica-em-rede eplus-wrapper\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"uceWnKm56v\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/01\/14\/biodiversidade-america-latina\/\">A biodiversidade na Am\u00e9rica Latina: por que somos t\u00e3o diversos<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;A biodiversidade na Am\u00e9rica Latina: por que somos t\u00e3o diversos&#8221; &#8212; Produ\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica em Rede\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/01\/14\/biodiversidade-america-latina\/embed\/#?secret=oijBWGPkhT#?secret=uceWnKm56v\" data-secret=\"uceWnKm56v\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\" wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-produ-o-cient-fica-em-rede wp-block-embed-produ-o-cient-fica-em-rede eplus-wrapper\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"tYaUpuONcm\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/02\/09\/terapia-celular\/\">Desvendando o futuro: uma jornada pela Terapia Celular<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Desvendando o futuro: uma jornada pela Terapia Celular&#8221; &#8212; Produ\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica em Rede\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/02\/09\/terapia-celular\/embed\/#?secret=XZPIC5fIq7#?secret=tYaUpuONcm\" data-secret=\"tYaUpuONcm\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Monstros marinhos existem? 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