{"id":175,"date":"2026-04-22T16:01:49","date_gmt":"2026-04-22T19:01:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/?p=175"},"modified":"2026-04-22T16:01:52","modified_gmt":"2026-04-22T19:01:52","slug":"o-mundo-das-formigas-sauvas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/04\/22\/o-mundo-das-formigas-sauvas\/","title":{"rendered":"O Incr\u00edvel Mundo das Formigas Sa\u00favas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Texto de\u00a0<\/em><strong><em><strong>\u00a0<\/strong>Erika Track Martins<br><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Quando pensamos em sociedades organizadas, geralmente pensamos nos seres humanos. Mas e se eu te dissesse que, bem debaixo dos nossos p\u00e9s, existem sociedades igualmente complexas?<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As formigas sa\u00favas, apesar de pequenas, formam col\u00f4nias extremamente organizadas, um sistema que garante sua sobreviv\u00eancia h\u00e1 milh\u00f5es de anos.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><strong><mark style=\"background-color:#f78fa96e\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">Neste texto, voc\u00ea vai descobrir como essas formigas vivem, se organizam e por que s\u00e3o consideradas um dos maiores exemplos de coopera\u00e7\u00e3o na natureza.<\/mark><\/strong><\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><b>Formigas sa\u00favas: Quem s\u00e3o?  O que comem?<\/b><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As formigas sa\u00favas fazem parte de um grupo chamado <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Attini<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, que re\u00fane cerca de 230 esp\u00e9cies de formigas que vivem em associa\u00e7\u00e3o com fungos.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Elas s\u00e3o conhecidas como \u201ccortadeiras\u201d porque cortam folhas e as carregam para dentro do formigueiro.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mas aqui vai uma curiosidade: elas n\u00e3o comem essas folhas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em vez disso, usam esse material para cultivar fungos que s\u00e3o, de fato, o seu alimento.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 chamada de <\/span><b>mutualismo<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, porque tanto as formigas quanto os fungos se beneficiam. As formigas garantem alimento, e os fungos garantem a sobreviv\u00eancia da col\u00f4nia de formigas. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse cultivo \u00e9 t\u00e3o importante que as formigas carregam consigo pequenas por\u00e7\u00f5es do fungo quando fundam novas col\u00f4nias, garantindo a continuidade dessa rela\u00e7\u00e3o ao longo das gera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><b>Onde vivem?<\/b><\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As sa\u00favas s\u00e3o encontradas na regi\u00e3o Neotropical, que inclui grande parte da Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"940\" height=\"415\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-179\" style=\"aspect-ratio:2.265104912783349;width:502px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1.png 940w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1-300x132.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1-768x339.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1-500x221.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/wp-content\/uploads\/sites\/294\/2026\/04\/image-1-800x353.png 800w\" sizes=\"(max-width: 940px) 100vw, 940px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Regi\u00e3o Neotropical destacada em roxo. <em>Fonte: carol \/ Wikimedia Commons<\/em><br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No Brasil, existem nove esp\u00e9cies conhecidas, formando col\u00f4nias gigantescas que podem ter milhares (ou at\u00e9 milh\u00f5es) de indiv\u00edduos.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">E o mais impressionante: cada formiga tem uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica dentro dessa sociedade.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><b>O que \u00e9 eussocialidade?<\/b><\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As sa\u00favas n\u00e3o vivem apenas em grupo. Elas formam sociedades eussociais, o n\u00edvel mais avan\u00e7ado de organiza\u00e7\u00e3o social entre os animais. Esse tipo de organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizado pela divis\u00e3o de tarefas, pela conviv\u00eancia entre diferentes gera\u00e7\u00f5es no mesmo ambiente e pelo cuidado coletivo com os filhotes. Em outras palavras, n\u00e3o h\u00e1 apenas coopera\u00e7\u00e3o ocasional, mas uma estrutura social est\u00e1vel, em que diferentes indiv\u00edduos desempenham fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas ao longo da vida. Na pr\u00e1tica, isso significa que cada formiga exerce um papel fundamental para o funcionamento e a manuten\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><b>E como funciona a divis\u00e3o do trabalho?<\/b><\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A divis\u00e3o de tarefas \u00e9 fundamental para o funcionamento de qualquer sociedade, e, no caso das sa\u00favas, essa pr\u00e1tica \u00e9 extremamente eficiente.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Cada formiga desempenha uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica com base em sua idade, forma corporal, casta, gen\u00e9tica e experi\u00eancia.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As col\u00f4nias de sa\u00favas s\u00e3o organizadas em tr\u00eas grupos principais: rainhas, pr\u00edncipes e oper\u00e1rias.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os grupos das col\u00f4nias de sa\u00favas<\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As rainhas, tamb\u00e9m chamadas de tanajuras, colocam os ovos que d\u00e3o origem a todas as formigas do formigueiro. A rainha coloca ovos que dar\u00e3o origem \u00e0s formigas princesas e aos pr\u00edncipes, as \u00fanicas formigas macho de um formigueiro.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esses dois grupos de formigas aladas t\u00eam um papel especial: por volta dos meses de outubro e novembro no Brasileles participam do voo nupcial, tamb\u00e9m chamado de revoada. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Durante esse voo, as princesas e os\u00a0 pr\u00edncipes acasalam, e, depois disso, as princesas se tornam rainhas e saem para formar seus pr\u00f3prios formigueiros. J\u00e1 os pr\u00edncipes, por sua vez,\u00a0 t\u00eam uma vida bem curta e encerram seu papel logo ap\u00f3s o acasalamento.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A maior parte da col\u00f4nia, por\u00e9m,&nbsp; \u00e9 formada pelas oper\u00e1rias. Elas realizam diversas tarefas no formigueiro, como cortar folhas, cultivar os fungos que servem de alimento, proteger a col\u00f4nia e cuidar das larvas.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao longo de sua vida, a fun\u00e7\u00e3o das oper\u00e1rias muda.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As mais jovens costumam trabalhar dentro do formigueiro, enquanto as mais velhas saem para buscar folhas e defender a col\u00f4nia.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">&nbsp;Essa divis\u00e3o de trabalho bem organizada garante que todas as necessidades do grupo sejam atendidas, mantendo a col\u00f4nia em pleno funcionamento.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><b>Qual o papel delas no meio ambiente?<\/b><\/h2>\n\n\n\n<p>As sa\u00favas s\u00e3o verdadeiras engenheiras do ecossistema. <\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#f78da8a3\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">Elas s\u00e3o respons\u00e1veis por cerca de 25% da vegeta\u00e7\u00e3o consumida em florestas tropicais, mas isso n\u00e3o \u00e9 destrui\u00e7\u00e3o, e sim transforma\u00e7\u00e3o!<\/mark> <\/p>\n\n\n\n<p>Ao manipular folhas e cultivar fungos, elas reciclam nutrientes, enriquecem o solo, aumentam a aera\u00e7\u00e3o da terra. Essas mudan\u00e7as no solo tamb\u00e9m beneficiam outros organismos, como microrganismos e plantas, que passam a encontrar melhores condi\u00e7\u00f5es para se desenvolver.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, seus formigueiros funcionam como verdadeiros centros de atividade biol\u00f3gica. Quem diria que seres t\u00e3o pequenos teriam tanta influ\u00eancia na natureza?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><b>Como essa organiza\u00e7\u00e3o surgiu?<\/b><\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A organiza\u00e7\u00e3o das formigas em sociedade eussociais n\u00e3o surgiu por acaso. Ela \u00e9 o resultado de milh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o. As condi\u00e7\u00f5es do ambiente fizeram com que a coopera\u00e7\u00e3o se tornasse essencial para a sobreviv\u00eancia dessas formigas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Estima-se que as sa\u00favas tenham surgido nas Am\u00e9ricas h\u00e1 cerca de 8,5 milh\u00f5es de anos. Ao longo desse per\u00edodo, col\u00f4nias com maior n\u00edvel de coopera\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o eficiente de tarefas apresentaram maior sucesso evolutivo.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse processo foi favorecido por caracter\u00edsticas selecionadas ao longo da evolu\u00e7\u00e3o, como comportamentos altru\u00edsticos, nos quais as oper\u00e1rias n\u00e3o se reproduzem, mas contribuem para o sucesso reprodutivo da col\u00f4nia.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse longo processo evolutivo favoreceu sociedades altamente organizadas, em que cada formiga desempenha um papel essencial. Essa coopera\u00e7\u00e3o garante n\u00e3o s\u00f3 a sobreviv\u00eancia das col\u00f4nias, mas tamb\u00e9m ajuda a manter um equil\u00edbrio nos locais onde vivem.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os impactos ecol\u00f3gicos das sociedades de sa\u00favas<\/h3>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><mark style=\"background-color:#f78da894\" class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">\u00c9 incr\u00edvel pensar que formigas t\u00e3o pequenas podem ser exemplos de organiza\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9? Observar as sa\u00favas e estudar seu comportamento nos ajuda a compreender como at\u00e9 mesmo pequenas a\u00e7\u00f5es podem gerar impactos profundos na natureza.<\/mark><\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Cada formiga, por menor que seja, desempenha um papel indispens\u00e1vel, seja para sua pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia, seja para o equil\u00edbrio dos ecossistemas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Proteger as sa\u00favas e os ambientes onde vivem \u00e9 muito mais do que garantir a sobreviv\u00eancia de um grupo de formigas: \u00e9 preservar os servi\u00e7os ambientais que beneficiam toda a vida na Terra.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Essas pequenas engenheiras nos ensinam que mesmo organismos muitas vezes negligenciados podem ter um impacto gigantesco no equil\u00edbrio do planeta.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais&#8230;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Khayat, Rana O. (2024) <\/span><a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s43994-023-00074-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">The interplay between leaf-cutter ants behaviour and social organization<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. J<\/span><b>ournal of Umm Al-Qura University for Applied Sciences<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">v. 10, n. 1, p. 225-231.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nickele, MA; Pie, MR; Reis Filho, W; Penteado, S do RC (2013) <\/span><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/956104\/formigas-cultivadoras-de-fungos-estado-da-arte-e-direcionamento-para-pesquisas-futuras\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Formigas cultivadoras de fungos: estado da arte e direcionamento para pesquisas futuras<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Pesquisa Florestal Brasileira<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v. 33, n. 73, p. 53\u201372<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Swanson, AC; Schwendenmann, L; Allen MF; Aronson EL; Artavia-Le\u00f3n, A; Dierick, D; Fernandez-Bou, AS; Harmon, TC; Murillo-Cruz, C; Oberbauer, SF; Pinto-Tom\u00e1s, AA; Rundel, PW; Zelikova, TJ (2019) <\/span><a href=\"https:\/\/besjournals.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1111\/1365-2435.13319\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Welcome to the Atta world: A framework for understanding the effects of leaf-cutter ants on ecosystem functions<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Functional Ecology<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v. 33, n. 8, p. 1386\u20131399.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Wilson, EO; Holldobler, B (2005) <\/span><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/abs\/10.1073\/pnas.0505858102\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400\">Eusociality: Origin and consequences<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><b>Proceedings of the National Academy of Sciences<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, v. 102, n. 38, p. 13367\u201313371.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Autoria<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Erika Track Martins<\/strong> \u00e9 estudante do curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Estadual de Campinas., tem experi\u00eancia como condutora de visitantes em unidade de conserva\u00e7\u00e3o e na recep\u00e7\u00e3o de grupos escolares em ambientes de educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o formal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia Tamb\u00e9m:<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-produ-o-cient-fica-em-rede wp-block-embed-produ-o-cient-fica-em-rede\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"PE7pTfLigi\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/01\/14\/biodiversidade-america-latina\/\">A biodiversidade na Am\u00e9rica Latina: por que somos t\u00e3o diversos<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;A biodiversidade na Am\u00e9rica Latina: por que somos t\u00e3o diversos&#8221; &#8212; Produ\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica em Rede\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/01\/14\/biodiversidade-america-latina\/embed\/#?secret=25JIzaUB5L#?secret=PE7pTfLigi\" data-secret=\"PE7pTfLigi\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-produ-o-cient-fica-em-rede wp-block-embed-produ-o-cient-fica-em-rede\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"wQzgkE5fNA\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/03\/16\/monstros-marinhos\/\">Existem monstros no oceano?<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Existem monstros no oceano?&#8221; &#8212; Produ\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica em Rede\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pcr\/2026\/03\/16\/monstros-marinhos\/embed\/#?secret=89edDSGmq7#?secret=wQzgkE5fNA\" data-secret=\"wQzgkE5fNA\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto de\u00a0\u00a0Erika Track Martins Quando pensamos em sociedades organizadas, geralmente pensamos nos seres humanos. 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