{"id":350,"date":"2019-02-11T16:53:59","date_gmt":"2019-02-11T18:53:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/?p=350"},"modified":"2022-07-04T17:18:41","modified_gmt":"2022-07-04T20:18:41","slug":"corpo-da-mulher-ciencia-producao-e-vida-pessoal-parte-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/2019\/02\/11\/corpo-da-mulher-ciencia-producao-e-vida-pessoal-parte-6\/","title":{"rendered":"Ci\u00eancia, produ\u00e7\u00e3o e vida pessoal: ser mulher e cientista"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">H\u00e1 muito o que dizer sobre o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia. Certamente, todas as publica\u00e7\u00f5es de hoje ser\u00e3o poucas para tudo o que, como mulheres, temos feito para deixar nossas marcas como pesquisadoras, cientistas, produtoras de conhecimento nas mais diversas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Assim, se fizermos uma r\u00e1pida busca na internet, achamos v\u00e1rios links com uma diversidade de quest\u00f5es sobre mulheres e ci\u00eancia: quantidade de mulheres nas \u00e1reas exatas, biol\u00f3gicas e tecnol\u00f3gicas; maternidade e carreira cient\u00edfica; diferen\u00e7a entre a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de homens e mulheres (quantidade de publica\u00e7\u00f5es e composi\u00e7\u00e3o de grupos de pesquisa); contribui\u00e7\u00f5es das mulheres na ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Dia desses, em uma conversa informal, questionaram-me sobre indica\u00e7\u00f5es de leitura na rede social <em>Instagram<\/em>. Eu fiquei buscando autoras que t\u00eam me inspirado e escrever, estudar e produzir. Mas, afirmo: n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil este exerc\u00edcio. Isto \u00e9, quando pensamos em uma indica\u00e7\u00e3o &#8211; para qualquer coisa &#8211; os nomes que emergem s\u00e3o, via de regra, masculinos. Em outras palavras, para termos nomes de mulheres, usualmente temos que&nbsp;<strong><em>especificar <\/em><\/strong>que queremos um nome de mulher!!! Quando pensamos na mulher cientista, temos normalmente dois grandes nomes sendo citados: <strong>Marie Curie&nbsp;<\/strong>e&nbsp;<strong>Rosalind Franklin<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Todavia, devemos reconhecer que temos pouco conhecimento de grandes nomes de mulheres no campo cient\u00edfico. \u00c9 um privil\u00e9gio incr\u00edvel, reconhe\u00e7o, o fato de eu trabalhar com grandes mulheres que fazem ci\u00eancia pr\u00f3ximo de mim. [Up date] E a todas as mulheres, homens e n\u00e3o bin\u00e1ries que me mostraram (e vem me mostrando e ensinado todos os dias) o mundo para al\u00e9m das normatividades bin\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">S\u00e3o refer\u00eancias maravilhosas na minha carreira e trabalho cotidiano.<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">N\u00f3s, mulheres, ainda enfrentamos barreiras que s\u00e3o cotidianas e nos fazem trabalhar para apresentar que nosso trabalho \u00e9 v\u00e1lido e leg\u00edtimo. Assim, mesmo em bolhas sociais como a universidade e centros de pesquisa, n\u00e3o \u00e9 incomum deslegitimar o trabalho da mulher em fun\u00e7\u00e3o de sua vida pessoal &#8211; mais do que pela qualidade de nossas publica\u00e7\u00f5es, produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, orienta\u00e7\u00f5es e atua\u00e7\u00e3o em sala de aula. Para ilustrar, nos links ao final do texto \u00e9 poss\u00edvel vislumbrar textos &#8211; mesmo que seja um apanhado min\u00fasculo de reportagens e artigos &#8211; que mostram que somos tema de publica\u00e7\u00e3o\u00a0<em>em fun\u00e7\u00e3o de sermos mulheres<\/em> (por sermos mulheres, por ganharmos menos, por termos filhos &#8211; ou corrermos risco de ter um em algum momento -, <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2015\/06\/premio-nobel-renuncia-a-cargo-em-universidade-britanica-apos-comentarios-sexistas.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">por sermos muito sens\u00edveis e isso atrapalhar o trabalho laboratorial<\/a>, etc.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Recentemente, em uma disciplina sobre Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica, fui convidada para falar sobre o fato de eu ter perfis em redes sociais como o Instagram que n\u00e3o se relacionam com ci\u00eancia (mas com fotos e poesias) e o tipo de coment\u00e1rios que isto gera e se estes perfis <em>atrapalham minha vida acad\u00eamica<\/em>. Por qu\u00ea? Ora! Isto se deu por cr\u00edticas que j\u00e1 recebi em fun\u00e7\u00e3o de postagens que eu fa\u00e7o (retomando: em meus perfis PESSOAIS).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Como assim?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Tais postagens envolveriam &#8220;muita pele e muita cerveja aparecendo&#8221;. Em outras palavras, as postagens n\u00e3o seriam pertinentes a uma mulher que ocupa o espa\u00e7o social da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e da universidade que eu trabalho. Ou seja, antes de olhar o meu curr\u00edculo (que nem \u00e9 grande coisa, v\u00e1 l\u00e1) ou a qualidade de minhas produ\u00e7\u00f5es, h\u00e1 pessoas que se preocupam em procurar &#8220;como eu me visto&#8221; (ou se me visto o tempo inteiro) e inferem acerca de minha&nbsp;<em>produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica<\/em>&nbsp;<em>e sua qualidade<\/em> pelas roupas que eu uso (ou se eu uso roupas&#8230; enquanto tomo cerveja e\/ou caf\u00e9). Isto \u00e9 incr\u00edvel &#8211; no sentido de n\u00e3o ser cr\u00edvel mesmo! O desprest\u00edgio de nossa carreira se faz&nbsp;<em>pelo nosso corpo<\/em> antes de outras caracter\u00edsticas efetivamente&nbsp;<em>acad\u00eamicas<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Na mesma ocasi\u00e3o da disciplina de Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica, foi citado o caso de <a href=\"http:\/\/www.instagram.com\/science.sam\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Samantha Yammine<\/a>, que \u00e9 uma cientista canadense da Universidade de Toronto, que divulga parte de seu cotidiano\u00a0<em>como cientista<\/em> no perfil do Instagram. Esta cientista foi criticada por sua atua\u00e7\u00e3o nas redes sociais. Por qu\u00ea? Ora! Isto a afasta de suas atividades laboratoriais e das publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">A quest\u00e3o \u00e9 que esta cr\u00edtica se fez como publica\u00e7\u00e3o na Revista Science (leia a nota <a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/careers\/2018\/03\/why-i-dont-use-instagram-science-outreach?r3f_986=https:\/\/t.co\/kAMulZJ6vV\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>).<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">A nota finaliza-se com:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>When I next interview for a job, I won\u2019t have an Instagram page to show that my love of science doesn\u2019t make me boring and unfriendly. Publicly documenting the cute outfit I wear and the sweet smile I brandish in the lab isn\u2019t going to help me build a fulfilling career in a field where women hold less senior positions, are paid less, and are continuously underrated. Time spent on Instagram is time away from research, and this affects women in science more than men. That\u2019s unfair. Let\u2019s not celebrate that.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Basicamente, nossa vida n\u00e3o pode ser celebrada, nem divulgada (talvez nem vivida), pois atrapalha nossas publica\u00e7\u00f5es. Em seguida, a nota teve resposta da pr\u00f3pria Samantha (leia <a href=\"http:\/\/science.sciencemag.org\/content\/360\/6385\/162.2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>) ao que ela e colegas dizem que:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>This connectivity can allow those same groups to challenge traditional structures, identify and call out systemic barriers, and question hierarchies of power. Instagram, for example, allows for visible representation of individuals who are often unseen, and can amplify voices that may go unheard in traditional settings. Furthermore, increased representation of those who break stereotypes and are underrepresented creates a more inviting perception of STEM careers, and these efforts can improve diversity and inclusion in academia (9\u201311). For a diverse academic community to thrive, inclusion and acceptance of every scientist, regardless of appearance (whether conventional or not) is necessary.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<h5 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Posteriormente, publicaram, tamb\u00e9m, uma nota que questionava a pr\u00f3pria revista (<a href=\"http:\/\/science.sciencemag.org\/content\/360\/6385\/163.1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>):<\/h5>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Rather than address the roadblocks facing women and underrepresented groups in science, technology, engineering, and mathematics (STEM) or grapple with the author&#8217;s personal misgivings around science communication, the piece was framed as an attack. The tone implied that anything beyond basic research is a frivolous waste of time, belittling meaningful approaches to science communication and public engagement. It offered a false choice between an authentic and relatable social media presence and effective advocacy for institutional change. The choice to run this inflammatory article demonstrates a lack of thoughtfulness on the editors&#8217; part.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Neste ponto, penso ser pertinente mostrar estas publica\u00e7\u00f5es, por in\u00fameras quest\u00f5es. Inicialmente, voc\u00eas t\u00eam ideia do quanto \u00e9 valorizado, em termos de carreira, ter algo publicado nesta revista? Fiquei me interrogando se\u00a0<em>ter uma rede social de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/em> deveria ser um problema. E, mais do que isso\u00a0<em>o quanto isto \u00e9 visto como afastamento de tua carreira cient\u00edfica.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\"><strong>E foi este o motivo que levou o nome de Samantha a uma publica\u00e7\u00e3o na Science!\u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">A divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica deveria fazer parte de nosso trabalho enquanto produtoras de conhecimento t\u00e9cnico e cient\u00edfico, de forma mais frequente. No entanto, o ponto \u00e9 o quanto nossa vida vem sendo questionada <i>como algo que atrapalha nosso trabalho.<\/i> Al\u00e9m disso, como a pr\u00f3pria Samantha aponta: precisamos de representatividade e visibilidade nestes espa\u00e7os. Somos presentes e estamos batalhando para mostrar isso!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Ao final do ano passado, duas professoras da universidade onde eu trabalho, ao entrarem no processo de aposentadoria, em conversas informais, falaram-me com \u00eanfase &#8220;n\u00e3o abandone tua vida pessoal por nada, siga vivendo, teu trabalho n\u00e3o \u00e9&nbsp;<strong><em>toda a tua vida<\/em><\/strong><strong>, <span style=\"color: #800000;\"><em>\u00e9 parte<\/em><\/span><\/strong> de tua vida e deve ser vivida como tal&#8221;. Foram falas informais, de duas pesquisadoras maravilhosas e que me deram um apoio fant\u00e1stico neste in\u00edcio de minha carreira dentro da Unicamp. Duas mulheres, diga-se de passagem, que sabem e eventualmente acompanham as publica\u00e7\u00f5es de cunho pessoal (poesias e fotos), apoiando a exist\u00eancia disso como parte&nbsp;<em>de minha vida pessoal<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Foi fundamental este tipo de apoio ao longo da carreira que fui construindo. Pois s\u00e3o estes os enfrentamentos cotidianos que temos.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Isto \u00e9: invalidamos nossas carreiras, por optarmos por ter vida al\u00e9m da academia <em>tamb\u00e9m<\/em>.<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Em publica\u00e7\u00f5es maravilhosas como <em>As Cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo<\/em>, por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o poucas as vezes em que constam <span style=\"color: #800000;\">(<del>a fuga)<\/del><\/span> o abandono da fam\u00edlia e maridos\/namorados\/noivos\/vida afetiva para o sucesso profissional. Tanto no sentido da&nbsp;<em>permiss\u00e3o n\u00e3o concedida&nbsp;<\/em>para que estas mulheres brilhantes contribu\u00edssem ao mundo, quanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancias sofridas para, efetivamente, torn\u00e1-las menores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">No Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ci\u00eancia, nossos olhos, bocas, pernas, bra\u00e7os, peles, salivas, publica\u00e7\u00f5es, escritos, fotos, <span style=\"color: #800000;\"><strong>vozes<\/strong><\/span> se voltam para exaltar que\u00a0<em>mulheres vivem<\/em> e que isto\u00a0<strong><em>faz parte de quem somos, incluindo a ci\u00eancia que produzimos dentro e fora dos laborat\u00f3rios<\/em><\/strong>. E produzimos muito e produzimos bem, trabalhamos muito e muito bem SIM.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\">Finalizando<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Para concluir,\u00a0 o texto, eu poderia escrever algo como &#8220;estamos apenas come\u00e7ando&#8221;, tal como em um desafio&#8230; Mas a verdade \u00e9 que\u00a0<em><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Mulheres_na_ci\u00eancia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">come\u00e7amos h\u00e1 muito tempo<\/a>\u00a0<\/em>e, de forma alguma, pretendemos estancar nosso trabalho por aqui.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Para Saber Mais<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><span style=\"color: #000000;\">Barbosa, Marcia Cristina Bernardes (2018)\u00a0<a href=\"http:\/\/iptv.usp.br\/portal\/video.action?idItem=38793\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulheres na Ci\u00eancia: uma verdade inconveniente,<\/a>\u00a0Col\u00f3quio IFUSP, 2018.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><span style=\"color: #000000;\">Bolzani, Vanderlan da Silva (2017) <a href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.21800\/2317-66602017000400017\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulheres na ci\u00eancia: por que ainda somos t\u00e3o poucas<\/a>?\u00a0<i>Ci\u00eancia e Cultura<\/i>,\u00a0<i>69<\/i>(4), 56-59<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Boueri,\u00a0Aline Gatto\u00a0e Assis,\u00a0Carolina (2018)\u00a0<a href=\"http:\/\/www.generonumero.media\/sem-considerar-maternidade-ciencia-brasileira-ainda-penaliza-mulheres\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sem considerar maternidade, ci\u00eancia brasileira ainda penaliza mulheres<\/a>,\u00a0<strong>G\u00eanero e n\u00famero.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Canofre, Fernanda (2018)\u00a0<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ciencia\/2018\/05\/producao-cientifica-de-pesquisadoras-cai-apos-maternidade-diz-estudo.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de pesquisadoras cai ap\u00f3s maternidade, diz estudo<\/a>,\u00a0<strong>Folha de S\u00e3o Paulo<\/strong>, 13\/Mai\/2018<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><span style=\"color: #000000;\">Carvalho, Marilia S\u00e1, Coeli, Claudia Medina, &amp; Lima, Luciana Dias de (2018) <a href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/0102-311x00025018\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulheres no mundo da ci\u00eancia e da publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/a>,\u00a0<strong>Cadernos de Sa\u00fade P\u00fablica,<\/strong>\u00a0<i>34<\/i>(3), e00025018, Epub March 05, 2018<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><span style=\"color: #000000;\">Gristock,\u00a0Jenny (2016)\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/commentisfree\/2016\/may\/31\/women-science-industry-structure-sexist-courses-careers\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Why aren&#8217;t there more women in science? The industry structure is sexist<\/a>,\u00a0<strong>The Guardian<\/strong>, 31\/Mai\/2016.\u00a0<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Ignotofsky,\u00a0Rachel (2017) As Cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo. Editora Blucher.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Yammnine, Samantha, Liu, Christine; Jarreau, Paige; Coe, Imogen (2018)\u00a0<a href=\"http:\/\/science.sciencemag.org\/content\/360\/6385\/162.2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Social media for social change in science<\/a>\u00a0<strong>Science<\/strong>,\u00a0Vol360, Issue 6385, pp162-163<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"eplus-wrapper wp-block-heading\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Publica\u00e7\u00f5es espec\u00edficas on line sobre Mulheres na Ci\u00eancia e na Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<\/span><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/protagonismofeminino\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Progatonismo Feminino na Ci\u00eancia- especial do Blogs de Ci\u00eancia da Unicamp sobre a mulher<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><a href=\"http:\/\/fapemig.br\/media\/filer_public\/46\/38\/46383023-3210-4dc6-96e0-ce50314c4c3c\/cientistas_mulheres_v3.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulher Faz Ci\u00eancia<\/a>\u00a0(publicado HOJE! T\u00e1 quentinho sa\u00eddo do forno e \u00e9 lindo!), <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/tag\/mulheres-na-ciencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulheres na Ci\u00eancia <\/a>(Jornal da USP), <a href=\"http:\/\/mulheresnaciencia.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mulheres na Ci\u00eancia: o futuro \u00e9 feminino<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\">Zahm, John Augustine; Mozans, HJ (1913),\u00a0<a href=\"http:\/\/openlibrary.org\/books\/OL23361002M\/Woman_in_science\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><i>Woman in science<\/i><\/a>, New York: Appleton.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/youtu.be\/OO7ome2Y7fU\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Resposta de cientistas para Tim Hunt<\/a>\u00a0(Nobel que declarou sobre como mulheres n\u00e3o s\u00e3o boas cientistas por se apaixonarem e chorarem ao receberem cr\u00edticas&#8230;).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper wp-block-paragraph\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Texto atualizado em Julho de 2022, buscando corrigir a cisnormatividade presente na produ\u00e7\u00e3o original. Dessa forma, se ainda houver algo errado, pe\u00e7o desculpas de antem\u00e3o e procurarei corrigir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>H\u00e1 muito o que dizer sobre o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia. Certamente, todas as publica\u00e7\u00f5es de hoje ser\u00e3o poucas para tudo <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/2019\/02\/11\/corpo-da-mulher-ciencia-producao-e-vida-pessoal-parte-6\/\" title=\"Ci\u00eancia, produ\u00e7\u00e3o e vida pessoal: ser mulher e cientista\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":296,"featured_media":353,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[105,141,17],"tags":[158,155,160,159,156,157],"class_list":["post-350","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia-e-sociedade","category-corpo","category-genero-e-sexualidade","tag-corpo-da-mulher","tag-dia-internacional-da-mulher-na-ciencia","tag-lugar-da-mulher","tag-mulher-e-ciencia","tag-mulheres-e-ciencia","tag-mulheres-e-divulgacao-cientifica"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-content\/uploads\/sites\/150\/2019\/02\/Blog1-4.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/350","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/users\/296"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=350"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/350\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1270,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/350\/revisions\/1270"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/media\/353"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=350"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=350"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/pemcie\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=350"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}