Adoção por casal homossexual: algum problema?

Ontem em um palestra sobre adoção, uma aluna de psicologia perguntou quais seriam as diferenças (ou dificuldades) de adaptação em uma criança adotada por casal homossexual. A psicóloga palestrante disse que no processo de adoção a prioridade é o bem estar da criança e concluiu com a infeliz afirmação:

“Em Goiânia temos aproximadamente 550 famílias esperando uma criança para adoção. Se a criança tem à sua disposição uma família de casal heterossexual e outra de casal homossexual, qual vai ser melhor pra ela? Eu recomendo a heterossexual.”

Sem dúvida essa foi uma afirmação extremamente preconceituosa, afinal de contas, a natureza sexual do casal não determina a dinâmica familiar – é fácil imaginar uma família problemática ou desestruturada em que os pais são heterossexuais.
Ao contrário do que muitos pensam, nós psicólogos não temos todas as respostas sobre o comportamento humano. Muito menos em questões atuais e polêmicas como esta. Mas isso não nos dá o direito de responder baseado no “achismo” ou em preconceitos. Shame on you palestrante!
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O bacana foi que, mais tarde, me disseram que no dia anterior a mesma aluna havia feito a mesma pergunta à outra psicóloga, que respondeu mais ou menos assim: “se são um casal feliz e estável, com claras intenções de cuidar e educar o filho e tem condições para isso, então acredito que nada impeça que a criança cresça de maneira saudável”. Aí sim! Mandou bem Maria Alves Toledo Bruns!
Este é um assunto novo e ainda com poucas pesquisas e resultados concretos. Se alguém já teve experiência com um caso de adoção como esses ou conhece alguém que passou por uma situação similar, por favor compartilhe nos comentários!

Discussão - 46 comentários

  1. Rafael_RNAm disse:

    Minha pergunta é como seria lidar com uma pesquisa que provasse de maneira clara e segura alguma diferença significativa (para bem ou para mal) na criação de pais homossexuais.
    Como isso seria divulgado e trabalhado pela sociedade?
    Algo interessante de se ver

  2. Luciano disse:

    No que diz respeito a condições/capacidade/vontade em educar e cuidar dos filhos, eu concordo que não há diferenças entre homo e heterossexualidade. Contudo, sabe-se que criança (dos outros, principalmente) é um bichinho difícil de lidar, que por qualquer motivo inventa apelidos, brigas e diversos tipos de discriminação. Além disso, a sociedade, apesar dos avanços, está longe de acabar com a homofobia. Por esses motivos, a homossexualidade dos pais não acabaria por ser, realmente, um aspecto negativo? Os filhos não acabariam também “herdando” os preconceitos que os pais sofrem? Quanto existe de estudos com crianças adotadas por casais homossexuais buscando verificar estes e outros pontos?
    PS: espero as pessoas não venham querer jogar pedras em mim – a dúvida é sincera e homofobia de minha parte não existe; a questão é que eu SEI que minorias frequentemente sofrem.

    • Ana disse:

      Também já me ocorreu a mesma duvida mas se formos observar a sociedade atual verificamos (e como todos sabem) que o bullying existe e imensas crianças sofrem disso e todas estas são filhas de casais heterossexuais… o que eu quero dizer é que o bullying vai existir independentemente dos pais da criança mas tenho a certeza que se quando elas voltarem para casa e tiverem o amor dos pais (tanto seja um casal homossexual como heterossexual) o mais importante seria isso ..

  3. junior disse:

    Uma pergunta para complementar o comentário do Luciano.
    Não creio que esta lógica é válida, pois senão o que faria uma criança que fosse filha biológica de um pai ou mãe que assume a homosexualidade?

  4. Bullshico disse:

    Pegando gancho no comentário do Luciano, uma pergunta: preconceito semelhante provavelmente deve acontecer com negros. Existe alguma ressalva da justiça quanto a adoção de crianças por negros?

  5. Psiq.Aline disse:

    Já comprei uma discussão com uma aluna da enfermagem, que em um seminário na faculdade, afirmou que não deixaria seu filho interagir com filhos de casais homossexuais.
    Realmente me assusta muito a predominância deste tipo de preconceito em trabalhadores da área da saúde. É inadmissível que um psicólogo, enfermeiro médico, etc., tome este tipo de atitude.
    Quanto ao assunto podemos refletir no quando uma criança criada por um casal homossexual pode estar aberta a idéias mais humanas, sendo uma criança mais sensível e destituída de preconceitos como o referido aqui.

    • magali disse:

      quer dizer que só pelo fato de ser criança adotada e educada por casais homossexuais vai se tronar uma pessoa mais humana? me poupe, nada vê o que vc disse, os homossexuais não são mais humanos só por que são homossexuais, ha relatos de que Hitler era Homossexual e não era nem um pouco humano, pensava nos ideias dele, era egoista e não pensou nem um pouco na humanidade.
      ALGUÉM AQUI ACREDITA NA BÍBLIA? PORQUE SERÁ QUE DEUS CONDENA A RELAÇÃO HOMOAFETIVA?

  6. Aninha disse:

    No mestrado, em uma disciplina sobre sistemas familiares, eu e dois outros colegas (todos nós heterossexuais, até onde se saiba) fizemos um seminário sobre famílias formadas por casais homossexuais. Durante a pesquisa achamos muitos papers sobre o desenvolvimento psico-social de crianças criadas – adotadas e/ou geradas – por casais homossexuais. Descobrimos que há todo um campo de pesquisas e de estudos sobre esse tipo de famílias. Alguns artigos foram, inclusive, publicados em jornais bem importantes na área de psicologia, saúde e ciências sociais aplicadas. De modo geral, as pesquisas apontavam sempre que parece não haver nehuma diferença no desenvolvimento dessas crianças. Havia uma pesquisa longitudinal, muito bacana, indicando que não havia diferenças estatisticamente significantes nem mesmo na orientação sexual de adolescentes criados em famílias formadas por casais homossexuais, ou seja, a proporção de adolescentes homossexuais filhos de casais homossexuais é a mesma entre adolescentes criados por casais heterossexuais. Havia sim uma diferença no ajustamento social e nos níveis de estresse e depressão entre adolescentes homossexuais filhos de casais hetero e homossexuais: os filhos de héteros tendiam a tem maiores níveis de estresse, de depressão, de problemas de comportamento e de fracasso escolar.
    Ou seja, há evidências científicas bem fortes de que não há nenhuma diferença no desenvolvimento dessas crianças.
    Vou caçar as referências desse trabalho e posto aqui pra quem quiser ver com os próprios olhos.

    • celi disse:

      Gostaria de ter o conhecimento das referencias desse trabalho, pois estou concluindo o curso de pedagogia e gostaria muito, falar sobre as cças adotadas por homossexual, Se os professores estão preparados para lidar com essas novas famílias.

    • Marília Giselda Rodrigues disse:

      Aninha,

      Boa tarde! Sou professora de Metodologia e Técnicas de Pesquisa num curso de Psicologia aqui em Franca. Uma das turmas está muito interessada em ler trabalhos científicos sobre o tema da adoção por casais em união homoafetiva. Você poderia nos fornecer as referências bibliográficas que encontraram nessa pesquisa? Em nossas buscas, temos encotnrado muito da área Jurídica e pouquíssimo da Psicologia. Você diz que encotnrou vários papers… pode nos ajudar? Obrigada,

      Marília

  7. Kamylla Ferreira disse:

    Olá Felipe eu que fiz as perguntas, convivo com muitas pessoas homossexuais inclusive tenho um TIO que é homossexual,já discutimos sobre esse assunto.
    Então com aquelas profissionais abordando o assunto achei que não teria melhor pessoa pra responder.
    Mais concordo com você sobre a palestra de ontem ( 18/05)
    achei preconceituoso o ponto de vista da palestrante .
    Achei mais triste ela como psicóloga e coordenadora do grupo de estudos e apoio a adoção, ter essa visão.

  8. André Souza disse:

    Acho q a discussão sobre crianças criadas por casais homosexuais é da mesma linha da de crianças criadas por casais separados, na época em que o divórcio foi legalizado. Com o tempo, creio que o preconceito diminuirá conforme for ficando comum.

  9. Edlaura disse:

    Eu acredito que toda mudança na sociedade, como a adoção entre casais homossexuais passa por um período de adaptação. Como aconteceu com os primeiros casais que se divorciaram, e como ainda vai acontecer por N motivos. Acredito que o amor e o respeito familiar além de um diálogo aberto supera esses preconceitos e com o tempo a sociedade vai entender que essa é um família como qualquer outra e isso deixará de ser um tabu.

  10. Ola.. adorei o site, vou coloca-lo na lista de indicação do meu blog de psicanálise: http://chacomsig.blogspot.com/
    bjus

  11. Pitty disse:

    Cada pessoa tem um pensamento em relação a adoção feitas por homossexuais, e temos que respeitar, nem todo mundo pensa igual.
    Mas, diante de uma situação de adoção, uma criança não pode escolher com quem quer ficar. Se crianças que vivem com a mãe ou só com o pai é difícil dela entender como é uma “família” ( que sempre foi e sempre será pai (homem) e mãe (mulher), imagine uma criança adotada pensar que tem dois pais, ou duas mães? É desnecessário fazer um ser humano que não pode escolher, passar por essa situação de preconceito que o próprio casal gay sofre. Parece que querem que as crianças sofram e entendem uma situação que para nós adultos já é complicado.
    Infelizmente, os homossexuais não pensam dessa forma, querem ter o direito e pronto! E as crianças vão sofrer como eles esse preconceito, independente de lei ou qualquer tipo de punição, todos nós sabemos que se tiver que sofrer preconceito vai sofrer e pronto, isso acontece com negros, e com eles não vai ser diferente. Mesmo com tudo isso não querem saber o que vai acontecer com o futuro dessas crianças, parece que não se importam com isso, como se pensassem: Se as crianças não entendem hoje, vão entender mais tarde.
    Complicado …

    • Jorge disse:

      Concordo plenamento com seu comentário. Algumas pessoas pensam que tudo que esá relacionado com homossexualismo, se não for à favor é preconceito ou homofobia. No assunto em tela, adoção, não estamos falando em preconceito, mas sim em conflitos de direitos fundamentais ao ser humano, viver com dignidade. Por tanto viver com dignidade é ter as necessidades básicas atendidas, sáude, educação, lazer, etc. Mas sobretudo ser atendido primeiramente os seus direitos naturais, inerentes ao ser humano, se alimentar, andar, falar e principalmente ser criado por mãe e pai. As adversidades da vida ao natural poderão acontecer, tais como separação dos pais, morte, etc. Mas são adversidades que fogem à nossa capacidade de escolha. Porém quando podemos escolher vamos escolher logo o que não é da natureza humana? O rio nunca irá subir, é da natureza dele descer em direção ao mar. O mesmo ocorre com o ser humano, a concepção depende de macho e fêmea, óvulo e espermatozóide.Dessa forma, a criação não pode fugir à regra, principalmente quando podemos escolher. Nós que achamos que entendemos, temos o dever de escolher o curso natural da essência humana. Quando banalizamos a vida, é porque não damos o devido valor à ela. As consequências poderão ser graves e irremediáveis. O que quero dizer é que não estamos falando de homofobia ou preconceito, mas tão somente de conflito de direitos. Primeiro do homossexul adotar uma criança e, por segundo da criança ser adotada por um pai e uma mãe! Qual direito prevalece? aquele que há liberdade de escolha ou aquele que lhe é usurpado em detrimento do outro? Quem tem mais direito? A criança a ser adotada por pai e mãe ou o homossexual em adotar uma criança?

    • Lola disse:

      Perfeita colocação!! Pity
      Devemos acima de tudo respeitar o conceito e o limite de cada um, o que precisamos observar é que os homossexuais, estão em busca de seus direitos, da sua aceitação na sociedade, mais existe o termo popular ¨o seu direito termina, onde começa o meu¨.
      A questão é que os homessuxais querem ultrapassar aos limites naturais estabelecidos no gênesi da vida, onde está o direito dessas crianças???
      Será que se ela pudesse escolher, qual seria sua escolha???
      Entendo que um casal homosexual possa perfeitamente criar, educar e dar carinho, e fazer dessa família um lar feliz, mas será que eles próprios saberiam explícitar para essas crianças na sua formação de vida, termos tão simples, como a pró- criação da vida.
      Devemos respeitar sempre o próximo, amar como a nós mesmo, sim sempre.
      Mas essa questão vai além disso, podemos ultrapassar alguns limites, avançar nossos conceitos, porque a sociedade está em constante evolução, mas a gênesi da vida que Deus fez, jamais será modificada, pois o Dom de ter uma criança, Deus só deu unicamente a um ser a ¨Mulher¨, e aí entramos na questão de que existem hoje, mães que acabam abandonando seus filhos, onde os mesmos são criados por pais e são perfeitamente felizes, sim!! Porque dentre tanta evolução a população não se dá conta de valores imutáveis e incondicionais, onde o assunto vai muito além, de uma simples adoção por homossexuais, as pessoas perderão sua essência, perderão o amor divino, o amor deixado por Deus.

    • Thaís disse:

      Que cabecinha pequena, que vergonha alheia.

  12. Priscila disse:

    Muitíssimo triste… No final de 2008, minha monografia de conclusão de curso foi exatamente sobre isso, sobre a visão dos psicólogos acerca da adoção de crianças por casais homoafetivos. Entrevistei alguns profissionais da minha região, e, infelizmente, a grande maioria, demonstrou um preconceito descabido e inconcebível. Tentavam a todo custo justificar tal opinião teoricamente, mas, nós sabemos que não há teorias embasadas que desmereçam os gays na aptidão de criar um filho.
    Acabei de fazer um blog, se puder dar uma força lá… Abraços,

    • Jorge disse:

      Preconceito é quando desconhecemos sobre o assunto e tomamos partido, seja contrário ou à favor. Discordo do seu pensamento, pois entendo que o posicionaento dos psicólogos é no mínimo científico ou técnico, desprovido de emoção, se formaram estudando as relações humanas, inclusive as homoafetivas, e por isso dão opiniões embasadas no conhecimento de causa. Você não pode tê-las como precoceito só porque divergem do seu pensamento. Desculpa, é minha opinião, respeito a sua opinião, apesar de discordar.

    • Alessandra Guerra disse:

      Acredito que esta seja a “opinião da moda” hoje em dia.Como já foi dito,com melhores palavras que as minhas,não se pode discordar de nada que envolva homossexualismo porque imediatamente vem esta estória de homofobia.
      Agora entendo porque está voga o termo “gayzimso”.Pacere que ser homossexual torna a pessoa divina e imune á críticas,que aliás,na maioria das vezes nem são “opiniões”,mas fatos concretos,como no caso de adoção de crianças.

  13. Talissa disse:

    Pitty,
    Ok, cada um tem o “direito” a ter sua opinião. Como pessoa, a palestrante pode achar o que quiser do fato de um casal homossexual adotar uma criança. Mas como representante de uma classe, no caso como Psicóloga em um congresso, a avaliação deveria ser pautada em dados científicos e não opiniões particulares (e provavelmente preconceituosas).

  14. Eu acredito na união entre as pessoas, acredito que numa relação entre família homo ou hotero pode haver harmonia e amor, porém acredito que uma criança em desenvolvimento pode sofrer traumas irrevesíveis no seu adquirir conhecimento.
    Não acho que um casal Homossexual não seja capaz de educar uma criança, acho que sim, porém, esta criança poderá sofrer traumas irreversíveis no seu desenvolvimento, o seu processo de desenvolvimento da psique será direcionado e esta criança sofrerá na escola e nas ruas por causa da diferença de seus pais.
    _ Que fique claro a minha total falta de preconceito, apenas penso nas mentes das pessoas que se formam de acordo com suas experiências empírico-analíticas, e suas experiências devem servir para seu processo de evolução espiritual.
    O meu desejo é que todos os homosexuais vivam em paz e felizes, que andem pelas ruas sem medo de sofrer violência de pessoas perturbadas que não tem a mínima noção do que são.
    – Espero que não se revoltem comigo, pois a minha opinião é inocente e despretensiosa, desejo sempre a verdade e o melhor para as pessoas. A minha preocupação são com mentes-espíritos que estão em evolução.
    – Estamos vivendo um momento crucial na história da humanidade, não podemos desperdiçar nenhuma chance!

    • priscila disse:

      marcelo, vivemos numa sociedade extremamente preconceituosa, em uma época que as pessoas querem vencer tal preconceito e para isso se desequilibram sendo permissivos demais. Também não tenho preconceito e quero que todas as pessoas sejam respeitadas independentemente de suas escolhas. O que quero dizer é que as pessoas tentam amenizar um passado duro sendo completamente a favor desse tipo de sistema familiar. Tudo é preconceito, ele virou uma arma para vetar o pensamento de outro ser que pensa diferentemente de vc. O seu comentário é racional pois como em um lar sem pai ou sem mãe o novo indivíduo aprenderá suas primeiras experiencias interpessoais? como liderá com isso futuramente? sera algo direcionado, não? Também não duvido da capacidade de um casal homossexual criar seus filhos, mas sim da falta do pilar que o sexo oposto daria. entende? se um filho/a é criado pro dois pais, como saber o que é ter mãe, como se interagirá com mulheres no futuro?

  15. O preconceito não passa de uma ideia pouco “pensada”. Quando a pessoa se dá ao trabalho de avaliar melhor, não é possivel continuar preconceituosa. Será que estou sendo muito otimista?

    • Isaías disse:

      Sim, acho desumano ser preconceituoso, ou pelo menos cauteloso, leia por favor o texto a seguir e tire suas conclusões, ai voce vai me dizer que é preconceito, mas tudo bem, acostumei-me a ser taxado apenas por minhas opiniões.

      Primeiro como Thomas, agora como Tammy.

      Com direito a tratamento à base de hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.

      As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.

      Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação – implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.

      Segundo informações do Daily Mail, o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.

      Pergunto-me se essa criança fosse criada por um casal hetero, teria acontecido isto. Ou pelo menos esperariam ele ter uma idade coerente para fazer suas proprias escolhas…

  16. Paulinha disse:

    eu acho que o maior trauma que uma criança pode sofrer é viver em um ambiente sem proteção e carinho de um pai ou mãe, sejam heteros ou gays… quer um trauma maior pra uma criança que viver em um “lar” sem amor e com descaso, ou nas ruas sem proteção e tendo que se virar sozinha?? Sou formada em Direito e no meu TCC fiz sobre a adoção de casais homossexuais e em uma das entrevistas que eu fiz com um juiz ele falou que era muito mais justo uma criança viver e crescer com a supervisão de um casal gay que viver nas ruas ou em lares disponibilizados pelo governo onde não ensinam nada além do “se vira e cresce”… Acho que é muito mais traumatizante não ter uma família em que se apoiar, isso de que a criança vai sofrer com o preconceito ou que vão tratar mal é muito relativo…conheço muito amigo , filhos de pais heteros que quando pequenos sofriam na escola com apelidos e chegavam até a apanhar e não eram nem filhos de gays e nem gays… Isso de que as crianças sofreriam com os pais gays é um medo dessa sociedade hipócrita que tem medo do diferente… não quer que os filhos adotados dde gays sofram na escola?? eduquem seus filhos pra respeitarem as diferenças…os eduquem pra serem homens e mulheres respeitadores da individualidade alheia… Assim é mais garantido que ninguém sofra com o preconceito…

  17. Edna disse:

    Tenho observado que muitas pessoas de classes sociais e religiões diferentes têm um grande preconceito sobre a adoção de crianças por casais homoafetivos. Por favor, conheça as vidas de nossas crianças abrigadas, muitas entram em abrigos ainda bebês e vivem lá, sem carinho, sem nenhuma forma de afeto, sem nenhum valor moral, social ou financeiro e é obrigada a sair aos 18 anos sem nenhum conhecimento do mundo, sequer sabe comprar e pagar alguma coisa, nem mesmo sabe andar de onibus, sem nenhum vínculo afetivo e com um sentimento infeliz de que ninguém gosta dela. Enfim, seja um ser pensante, tenha sua própria opiião. conheça antes de julgar.

  18. Fabio disse:

    Eu penso em dois pontos cruciais: uma criança num orfanato já não estaria sofrendo por demasiado? Como se dá o desenvolvimento dessa criança? Será que em um lar de pais homossexuais de classe média (por exemplo), com condições dignas de sobrevivência, essa criança não teria mais condições externas e afetivas para ser uma pessoa amada e, futuramente, ser um indivíduo respeitado e até mesmo de prestígio perante a sociedade? Bom, pelo menos na minha humilde opinião isso faz sentido.
    Um segundo ponto é: não adianta fazermos discussões um tanto quanto “filosóficas” acerca de possíveis traumas devido a preconceitos que essa criança irá sofrer.
    Alguém tem algum dado científico sobre o assunto? Pois o que eu tenho visto neste site são comentários de pessoas um tanto quanto desinformadas.

  19. regis guimaraes disse:

    Tenho um debate contraposto sobre esta questão. Diante de tal polêmica, fui escolhido para defender as crianças e ir contra a adoção por casais homossexuais.
    Todo cidadão independente da cor, raça, costumes, sexo e religião podem sim ter uma formação familiar. Tratamos de um fato muito delicado em relação ás crianças, pois serão elas as mais atingidas. De acordo com o estatuto da criança e do adolescente no Art.227 diz: É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
    Daí, vem a questão que dizem, o que importa é a criança ser feliz seja por um casal heterossexual ou homossexual. De acordo com o Art. 227 todas aquelas qualidades citadas não teriam a mesma proporção sendo assim uma criança adotada por casais homossexuais. Um exemplo claro posso deixar a dizer o preconceito e a discriminação dessa criança, como ela reagiria diante de tal constrangimento? e o seu crescimento físico e psicológico não que está criança seja também homossexual mas, sua identidade ficará de forma discriminada pela sociedade, já que 99% da população discriminam os homossexuais sendo 16% que consideram os homossexuais como doentes e sem caráter. Um outro ponto seria os relacionamentos de homossexuais que geralmente não passam de mais de 10 anos, como seria essa mudança na formação da criança? Que fique bem claro que essas opiniões expressas neste comentário não tem nada a ver com religião e muito menos são preconceituosas e sim questões a serem abordadas para o bem da criança e do adolescente. A questão não é quem a criança irá chamar de pai ou mãe, mas o risco de serem discriminadas pela sociedade é muito grande e inevitável trazendo consigo problemas psicológicos e que possam acarretar futuros transtornos.

  20. Maikon disse:

    Como todos sabemos essas pessoas sempre enfrentaram preconceitos, falando de hoje, teoricamente eles poderiam sim adotar uma criança em termos legais, portanto a distinção entre a igualdade material, ou seja, a discriminação por parte da própria sociedade não aceita com que esses homens e mulheres criem uma familia. Então diria que não seria preconceito por parte da lei mas sim um preconceito por parte da constituição mental do homem, discriminador por natureza.

  21. Max disse:

    Um dia desses traduzi o capítulo de um livro mostrando a perspectiva Cristã sobre o assunto (deve ter efeitos interessantes em muitos aqui).

    Uma das referências defende que as crianças se desenvolvem melhor com o arranjo de pai e mãe heterossexuais mesmo.

    http://crentinho.wordpress.com/2011/10/17/o-que-ha-de-errado-com-o-casamento-gay-paul-copan/

    Pode se discutir a respeito em comparação com outros trabalhos.

    PS: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2011/09/30/285355-menino-inicia-tratamento-de-mudanca-de-sexo-aos-8-anos

  22. fernanda disse:

    Eu fui criada por homossexual desde meu nascimento, fui abandonada por minha mãe biologica, amo meus pais, mais enfrentei muitas discriminações por parte das pessoas, principlamente os colegas da faculdade. Eu não tenha vergonha demaneira nenhuma dos meus pais, pois eles são os melhores pais do mundo. Meus amigos me chamavam de filha de duas bixolas. Eu cheguei até a ficar em depressão por ver meus colegas falarem mal dos meus pais. Eu devo minha vida a eles, pois hoje sou formada em pediatria, e eles me ajudaram muito a enfrentar isso tudo. Hoje sou uma pessoa realizada e feliz.Eu não tenho mais meus pais, pois os dois morreram em um acidente de carro, e deixaram como herança um apartamento, casa de praia, uma casa de campo. carro e um bom dinheiro no banco. Então a unica herdara era eu. Eles se foram, mais pra mim estão presente sempre em minha vida. se eles n tivesse me acolhido hoje eu n estaria aqui. Amo muito eles

  23. Elci disse:

    Lendo o comentário da Fernanda a impressão que dá é que ela só pôde ser feliz e a amada assim, porque os pais tendo muito dinheiro puderam dar uma vida confortável e com um diferencial (de visão aberta de mundo) e assim puderam ser ótimos pais, a única coisa que me pergunto é que se fossem dois gays na favela pobres sem estrutura financeira e psicológica, cercada de preconceito de todos os lados, se ela teria sido tão feliz mesmo amando e sendo amada por eles, não seria médica, talvez nem estudo tivesse, pegaria onibus, metro lotado de madrugada pra trabalhar e por comida em casa, além de ouvir piadas, gozações, ofensas o tempo td, e os pais também não teriam como auxiliá-la à lidar com isso, provavelmente no estilo ‘desce a porrada e faz calar a boca desses idiotas que falam da vida dos outros ou manda tomar no c* e enfia a mão na cara!!’ Imagino a cabeça dela se sentindo rejeitada pela mãe, dps criada na pobreza, por 2 gays, cercada de ofensas, humilhações, vendo os pais humilhados, xingados, sofrendo até violências ao lado dela, o que não acontece com ricos homos ou heteros e sabemos disso, que o dinheiro faz toda a diferença em qq meio sem exceções em nossa sociedade hipócrita.

    Nada contra o comentário dela, comparo o fato de ser criada por gays ricos e pobres dentro da sociedade racista sim, havendo leis ou não, há preconceito sim e sempre vai existir, pq nunca todos gostarão ‘do branco, ou só do amarelo’ e assim por diante.

  24. Rafael Mariano G. Canedo disse:

    Em plena sala de aula da faculdade nossa professora perguntou a todos qual seria o tema para o nosso debate, que valeria uma nota alta.
    E foram então propostos 4 temas:
    1 – Liberação da maconha.
    2 – Homossexualismo e a adoção de crianças.
    3 – Pena de morte.
    4 – Liberação de cotas para negros, pardos e índios na universidade.
    Estes temas foram propostos por um grupo da sala, e a professora permitiu uma votação particular do aluno à cada tema. Enfim, após a votação houve empate entre o 1º e o 2º tema. Eu escolhi pelo primeiro tema! Mas como precisava de ter uma decisão neste mesmo dia, ela resolveu dar o seu voto e optou pelo 2º tema. Resumindo, agora o tema do debate é Homossexualismo e adoção de crianças.
    Particularmente, acho esse tema muito ruim de se trabalhar, já que em quase toda sala de aula há alguém que pertence a este universo. Liberação da maconha para mim seria bem mais interessante. O que me aflinge mais ainda é o fato de que no dia ela dividirá a sala em duas partes: uma contra e a outra a favor disso!
    Agora, estava lendo opiniões diversas em questão a esse respeito. E encontrei depoimentos de psicólogos, acadêmicos, pessoas normais e até dos próprios homoafetivos muito interessantes. Agora eu já sei o que eu quero defender, mas posso ser incluído no grupo em que talvez eu não quero permanecer. É hora de me preparar, porque talvez eu tenha que ser contra aquilo que acho certo e vice versa. Obrigado a todos por suas postagens, fiquei satisfeito com cada ideia apresentada.

  25. maurico dos santo disse:

    este assunto e motivo para muitos debates,quando se trata de uma criança,estamos falando de um ser inoscente,sem maudade a principio,um ser que esta aprendento o que e certo ou errado.
    a questão È ,o que sera de uma criança criada no lar,com um homem e uma mulher e o que sera de uma criança criada no lar por dois homens.
    acredito que no lar hetero a criança tera dois amor distinto,a criança passará a conhecer o que e o amor de um pai homem e de uma mãe mulher.nos dias comemorativos sabera distingui quem e o pai e quem e a mãe.e por ai vai,conhecera os principios morais da vida,sabera como nasce os homens e as mulheres,e tera uma vida com respaldo para uma procriação sem repressão ou tormento na vida.
    sua atitude de procriação tera aceitção na vida pessoal e moral.
    o bom da adoção requer respeito,ambiente agradavel,normalidade,moral e etc.se uma criança e dada para uma instituiçaõ falida esterio e acabada que fruto de respeito,normalidade,moralidade esta criança tera na vida.uma criança vendo constantemente dois homem se beijando,namorando que abisurdo.
    o brasileiro deve botar a mão na cosciencia quando diz eu aceito esta lei.e não apoiar esta impessoalidade.
    chegara o dia do homem lavar a conciencia impura.e voltar aos principios que reger o mundo, a etica, a normalidade e a moral.

  26. Elvis Sabino disse:

    Sou totalmente a favor e nenhuma opnião contra citada acima tem sequer algum fundamento lógico, racional ou científico.
    O processo de adoção mesmo que por heterossexuais, se dá um longo processo de assistencia social e psicológica. E a questão de que os pais terem condições boas finceiras para criar um filho adotivo é fundamental.
    Felismente pude conhecer muitos casos como o de Fernanda, filhos adotivos por casais homo ou por um pais solteiros e todos eles (TODOS) vivem hoje em dia de forma completamente normal, onde puderam ter direito à carinho, afeito, um lar, educação e outros aspectos.
    O diferencial dessas pessoas criadas por homossexuais é que eles apresentam total aversão à diversos tipos de preconceitos da sociedade conservista, ou seja, a formação do caráter por mim observado tem sido mais bem sucedido do que muitas famílias heterossexuais.

    E continua a dica, visite um orfanato que eu DUVIDO que vocês continuem com a mesma forma repudiante de pensar.

  27. Silmara disse:

    Respondendo a Mauricio dos Santos… E a criança que não puder ser adotada por pais homossexuais, pelos motivos que você expos, continuará sendo criado por uma instituição e ai a quem ela dará presentes em datas comemorativas? De quem ela os receberá? Ou quem, em uma instituição, terá tanto afinco em ensinar principios morais para essa criança? Crianças amadas e bem direcionadas com certeza serão cidadãos de bem, independente da opção dos pais. Compartilho a sugestão do Elvis “…visite um orfanato que eu DUVIDO que vocês continuem com a mesma forma repudiante de pensar.”

  28. Stefanie Targino disse:

    Acredito que se a criança tenha sido adotada em um núcleo familiar saúdavel, estruturado, estável e que possa oferecer educação e muito carinho não há de se contestar, se vão ser adotados por heteros ou homossexuais, o importante é oferecer a criança o bem-estar, se criar um cidadão digno e que traga para a sociedade de certo modo alguma melhoria.
    Não significa que o menor mude sua sexualidade por influência dos pais, pois cada um segue seu caminho quando se torna adulto, pois senão todos os filhos de pais heteros seriam heteros, e não optariam pela homossexualidade.
    Devemos lembrar também que existem muitas mulheres que colocam seus filhos recém-nascidos em um saco de lixo em uma esquina qualquer e os abandonam….
    Se estes puderem oferecer uma boa estrutura familiar e muito amor e carinho porque não conceber a adoção???

  29. Riva disse:

    Esse tema é realmente muito polêmico e isso me traz um desconforto muito muito grande. Observo que todos tratam do assunto “homossexualidade” como se este fosse novo. Vejam que nem o tema e nem o preconceito que pesam sobre eles são recentes. Muito pelo contrario. São bem antigos, da mesma forma que a hipocrisia humana que impera diante desse tema.
    Os nossos orfanatos estão cheios de crianças aguardando adoção e é triste a realidade que as cercam. Muitas delas compeltam a maior idade e não mais podem permanecer naquele lugar.
    Então, ser adotado por um casal homossexual seria pior do que ser “rejeitado” pela sociedade?
    Acredito que se nao houvesse esse preconceito e, por outro lado, existisse um trabalho dentro das casas, nos seios de todas as famílias, objetivando uma concientização acerca da liberdade do homem enquanto ser pensante, incentivando a tolerancia e o respeito ao próximo, essa “peseudo-preocupação” com a adoção de crianças por casais gays se tornaria completamente desnecessaria. Problemas de comportamentos em crianças se dão em todas as famílias. Esse não é um “privilégio” das crianças criadas por casais do mesmo sexo.

  30. acho sim que uma criança pode ser adotada por casais homossexuais e que este mesmo casal ame-a de forma que nao podesse ser discutido .
    talvez um casal homossexual ame ate mais do que um casal
    ” convencional” na minha opiniao nao ha porque um juiz nao conceder a adoçao so por este casal nao ser hetero , isso nao passaria de mero preconceito . desde que este casal homossexual eduque ame e nao interfira na orientaçao sexual do seu respectivo filho , nao vejo problema , acho ate que esta criança cresceria sabendo que nao pode se julgar ninguem por ser homossexual ou nao , por sua religiao credo ou cor .
    essa criança cresceria sabendo respeitar e nao se ofender com qualquer julgamento ou preconceito que vier de outra pessoa , porque estaria vindo de alguem com uma cabeça pequena e sem ideia alguma de como funciona a vida . porque tudo o que fazemos sofremos reflexos disto mais tarde .

  31. Rafaela disse:

    Deus fez o homem e a mulher, família é constituído por pai, mãe e filhos. O RESTO É PALHAÇADA!!!!!!…… blábláblá

  32. Neto disse:

    Só queria ressaltar que nos 2 lados da historia contada, da aluna!! as 2 psicologas basearam suas respostas em “eu acho” e foi dado um valor maior para aquela que foi a favor!! enquanto a primeira foi preconceituosa!! então se não existe nada em concreto!!! vamos ser imparciais…

  33. mauricio disse:

    vocês psicologos, falam muito bla bla bla, tentando entender e explicar o porque do comportamento das pessoas, o problema é que aqui no brasil as pessoas tem uma base familiar convencional e uma ideia religiosa (sobre Deus) muito grande. esta palavra homofobia se voces pesquisarem foi criada apenas para defender os homosexuais. os heteros tem agora que se calar e mudar de opinião, temos que aceitar senaummm…..somos rotulados pela palavra homofobia. todos nos temos o direito de fazer o que quiser, mas tambem as pessoas não podem ser forçadas e oprimidas para aceitar certas coisas. na minha humilde opinião familia correta é a tradicional. homem, mulher e um filho gerado desse relacionamento.

  34. Ana disse:

    Confesso que fico confusa com tantas opiniões… E sim, eu fico extremamente chateada com tudo que tenho lido. Sou homossexual, mas tenho dificuldades em me assumir, pois a maldade e o julgamento alheio me deixa muito triste. Felizmente Deus me ama muito e me presenteou com uma família que me respeita.
    Por favor, não queiram ser vítimas do termo “homofobia”, pois não são, exceto se de fato suas atitudes forem extremistas. Porque te incomoda tanto? Eu sou fruto de uma relação heterossexual e a última coisa que eu escolheria pra mim seria ser homossexual. Eu ia a encontros na igreja e por anos eu tentei negar a mim mesma essa realidade, inclusive me relacionei com rapazes.
    Eu sou feminina, delicada, estudiosa, uma profissional eficiente e bem sucedida…. e não há ninguém que questione a minha índole ou moral. Nunca fui promiscua! Eu só não sou como você no sentido de ter uma relação com uma pessoa do sexo oposto, do mais somos iguais…. e não é por isso que você tem o direito de me julgar incapaz de ter um filho (a) e fazer desta criança uma pessoa amada, com valores de amor ao próximo e fé em um Deus que me ama e nos quer felizes.
    Se querem discutir essa capacidade visando o bem da criança eu concordo em número, gênero e grau… mas avaliem a estrutura que acolhe essa criança desprendidos de preconceitos… o que deve ser ponderado e se os país serão amorosos, respeitosos e íntegros… Espero ainda poder viver em uma sociedade em que realmente coloquem em prática o “amor ao próximo”. Um abraço a todos, inclusive aos que poderão discordar do que escrevi.

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