Me deparei com o post do RNAm sobre o padre Léo, que cita o amor entre os animais para combater o aborto:

“Para emocionar a audiência, o Pe. Léo cita alguns casos de sua humilde infância na roça: Quando um bezerro morre, sua mãe pára de dar leite. E a família dona da vaca, muito necessitada do leite para o próprio sustento, tem que enganar a pobre mamãe vaca, tirando o couro do filhote e o colocando por cima de outro bezerro. Assim a vaca sente o cheiro de seu filho e não pára de dar leite. Isto seria um sinal de amor da mãe pelo filho.”

Pretendia escrever aqui sobre algum parasita, como os vários exemplos de vespas parasitóides que adoro, mas acho que a imagem acima resume bem o que pretendia dizer.

Claro que se você quiser uma discussão mais aprofundada sobre a moralidade da natureza, temos aqui no SbBr. Fique com um trecho do ótimo texto de Glauco Kohler:

“… Na natureza não há o equilíbrio e sim a guerra e o caos, dos quais provem a ordem magna natural. Porém, a humanidade comete pecados ainda maiores ao lidar com as interpretações d a natureza do qual provém: a de julgar suas relações sob a luz opaca de seus preceitos morais…”

[update] Uma ótima sugestão do KentaroO Mito do Homem Assassino:

“a Natureza é uma arena violenta de competição intra- e inter-espécies na qual o assassinato para ganho é um evento cotidiano e flutuações ecológicas conduzem comumente a morte em massa”.

Skip to content