{"id":444,"date":"2008-07-30T17:41:03","date_gmt":"2008-07-30T20:41:03","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/rainha\/2008\/07\/amassando-o-almoco\/"},"modified":"2008-07-30T17:41:03","modified_gmt":"2008-07-30T20:41:03","slug":"amassando-o-almoco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/2008\/07\/amassando-o-almoco\/","title":{"rendered":"Amassando o almo\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p>Situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica do dia: Voc\u00ea \u00e9 uma aranha que n\u00e3o produz veneno e nem consegue morder sua presa para injetar ao menos os sucos digestivos que ir\u00e3o dissolv\u00ea-la. O que fazer? Esmague-a!<br \/>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-content\/uploads\/sites\/254\/2011\/08\/philoponella_prominens1.jpg\" alt=\"aranha esmagadora\" align=\"left\" height=\"262\" width=\"369\" \/>A aranha <em>Philoponella vicina <\/em>(n\u00e3o encontrei uma foto dela, ent\u00e3o usei a foto da <em>Philoponella prominens<\/em>) tem esse m\u00e9todo curioso de atacar. Quando uma presa cai em sua teia, ela envolve a presa com mais de 100 metros de usando as patas de tr\u00e1s, passando os fios de um lado para o outro. Assim aumenta a press\u00e3o sobre a presa com cada vai-e-vem.<br \/>\nFa\u00e7a essa experi\u00eancia com o fio-dental (ou um barbante, uma vez que talvez precise de bastante), enrole dois dedos da m\u00e3o com o fio e a cada volta aperte ele um pouco mais.Sem fazer muita for\u00e7a a cada volta, com a soma da press\u00e3o de cada enrolada voc\u00ea percebe o qu\u00e3o comprimido seu dedo fica.<br \/>\nEsse processo tem um bom resultado, a presa \u00e9 esmagada e morre sufocada, ou mesmo explodida pela press\u00e3o. Depois \u00e9 s\u00f3 liberar as enzimas digestivas no bolo de seda e inseto e beber os flu\u00eddos corporais do falecido. Uma aranha que com certeza agradaria o <a href=\"http:\/\/rainhadecopas.org\/comics\/ciencia-e-curiosidade\/\">Calvin<\/a>.<br \/>\nO v\u00eddeo abaixo \u00e9 de uma aranha do mesmo g\u00eanero enrolando a presa (infelizmente n\u00e3o \u00e9 muito dram\u00e1tico), l\u00e9 pelo final h\u00e1 um <em>slow-motion<\/em> mostrando o movimento das patas traseiras:<\/p>\n<p>Fonte:<a href=\"http:\/\/scienceblogs.com\/notrocketscience\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Not Exactly Rocket Science<\/a> &#8211; muita coisa legal por l\u00e1, vale bem a visita para quem entende bem ingl\u00eas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica do dia: Voc\u00ea \u00e9 uma aranha que n\u00e3o produz veneno e nem consegue morder sua presa para injetar ao menos os sucos digestivos que ir\u00e3o dissolv\u00ea-la. O que fazer? Esmague-a! A aranha Philoponella vicina (n\u00e3o encontrei uma foto dela, ent\u00e3o usei a foto da Philoponella prominens) tem esse m\u00e9todo curioso de atacar. Quando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":462,"featured_media":445,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-444","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidade"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-content\/uploads\/sites\/254\/2011\/08\/philoponella_prominens.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/444","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/462"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=444"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/444\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/445"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/rainha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}