Sobre as coisas que vivi em Research Triangle Park I

Então foi assim: terça-feira, dia 13 de janeiro, eu saí do trabalho, fui até em casa, descobri que a temperatura na Carolina do Norte estava chegando próximo ao negativo, fiz minhas malas, saí correndo, cheguei no aeroporto e esperei pacientemente meu voo que passaria sobre a Carolina do Norte, me deixaria em New York, me faria pegar outro avião para então, finalmente chegar ao meu destino. O Science On Line 09‘. 
Parênteses.
Minhas considerações iniciais sobre os Estados Unidos podem ficar para outro post. Ou não. Posso abrir um grande parênteses bem aqui. O que posso dizer é que absolutamente compreensível logo de cara porque os caras tem uma média per capita de emissão de carbono equivalente em torno de 20 toneladas por ano. É incrível, por exemplo que coisas simples como a quantidade de água gasta para dar a descarga no banheiro do aeroporto, possam ser tão significativas. Ou que a quantidade de lixo que eu produzi durante o período de voo é mais ou menos maior do que minha média de produção de lixo em uns dois dias. E isso fecha o parênteses.
Agradecimentos especiais.
Acho interessante dar uma pausa aqui para agradecer @BoraZ e @mistersugar que fizeram um excelente trabalho de organização do evento. Absolutamente sensacional a escolha do hotel, do local do evento, dos patrocínios conseguidos e da comida servida. Agradecimentos especiais são, obviamente ao Coturnix que fez nossa inscrição na última hora e ao Abel Pharmboy pela vaga no hotel, também de última hora.
Primeiro dia.
O primeiro dia do evento contou com quebras-gelo muito interessantes. Primeiro, fomos testar café no Counter Culture Coffee. Sensacional saber que eu não tenho paladar para descrever sabores nem cheiros, pelo menos de café. Muito legal saber que os caras ajudam o desenvolvimento de fair trade em diferentes países do mundo. Muito curioso saber mais sobre o processamento do café pós colheita.
Muito estranho o fato de termos experimentado cafés, mas não termos de fato BEBIDO os cafés. Achei estranho também o fato de não podermos COMPRAR os cafés em pó. Na verdade, ofereceram que comprássemos on line… Achei estranho, fato.

Depois do almoço, fomos ao North Carolina Museum of Natural Sciences em Raleigh, com a apaixonada monitoria de Roy Campbell, diretor de exibição do museu. Visitamos, inclusive, os laboratórios “subterrâneos” do museu, onde pudemos ver o laboratório de paleontologia, onde o pesquisador nos mostrou uma peça sensacional de um fóssil de crocodilo bípede, no qual ele vem trabalhando por 4-5 horas por dia, durante 5-6 dias por semana, há um ano e diz que ainda há pelo menos mais um ano de trabalho (\o/). Depois visitamos a coleção de pássaros do museus, que tem peças com mais de 100 anos de idade!!!! Resumindo, sensacional. E isso foi só o primeiro dia oficial.

Acabei de decidir que vou deixar a parte das palestras para outro post. Fui!

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